ÁUDIO: Corpo de Bombeiros alerta sobre as queimadas durante a estiagem
Em entrevista à radio Jovem Pan News de Rio Claro, o Sargento Junior do Corpo de Bombeiros alertou sobre os riscos das queimadas durante a época de estiagem.
Em entrevista à radio Jovem Pan News de Rio Claro, o Sargento Junior do Corpo de Bombeiros alertou sobre os riscos das queimadas durante a época de estiagem.
No início da noite de quarta-feira (05) o Centro de Comunicação da Guarda Civil Municipal recebeu um chamado pelo bairro Cidade Jardim, onde o solicitante informou que havia um idoso já há algum tempo aparentemente desorientado e perdido.
A equipe da Patrulha Maria da Penha foi até o local e constataram que tratava-se do senhor P.B.C., 80 anos, que ao ser questionado, não sabia informar ao certo seu endereço. Com o seu nome, a equipe fez contato pela UPA. Da Avenida 29, onde foram levantados alguns dados, entre eles, o telefone de sua filha.
Feito contato telefônico com a filha do idoso, onde a mesma disse para os guardas municipais que ele reside pelo bairro Santa Eliza, mas que havia saído de casa sem conhecimento de nenhum familiar, e que já estavam a sua procura.
A equipe da GCM aguardou a filha que prontamente se deslocou para buscar o pai, e o mesmo permaneceu sob seus cuidados e responsabilidade.
Registrada ocorrência de Pessoa Localizada, conforme RO/GCM TALÃO Nº8411/2020.
Em entrevista à radio Jovem Pan News de Rio Claro, o pré-candidato a prefeito do PDT, Nivaldo Moura, o delegado Nivaldo, comenta os resultados da pesquisa JC/Statsol de intenção de votos a prefeito de Rio Claro. E admite que pode ser a terceira via entre os nomes de situação e de oposição na cidade.
MARCOS GUEDES (FOLHAPRESS)
Começou sem gols a decisão do Campeonato Paulista. Corinthians e Palmeiras fizeram um clássico truncado, na noite de quarta-feira (5), no estádio de Itaquera, com poucas oportunidades de gol, ao fim do qual o placar continuou apontando 0 a 0.
O resultado deixou tudo aberto para a segunda partida, marcada para sábado (8), no Allianz Parque. Como ocorreu na zona leste paulistana, no jogo de ida, não haverá presença de torcedores na zona oeste, no jogo de volta, por causa da pandemia do novo coronavírus.
Apesar da melhor campanha alviverde até a decisão, nenhuma das equipes tem a vantagem do empate para ficar com o título. Em caso de nova igualdade no final de semana, o título paulista será decidido em uma disputa por pênaltis.
O primeiro duelo decisivo começou truncado. Vanderlei Luxemburgo optou por um meio-campo de força física, com três volantes, que cumpriam bom papel para frear a troca de passes do Corinthians. Quando tinha a posse, o Palmeiras optava por bolas longas, tentando achar as costas dos laterais ou a sobra após o corte parcial.
Nesse cenário, os donos da casa vazia conseguiram os lances de maior perigo ao longo dos primeiros 35 minutos. Luan, criticado por suas atuações anteriores, foi o responsável pelos melhores momentos na etapa inicial do time alvinegro, que parou em duas boas defesas de Weverton.
O meia-atacante achou um lindo passe pelo alto a Ramiro, que dominou no peito e, na cara do gol, chutou sem força, nas mãos do goleiro. Pouco depois, Luan caiu pela ponta direita e buscou Jô na área. Mateus Vital ficou com a sobra e voltou a fazer Weverton trabalhar, desta vez com um grau de dificuldade bem maior.
Na parte final do primeiro tempo, no entanto, o Palmeiras conseguiu se estabelecer no campo de ataque. O Corinthians não conseguia sair tocando, apertado pela marcação adiantada do rival, que ganhou terreno e rondou a área até criar uma grande chance. Ramires recebeu livre na área e bateu por cima.
