​Udam+ inicia curso de eletricista instalador predial

A Udam+ (União de Amigos) realizou na manhã de segunda-feira (04) a aula inaugural do curso de eletricista instalador predial, em parceria com a Prefeitura e Rotary Clube Rio Claro. Serão duas turmas de 28 alunos, uma pela manhã e outra à tarde, com duração de oito meses.

O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, acompanhou o início do curso e destacou a importância do certificado para os alunos. “Nesse momento de desemprego vivido pelo país, um certificado de curso vale muito para quem procura trabalho”, comentou Juninho que ressaltou o projeto visa dar melhores condições e oportunidades para o trabalhador.

Adriano Marchi, representante da Udam+, falou que a parceria com o poder público tem permitido a realização de outros cursos e oficinas. “Já realizamos inúmeras atividades em parceria e esta será mais uma”, disse Adriano, que lembrou que o espaço produtivo é em prol de toda comunidade.

O professor do curso, Eduardo Santana, explica que os alunos ao término do curso estarão aptos a realizar serviços de eletricista. “Ao longo do curso eles terão aulas teóricas e práticas, como fazer instalações de uma tomada, por exemplo”. O aposentado Sebastião Donizeti Garcia, que será um dos alunos, contou que escolheu o curso para ter um conhecimento a mais. “Como estou aposentado há oito anos, optei por fazer o curso para não ficar parado e ter um aprendizado para quando precisar resolver algo em casa”.

O presidente do Rotary Clube Rio Claro, Jose Alipio Occik, agradeceu a parceria para o curso de eletricista e anunciou novos projetos em conjunto. “Conseguimos com verba global do Rotary o curso de padaria e confeitaria no valor de 33 mil dólares. Esse valor inclui a aquisição de maquinário de última geração para oferecermos cursos à população”, falou Alipio, que já convidou o prefeito a participar da primeira aula de padaria.

O curso de eletricista instalador predial é para pessoas com 14 anos ou mais. Informações sobre este curso e demais, na sede da Udam+, que fica localizada na Rua 11 com a Avenida 30, no bairro Alto do Santana. A secretária de Desenvolvimento Social, Érica Belomi, também participou do evento.

Entenda as doenças da retina

Dr. Iuuki Takasaka –CRM. 124.621

Iorc Instituto de Olhos de Rio Claro

As alterações na retina, principalmente da região central chamada mácula, estão entre as principais causas de baixa visão e cegueira no mundo.

A mácula é a área responsável por dar definição, nitidez e capacidade de leitura. Doenças como degeneração macular relacionada à idade (DMRI), retinopatia diabética e oclusões vasculares retinianas, entre outros, atingem essa área tão importante do nosso olho, dificultando as pessoas de enxergarem e diminuindo a qualidade de vida, principalmente em pessoas com idade mais avançada.

Antigamente, essas alterações eram tratadas com laser, porém o resultado não era satisfatório, pois muitas vezes não havia melhora na visão.

Nas últimas décadas, com avanço dos estudos, foram descobertas medicações chamadas antiangiogênicos. Essas medicações foram desenvolvidas para uso intraocular e em casos indicados, há estabilização do quadro e melhora da acuidade visual.

Na prática clínica atual, os antiangiogênicos são as principais indicações para tratamento de DMRI, forma exsudativa, edema macular diabético e edema macular secundário a oclusões venosas.

O diagnóstico precoce e início do tratamento adequado dessas alterações podem, hoje em dia, evoluir com boa resposta e atingir uma visão final satisfatória.

Conselho de Comunicação aprova parecer sobre notícias falsas

Para subsidiar o debate na Câmara e no Senado, o Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional, aprovou hoje (4) o parecer da comissão de relatoria sobre propostas em tramitação que tratam das fake news, notícias falsas espalhadas pela internet.

Ao todo, 14 propostas sobre o tema tramitam no Congresso: são 13 na Câmara e uma no Senado. No relatório aprovado por sete votos a quatro, o conselho preferiu não explicitar uma posição clara contrária ou favorável à aprovação das propostas e, por isso, foi criticado pela conselheira Maria José Braga, que apresentou um relatório alternativo no qual recomendava a rejeição de todas as propostas.

