Carine Corrêa

Tem início nesta terça-feira, 5 de agosto, o julgamento do policial aposentado Vail Chagas, acusado de ter matado a tiros sua esposa Áurea Gentil Brasileira Chagas em sua residência no bairro Santa Cruz em outubro de 2009.

Passados mais de quatro anos do assassinato, o filho, que também era tido como suspeito no início das investigações, consta como testemunha.

O advogado de defesa do réu, Edmundo Canavezzi, informou que atualmente Vail Chagas é residente em um asilo na cidade de Guararema e não há confirmação de sua presença no julgamento. “Assim como em 2009, Vail está em um estado muito complicado de saúde. Ele está muito debilitado e tem muitas dificuldades para se locomover”, defende Canavezzi. Para o advogado, a saúde comprometida de Chagas é uma das evidências que levam a sua inocência no crime.

Na pronúncia assinada pelo juiz de Direito em 2012, o ex-policial está sendo acusado pelo homicídio por motivo fútil: “Usou recurso que dificultou a defesa da vítima e acabou por ceifar-lhe a vida, contra ela efetuando diversos disparos de arma de fogo”, diz o documento.

ATUALIZAÇÃO

O réu não compareceu ao julgamento. Novas informações em breve. 

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