No intervalo, Luxemburgo trocou Luiz Adriano por um atacante mais móvel, Willian, e colocou Bruno Henrique na vaga de Ramires. Com fôlego renovado, reforçou a pressão na saída do adversário e dominou o começo da segunda etapa.
Aos dez minutos do segundo tempo, o juiz Raphael Claus chamou os dois capitães, Cássio e Weverton, para comunicar que tinha ocorrido uma pane no sistema de transmissão do VAR (árbitro de vídeo), que operava de uma central longe do estádio. Momentaneamente, um árbitro de vídeo reserva passou a atuar da própria arena de Itaquera.
Foi o que de mais relevante se teve a relatar até o apito final, em um jogo que teve muita briga no meio e poucas chances claras.
Os dois treinadores buscaram alternativas. Tiago Nunes acionou Cantillo, Araos e Léo Natel. Luxemburgo tentou a sorte com Gustavo Scarpa e Raphael Veiga.
Nada foi suficiente para mudar o panorama da etapa final, que, mesmo, com a pressão do Palmeiras nos minutos iniciais, não deu trabalho aos goleiros. A decisão está aberta para o duelo de sábado (8), no Allianz Parque, novamente sem torcida.
CORINTHIANS
Cássio; Fagner, Gil, Danilo Avelar e Carlos Augusto; Gabriel, Éderson (Cantillo), Ramiro, Mateus Vital (Léo Natel) e Luan (Araos); Jô. T.: Tiago Nunes
PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Viña; Patrick de Paula, Gabriel Menino (Raphael Veiga) e Ramires (Bruno Henrique); Zé Rafael (Gustavo Scarpa), Rony (Angulo) e Luiz Adriano (Willian). T.: Vanderlei Luxemburgo
Estádio: Itaquerão, em São Paulo (SP)
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Neuza Ines Back e Daniel Paulo Ziolli
VAR: Thiago Duarte Peixoto
Cartões amarelos: Mateus Vital, Jô e Danilo Avelar (COR); Rony (PAL)
Informações com o repórter Gilson Santullo
Informações do CEAPLA-UNESP Rio Claro
SÃO PAULO, SP (UOL-FOLHAPRESS)
A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (6) o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Alexandre Baldy (PP), durante operação para desarticular um grupo de empresários e agentes públicos que realizavam contratações dirigidas, especialmente na área da saúde.
Preso em São Paulo, Baldy é secretário da gestão do governador João Doria (PSDB) desde o início do ano passado. Ele também já foi ministro das Cidades durante o governo de Michel Temer (MDB) e ainda deputado federal por Goiás.
O Governo do Estado de SP emitiu nota sobre Alexandre Baldy
Os fatos que levaram as acusações contra Alexandre Baldy não têm relação com a atual gestão no Governo de São Paulo. Portanto, não há nenhuma implicação na sua atuação na Secretaria de Transportes Metropolitanos. Na condição de Governador de São Paulo, tenho convicção de que Baldy saberá esclarecer os acontecimentos e colaborar com a Justiça.
AGÊNCIA BRASIL
Policiais federais cumprem hoje (6) seis mandados de prisão e onze de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Distrito Federal. Os alvos são empresários e agentes públicos suspeitos de fazer contratações irregulares para serviços públicos, especialmente na área da saúde. Até as 7h de hoje, três pessoas já tinham sido presas, de acordo com a Polícia Federal (PF).

Os mandados da operação Dardanários estão sendo cumpridos nas cidades de Petrópolis (RJ), Goiânia, Brasília, São Paulo e São José do Rio Preto (SP). A investigação é um desdobramento das operações Fatura Exposta, Calicute e SOS, que tiveram o ex-governador Sérgio Cabral e gestores de seu governo (2007 a 2014) como investigados.
Os investigados responderão pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e após procedimentos de praxe, serão encaminhados ao sistema prisional e ficarão à disposição da justiça.
Os mandados judiciais, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, estão sendo cumpridos pela Delegacia de Repressão a Corrupção e Combate a Crimes Financeiros (Delecor), com apoio do Ministério Público Federal (MPF).
Nesta quarta (5), Rio Claro está com 80 pacientes internados por conta da Covid-19, cinco a menos que no dia anterior.
