Ary Rolf Meissner – 87 anos. Faleceu dia 28, nesta cidade. Deixa viúva Tereza Zanon Meissner. Deixa os filhos Erika, Elisabete, Oto, Fritz e o filho falecido Ari, além de 7 netos. O sepultamento será realizado hoje, 29, às 16h45, no Cemitério Evangélico. (Funerária João de Campos)
Maria José Doimo Sampaio – 71 anos. Faleceu dia 27, nesta cidade. Deixa viúvo Jurandir Sampaio. Deixa os filhos Thales Mauricio Sampaio c/c Sarah Azevedo e Thais Mariana Sampaio c/c Davide Coppo, além da neta Elena Coppo. Foi sepultada no Cemitério São João Batista. (Funerária João de Campos)
Carmem Gomes Bernardo – 84 anos. Faleceu dia 27, nesta cidade. Era viúva de José Bernardo. Deixa os filhos Conceição c/c Antonio, Maria da Penha c/c Marcos, Maria de Lourdes c/c Anselmo, Paulo c/c Solange e Carlos c/c Renata, além de 11 netos e 14 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos)
Maria Rute Massini, Dona Rute – 77 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Era viúva de Nidival Nilson Massini. Deixa os filhos Camila c/c Genildo, Tiago c/c Luciane, Sidnei c/c Andreia, Márcio c/c Josiane e Paulo c/c Neusa, além de 11 netos, 2 bisnetos, demais familiares e amigos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos)
Herciléa Carolina Doria Grunvald – 80 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Era viúva de Armando Eduardo Grunvald. Deixa o filho Marcelo c/c Rosemeire, além de 2 netos, demais familiares e amigos. Foi sepultada no Cemitério São João Batista. (Funerária João de Campos)
Moacir Antonio Loterio – 74 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Deixa viúva Maria Marta Carbinati Loterio e a filha Lilian. Foi sepultado no Cemitério São João Batista. (Funerária João de Campos)
José Fernando Novaes, Bahia – 65 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Deixa viúva Patricia de Matteo. Deixa os filhos Luccas c/c Natasha, Maria Luiza c/c Alex e Fernanda c/c Luciano, além de 5 netos, demais familiares e amigos. Foi sepultado no Crematório Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos)
Antonio de Oliveira, Toninho – 78 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Deixa viúva Josefa Nadalini de Oliveira. Deixa as filhas Ane c/c Elton e Fernanda c/c Erik, além dos netos Felipe e Giovanna, demais familiares e amigos. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos)
Manoel Goncalves Pereira, Seu Mane – 87 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Deixa viúva Irene de Souza Goncalves. Deixa os filhos Rosana c/c Luis Carlos, Rosinete viúvo de Rosimeire, Rosilda c/c Edgar, Rosalvo c/c Marcia, Alice c/c Beneral, Ana Paula c/c Ronaldo e Amanda, além de 10 netos, 3 bisnetos. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos).
A previsão para esta terça-feira (29) indica predomínio de sol entre poucas nuvens pela manhã. No entanto, segundo o IPMet, há possibilidade de chuvas isoladas ao longo do dia. As temperaturas máximas tendem a aumentar gradativamente. Em Rio Claro, a mínima registrada hoje no campus da Unesp foi de 18,5°C, enquanto a máxima prevista é de 30°C. As informações são da estação Ceapla-Unesp e prefeitura de Rio Claro.
Trio formado por dois físicos e um matemático desenvolveu nova metodologia para resolver um dos 23 problemas propostos pelo matemático alemão David Hilbert em 1900. Se confirmada, resposta tem o potencial de impactar áreas como ecologia, engenharia e computação, ao aumentar a precisão das previsões de sistemas dinâmicos
Malena Stariolo – Jornal da Unesp – “Quem de nós não ficaria feliz em levantar o véu atrás do qual o futuro está oculto; lançar um olhar sobre os próximos avanços de nossa ciência e sobre os segredos de seu desenvolvimento nos séculos vindouros?” Com esse questionamento, o matemático alemão David Hilbert iniciou sua palestra de abertura do Congresso Internacional de Matemáticos de 1900, realizado em Paris. Durante sua fala, Hilbert passeou pela história da matemática para apresentar uma lista de 23 problemas desenvolvidos por ele e que ainda estavam sem solução. O matemático acreditava que a busca pelas respostas e reflexões em cima desses postulados iria nortear os avanços da física e da matemática no próximo século.
