Guru religioso Ananda Joy é acusado de abuso sexual e estupro

Depois das denúncias de abuso sexual contra o médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, que se encontra preso, novo guru religioso é alvo de acusações similares, que o Ministério Público começa agora a receber. Diógenes Mira, conhecido como Ananda Joy, ministra cerimônias tântricas em Piracicaba, no interior de São Paulo, usando o chá ayahuasca — também chamado de Daime.

Quatro mulheres deram depoimentos exclusivos ao GLOBO nos quais contam que sentiram-se coagidas — seja pelo discurso espiritual, seja pela força física — a fazer sexo com ele e outros membros do grupo. Outras três mulheres, além das que contaram suas histórias detalhadamente ao GLOBO, confirmaram os fatos à reportagem. Ananda nega as acusações.

Na próxima semana, três denunciantes serão ouvidas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que, após reunir os depoimentos, irá organizar as denúncias e pedir a Ananda que apresente sua defesa. O MP também criou um canal de denúncias para possíveis vítimas que quiserem falar ([email protected]).

As informações são do Jornal O GLOBO.

Participante Vanderson sai do BBB19

A delegada Rita Salim, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá (DEAM), no Rio de Janeiro, esteve na manhã desta quarta-feira, dia 23/1, nos Estúdios da Globo, e intimou o biólogo e coordenador educacional indígena, Vanderson, de 35 anos, a prestar depoimento em inquérito instaurado após denúncias feitas contra o participante.

A saída de um candidato da casa resulta na sua desclassificação do BBB19.

Vanderson não será substituído e o programa seguirá com 15 participantes.

O apresentador Tiago Leifert anunciará a decisão na edição desta noite, 23/1. Ele já comunicou o ocorrido aos jogadores no início desta tarde.

A informação foi divulgação pela Rede Globo no início da tarde.

Morre o ator Caio Junqueira

O ator Caio Junqueira morreu nesta quarta-feira, aos 42 anos, após ser vítima de um acidente de carro no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio, na semana passada. O intérprete do policial Neto do filme “Tropa de elite” (2007) foi levado para o Hospital Miguel Couto. A Secretaria de Saúde do Rio confirmou o falecimento.

Na quarta-feira passada (16), Caio, de 42 anos, dirigia sozinho pelo Aterro do Flamengo, em direção ao Centro da cidade, quando perdeu o controle do carro, que subiu o meio-fio, bateu numa árvore e capotou.

CARREIRA

Aos 9 anos, o ator deu os primeiros passos na carreira artística na série “Tamanho família”, da extinta Rede Manchete.

O gosto pela profissão revelado na infância se consolidou na adolescência quando o ator estreou na Rede Globo, em 1990. Trabalhou na minissérie “Desejo”, nas novelas “Barriga de aluguel”, “A viagem”, seguida pelas séries “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998) e “Chiquinha Gonzaga” (1999).

Na década seguinte, Caio também fez vários trabalhos na Globo, entre eles a novela “O clone” (2001) e a minissérie “Um só coração” (2004). Um ano depois, o ator fez o remake de “Escrava Isaura”, na Record TV, onde protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014).

VÍDEO: A história do rio-clarense que alcançou nota máxima na redação do Enem

Foi dentro do quarto, sentado à escrivaninha, em meio aos livros e assistindo a aulas on-line no computador que o estudante Fabrício Vitorino da Silva, 18 anos, passou os últimos meses.

Aluno da rede pública desde criança, em 2017 se formou no Ensino Médio na Escola Estadual Marciano de Toledo Piza e prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pela primeira vez. Na época não conseguiu ingressar na tão sonhada faculdade de medicina, então decidiu se preparar de uma maneira diferente: “Resolvi fazer um cursinho on-line. Paguei no total R$ 300,00. Começava a estudar às 16 horas e só parava à noite. Foquei onde eu tinha mais dificuldade e procurei entender onde eu havia errado anteriormente”, afirma o jovem.

Com a avaliação da redação contando muito na nota final do Enem, elaborou uma sequência de regras que não poderia deixar de seguir: “Peguei esse caderninho de anotações e cada vez que detectava algo positivo ou negativo nos textos que escrevia colocava ali como lembrete. Isso me ajudou muito. Atenção com vírgulas, excesso da palavra ‘que’ e uso de conectivos são algumas das dicas que eu aconselho aos estudantes nas próximas edições do Enem”, contou Fabrício que, em meio a 4,1 milhões de candidatos de todo o Brasil, foi um dos 55 que receberam a pontuação máxima no texto. Em todo o Estado de São Paulo foram apenas quatro que alcançaram a nota 1000, ele o único rio-clarense. Os outros estudantes são das cidades de Franca, Pederneiras e Cotia.