O número dos pacientes internados pela doença no município caiu pelo terceiro dia seguido. No último Domingo (2) haviam 89 internações , segundo boletim divulgado pela Fundação Municipal de Saúde.
As internações caíram para 86 na segunda, 85 na terça e, finalmente, 80 no dia de hoje. Dos pacientes internados nesta quarta, 28 estão em leitos de UTI.
Vale lembrar que o boletim informativo do coronavírus em Rio Claro também leva em consideração as internações com suspeita de Covid-19.
Rio Claro recebeu na quarta-feira (5) a boa notícia de que o Hospital de Campanha montado para atender pacientes com Covid-19 tem suas instalações e sistema de funcionamento aprovados pelo governo estadual. Com isso, o município dá um passo importante para credenciar o serviço no Ministério da Saúde e, assim, receber mais repasse financeiro do governo federal na pandemia. Mesmo antes da auditoria, o hospital tinha condições legais de funcionamento.
“Isso nos mostra que estamos no caminho certo, trabalhando para oferecer à comunidade rio-clarense o melhor atendimento”, destaca o prefeito João Teixeira Junior, acrescentando que o hospital de campanha é um reforço importante na estrutura de atendimento da saúde, inclusive no período pós pandemia. “Quando a Covid-19 tiver sido superada, o Hospital de Campanha será transformado no centro hospitalar da região norte”, acrescenta Juninho.
O hospital tem 15 leitos em funcionamento e esse número seria ampliado para 26. A auditoria estadual que aprovou o hospital também solicitou uma adequação na quantidade de leitos. Serão 23 leitos, sendo 20 de longa permanência e três de urgência, todos com equipamentos de UTI. O posto de enfermagem também será ampliado. “Iremos acatar essas recomendações do governo estadual e daremos seguimento ao trâmite para o credenciamento do Hospital de Campanha no governo federal, o que representará mais recursos para a saúde no município, um ganho muito importante”, observa Maurício Monteiro, secretário de Saúde.
A partir do credenciamento no Ministério da Saúde, o valor do repasse se dá de acordo com o tipo de tratamento realizado. No caso da síndrome gripal respiratória grave, em que estão incluídos os atendimentos de Covid-19, esse valor é de cerca de 1.600 reais por dia a cada leito de UTI ocupado. Desde que entrou em funcionamento, no dia 15 de julho, o Hospital de Campanha tem se mostrado importante no trabalho do município no atendimento de pessoas contaminadas pelo coronavírus. Já foram atendidos cerca de 90 pacientes que precisaram de internação.
Na segunda-feira (3) a estrutura do Hospital de Campanha passou a contar com novo sistema de fornecimento de oxigênio. O tanque de oxigênio instalado fornece oxigênio para pacientes com necessidade suplementar. Antes isso era feito por meio de cilindros, o que exigia constantemente equipe para manutenção e troca dos cilindros. O tanque permite aumentar a potência do fornecimento do oxigênio e tem capacidade para atender todos os leitos da unidade com vazão e pressão adequadas.
A área verde localizada entre a Avenida Castelo Branco e a Avenida 12, no Jardim São Paulo, passará por uma reurbanização para ganhar pista de caminhada, iluminação pública e paisagismo.
“A prefeitura está cuidando da cidade e oferecendo possibilidade para que mais pessoas façam suas atividades físicas, e parcerias com a iniciativa privada tem permitido ampliar as ações neste sentido”, disse o prefeito João Teixeira Junior ao assinar termo de parceria com a Churrascaria Caçador na manhã desta quarta-feira (5). “Quando passar a quarentena, a comunidade poderá voltar a usar os espaços públicos, como as praças e espaços família”, destacou o prefeito Juninho.
De acordo William Dalmoro, da Churrascaria Caçador, o objetivo do projeto na Castelo Branco é criar um local naquela região de grande desenvolvimento para que as pessoas possam se reunirem e desenvolver suas atividades físicas. Um estudo detalhado na área irá definir todas as melhorias que serão providenciadas na parceria do Programa Adote uma Praça.
