Boletim policial: acidentes fatais, morte suspeita e tráfico de drogas
Informações diretamente do plantão policial com o repórter colaborador Gilson Santullo.
Informações diretamente do plantão policial com o repórter colaborador Gilson Santullo.
Confira como fica o tempo nesta quarta-feira (26).
A Polícia Militar Rodoviária atendeu na tarde de hoje, terça-feira (25) um acidente com vítima fatal que aconteceu na Rodovia Washington Luís (SP-310). Willian Renato Domingos, 39 anos, pilotava uma motocicleta quando no Km 168, na altura da cidade de Santa Gertrudes, colidiu contra um caminhão.
Com o impacto Willian veio a óbito no local. As causas do acidente ainda são desconhecidas. Além da Polícia Rodoviária, peritos e funcionários da Centrovias, concessionária que administra a rodovia estiveram no local. Uma das faixas precisou ser interditada e houve lentidão no trecho.
O corpo foi encaminhado ao IML de Rio Claro. Ainda não há informações de velório e sepultamento. Esta é a segunda morte envolvendo motociclista e rio-clarense em menos de 24 horas. Na tarde de ontem (24) Paulo André Francisco de 25 anos veio a óbito após colidir a motocicleta em uma placa de sinalização da Estrada do Sobrado.
Amar ou odiar Michael Jackson parece ter-se tornado uma questão de escolha entre duas narrativas que conseguiram polarizar o maior caso de idolatria do século 20. Aos que o amam: Michael Jackson colocou sozinho a música pop em patamares numéricos nunca atingidos; ergueu, com Quincy Jones, Thriller, o álbum artisticamente mais vitorioso da história; e, flutuando no palco, se tornou o artista mais completo de sua era. Aos que o odeiam: denúncias de dois homens feitas no documentário Leaving Neverland apontam para prática de pedofilia nos anos 90. Jackson teria seduzido os então garotos Wade Robson e James Safechuck com todo o seu poder magnético de superastro e enganando inclusive suas mães para poder dormir com eles. Tudo na base dos depoimentos de memória e sem direito à defesa, mas com combustão suficiente para incendiar a Terra do Nunca. E então? O que a história faz com esse homem? Apaga Michael do mapa pelo terror que pode ter provocado àquelas vidas ou deixa seu passado decidir sobre o seu futuro?
O tempo, por enquanto, observa. Michael Jackson, neste dia em que se completam dez anos de sua partida, em dia 25 de junho de 2009, abreviada por doses desmedidas de propofol, benzodiazepina e distúrbios psíquicos que o acompanharam desde a infância em Gary, Indiana, se tornou uma incógnita que terá um veredicto mais preciso apenas por volta de 2029, quando mais dez anos devem garantir o distanciamento histórico necessário para se avaliar os prejuízos das denúncias. Afinal, Michael Jackson, o homem, teria força para derrubar Michael Jackson, o mito?
Ao mesmo tempo que os números caminham bem, com lucros na casa dos US$ 2,5 bilhões desde sua morte, algumas homenagens pisam no freio. A mais sentida deve ser a paralisação de um documentário que vinha sendo produzido para comemorar os 50 anos do Jackson Five, o grupo seminal formado por Jackson e seus irmãos. “O aniversário de 50 anos foi planejado e toda a família participou Seria uma celebração daquilo que deu início à marca Jackson. E agora, tudo foi perdido nessa confusão”, disse Jodi Gomes à agência de notícias Associated Press. Jodi trabalhou na reality serie The Jacksons: A Family Dynasty, de 2009, e na minissérie de 1992, The Jacksons: A American Dream.
Algumas emissoras de rádio também se posicionaram apagando Jackson da programação logo depois da exibição do documentário na HBO. Na Nova Zelândia, foram duas, uma do grupo MediaWorks e a outra sua concorrente, a NZME. Outras três companhias do Canadá fizeram o mesmo. O presidente da MediaWorks, Leon Wratt, declarou: “Michael Jackson não está atualmente em nenhuma playlist das estações de rádio da MediaWorks. Isso é um reflexo do nosso público e de suas preferências – é nosso trabalho garantir que nossas estações de rádio estejam tocando a música que as pessoas queiram ouvir”.