Novo crime

“Esses projetos simplesmente criam um novo crime, que é a divulgação de notícias falsas e achamos isso perigoso, mesmo que esteja previsto que dependerá de avaliação do Judiciário. Nós temos um Judiciário capilarizado, com juízes de primeira instância atuando livremente no país como deve ser, mas uma lei imprecisa pode gerar interpretações diversas. Isso sim, pode acarretar em censura e criminalização de um cidadão comum que, de boa-fé, sem nenhuma má intenção, compartilhou uma notícia fraudulenta” disse a conselheira que foi vencida na discussão.

O coordenador da comissão de relatoria lembrou que os projetos analisados são muito diversos e que deixou claro no seu voto que eles “não atendem toda a complexidade do tema”.

Apesar disso, o conselheiro Miguel Santos disse que a rejeição não foi defendida porque as propostas ainda estão em fase inicial de discussão na Câmara e ainda podem ser aperfeiçoadas. Ele também não descartou nova manifestação do conselho sobre o tema a medida em que a discussão em torno das propostas avançarem.

Criminalização

O relatório diz ainda que “o problema [das notícias falsas] não passa pela criminalização da prática ou pela responsabilização das plataformas onde o conteúdo é veiculado”.

O texto traz seis pontos que os conselheiros consideram que deveriam ser contemplados nas discussões sobre notícias falsas. Além da definição clara do que seja fake news, o texto sugere que a dosimetria leve em conta a definição de padrões de penalização convergentes com os atos cometidos para que não sejam criadas disparidades penais.

Há ainda sugestões para que qualquer pedido de retirada de conteúdo seja precedido de ordem judicial e também um pedido para que seja evitado qualquer mecanismo que vise a retirada de conteúdo sem base legal e de forma discricionária que possa ser interpretado com censura.

Detento não pode ter duas companheiras para visita íntima, decide Justiça

Os desembargadores da 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ/DFT) negaram recurso, por unanimidade, e mantiveram decisão da Vara de Execuções Penais do DF, que indeferiu pedido de autorização de visitas ao presídio, feito por uma companheira de um detento, sob o argumento de que outra companheira já estava cadastrada no rol de visitantes.

Ao pleitear o direito especial de visitação, o detento alegou que “não cabe ao Estado interferir nas relações particulares dos internos” e que, como mantém relação com duas mulheres, a visita de ambas deveria ser admitida. As informações foram divulgadas no site do TJ/DFT.

Ao negar o recurso, a Turma entendeu que “o relacionamento concomitante de preso com duas mulheres não pode ser tido como união estável” – sendo inviável o cadastramento de ambas como companheiras no rol de visitantes de um único detento, notadamente porque o artigo 67, caput, do Código Penitenciário do Distrito Federal, permite catalogar um só indivíduo a cada doze meses, para fins de visitas regulares, a título de cônjuge ou de pessoa em situação análoga.

Para o relator, como o detento já contava com uma convivente cadastrada para fins de visitação, com a qual se encontrava regularmente, o relacionamento simultâneo do preso com duas mulheres não poderia configurar-se como união estável, “pois o princípio da monogamia, até o presente momento, ainda norteia o nosso ordenamento jurídico pátrio, não se admitindo a concomitância de relacionamentos amorosos para fins de constituir família”.

Além disso, segundo o magistrado, o direito a visitas ao preso não se mostra absoluto ou ilimitado e precisa ser ponderado com base no caso concreto e na legislação vigente, de forma a salvaguardar o funcionamento do sistema carcerário e a segurança no meio prisional e da sociedade em geral, bem como preservar a isonomia entre os custodiados.

O desembargador ressaltou que, “caso a mulher atualmente cadastrada nos assentamentos do presídio não seja a verdadeira convivente do custodiado, ele pode requerer ao diretor do presídio a alteração da qualidade da visitante”.

#VÍDEO: Tentativa de roubo termina com bandido baleado

Um indivíduo entrou armado em um comércio de bebidas no Jardim Inocoop no início da tarde de domingo (3). Após anunciar o assalto ele foi surpreendido e atingido com dois disparos. Um comparsa que dava apoio na ação foi preso. O baleado permanece internado.

Questões comportamentais e sociais fazem busca por Psicologia crescer 25%

Lucas Kuniton, de 21 anos, já prestou vestibular para Medicina e Direito, mas neste ano vai tentar entrar no que sempre quis: Psicologia. Como ele, muitos jovens têm trocado as carreiras mais tradicionais para estudar o comportamento humano. Nos últimos anos, o curso atraiu, proporcionalmente, mais ingressantes do que outras graduações por questões comportamentais e sociais.