O secretário municipal de Governo, Ricardo Gobbi e Silva, ressaltou que quanto mais a iniciativa privada se manifestar interessada nas parcerias com a prefeitura mais a comunidade sai ganhando. “São espaços públicos que ganham uma nova configuração e passam a ser atrativos para as famílias”, destaca Gobbi. O vereador Seron também apoiou a iniciativa de parceria para a revitalização da área na Avenida Castelo Branco.
FÁBIO PUPO E DANIELLE BRANT – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (5) que não é possível prorrogar o auxílio emergencial com valor de R$ 600 mais do que o previsto hoje. “O Brasil não aguenta muito tempo”, disse.
Ele afirmou durante audiência virtual sobre reforma tributária promovida pelo Congresso que a pressão de parlamentares pela ampliação do programa limitou a duração da medida.
A proposta original de Guedes era conceder um valor de R$ 200 para trabalhadores informais, mas depois o Congresso pressionou por uma quantia de R$ 500 a ser estendida também a beneficiários do Bolsa Família. No fim, o governo elevou a quantia para R$ 600 para manter a paternidade do valor concedido.
“Houve ampliação da base e do nível de auxílio. Se fosse R$ 200, ou R$ 300, dava para segurar por seis meses, um ano. Sendo R$ 600, não conseguimos estender mais do que estamos fazendo até agora”, disse Guedes.
Também nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro disse que o auxílio não pode durar muito. “Não dá para continuar muito porque, por mês, custa R$ 50 bi. A economia tem que funcionar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado”, disse Bolsonaro na área interna do Palácio da Alvorada.
No domingo (2), Bolsonaro já havia criticado a ideia de tornar a medida permanente. “Por mês, são R$ 50 bilhões. Vão arrebentar com a economia do Brasil”, disse o presidente.
Nos bastidores, o Ministério da Economia avalia que o auxílio emergencial pode acabar sendo estendido até dezembro. Membros da pasta mencionam preocupação com o impacto fiscal da medida, mas há o entendimento que pressões políticas podem levar à prorrogação (embora defendam um valor menor, de R$ 200).
Guedes defende um valor de R$ 200 porque esse valor representa aproximadamente a média recebida no Bolsa Família. Portanto, segundo essa visão, o auxílio não poderia ser maior do que isso.
O auxílio emergencial já demanda R$ 254,2 bilhões e representa a medida mais cara do pacote anticrise. O programa foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Depois, foi prorrogado por dois meses (até agosto).
Técnicos do Ministério da Economia dizem que o programa tem um custo mensal aproximado de R$ 50 bilhões. Por isso, a prorrogação com as mesmas regras até o fim do ano faria o custo total chegar a R$ 450 bilhões (quase cinco vezes o rombo de todo o governo em 2019, de R$ 95 bilhões).
Para tentar evitar mais meses de auxílio emergencial, o Ministério da Economia está revisando programas sociais (como o abono salarial) para cortar despesas e redesenhar o Bolsa Família, que passaria a ser chamado de Renda Brasil e atenderia mais pessoas com um valor mais alto. O programa, no entanto, ainda está sendo desenhado pela equipe econômica e ainda não tem prazo para sair do papel.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já cobrou o governo para apresentar logo o projeto do Renda Brasil para que o auxílio não seja prorrogado. “O governo precisa parar de fazer discurso sobre o tal Renda Brasil e apresentar o programa ao Congresso. O Congresso tendo espaço, tendo a proposta do governo, vai organizar de forma rápida esse debate e vai, claro, avançar, dentro da realidade fiscal brasileira”, afirmou em 9 de julho.
Outra fonte de recursos, segundo disseram nos últimos dias membros do Ministério da Economia, seria o novo imposto sobre pagamentos, a ser aplicado sobretudo ao comércio eletrônico. Conforme mostrou a Folha de S.Paulo, ele poderia render entre R$ 20 bilhões e R$ 40 bilhões ao Renda Brasil.
Mas o novo tributo, que também financiaria outras medidas (como a desoneração da folha de pagamento), encontra resistências no Congresso.