As pessoas, contudo, podem querer seguir ouvindo Michael Jackson Seu sobrinho, Siggy Jackson, que não acredita nas denúncias, disse o seguinte à AP: “Nenhuma mentira destruirá o que nos foi dado como uma bênção de Deus, que era meu tio. Você jamais destruirá o legado dele com uma mentira mesquinha. Ele estará aqui, e mesmo depois que Deus nos chamar para sua casa, esse legado viverá e nunca será destroçado”. Eis o enigma Jackson: se sua obra sobreviver a uma acusação que não parece admitir o benefício da dúvida, quanto menos a discussão “crime ou patologia?”, nada mais será capaz de destruí-la.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) adiou nesta segunda-feira, 24, o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, no processo que levou à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do triplex do Guarujá. A análise estava prevista para esta terça-feira, 25, mas o ministro Gilmar Mendes, que interrompeu o julgamento em dezembro com um pedido de vista – mais tempo para avaliar -, avisou que não apresentaria seu voto. Com isso, o pedido da defesa de Lula para declarar Moro parcial deve voltar à pauta apenas a partir de agosto, após o recesso do Judiciário.
Mesmo assim, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, não está descartada a possibilidade de os ministros discutirem conceder prisão domiciliar para o petista por meio de um habeas corpus de ofício, ou seja, sem que haja um pedido específico. Advogados ouvidos pela reportagem afirmam que a medida é possível, mas que seria inusitada, uma vez que o assunto não está mais na pauta oficialmente. A Segunda Turma, no entanto, já concedeu habeas corpus de ofício para suspender a execução da pena do ex-ministro José Dirceu, em agosto do ano passado.
A defesa de Lula acusa o ex-juiz da Lava Jato de “parcialidade” e de agir com “motivação política” ao condená-lo no caso do triplex e assumir depois um cargo no primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro. Os defensores pediram para que o julgamento seja mantido para esta terça.
O adiamento do julgamento deixa a situação de Moro em suspenso no Supremo. O ministro tem sido alvo de desgaste após o vazamento de supostas mensagens trocadas com procuradores da força-tarefa da Lava Jato pelo site The Intercept Brasil. As conversas, segundo o site, sugerem que o então juiz orientou investigações da operação. O ministro, porém, tem afirmado não ser possível garantir a autenticidade das mensagens, pois apagou o aplicativo usado na época e não tem mais os registros. Ele nega também qualquer atitude contra a lei.
Segundo o Estado apurou, a inclusão dessas mensagens no processo de suspeição de Moro também pode ser discutida pelos ministros como questão preliminar quando o caso for retomado.
Também dá mais tempo para que um outro processo do petista, referente ao sítio de Atibaia, seja analisado no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região. Neste caso, o ex-presidente foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. A decisão foi da juíza Gabriela Hardt, que substituiu Moro temporariamente na 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Em caso de nova condenação, mesmo que o Supremo decida pela suspeição de Moro no processo do triplex, Lula poderia continuar preso.
A decisão de Gilmar de não devolver o processo para julgamento nesta terça se deu após a pauta da Segunda Turma ser “inchada” com outros casos. Até o meio da tarde desta segunda-feira, o habeas corpus do ex-presidente aparecia como o 12.º item da lista. A ministra Cármen Lúcia, que assume nesta terça a presidência da Segunda Turma, vem sendo criticada por colegas por, na visão deles, relutar em julgar o caso. Quando presidiu o Supremo, de 2016 a 2018, Cármen também resistiu a pressões para julgar o mérito das ações sobre a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, que poderia beneficiar o petista.
A ordem da pauta abriu uma “guerra de versões” nos bastidores do Corte: de um lado, Cármen passou a ser responsabilizada pelo fato de o habeas corpus ter ido para o fim da fila. Em nota, a ministra negou e disse que só assume o comando da Turma a partir desta terça. “Não incluí nem excluí processos para a sessão de amanhã (hoje, terça)”, diz a nota. Cármen substitui Ricardo Lewandowski no comando da Turma, considerado mais propenso a votar a favor do petista.
Na nota, Cármen também ressaltou que em todas as sessões “é dada preferência e prioridade” para a análise de habeas corpus, determinada pelo ministro-relator ou vistor (que devolve a vista). Como presidente da Turma, a ministra também pode questionar os colegas se algum caso urgente deve ser incluído na pauta e julgado na sessão desta terça.
A defesa de Lula alega que o habeas corpus, por envolver réu preso, deveria ter prioridade. Ministros consultados pelo jornal observaram, porém, que Lula já foi condenado em segunda instância, o que não configura prisão provisória.
Questionada, a assessoria do Supremo afirmou que a lista dos processos não representa, necessariamente, a ordem em que serão julgados, cabendo à presidente da Turma decidir durante a sessão
Celso
Conforme mostrou nesta segunda-feira o Estado, o voto do ministro Celso de Mello, decano do STF, é considerado decisivo para as pretensões de Lula de sair da superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Cármen e o relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, já votaram contra o pedido de liberdade de Lula. Faltam votar Celso, Lewandowski e Gilmar. Quando Cármen e Fachin votaram, em dezembro passado, as reportagens do The Intercept Brasil não tinham sido publicadas.