Passados 124 anos, a maioria dos Problemas de Hilbert foi parcial ou totalmente solucionada. A exceção fica por conta dos problemas 8, 13 e 16, que seguem suscitando esforços de especialistas ao redor do mundo. O problema 16, chamado “Problema da topologia de curvas e superfícies algébricas”, é dividido em duas partes e cobre o encontro da álgebra e da geometria na matemática; solucioná-lo permitiria gerar aplicações em áreas como ecologia, engenharia e computação quântica. Sua história, entretanto, tem sido conturbada. No passado, vários pesquisadores acreditam ter encontrado uma solução adequada. No entanto, nenhuma das propostas foi considerada válida pela comunidade dos matemáticos, culminando, inclusive, na retirada de um artigo publicado, em 2004, na revista científica Nonlinear Analysis.
Duas décadas após esse evento, pesquisadores da Unesp acreditam que finalmente foram capazes de encontrar uma resposta definitiva para a questão. A solução foi proposta por Vinícius Barros da Silva, por seu orientador no curso de doutorado em Física Aplicada pela Unesp, Edson Denis Leonel e pelo matemático João Peres Vieira. Leonel e Vieira são docentes dos Departamentos de Física e Matemática do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp, campus de Rio Claro. O trio apresenta suas ideia no artigo “Exploring Limit Cycles of Differential Equations through Information Geometry Unveils the Solution to Hilbert’s 16th Problem”, publicado na revista Entropy. No texto, Vinícius Barros da Silva relata como olhou para o problema a partir do seu conhecimento em física, o que permitiu uma abordagem inovadora sobre a questão e culminou no desenvolvimento de uma nova metodologia, chamada Teoria Geométrica de Bifurcações.
“A principal motivação para investigar esse problema foi, em primeiro lugar, o desafio, já que muitos matemáticos e físicos não conseguiram encontrar uma resposta”, diz Silva. “Acho que isso se deve em parte ao fato de que as abordagens anteriores não atacavam o problema diretamente, e algumas traziam uma versão simplificada da questão”, diz.
O matemático alemão David Hilbert. Crédito: Wikimedia
A pergunta em aberto
A questão apresentada no 16o Problema de Hilbert envolve determinar o número máximo de “ciclos limites” em expressões matemáticas que são usadas para descrever como determinados fenômenos variam ao longo do tempo, chamadas equações diferenciais polinomiais. Essas equações podem ser aplicadas, por exemplo, para gerar previsões sobre como uma população de animais irá mudar ao longo do tempo.
Já os ciclos limites são padrões repetitivos que aparecem nas soluções dessas equações. Utilizando as mudanças de populações de animais como exemplo, os ciclos limites representam os padrões ou seja, a repetição de determinadas tendências. Tomemos por base o exemplo das populações de animais para explicar o conceito. Em um ambiente de floresta em que convivem presas e predadores, ao aumento de uma população de presas segue-se o crescimento no número de predadores. A ação de um número maior de predadores resulta numa queda na população de presas e, consequentemente, em uma queda na população de predadores, o que enseja, novamente, um novo aumento na população de presas.
De maneira simplificada, o trio de pesquisadores conseguiu resolver a pergunta de como seria possível prever quantos tipos diferentes de padrões (ou ciclos) poderiam aparecer nessa floresta antes que ela entrasse em uma rotina, ou seja, antes que as mudanças passassem a se repetir sempre da mesma forma. Esse comportamento, que tende a uma rotina após alguns ciclos de mudança, já foi bastante observado por físicos em diferentes sistemas, que vão desde escalas atômicas até meteorológicas. Mas, embora o fenômeno fosse bastante familiar aos pesquisadores, até agora não existiam descrições matemáticas que explicassem e trouxessem mais informações sobre esse tipo de funcionamento.