Os dados mais recentes do Censo da Educação Superior mostram que, entre 2012 e 2016, o número de ingressantes em Psicologia cresceu 25,8%. O aumento é superior ao de cursos como Direito (que avançou 14,5%), Engenharia (1,2%), Pedagogia (19,7%) e Administração (que teve queda de 17,2%).

Para especialistas de entidades que representam o setor, o aumento na procura dos jovens pelo curso é um reflexo do momento conturbado vivido pelo País, com problemas políticos, econômicos e sociais. Eles também dizem que a mudança de abordagem em algumas escolas, com maior abertura para debater questões comportamentais e emocionais, pode contribuir para despertar o interesse.

No Colégio Santa Maria, na zona sul da capital paulista, pela primeira vez o curso com maior procura pelos alunos do 3.º ano do ensino médio é a Psicologia. Dos 129 estudantes, 29 disseram que desejam ser psicólogos. Em outros anos, o foco maior era Engenharia, Medicina e Direito. O diretor Silvio Freire diz que o interesse pode ter surgido pelo maior contato dos jovens com assuntos da saúde mental e comportamental. “A escola deixou de ter uma visão de ser uma mera reprodutora de conhecimento. Outras questões são abordadas e tratadas com a mesma importância, como a sua relação com o outro. Trabalhar esses aspectos pode ter despertado o interesse”, diz.

Foi depois de assistir a um documentário sobre bullying na aula de Língua Portuguesa que Maria Fernanda Marolla, de 16 anos, decidiu pela carreira. “O documentário questionava alguns comportamentos que vemos como naturais. Fiquei apaixonada pela forma como era feita essa análise, como isso molda quem somos e nos relacionamos”, conta. “Estudar sobre como a mente funciona, como nossos comportamentos e relacionamento são moldados, é muito atraente”, completa a colega Maria Fernanda Oliveira.

João Coin, diretor da Associação Brasileira de Ensino da Psicologia (Abep), diz que a entrada da temática de saúde mental e relações humanas no ensino médio explica em parte a opção. Ele ainda destaca um maior entendimento da sociedade sobre a necessidade do “autocuidado”. “Muita gente procura o curso porque quer cuidar das próprias questões, vê que é uma área em que o sujeito pode se conhecer melhor.”

Para Coin, a escolha por uma graduação pelo benefício pessoal antes do profissional é também uma característica de parte dessa geração de adolescentes, que busca primeiro satisfação no trabalho ao reconhecimento social ou financeiro. “Muitos jovens pensam no trabalho como algo que prioritariamente traga satisfação.”

Em outro colégio paulistano, o Pio XII, também na zona sul, em dois anos a procura pelo curso cresceu 30%. Dos 200 alunos que estão no ensino médio, 30 querem a área – atrás de Medicina (com 35) e Engenharias (38).

Segundo a coordenadora Viviane Direito, a rotina de sala leva a discussões da área. “É fundamental que as pessoas saibam se relacionar, sejam mais resilientes, assertivas, criativas. Para isso, é preciso falar sobre o comportamento humano. Assuntos que antes eram tabu, hoje fazem parte da aula.”

Medo

Deisy das Graças de Souza, diretora da Associação Brasileira de Psicologia (ABP), diz que a busca pelo autoconhecimento é intensificada em momentos em que há uma “sensação de medo” na geração. “O jovem tem medo e, por isso, está pedindo ajuda. Seja pedindo para falar sobre o assunto ou buscando respostas com o estudo”, diz.

Mercado

A tendência se reflete nos vestibulares. Na Fuvest, por exemplo, o curso teve a terceira maior relação candidato/vaga no ano passado, 61,10, atrás apenas de Medicina e Audiovisual. Em 2012, eram 31,4 por vaga. Nas particulares, observa-se efeito semelhante – no Mackenzie, a procura avançou 35,4% em cinco anos E o movimento também foi notado pelo mercado: o número de instituições com o curso cresceu 32% entre 2012 e 2016, passando de 419 para 531. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Seis meses após reforma trabalhista, arrecadação de sindicatos desaba 88%

O “ajuste fiscal” chegou também para os sindicatos. Depois da entrada em vigor da reforma trabalhista, em novembro, que acabou com o imposto sindical, as entidades viram sua arrecadação despencar 88% nos quatro primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Enxutos, os sindicatos querem contornar o baque se mostrando mais atuantes junto aos trabalhadores e tentam compensar parte da queda de receita com a conquista de novos associados.

