Marcello Quintanilha é premiado no ‘Oscar dos quadrinhos’ da Europa

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O quadrinista brasileiro Marcello Quintanilha levou o prêmio de melhor álbum do ano na 49ª edição do Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême neste final de semana. O evento, realizado anualmente na França, é o mais importante do mercado europeu de quadrinhos.

“Escuta, Formosa Márcia”, a mais nova obra do autor, é ambientada em uma favela do Rio de Janeiro e voltada ao impacto da corrupção dos poderes públicos na vida do cidadão comum, mas se distancia dos ares documentais de trabalhos prévios do artista.

Essa não é a primeira vez que Quintanilha leva prêmio em Angoulême. Ele foi premiado por seu gibi “Tungstênio” na categoria policial “Polar SNCF” em 2016. Naquele ano, o grande troféu do festival foi entregue ao livro “Here”, do americano Richard McGuire.

A protagonista de “Escuta, Formosa Márcia” é uma enfermeira que concilia sua rotina de trabalho num hospital público com bicos como cuidadora de idosos num bairro rico da cidade.

Em casa, Márcia administra seu relacionamento pouco inspirado com o peão de obras Aluísio e as tensões crescentes com a filha Jaqueline. As interações entre o trio, a proximidade da filha com traficantes, a relação entre os traficantes e a polícia e o empenho da mãe em afastar a filha de criminosos ditam os rumos trágicos do quadrinho.

Justiça de SP autoriza Aparecida ter estátua de Nossa Senhora maior do que o Cristo Redentor

PAULO EDUARDO DIAS – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou a construção de uma estátua de Nossa Senhora na cidade de Aparecida, no interior de São Paulo, colocando fim a um impasse que durava cinco anos. O monumento, de aço inoxidável, deve ter cerca de 50 metros de altura, ou cerca de 20 metros a mais do que o do Cristo Redentor, no Rio.

Atualmente, as peças que futuramente darão vida à imagem da padroeira do Brasil estão amontadas em um terreno público. Devido ao tempo e ao vandalismo, elas necessitam de revitalização, segundo a prefeitura. Ainda de acordo com a gestão municipal, será necessário uma parceria com a iniciativa privada para a retomada do projeto.

A montagem da imagem religiosa havia sido barrada pela Justiça em 2017, após a Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) ingressar com uma ação questionando o uso de recursos públicos na obra, e a suposta doação de áreas do município para a construção de monumentos religiosos.

Além de impedir a montagem da Nossa Senhora, a ação requisitava a remoção de estátuas religiosas instaladas em cinco pontos da cidade, além da condenação do prefeito ao ressarcimento aos cofres públicos do montante gasto com essas obras.

Para os desembargadores da 9ª Câmara de Direito Público, porém, a obra se justifica porque Aparecida tem como principal foco econômico o turismo religioso, que atrai milhares de pessoas e fomenta o comércio local. A Justiça também considerou não haver ofensa ao princípio da laicidade nem ato ilegal por parte do prefeito à época.

A estátua de Nossa Senhora havia sido doada pelo escultor Gilmar Pinna, em comemoração aos 300 anos do encontrado da imagem, no rio Paraíba do Sul. O mesmo artista havia recebido R$ 250 mil pelas outras cinco artes espalhadas pela cidade, custeadas pelo município com recursos do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias), da Secretaria de Turismo do governo estadual.

À reportagem, Pinna disse comemorar a autorização da montagem da imagem de Nossa Senhora.

“Eu achei maravilhoso o entendimento deles. Fiquei muito feliz pelo entendimento cultural, pelo entendimento da arte. O que eu faço não é Deus, não é religião, o que eu faço é obra de arte. Eu respeito os ateus, os agnósticos, respeito todos que têm religião. Eu não faço minha arte para ferir ninguém”, disse.

O artista é responsável por diversas esculturas espalhadas pelo interior de São Paulo, confeccionadas no mesmo material metálico.