Futuro

Os planos agora se voltam para a inscrição no Sistema de Seleção Unificada (SISU) e também para a nota de corte da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): “Eu sempre gostei de obstetrícia, acho uma área muito bonita da medicina, mas antes de tomar a decisão final vou primeiro me dedicar, conhecer melhor outras possibilidades para lá no meio do curso escolher o que realmente quero exercer. Uma coisa é fato: irei me dedicar ao bem-estar das pessoas”, disse o futuro Doutor Fabrício Vitorino da Silva à reportagem do JC.

Ex-PM vai a júri nesta quarta-feira por chacina na torcida Pavilhão 9

O Tribunal do Júri começa a julgar nesta quarta-feira, 23, o ex-policial militar Rodney Dias dos Santos, acusado de participar da chacina da Pavilhão 9, que terminou com oito pessoas executadas a tiros em 2015. Formado por sete pessoas comuns, o Conselho de Sentença vai decidir se o réu é culpado pelos assassinatos – a soma das penas pode chegar a 240 anos de prisão. Ele alega inocência.

Presidido pela juíza Giovanna Christina Colares, da 5ª Vara do Júri, o julgamento está marcado para iniciar às 9h no plenário 10 do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo. A sala, a maior do Tribunal, normalmente recebe casos de repercussão – lá foram condenados, por exemplo, Suzane von Richthofen, Gil Rugai e Elize Matsunaga.

A chacina aconteceu na sede da Pavilhão 9, torcida organizada do Corinthians, na Ponte dos Remédios. Era 18 de abril de 2015, véspera de um clássico contra o Palmeiras, e as vítimas haviam organizado uma festa, com churrasco e futebol.

Por volta das 22h30, já no fim do evento, três homens armados entraram na sede da Pavilhão 9. Lá, renderam oito homens, entre 19 e 38 anos, que foram obrigados a ajoelhar e a pôr a mão na cabeça. Todos foram baleados à queima-roupa e morreram na hora.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPE-SP), o alvo do ataque era Fábio Neves Domingos, o “Dumemo”, de 34 anos, que seria desafeto de Santos. Um dos motivos seria que os dois atuavam como traficantes de droga na região do Ceagesp, na zona oeste, segundo a acusação.

“Ambos eram antigos membros da torcida e, em determinado momento, passaram a se desentender no comando do já citado grupo de torcedores”, afirma a denúncia, oferecida pelo promotor Rogério Zagallo. “Outrossim, ambos exerciam a traficância na região do Ceasa e eram rivais e concorrentes.”

As vítimas mais novas eram Matheus Fonseca de Olivera, o “Quadrilha”, e Marco Antônio Corassa Junior. Também foram assassinados Jhonatan Fernando Garzilla Massa, o “Joe”, e Jonathan Rodrigues do Nascimento, o “Edilsinho”, ambos de 21 anos, além de André Luiz Santos de Oliveira, de 29, Ricardo Júnior Leonel do Prado, de 34, e Mydras Schimidt Rizzo, de 38.

Ex-tesoureiro da Pavilhão 9, Santos está preso preventivamente desde maio de 2015. Antes das investigações, ele já havia sido expulso da PM por envolvimento com tráfico. “O modo de execução dos delitos revela a exacerbada periculosidade e reprovabilidade social do pronunciado, que é reincidente”, escreveu a juíza ao negar concessão de liberdade.

Júri

O ex-PM vai responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar) com duas qualificadoras: motivo torpe e recurso que impossibilitou defesa das vítimas. Contra o réu pesam reconhecimentos de duas testemunhas – antes das execuções, alguns membros da torcida conseguiram fugir. Eles devem confirmar aos jurados o depoimento dado nas primeiras fases do processo.

Um faxineiro que havia sido contratado para limpar o local após o evento na Pavilhão 9, recebeu ordem para se enrolar em uma bandeira e acabou poupado no massacre. Ele também foi incluído como testemunha e deve depor no julgamento. Devem falar, ainda, membros da torcida que descrevem Santos como uma pessoa “violenta”, de quem todos tinham medo.