Levantamento feito pela reportagem nos casos cruciais da Lava Jato e desdobramentos da operação julgados pela atual composição da Segunda Turma aponta que Celso concordou com Fachin em 75% das vezes. Enquanto isso, Gilmar e Lewandowski são os que menos acompanham os votos do relator. O primeiro concordou em metade dos casos considerados no levantamento, enquanto Lewandowski, em 45,5% da vezes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Representando a Escola Estadual Francisco Graziano, a ararense Sarah Souza sagrou-se campeã mundial escolar de judô. A medalha de ouro foi obtida na última quarta-feira (19), em Budapeste, capital da Hungria.
Competindo na categoria classe meio médio (- 57 kg), a judoca venceu três adversárias: atletas de Taipei, da Hungria e, na final, da França. Todas as vitórias foram por ippon (pontuação máxima da modalidade esportiva). Os Jogos Mundiais Escolares de Lutas, o Combat Games, promovidos pela ISF (International School Sport Federation), reúnem atletas estudantes de todo o mundo.
“Essa competição foi muito difícil, tem que haver dedicação em cada treino, correr atrás, mas o resultado foi espetacular. Vou levar essa medalha de ouro com muito carinho, representando minha escola, o Projeto Kimono de Ouro, minha família, colegas de treino, amigos e todos que torceram por mim”, ressaltou Sarah.
Acompanhante da judoca ararense na competição mundial, o mestre kodansha Marcos Mercadante destacou a importância do título. “Sarah começou a treinar com cinco anos e hoje conquista um dos principais títulos do Projeto Kimono de Ouro. Os Jogos Olímpicos são nossa meta primordial e estamos trilhando o caminho para isso. Parabéns a Sarah e a todos que fizeram e fazem parte desse trabalho que, cada vez mais, rende ótimos frutos”, ressaltou o coordenador do Projeto Kimono de Ouro de Araras.
No período do inverno, aumenta a preocupação com doenças como a gripe, que já causou uma morte em Rio Claro neste ano A pneumologista Soraia Cassab Acosta alerta sobre os cuidados para evitar as doenças contagiosas e dá dicas para combater alergias e outros problemas de saúde agravados com o “tempo seco”.
Será sepultado às 17h no Cemitério Municipal São João Batista em Rio Claro o corpo de Paulo André Francisco de 25 anos. Ele morreu na tarde de ontem (24) após sofrer um acidente de trânsito na Estrado do Sobrado.
A vítima pilotava uma motocicleta Honda CG na cor azul, quando segundo consta no boletim de ocorrência, teria “empinado” e perdido o controle vindo a colidir contra uma placa de sinalização. Ele chegou a ser socorrido pelo SAMU mas devido ao forte impacto que sofreu na batida não resistiu e veio a óbito. Na garupa estava seu vizinho que segue internado em estado grave.
Paulo André morava no Parque São Jorge e deixa os pais e três filhos.
Informações direto do plantão policial com o repórter Gilson Santullo
Confira como fica o tempo em Rio Claro nesta terça (25)
O céu da Cidade Azul esteve em festa com as acrobacias da Esquadrilha da Fumaça. O grande público foi recebido em área atrás da empresa 3 Fazendas, no Jardim Itapuã, na tarde desta segunda-feira (24). Os pilotos da Esquadrilha da Fumaça são altamente treinados e capacitados para realizar as manobras que encantam e, ao mesmo tempo, tiram o fôlego do público.
>>> VÍDEO: assista a um trecho do show aéreo aqui.
No mesmo local, a partir 17 horas, quem sobe ao palco é a dupla Andres e Leandro e, às 18h, será a vez de Francisco e Fernando. Às 19h30 o comando da festa será com Edson e Hudson, celebrando em grande estilo os 192 anos de Rio Claro. Não há cobrança de ingressos.
O prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, enaltece a presença da Esquadrilha da Fumaça em mais um aniversário de Rio Claro. “Agradeço a Força Aérea Brasileira por mais uma vez se fazer presente, com a Esquadrilha da Fumaça, nesta data tão importante”, disse.






Uma das atrações especiais para comemorar os 192 anos de Rio Claro foi a apresentação a Banda Regimental de Música da Polícia Militar, na manhã desta segunda-feira (24) em frente ao coreto do Jardim Público.
A Banda Regimental de Música do Comando de Policiamento do Interior Três está diretamente ligada ao Corpo Musical sediado na capital de São Paulo.
A banda realiza constantes concertos sinfônicos e apresentações didáticas, com o propósito de levar civismo e cidadania à comunidade. O público pôde conferir um repertório composto de músicas militares e populares.