Um novo olhar para o problema
Até então, todas as tentativas de resolução do problema eram feitas a partir dos mesmos métodos matemáticos. Para Silva, esse fator dificultou a busca por respostas. Segundo o físico, as principais abordagens estavam divididas entre a utilização de teoremas negativos e os métodos aproximativos. “O grande problema com essa abordagem é que, no caso dos teoremas negativos, eles são muito bons para identificar quando o sistema não tem um ciclo limite, mas ele não fornece nenhuma informação além disso. Esses teoremas nos permitem descobrir apenas se há ou não um ciclo limite, mas quantos são? Não temos como saber”, diz. A problemática da segunda abordagem está na simplificação do problema, porque pode ser utilizada apenas para encontrar o número mínimo de ciclos limites. Entretanto, o problema de Hilbert busca uma resposta para o número máximo.
O pulo do gato para o grupo veio ao tentar abordar o problema a partir da geometria. Os pesquisadores utilizaram um método chamado geometria de informação de Fisher, que permite gerar um mapa que mede as “distâncias” entre diferentes estados de um sistema – como os momentos em que há mais ou menos predadores e presas. A visualização dessas distâncias gera um tipo específico de curva e, a partir de simulações em diferentes sistemas, o grupo percebeu que a resposta para o número de ciclos limites estava contida na curvatura gerada nesse mapa.
Gráfico da curvatura de um dos sistemas dinâmicos analisados na pesquisa. Na imagem, a cor vermelha representa uma curvatura positiva, o que indica a existência de ciclos limites; já o formato assimétrico implica na presença de mais de um ciclo limite. Reunindo as diferentes pistas presentes nas modelagens e na resolução das equações, é possível determinar a quantidade de vezes que um sistema repete determinados ciclos antes de entrar em uma rotina.
“Identificamos que quando um sistema não tinha um ciclo limite, a curvatura era zero ou negativa; quando existia apenas um ciclo limite; a curvatura era positiva e se tornava infinita em pontos simétricos em relação à origem do sistema; agora, quando o sistema tinha mais de um ciclo limite, a curvatura divergia em pontos diferentes, não simétricos”, diz Silva. Cada um desses pontos, presentes na curva e que determinam o caminho que o sistema irá seguir, correspondem a um ciclo limite. Com essa visualização, o grupo percebeu que era capaz não apenas de identificar quantos ciclos limites um determinado sistema tem, mas também onde eles estão posicionados no espaço, contribuindo para a solução do problema. O grupo apelidou essa nova abordagem de Teoria Geométrica de Bifurcações.
Ao saber em que momentos um sistema “muda”, e a partir de quando essas mudanças começam a se repetir, é possível gerar previsões mais precisas sobre o futuro de um sistema, o que possibilita planejar com antecedência determinadas ações com base nesse conhecimento. Por isso, a solução proposta pelos pesquisadores da Unesp pode gerar importantes implicações no estudo de sistemas complexos e dinâmicos, em áreas como biologia, física, engenharia, meteorologia e computação, entre outras.
Na meteorologia, por exemplo, ela pode auxiliar na previsão de eventos como El Niño e La Niña, que são fenômenos que influenciam temperaturas globais, padrões de chuvas e secas, e a intensidade de furacões, com ciclos que variam de 3 a 7 anos. Saber quantos ciclos limites podem existir nesse sistema climático nos ajudaria a prever de maneira mais acertada quantas vezes e com que frequência esses fenômenos podem ocorrer, além de identificar a possibilidade do surgimento de novos padrões desconhecidos.
A importância de uma perspectiva multidisciplinar
O primeiro contato de Silva com o problema se deu durante uma reunião com seu orientador, Leonel. Na ocasião, o professor escreveu o problema e convidou o estudante a pensar a respeito. “Eu lembro do dia em que ele chegou no grupo para conversarmos. Apresentei o problema na lousa e ele ficou analisando, pareceu ter ficado encantado. Logo aceitou trabalhar nele”, conta Leonel.
Embora a dupla de físicos alcançasse uma compreensão extensa dos fenômenos que o problema descrevia, ainda faltava a elaboração de uma descrição matemática, um elemento essencial para garantir a robustez da pesquisa que estavam conduzindo. Foi da necessidade de elaborar esta descrição que surgiu o convite para que o matemático e docente Vieira integrasse o grupo. Sua chegada concretizou a união entre as áreas da física e da matemática propriamente dita. “O físico é um cientista muito prático. Ele faz observações e anota o que está acontecendo. Mas o matemático busca o rigor matemático. Isso irá garantir a validez do resultado, e trará maior robustez à pesquisa”, diz Vieira.