Em nota, a prefeitura informou que a decisão veio reconhecer a importância da cidade de Aparecida no contexto social e religioso do Brasil.

A gestão do prefeito Luiz Carlos de Siqueira (Podemos) informou, ainda, que “não há previsão de quando a obra ficará pronta devido à necessidade de captação de recursos, análises técnicas e também pelo fato de que o monumento sofreu vandalismo e deverá passar por reparos pelo artista criador.”

Procurada, a Atea não havia se manifestado sobre o assunto até a publicação deste texto.

Projeto Fábrica de Graffiti traz cor e vida para o Distrito Industrial através da arte

Rio Claro agora tem uma nova paisagem artística para ser apreciada. Agora, quem passa pelo Distrito Industrial tem mais cor no seu dia a dia.

A novidade chegou ao município em uma parceria entre a Tigre e o projeto Fábrica de Graffiti, que passa por várias cidades com a ideia de levar mais vida para os cinzentos distritos industriais.

“O projeto tem como propósito humanizar os distritos industriais, então a gente trabalha para intervir nesses ambientes cinzentos, sujos, cheios de cartazes e que muitas vezes são vistos como ambientes de passagem que são esquecidos, com muitas pessoas que trabalham, que convivem. O objetivo deste projeto é trazer mais cor, mais arte e mais bem-estar para as pessoas que frequentam esses lugares. É um projeto que nasceu em 2019 e já circulou em várias cidades. Agora fechamos nossa sexta edição em Rio Claro junto à Tigre”, explica Paula Lage, produtora executiva do Fábrica de Graffiti.

A parceria com a Tigre veio através do ICRH (Instituto Carlos Roberto Hansen), braço social da empresa, e foi coordenado por Armando Appel, que cuida dos projetos culturais do instituto: “Selecionamos o Fábrica de Graffiti com a ideia de aproximar as pessoas da arte fazendo essa espécie de exposição ao ar livre com mais de 20 artistas que fizeram esse lindo trabalho que está sendo entregue para a comunidade de Rio Claro”.

Os artistas envolvidos no projeto são selecionados através de uma curadoria, que busca sempre grafiteiros locais e regionais para contribuir com o processo criativo visando causar impactos sociais nas cidades por onde o Fábrica de Graffiti passa.

A produtora exexutiva do projeto explica como é realizada essa seleção: “A cada edição nós realizamos uma curadoria para identificar artistas regionais para criar esse senso de pertencimento. É muito importante que eles participem do projeto para se sentirem representados. Além disso sempre fazemos a curadoria de uma forma que pelo menos metade dos selecionados seja de mulheres”.

Nesta edição, um dos artistas convidados foi Leonardo Patrocínio, mais conhecido como Léo_DCO, que é de Rio Claro e participou com a sua arte em um pedaço dos 3,2 quilômetros quadrados nos quais o projeto deixou uma marca.

“Eu já conhecia o Fábrica de Graffiti de outras edições, através de outros amigos artistas que já haviam participado, então acabei sendo indicado e recebi o convite. Além do mural, fui convidado para participar dos workshops em escolas, que é uma contra partida do projeto. Há tempos não se via um projeto dessa dimensão, então acho que é muito importante, bastante impactante, vai trazer bastante benefício para os artistas locais se inspirarem e também colorir, trazendo vida e arte para ambientes cinzas e esquecidos. É um impacto visual e social”, comenta Léo.

O projeto

A Fábrica de Graffiti é o primeiro projeto brasileiro de arte de rua com foco nos distritos industriais, descentralizando e democratizando o acesso à arte ao atuar longe dos centros urbanos, que recebem a maioria dos projetos culturais do país.

Os artistas convidados para a nova edição da Fábrica de Graffiti são Kelly Reis, Mari Mats, Kari, Carol Murayama, Wira Tini, Soberana Ziza, Auá, Aline Seelig, Ana Kia, Laís da Lama, Afolego, Kueio, Galo, Tinho, Gelin, XGuix, Diógenes, Vespa, Magoo, Ise, Robinho Santana, Tikka Meszaros, Tito Ferrara, JCrepaldi, Paulo Medo, Léo_DCO, Does e DNinja.

