Espetáculo “Não Vamos Pagar!” reúne crítica social e humor

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Valdira Guimarães Augusto

O espetáculo Não Vamos Pagar!, que reúne atores conhecidos do público, estará no Sesi RC
O espetáculo Não Vamos Pagar!, que reúne atores conhecidos do público, estará no Sesi RC

Mais uma vez o Sesi Rio Claro recebe espetáculo cujo elenco é composto por atores conhecidos do público. A peça Não Vamos Pagar! reúne os atores Fabrício Belsoff, Luana Martau, Marcelo Valle, Zéu Britto e Virgínia Cavendish, que também assina a concepção do espetáculo. Em seu enredo, a peça, que combina crítica social e humor, promete divertir o público com sessão nesta quinta-feira às 15h e, na sexta-feira, às 20h. A entrada é aberta ao público.

Ingressos são distribuídos na secretaria do Sesi nesta quinta das 10h às 19h; e sexta das 8h às 19h. A reserva do lugar é válida por 15 minutos antes do início da sessão. O Sesi fica na Avenida M-29, nº 441, Jardim Floridiana.

Conhecida por sua atuação em filmes de sucesso como O Auto da Compadecida e Lisbela e o Prisioneiro, além de ter participado de diversas novelas e seriados, a atriz e produtora Virgínia Cavendish falou sobre a peça em entrevista ao Jornal Cidade.

Apesar de escrita há cerca de 40 anos pelo ganhador do Prêmio Nobel, o dramaturgo italiano Dario Fo e sua mulher Franca Rame, Não Vamos Pagar! tem um texto completamente atual. O enredo narra a história do protesto em um supermercado contra os preços altos, o que desencadeia situações surpreendentes.

“O texto é carregado de humor, é uma comédia que tem suas questões políticas, mas sem ser partidária. Mostra como os ricos oprimem os pobres, o cidadão comum que vive sufocado pela pressão das grandes empresas que visam exclusivamente o lucro”, diz.

A peça estreou no dia 9 de outubro no Sesi de São José do Rio Preto. Virgínia destaca que a parceria com o Sesi é bastante positiva. “É importante para a cultura do país esta descentralização da arte. Não Vamos Pagar! é uma peça bonita visualmente e que não apenas visa entreter. Além de divertir, é para fazer o público pensar e repensar sua própria vida e sair do teatro debatendo questões e trocando opiniões sobre o espetáculo”, avalia a atriz.

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