O trio sustenta que a ciência de qualidade deriva da colaboração entre os diferentes campos científicos. E a oportunidade de decifrar um enigma proposto há mais de um século só reforçou essa percepção. “A parceria entre pesquisadores de diferentes áreas é saudável e fantástica porque, enquanto físicos, não temos a formação para fazer análises estatísticas tão profundas. Sem a contribuição da matemática, provavelmente não teríamos chegado tão longe no problema”, diz Leonel.
“Percebo que essa sinergia entre física e matemática foi fundamental. E essa parceria pode mostrar que nós, aqui na Unesp, também conduzimos pesquisa na fronteira do conhecimento. Também temos o potencial necessário para fazer contribuições importantes para a física, para a matemática e para o mundo ao nosso redor”, diz Silva.
Prefeito reeleito chega com apoio maciço para segundo mandato mas, curiosamente, já é alvo da artilharia de integrantes do seu próprio grupo
Alguns acontecimentos dos últimos dias já permitem vislumbrar o cenário político de Rio Claro para 2025. Após comemorar a reeleição e a manutenção de maioria esmagadora na Câmara, o prefeito Gustavo Perissinotto (PSD) vive curiosamente uma situação semelhante à enfrentada nesta primeira gestão.
Recentemente, a vereadora eleita Tiemi Nevoeiro (Republicanos, partido que integra o grupo de apoio a Gustavo) resolveu ressuscitar o movimento ocorrido durante a campanha relacionando o PSD à esquerda. “Fico me perguntando se a esquerda realmente perdeu sua força aqui em Rio Claro ou se só está de roupa nova” declarou a vereadora nas redes sociais, onde também questionou se o prefeito, os seis vereadores do seu partido e alguns secretários nomeados por Gustavo, que seriam declaradamente “esquerdistas”, vão apoiar Lula em sua tentativa de reeleição em 2026.
Vale relembrar que Gustavo também conta com maioria absoluta na Câmara em sua atual primeira gestão. Mas acabou enfrentando ataques vindo do seu próprio vice, Rogério Guedes, que se tornou seu principal adversário na campanha eleitoral de 2024. Grande parte da crítica de Rogério ao prefeito vinha exatamente relacionada à questão de ser ou não de esquerda, que é o “calcanhar de Aquiles” do comandante do Executivo, e onde exatamente Tiemi agora está mirando.
Contar com o comando do Republicanos para resolver a discórdia parece não ser a melhor estratégia, já que, durante a campanha, Tiemi também ignorou a orientação da sigla.
“Esse questionamento nós sempre vamos ter. E esse racionamento, existem várias formas de racionamento, o rodízio é a pior forma. O racionamento vem acontecendo desde julho, com diminuição da pressão da água (…) é um questionamento difícil de ser respondido, porque ninguém queria chegar no rodízio”, Osmar da Silva Jr, do Comitê de Gestão da Crise Hídrica, respondendo sobre o fato do rodízio de água ter sido decretado na semana pós-eleição.
Osmar da Silva Jr., integrante do Comitê de Gestão da Crise Hídrica, ressalta que Rio Claro precisa de projeto de represa
DE VOLTA – A Associação Amigos do Horto Florestal Navarro de Andrade está de volta. O novo presidente é Antonio Carlos Sarti, que terá como vice Sérgio Desiderá. Na foto também estão Bruno Garcia (tesoureiro), Yolanda Seraphin (Relações Públicas); José Eduardo Zaine e Miguel Milinski(Conselho Fiscal), Gilda Carneiro Ferreira (Secretaria) e Orivaldo Souza (Conselho Consultivo). Cláudio de Mauro, Agnes Heleodoro e Mariselma Zaine são sócios da entidade fundada em 1999.
lll Saia justa
No passado, a Associação Amigos do Horto teve papel relevante nas decisões relacionadas à atual floresta estadual, inclusive no período da gestão compartilhada entre estado e município. O objetivo agora é retomar o protagonismo, embora, por alguns nomes presentes na foto, já é possível prever algumas dificuldades na hora da reunião com o atual governo.