Temática

Esta foi a primeira edição em que o Fábrica de Graffiti atuou com uma temática específica, que foi a água, já que o Dia Mundial da Água é na próxima terça-feira (22). “A água é o recurso mais precioso que temos e a maior commodity daqui pra frente. Estamos levantando uma bandeira e um alerta de que esse recurso pode acabar. Embora haja um tema (e essa é a primeira edição que estabelece um tema), damos liberdade criativa para que os grafiteiros o interpretem e expressem como preferirem e trabalhamos exclusivamente com artes autorais. Garantir a liberdade artística é nossa forma de apoiar os artistas e estimular o setor cultural”, comenta Paula Mesquita Lage, fundadora e produtora executiva da Fábrica de Graffiti.

Impacto social

Além de promover bem-estar aos moradores dos distritos industriais ao colocá-los em contato com a arte em seu trajeto pela cidade, a Fábrica de Graffiti realiza ações gratuitas para estimular a cena local da arte de rua. Entre os dias 7 e 19 de março, grafiteiros e arte-educadores do projeto, Gabriel Skap e Tina Soul, estiveram na Escola Estadual Professora Zita Godoy Camargo para ministrar uma programação cultural de de graffiti para 180 alunos, entre adolescentes e jovens adultos. Ao final do curso, os estudantes foram convidados a grafitar um espaço da própria escola.

Dona Maria, 95 anos, mais de 40 lendo o JC, esbanja autonomia e vontade de viver

A casa no meio do bairro Estádio poderia ser apenas uma moradia comum, mas não é. É nela que mora uma senhora inspiradora: Maria Aparecida Siqueira, de 95 anos completados neste domingo (20).

Dona Maria tem gosto pela leitura e pela história em papel, mais precisamente, as páginas do Jornal Cidade. Os fatos que marcaram Rio Claro e região estão em seu arquivo pessoal e na sua memória. 

Há mais de 40 anos, junto com seu cafezinho de todas as manhãs, o hábito de folhear as páginas do JC faz parte de sua rotina antes agitada, e agora mais tranquila. Dona Maria não tem pressa de mais nada. Inclusive, fez este repórter que ama história sentar com ela no sofá e ficar por mais de duas horas escutando seus causos. O que não foi nenhum sacrifício, e sim um privilégio.

“Muita reportagem me marcou. Todas são bem escritas e o jornal é muito completo. São coisas que me interessam”, comentou ela. Corinthiana roxa, respondeu que não perde nenhuma matéria do editor de esportes, Léo Bauer. “O texto dele me agrada. Há sempre uma verdade no que ele escreve. Uma verdade cheia de sentimentos. Eu acredito na palavra dele”, contou.

Nascida em Rio Claro, dona Maria vive hoje uma vida sossegada e feliz, embora tenha passado por momentos de provação, como ela mesmo citou. “Muita dificuldade, prova, luta, mas Deus me ajudou. Ele me deu a mão. O que me marcou muito foi a morte de meu filho. Eu não consigo esquecer ele”, recorda ela sem nenhuma dificuldade e com os olhos cheios de lágrimas, referindo-se a Paulo Siqueira, falecido aos 65 anos, por conta de um câncer.

Retomando o entusiasmo, a simpática senhora contou que sua casa foi uma das primeiras a ser construída no bairro e que na época, por volta de 1952, o terreno era muito barato, pois o então prefeito queria que aumentasse logo a região. “Da 29 para frente era só mato”, descreveu.

Dona Maria teve uma carreira profissional marcante. Cabeleireira de mão cheia, iniciou a carreira dentro de um salão, mas como faxineira. E se orgulha dessa trajetória.

“Entrei para varrer o salão e lá eu aprendi a cortar, a pintar, a fazer penteados. Depois, comecei a trabalhar em casa nas horas vagas. Tudo o que aprendia no salão fazia aqui um pouco mais barato. Foi assim que fui conquistando minha freguesia. Foram 40 anos nessa vida”, explicou.

