Depois de uma viagem de seis horas vindo do Rio, Duda ainda esteve em quadra no Felipão

Matheus Pezzotti

Depois de uma viagem de seis horas vindo do Rio, Duda ainda esteve em quadra no Felipão
Depois de uma viagem de seis horas vindo do Rio, Duda ainda esteve em quadra no Felipão

Depois da chegada do técnico Chuí na segunda-feira (6), já treinando o time, na última terça-feira (7), foi a vez do ala/armador Duda Machado chegar ao RC Basquete. E depois de seis horas de viagem do Rio de Janeiro para Rio Claro, de carro, assim como treinador, depois de ser apresentado aos companheiros, participou do treinamento da tarde no ginásio Felipe Karam.

Totalmente à vontade em quadra, correndo, cobrando e dando instruções aos jogadores com treinos intensos, principalmente em situações defensivas, Chuí parecia estar em casa há anos, e Duda entrou em quadra para ao menos dar passes.

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“É um prazer fazer parte da equipe. Um dos motivos que fizeram eu vir para cá foi a tradição de Rio Claro. Eu cresci vendo uma equipe fortíssima e acho que essa volta ao cenário nacional é importante para a cidade. O time montado acho que é interessante e nesse primeiro ano de NBB é muito competitivo e estou muito feliz de fazer parte dessa equipe e espero corresponder às expectativas”, afirma.

Dando demonstrações de que está bem fisicamente, Duda quer ajudar a equipe e começar a treinar o quanto antes. “Estou aqui para ajudar e da maneira que tiver que ajudar, eu vou ajudar. Se eu estiver bem para treinar os dois períodos, eu vou querer treinar. Sei que é importante essa ‘mini’ pré-temporada e também para buscar entrosamento com o time, que veio de um Paulista embalado e cada treino que eu fizer vai ser importante para começar bem o NBB”, acrescenta.

Além da tradição no basquete, o ala/armador de 32 anos também sabe da reputação da torcida e, mesmo sabendo que não faz parte de um elenco que poderá brigar pelo título, promete empenho e dedicação.

“A gente sempre escutou que a torcida cobra muito, tem vontade e nesse meu primeiro contato com o time, eu vi que não vai faltar isso. A gente sabe que talvez não seja uma equipe de ponta para disputar título, mas tendo a base de outros campeonatos é muito importante para dar continuidade ao trabalho”, observa.

Com currículo invejável (tricampeão carioca, tetra brasileiro, campeão sul-americano com passagens pela seleção brasileira, Duda disputou o último NBB pelo Macaé e, para não perder o ritmo enquanto acertava com algum time para esta temporada do nacional, jogou o campeonato mineiro pelo Mackenzie.

Do elenco rio-clarense, já jogou com o ala Caio, em Limeira, e com o pivô Estevam, quando foram campeões sul-americanos com o Brasil em 2006. Considerado um cara agregador, de grupo, Duda afirma que não veio para fazer números, e sim ajudar o time a buscar seus objetivos.

“Fico feliz por ter esse reconhecimento. Eu batalho muito para que isso seja verdade, eu sempre gosto de unir o grupo, sei que isso faz a diferença. A minha expectativa é de ajudar o grupo da maneira que for, se tiver que pontuar, que passar, vou fazer. Não estou preocupado em fazer números. Acho que o sucesso da equipe é o sucesso de cada um e meu objetivo é ser vencedor porque não gosto de perder, aprendi a vencer na vida então espero conquistar todos os objetivos que a equipe traçar no campeonato”, finaliza.

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