lll Pedra no sapato
A volta da chuva também ressuscitou as queixas sobre as más condições dos pontos de ônibus na antiga estação ferroviária, na Rua 1, no Centro. Durante o processo de licitação para definição da nova empresa responsável pelo transporte, os passageiros renovaram a esperança na reforma do local, o que não aconteceu. E continua chovendo nos pontos.
lll Migração
O segundo turno de hoje para escolher prefeitos de Piracicaba e Limeira é acompanhado com atenção por nomes ligados à política também em Rio Claro. Isso porque existe a “troca” entre cidades para nomear para cargos comissionados e outras movimentações da área. E também acolher os integrantes de grupos que sairão derrotados da votação deste domingo.
A família de João Batista Roberto pede a ajuda da comunidade para o translado do seu corpo para o Brasil. O rio-clarense faleceu em Portugal, vítima de um câncer, e agora seus familiares precisam arcar com os custos hospitalares e o translado do corpo para o Brasil. As despesas chegam a R$ 35 mil. Quem puder colaborar, com qualquer valor, pode fazer a doação através do Pix em nome de Jéssica Ferreira Roberto, filha do falecido. O Pix é 414882198-00. Você também pode contribuir através da vakinha.com.br/5164883.
Jéssica relata que o pai decidiu ir para Portugal há cerca de um ano para trabalhar, mas acabou sendo vítima de uma metástase do câncer. Muito conhecido e querido em Rio Claro João Batista estava em busca de melhores condições de vida. Agora, além de enfrentar a dor da perda do pai, Jéssica explica que a família também está se desdobrando para tentar trazer o corpo para as últimas homenagens e o sepultamento em Rio Claro. Os R$ 35 mil são referentes ao custos hospitalares, liberação do corpo, trâmite funerário e translado para o Brasil.
Na corrida contra o tempo para evitar um racionamento nos moldes de 2014-2015, quando o estado de São Paulo enfrentou uma estiagem sem precedentes e Cordeirópolis foi o primeiro município a entrar e o último a sair da crise, a Prefeitura municipal buscou soluções através de um grande investimento em saneamento básico.
A administração 2017-2024 entregou uma nova estação de tratamento de água, mais moderna, mais eficiente e uma barragem de abastecimento, junto a construção de mais duas captações alternativas, além da redução de perdas no processo de abastecimento de água.
Barragem S. Marina, inaugurada este ano em Cordeirópolis
Dever de casa
O prefeito da cidade, Adinan Ortolan lembra que assim que venceu as eleições em outubro de 2016, já começou a colocar em prática o planejamento estratégico para driblar o ‘fantasma da falta de água’ que assombrava o município há décadas. “Com os investimentos que realizamos praticamente ao longo de oito anos de mandato, conseguimos de um lado economizar bastante e de outro lado aumentar a produção de água tratada. Hoje estamos numa situação relativamente confortável em relação a falta de água. Nossa cidade não passará por racionamento, mas é claro que a gente sempre pede para população economizar”, declarou o mandatário.
Barragem S. Marina, inaugurada este ano em Cordeirópolis
A nova Barragem
A obra configura-se como um passo importante para a segurança hídrica local, já que amplia a disponibilidade de água para o abastecimento, tornando a cidade mais resiliente aos eventos climáticos extremos, como as secas intensas.
A barragem, inaugurada em junho de 2024 está situada às margens da Rodovia Washington Luiz (SP-310), ocupa uma área de 730 mil metros quadrados, o equivalente a 47 campos de futebol. A escolha do local para a construção foi baseada em um estudo que identificou a área como a maior reserva hídrica da cidade, com múltiplas nascentes, incluindo o Córrego do Cascalho.
A capacidade de captação de água de Cordeirópolis, que hoje é de 200 milhões de litros de água, saltará para 1,5 bilhão com a operação da barragem Santa Marina. O empreendimento foi viabilizado com recursos do Governo Federal, através Caixa Econômica Federal, somados a convênios e investimentos próprios da Prefeitura Municipal, totalizando aproximadamente R$ 25 milhões.