A senhora fez um pedido ao prefeito Gustavo Perissinotto. “Prefeito Gustavo, por favor, eu queria que voltasse a festinha na praça [Jardim Público]. Os idosos gostavam muito. Dançavam, brincavam. Olha, prefeito. Faça voltar essa festinha tão gostosa de todo domingo”, completou ela, com um sorriso enorme no rosto.

Segredos para uma vida longa, com autonomia

     Para dona Maria, o segredo de uma vida longeva e plena parece ser manter-se, além de bem informada, também em constante atividade. Na idade em que está, limpa ela mesma a casa, inclusive capricha lavando o banheiro. Cozinha diariamente, faz crochê e conta que tem muita, mas muita fé em Deus.

“Agradeço a Deus pela minha vida todos os dias. É ele minha fortaleza. O meu refúgio. Foram tantas lutas, batalhas e provações e minha fé sempre permaneceu intacta”.

Outra motivação para manter-se conectada ao mundo é acompanhar seu time do coração, o Corinthians. Torcedora roxa, vibra com as vitórias do Timão e compartilha todos os momentos possíveis com a grande família que construiu, com quatro filhos, seis netos e três bisnetos.

“Enquanto Deus me permitir, quero viver mais. E muito mais. 100 anos é pouco. Quero mesmo é chegar aos 200 assim, feliz e contente”, finalizou.

Testes de Covid e HIV são realizados em eventos do Mês da Mulher

Equipes estarão neste domingo (20) a partir das 8 horas na Avenida Amaral Gurgel.

No mês da mulher, a Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro vem desenvolvendo ações que promovem a saúde do público feminino e chamam a atenção para a importância do cuidado. Ao longo do mês, equipes da Fundação têm levado serviços de saúde para atividades culturais e esportivas, atendendo toda a população.

“São ações que ampliam o acesso da população aos serviços de saúde”, observa Giulia Puttomatti, presidente da Fundação Municipal de Saúde.

Neste domingo (20) os atendimentos serão a partir das 8 horas na Avenida Amaral Gurgel, em frente ao aeroclube. No local haverá atividades do programa “Domingo Viva a Família”, realizadas pela Secretaria de Esportes.

A comunidade poderá fazer teste rápido de hepatite B e C, sífilis e HIV, realizados por profissionais do Serviço Especializado em Prevenção e Assistência para IST/Aids/Hepatites Virais (Sepa). “Além disso, haverá medição de temperatura corporal, aferição de pressão arterial/frequência cardíaca e saturação de oxigênio dos interessados”, observa Daiane Campanela, chefe de enfermagem da Fundação Municipal de Saúde. Haverá também testagem de Covid.

Na semana que vem as equipes estarão no dia 26, a partir das 10h30, no evento Muay Thai para mulheres, no Jardim Claret, e no dia 27 no evento Music Run, na Amaral Gurgel.

Rio Claro tem 16 hospitalizados por Covid

Ocupação de leitos é de 23%, sendo que cinco pessoas estão em UTI.

Boletim divulgado neste sábado (19) pela Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro registra 16 pessoas hospitalizadas por Covid, sendo cinco em unidades de terapia intensiva. A ocupação de leitos se manteve em 23%.

O boletim aponta também quatro novos casos da doença, totalizando 27.207 casos nesta pandemia. O número de pessoas recuperadas é 26.541.

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Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem alta hospitalar

Ele estava internado devido a uma fratura no fêmur

AGÊNCIA BRASIL

Em boletim divulgado hoje (19), o Hospital Albert Einstein informa que o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso recebeu alta neste sábado. blankblank

O paciente encontra-se em condições clínicas estáveis e seguirá o tratamento em casa. O ex-presidente sofreu um acidente em casa e fraturou o fêmur.

O boletim é assinado pelos médicos José Medina Pestana, nefrologista, e Miguel Cendoroglo Neto, Diretor-Superintendente Médico do hospital.

