A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta animais biungulados, ou seja, animais que possuem dois dedos. Os mais afetados são bovinos de leite e de corte e os suínos.

O índice é o maior do Estado desde a campanha de novembro de 2020, quando o índice atingiu 99,96%

Dados do sistema informatizado de Gestão Animal e Vegetal (GEDAVE) da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) emitidos nessa segunda-feira (3) informam que o índice de vacinação da campanha de maio de 2023 contra Febre Aftosa atingiu o índice de 99,99%. “A importância de índices tão altos é de mostrar que a CDA está preparada para responder rápido às ações e é a comprovação de que a vigilância ativa foi ampliada. Em se tratando da última campanha em que todo rebanho foi vacinado, temos uma cobertura e proteção dos animais para a retirada da vacinação, assim como foi avaliado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em 2022”, comenta Luiz Henrique Barrochelo, coordenador da Defesa Agropecuária.

O índice é o maior do Estado desde a campanha de novembro de 2020, quando o índice atingiu 99,96%. Naquela ocasião, o número de produtores inadimplentes, ou seja, que deixaram de vacinar, foi de 135. Já em 2023, este número caiu para 25. “Os números são resultados do empenho de toda a CDA em suas 40 regionais através de seus servidores”, acrescenta o coordenador.

Durante a campanha, deveriam ser vacinados bovídeos (bovinos e bubalinos) de todas as idades. Dos 11.026.552 (onze milhões, vinte e seis mil, quinhentos e cinquenta e dois) animais existentes no Estado, foram imunizados contra a doença 11.025.252 (onze milhões, vinte e cinco mil e duzentos e cinquenta e dois).

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