Nesta segunda-feira (28), o dia em Rio Claro será de sol entre nuvens, com pancadas de chuva passageiras e probabilidade de 79%. À noite, o céu permanecerá nublado, mas sem previsão de chuvas. As temperaturas oscilarão entre a mínima de 18°C e a máxima de 27°C, enquanto a umidade relativa do ar variará de 65% a 83%. As informações são do portal Clima Tempo.
Dois homicídios foram registrados em Rio Claro. No sábado (26), Leandro Ricardo Costa dos Santos, de 26 anos, foi morto com seis tiros em frente a um comércio no bairro Novo Wenzel. Um homem de 34 anos, dono de um estabelecimento, foi ferido acidentalmente. A perícia coletou 15 estojos de munição e um fragmento de projétil. Um veículo queimado, possivelmente relacionado ao crime, foi encontrado nas proximidades.
Leandro Ricardo Costa dos Santos, de 26 anos, foi morto com seis tiros em frente a um comércio no bairro Novo Wenzel
No domingo (27), Ralferson William Santos Penchina, de 36 anos, foi encontrado morto em uma área rural após uma discussão com a esposa. Ele apresentava lesões na cabeça e hematomas. A polícia investiga o caso como homicídio, com um vídeo encontrado no celular da vítima que pode ter registrado o momento do crime. Esse é o 20º homicídio registrado na cidade em 2024.
Anice Perissinotto Paraluppi – 99 anos. Faleceu dia 26, nesta cidade. Era viúva de Osvaldo Orlando Paraluppi. Deixa os filhos Oswaldo c/c Marfilia, Claudete c/c José Roberto e Janete, viúva de José Tadeu, além de 6 netos e 5 bisnetos, demais familiares e amigos. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Edemilde Aparecida Sass de Oliveira (Dema)- 67 anos. Faleceu dia 25, nesta cidade. Deixa o viúvo, Ataíde da Silva de Oliveira e a filha Luciana. Foi sepultada no Cemitério São João Batista. (Funerária João de Campos).
Nelson Gava – 87 anos. Faleceu dia 25, nesta cidade. Deixa a viúva, Neide Aparecida Piemnta Gava e os filhos Nelise e Newton c/c Riceuda, além de 2 netos e 1 bisneto. Foi sepultado no Cemitério São João Batista. (Funerária João de Campos).
Neide Maria Altieri Gigola – 81 anos. Faleceu dia 25, nesta cidade. Foi sepultada no Cemitério Cremátorio Memorial Cidade Jardim. (Funerária João de Campos).
José Luiz da Silva (Zé Luiz) – 69 anos. Faleceu dia 25 em Santa Gertrudes. Deixou a viúva, Nailda da Assis e Silva e os filhos Jardel c/c Fabiana, Angela c/c Adilson, Elismar, viúvo de Eliel, Maria Elisa c/c Ageu, José Hermes c/c Leia e Gediane c/c Iraldiedson, além de 20 netos e 1 bisneto. Foi sepultado no Cemitério Municipal de Santa Gertrudes. (Funerária João de Campos).
Celebrado nesta segunda-feira (28), o dia de São Judas Tadeu e de São Simão é comemorado com muita festa, alegria, devoção e oração na capela em homenagem aos santos, localizada na Rua 5, 2911, entre avenidas 36 e 38, no bairro Vila Operária, em Rio Claro.
A programação festiva teve início há um mês, com a tradicional quermesse, com muitas delícias e clima familiar. A 43ª festa de São Judas e São Simão começou nos dias 27 e 28 de setembro e seguiu pelos dias 4, 5, 11, 12, 18 e 19 de outubro. A edição de 2024 aconteceu na igreja matriz de Santana, localizada na Rua 9, 2543, no Santana, a qual a capela pertence, com o intuito de acolher melhor os presentes e oferecer a estrutura necessária para que todos pudessem desfrutar de momentos agradáveis ao lado da família e amigos, celebrando São Judas Tadeu e São Simão.
NESTA SEGUNDA
Mas nesta segunda-feira, a programação acontece na Capela de São Judas, na Rua 5, na Vila Operária, que permanecerá aberta durante todo o dia, recebendo fiéis da cidade e de toda região, que costumam visitar o local, agradecer, pedir e homenagear o santo das causas perdidas.