FHC foi presidente da República por dois mandatos, de 1994 a 2002, senador constituinte, ministro das Relações Exteriores e ministro da Fazenda. Atualmente, é presidente da Fundação Fernando Henrique Cardoso.

Darlan Romani supera bicampeão olímpico do arremesso do peso e leva Mundial Indoor

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Darlan Romani, 30, é campeão mundial indoor de arremesso do peso. O catarinense registrou a melhor marca de sua carreira, neste sábado (19), em Belgrado, e conquistou a medalha de ouro da modalidade do Mundial Indoor de Atletismo.

Arremesso após arremesso, ele foi quebrando o recorde sul-americano indoor. Registrou 21,74 m na primeira tentativa, 21,79 m na segunda e assegurou o ouro na terceira, com 22,53 m. Nas três seguintes, obteve ainda um 22,18 m.

Com os 22,53 m, Romani deixou para trás o norte-americano Ryan Crouser, atual bicampeão olímpico, que atingiu 22,44 m. Completou o pódio na Sérvia o neozelandês Tomas Walsh, com 22,31 m.

Foi a 16ª medalha do Brasil em edições indoor do Mundial de atletismo, cinco de ouro. Darlan se juntou a Zequinha Barbosa (800 m, Indianápolis-1987), Fabiana Murer (salto com vara, Doha-2010) e Mauro Vinícius da Silva (salto em distância, Istambul-2012 e Sopot-2014) na lista de brasileiros campeões.

O catarinense conquistou muitos fãs com sua participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano passado. Na ocasião, ficou na quarta colocação. O pódio ficou no quase, mas ele ganhou aplausos pelo carisma, pelas entrevistas espontâneas e pela superação diante de más condições de treinamento.

Como não ganhou medalha, Romani não recebeu prêmio do COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Um grupo de fãs, porém, organizou uma vaquinha virtual que arrecadou R$ 302.275 para o atleta. Bem mais do que os R$ 36 mil destinados pelo COB a cada campeão olímpico.

Rio Claro e Velo vencem e se enfrentam nas quartas de final da A2

Rio Claro e Velo Clube entraram em campo na tarde deste sábado (19) em jogo válido pela última rodada da série A2 do Campeonato Paulista, e ambos venceram pelo placar de 2 a 1.

Jogando no Schimidtão o Galo Azul venceu o Taubaté de virada com o gol da classificação no último minuto. O Taubaté saiu na frente com Robertinho aos 4 minutos do segundo tempo, porém o Rio Claro foi valente e virou o marcador com dois gols de Jadson aos 36 e aos 50 minutos da etapa final.

Com a vitória o Rio Claro terminou na quarta posição com 23 pontos. O Taubaté que escapou da queda ficou em 14º com 13 pontos.

Já em Sorocaba o Velo Clube que precisava de uma vitória para se classificar, conseguiu o seu objetivo. O Rubro Verde venceu por 2 a 1 com gols de Felipinho aos 33 minutos do primeiro tempo e Lucas Duni de pênalti aos 38 da etapa final. O gol do São Bento foi anotado por Wilson Junior aos 14 do segundo tempo.

Com o resultado o Velo Clube acabou terminando na quinta colocação com 22 pontos. O São Bento terminou em sexto com a mesma pontuação.

Os jogos das quartas de final entre Rio Claro e Velo Clube acontece no domingo (27), sendo o primeiro jogo no estádio Benito Agnello Castelano (Benitão) e o jogo da volta na quarta-feira (30), no estádio Augusto Schimidt Filho (Schimidtão).

Confira os resultados da 15ª rodada:

Portuguesa 3 x 1 Portuguesa Santista
XV de Piracicaba 0 x 1 Primavera
São Bento 1 x 2 Velo Clube
Lemense 1 x 0 Linense
São Caetano 0 x 2 Juventus
Oeste 3 x 1 Osasco Audax
Red Bull 1 x 1 Monte Azul
Rio Claro 2 x 1 Taubaté

Primeiro dia de outono em SP será com queda na temperaturas e chuva

PATRÍCIA PASQUINI – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com o fim do verão, o outono entrará em cena neste domingo (20), a partir das 12h33 (horário de Brasília).