As mudanças nas leis trabalhistas drenaram recursos dos sindicatos. Apenas em abril, o volume total arrecadado pelas associações que representam trabalhadores foi de R$ 102,5 milhões – uma queda de 90% em relação ao mesmo mês de 2017.

Isso porque, com a nova legislação, em vigor há mais de seis meses, a cessão obrigatória do equivalente a um dia de trabalho, que era destinada a sindicatos, centrais e federações que representam as categorias, foi extinta. A contribuição ainda existe, mas agora é voluntária, e a empresa só pode fazer o desconto com uma autorização, por escrito, do funcionário.

“A extinção da contribuição fragilizou as entidades”, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico nacional do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Os sindicatos agora questionam na Justiça e buscam uma alternativa de financiamento coerente com o princípio da autonomia dos empregados.”

O desemprego elevado também colabora para a escassez de recursos Sem uma vaga formal, o trabalhador não se filia e nem contribui às entidades.

Com menos dinheiro, os sindicatos se viram obrigados a cortar despesas para sobreviver: demitiram funcionários, fecharam subsedes, venderam carros, alugaram imóveis e reformularam os serviços prestados aos associados. A tendência, segundo dirigentes, é que as entidades se acostumem a operar com menos recursos em caixa.

De volta às origens. Um dos efeitos percebidos após a reforma trabalhista é a volta dos sindicatos para ações de rua, seja com mais mobilizações nas portas de fábricas ou no maior esforço direcionado a aumentar a quantidade de sindicalizados. A maior parte das entidades diz ter reforçado as equipes de campo, mesmo com um quadro mais enxuto. Funcionários que antes só exerciam atividades internas foram deslocados.

No Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros (Sindeepres), como a frota de veículos próprios teve de ser reduzida pela metade, de 33 para 15, desde o ano passado, parte dos funcionários agora vai de ônibus promover ações nas empresas.

Um dado positivo é que as entidades percebem um aumento no número de associados desde o início da reforma. No Sintracon-SP, que reúne os trabalhadores da construção civil, a quantidade de filiados passou de 19 mil, em dezembro de 2017, para 69 mil em abril deste ano, de acordo com o presidente, Antonio de Sousa Ramalho.

“O nosso trabalho de campo aumentou, deslocamos parte da equipe que antes tinha funções internas para ir até o canteiro de obras, para ouvir as demandas da categoria. Mas o que a gente também percebe é que muitos trabalhadores passaram a procurar espontaneamente o sindicato para se filiar.”

Ele diz que a reforma está mudando a imagem que o trabalhador faz do sindicato. Com a economia fraca e o desemprego perto de 13%, aumentou a insegurança, sobretudo em relação às novas formas de contratação, como o trabalho intermitente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rio-clarense é eleito vice-prefeito de Teresópolis no Rio de Janeiro

A cidade na região serrana do Estado do Rio de Janeiro, Teresópolis, elegeu hoje o prefeito Vinicius Claussen (PPS) e seu vice-prefeito Ari Boulanger Scussel Junior para a gestão do município até dezembro de 2020.

Nascido em Rio Claro-SP, o vice-prefeito Ari Boulanger Scussel Junior é neurocirurgião e reside em Teresópolis desde 1991.

A eleição suplementar foi determinada pela Justiça Eleitoral depois que o prefeito e vice anteriores (Mário Tricano e Darcy Sandro Dias) tiveram o indeferimento de seus registros de candidatura das eleições de 2016.

Tentativa de assalto termina com um indivíduo baleado

Neste domingo (03), por volta das 12h45, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de tentativa de assalto em um depósito de bebidas localizado à Rua 6 JI, Jardim Inocoop.

Um suspeito foi atingido por dois disparos e, mesmo ferido, empreendeu fuga. Alguns minutos depois, apresentou-se na UPA e foi identificado. Após atendimento e recuperação, o indivíduo deverá ser encaminhado para o Plantão Policial.

O outro envolvido na tentativa de assalto foi detido pela polícia e levado para a delegacia.

Homem morre com dois tiros em Ajapi

Uma morte foi registrada na noite deste sábado (02) no Distrito de Ajapi.

André Luis Kalil, 33 anos, foi baleado com dois tiros na altura do ombro esquerdo, na Avenida 1. A Polícia Militar registrou a ocorrência e a Polícia Civil também esteve no local junto com peritos para dar início às investigações. O Samu foi acionado e o corpo foi encaminhado para o IML de Rio Claro.

Jornal Cidade RC
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