As missas, nesta segunda, acontecem em três horários, às 8 horas, 15 horas, e às 19 horas.
BOLO
A entrega do tradicional bolo de São Judas será realizada também nesta segunda, das 8 às 17 horas, com adesões ainda sendo vendidas no local, por R$30,00. Segundo a organização, o bolo pesa aproximadamente um quilo, é recheado de doce de leite com nozes e coberto com marshmallow.
VICENTINOS
A Conferência Vicentina de São Judas Tadeu estará recebendo alimentos durante todo o dia, na Capela do santo. São alimentos não perecíveis, que posteriormente serão encaminhados às famílias assistidas pelo projeto.
“Quem quiser colaborar, pode levar o quilo de alimento na Capela, que fica na Rua 5, na Vila Operária e contribuir para o trabalho realizado com as famílias que necessitam. Agradecemos a todos desde já”, explicou Cesar Borgi, presidente da Conferência.
O Projeto Quatro e Meia deste domingo (27) será uma “tarde piseira”. As apresentações, no Lago Azul de Rio Claro, começam excepcionalmente às 16 horas. Não há cobrança de ingresso.
Uma das atrações é o grupo Grupo Love Som, formado por Rosivaldo Araújo e Paulinho Marley. Criado em 2022, toca o melhor do “piseiro” e do forró.
Também se apresentará Kabeludo do Forró, que iniciou sua carreira em 1999 e toca os ritmos forró, “piseiro” e arrocha. O público também vai curtir a música de Mateuzinho Cantor, na estrada desde 2015 tocando “piseiro” e forró em Rio Claro e região.
O Projeto Quatro e Meia é realizado pela prefeitura de Rio Claro por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
Segundo informações do site Lab Jornalismo, o piseiro, ou pisadinha, é um subgênero derivado do Forró – ritmo consagrado da cultura nordestina. Mas, diferente das outras variações, este perpassou o Brasil e quebrou fronteiras musicais após ser abraçado por artistas do Sertanejo, Funk e até mesmo do Rap. O uso da palavra começou nos anos 2000, mas foi em 2020, através dos Barões da Pisadinha, que o Piseiro estourou.
Prefeitura e escolas municipais e estaduais estarão fechadas, enquanto coleta de lixo terá funcionamento regular. Na saúde, atendimentos acontecem somente na UPA da Av. 29 e UPA do Cervezão
O Dia do Funcionalismo Público, na segunda-feira (28), vai alterar o funcionamento da maioria das repartições da prefeitura de Rio Claro, que não terão expediente, com exceção de alguns setores.
A coleta de lixo será normal na segunda-feira. O serviço também será realizado no sábado (26). Aos domingos a coleta de lixo não é realizada.
O atendimento nos ecopontos também será normal nesse fim de semana e na segunda-feira (28).
A coleta seletiva de lixo será realizada normalmente no sábado e na segunda-feira. Aos domingos o serviço não é realizado.
O cata bagulho será normal na segunda-feira (28). Aos sábados e domingos não há cata bagulho.
No sábado, domingo e segunda-feira o setor de saúde terá plantões no pronto atendimento do Bairro do Estádio (Avenida 29, ruas 12 e 13) e pronto atendimento do Cervezão (Rua M-9, 66). O Samu atende pela linha 192.
Na segunda-feira, (28) não haverá aula nas escolas da rede pública municipal de ensino, em virtude do ponto facultativo.
Na segunda-feira (28), as 5 mil unidades de ensino da rede estadual estarão fechadas em razão do Dia do Servidor Público. As aulas em toda a rede serão retomadas na terça-feira (29). Considerando a obrigatoriedade do cumprimento dos 200 dias letivos, havendo necessidade, as aulas devem ser repostas pelas escolas estaduais.
As 244 unidades do Poupatempo em todo o estado funcionam normalmente na segunda-feira (28). O Poupatempo oferece ainda opções digitais à população através do portal www.poupatempo.sp.gov.br, do aplicativo Poupatempo SP. São 3,5 mil serviços disponíveis à população..
Todas as unidades dos Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) terão expediente normal na segunda (28).
Bom Prato
No Bom Prato, o atendimento será normal na segunda-feira. Vale destacar que, devido ao rodízio de água, as refeições são servidas em marmitas.