A nova estação é a transição entre o clima chuvoso e quente do verão e o período frio e seco do inverno.
Assim, as madrugadas devem ficar mais frias e os dias com temperaturas mais agradáveis. Nesta época é comum sentir os efeitos da grande amplitude térmica -diferença das máximas e mínimas registradas em um mesmo período.

O outono, que terminará às 6h14 do dia 21 de junho, vai mudar o clima no estado de São Paulo logo no primeiro dia.

Segundo a Climatempo, uma frente fria passa pelo litoral paulista, provoca chuva forte e derruba as temperaturas.

A tempestade pode causar transtornos na Grande São Paulo e em outras áreas do estado, especialmente durante a noite deste sábado (19) e o domingo, que terá máxima prevista de 23°C.

Este outono terá a influência do fenômeno La Niña -caracterizado pelo resfriamento anormal das águas do Pacífico Equatorial-, que se intensificou durante o verão.

O La Niña fez com que a chuva caísse com mais frequência e volume em algumas áreas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, como por exemplo, em Petrópolis.

No primeiro mês do outono, de acordo com a Climatempo, o litoral paulista terá volumes de chuva acima do normal por causa das frentes frias que passarão pelo oceano. O frio mais intenso será sentido na segunda quinzena de maio.

Em março, o estado de São Paulo terá ocorrências de chuva forte e duas frentes frias, que trarão massas de ar frio de origem polar. Na Grande São Paulo e no leste do estado, a sensação de frio estará presente, mas a temperatura não será tão baixa.

A tendência é que abril seja mais seco, exceto no litoral paulista, que terá chuva volumosa acima do normal para esta época. O excesso de umidade e de nuvens no leste do estado, bem como o céu nublado, proporcionarão a sensação de frio em alguns dias.

Maio terá chuva abaixo do normal, mas a presença de fortes ondas de frio, em especial na segunda quinzena do mês, quando as temperaturas deverão ficar perto ou abaixo dos 10°C.

De acordo com o boletim da Climatempo, junho poderá ter dias úmidos acima do normal.

As médias de chuva para junho no estado de São Paulo serão baixas, mas por causa da convergência de umidade o centro-norte de São Paulo, a região do Vale do Paraíba e a Mantiqueira deverão terminar o mês com chuva acima da média.

CAPITAL PAULISTA
A média de chuvas esperada para o outono na capital paulista é de 208,8 mm, dentro do normal para os meses da estação, conforme explica o técnico em meteorologia do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário.

Nos últimos dois anos esse índice ficou muito abaixo do esperado, principalmente em 2020, quando o registro de precipitação foi de apenas 68,5 mm. As informações são do CGE.

Desde 1995, o outono mais chuvoso ocorreu em 2012 -406,8 mm. O ano 2000 registrou o outono mais seco. Houve 50,2 mm de chuva.

“Não vira a chave logo, amanhã. Teremos mais chuva forte até o final de março e depois vamos entrando nos eixos”, afirma Nazário.
Em relação às temperaturas na cidade de São Paulo, de acordo com o órgão, são esperadas em abril mínima média de 17,3°C e máxima de 26,3ºC.
No mês de maio, as médias poderão ficar entre 14,5°C e 23,6°C, e em junho a expectativa será de temperaturas oscilando entre 13,5°C e 22,9°C.
O outono na capital paulista não fugirá a regra. As madrugadas até o início da manhã serão frias e os dias com temperaturas mais agradáveis. “Normalmente, em maio, costuma ter bloqueios atmosféricos, quando as massas de ar seco se formam e não deixam as frentes frias passarem. Não tem chuva e esquenta um pouco mais. Nós teremos seis meses com chuva bem abaixo da média”, explica Nazário.

Jornal Cidade RC
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