Por parte da defesa, foram chamadas quatro testemunhas que devem descrever o álibi do réu para o Conselho de Sentença. Durante a fase de instrução, elas sustentaram que o ex-PM, na verdade, estaria em casa na hora da chacina.

Santos também deve falar aos jurados, antes da Sala Secreta. No seu primeiro interrogatório, ele negou envolvimento com tráfico e participação no crime. Afirmou, ainda, que Neves teria sido morto “pelo crime organizado”. “Pelo que eu levantei, o Fábio atravessou a venda no Ceasa.”

O réu disse, ainda, que era amigo de Domingos. “Eu tenho desafetos lá dentro sim, mas como o Fábio nunca. Eu lamento não poder ter feito nada por ele no dia que ele mais precisou. Hoje, se eu estou aqui, devo isso a ele. Se minha filha de quatro anos é nascida, eu devo a ele.”

Durante a investigação, o PM Walter Pereira da Silva Junior também chegou a ser denunciado e preso, por suspeita de envolvimento na chacina. Contudo, ele não foi pronunciado e, portanto, está livre da acusação. Para a juíza do caso, não havia indícios de que ele estaria no local do crime ou mesmo de que conhecia Santos.

No processo eletrônico disponível no site do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), quatro advogados de defesa aparecem como parte. A reportagem tentou contato com todos eles, mas não obteve resposta.

Jornal Cidade encontra o estudante nota 1000 do Enem

Fabrício Vitorino da Silva tem 18 anos, mora em Rio Claro e está entre os 55 candidatos do Brasil que tiraram nota máxima na redação do Enem.

Nesta quarta-feira (23) em uma entrevista exclusiva nas páginas do Jornal Cidade!

“Rachid”: Vereador Paulo Guedes pode perder o mandato

Na última sexta-feira (18), o vereador Paulo Guedes foi condenado, em 1ª instância, a 6,5 anos de prisão, perda dos direitos políticos e ao pagamento de multa no valor de R$ 500 mil, acusado de vantagens ilícitas ao exigir parte dos rendimentos de assessores. No processo, também foi condenado o réu N.A.D.S. pela mesma prática de crime.

“Recebi com surpresa a notícia de que foi julgada procedente a ação penal que contra mim foi proposta pelo Ministério Público. Estou seguro da lisura dos meus atos e, conforme assegura a Constituição Federal, estarei interpondo recurso de apelação”, esclarece o vereador Paulo Guedes.

O líder do governo Juninho na Câmara Municipal afirma que acredita na Justiça e seguirá com o trabalho que sempre fez, certo de que os tribunais, ao final, reverterão a sentença que contra ele foi prolatada.

“Ademais, a Constituição Federal assegura que ninguém será considerado culpado até que haja sentença final, transitada em julgado. Prosseguirei firme no meu compromisso com a cidade e com o povo de Rio Claro, certo de que a verdade e a justiça prevalecerão”, reforça.

Em nota, a Câmara Municipal informa que observa que a sentença refere-se a eventuais irregularidades que teriam sido cometidas durante a legislatura passada (2013/16). No entanto, o Legislativo não foi oficiado da sentença, que foi proferida em primeira instância e que, portanto, ainda deverá ser confirmada ou revista a partir de recursos às instâncias superiores.

“Conforme destacado na própria sentença e pelo que determina a Lei Orgânica do Município, somente após o trânsito em julgado da sentença a Câmara deverá deliberar sobre a questão. Até lá, o vereador deverá ter seu direito de defesa respeitado e continuará a exercer as atividades parlamentares em sua plenitude”, justifica.

Vale ressaltar que, ainda, falta o julgamento na Vara da Fazenda Pública com relação à improbidade administrativa imposta ao vereador.

Jornal Cidade procura candidato do Enem nota 1000 em Rio Claro

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi realizado em novembro do ano passado e na última sexta-feira (18) foram divulgados os resultados. Entre as avaliações mais temidas e que tem um grande peso na média final está a redação. Foram corrigidos 4,1 milhões de textos e destes apenas 55 em todo o Brasil tiraram a nota máxima (1000), 42 mulheres e 13 homens. Um desses candidatos é da cidade de Rio Claro e tem 18 anos e é exatamente a procura dele que o Jornal Cidade está.

Se você conhece essa pessoa ou é ela, entre em contato com a nossa redação através do telefone 3526-1028. O Jornal Cidade irá fazer uma reportagem especial e esse candidato será capa da nossa edição!

Jornal Cidade RC
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