Boletim policial desta segunda-feira(13)
Informações direto do plantão policial com o repórter Gilson Santullo.
Informações direto do plantão policial com o repórter Gilson Santullo.
Informações do CEAPLA-Unesp de Rio Claro.
Agência Brasil
Em todo país, mais de 814 mil estudantes estão na expectativa pelo resultado da primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que sai amanhã (14). 
Segundo o Ministério da Educação (MEC), mais de 50% desses estudantes – 424.991 mil – disputam 51.924 mil vagas ofertadas em 57 instituições públicas de educação superior do país. O período para matrícula da chamada regular será de 16 a 21 de julho.
Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de terem feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.
Segundo o Ministério da Educação, o Sisu foi desenvolvido para selecionar os candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior que usarão a nota do Enem como única fase de seu processo seletivo.
De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de linguagem, códigos e suas tecnologias; maior nota na prova de matemática e suas tecnologias; maior nota na prova de ciências da natureza e suas tecnologias e maior nota na prova de ciências humanas e suas tecnologias.
O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho.
A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.
Agência Brasil
Os parques estaduais localizados na cidade de São Paulo serão reabertos para visitação a partir desta segunda-feira (13). No entanto, haverá controle do acesso de visitantes aos parques, que permanecerão fechados nos fins de semana, com exceção do Zoológico, do Zoo Safari e do Jardim Botânico. A ideia é que as pessoas frequentem os parques somente para praticar atividades físicas, desde que de forma isolada e mantendo distância de outros visitantes.
O governo paulista recomenda que pessoas que fazem parte de grupo de risco, como idosos ou que tenham comorbidades, continuem mantendo o isolamento e que aqueles que queiram ir aos parques estaduais levem pelo menos duas máscaras, já que o suor pode prejudicar a eficácia do equipamento de proteção. “Minha recomendação é ter duas máscaras”, disse o governador João Doria. Ele explicou que a primeira máscara, que deve permitirar a respiração durante a atividade física, pode ficar úmida depois disso e tem que ser trocada. Ao chegar em casa, é preciso lavar as duas máscaras”, acrescentou.
O uso de máscara será obrigatório em todos os parques estaduais. Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, haverá totens com álcool gel em pontos estratégicos de cada um deles. A secretaria administra 16 parques estaduais na capital paulista, sendo 11 urbanos, dois ambientais e três naturais (Zoológico, Zoo Safari e Jardim Botânico). A abertura desses locais está sendo permitida somente para municípios que estejam localizados em regiões que estão na Fase 3-Amarela do Plano São Paulo.
O plano é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). Ele também é regionalizado, ou seja, o estado foi dividido em 17 regiões [com a região metropolitana dividida em cinco sub-regiões] e cada uma delas é classificada em uma fase.
Os parques estaduais urbanos Villa-Lobos, Candido Portinari, Água Branca e Ecológico do Tietê, localizados na cidade, vão funcionar de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. No entanto, alguns espaços desses parques, como bibliotecas, salas de atividades, museus e orquidários, permanecerão fechados. A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente recomenda visitas aos parques apenas para atividades físicas individuais como corridas, caminhadas e ciclismo.
O mesmo horário será seguido pelos parques estaduais naturais Jaraguá e Cantareira (Núcleo Pedra Grande),mas as visitas deverão ser marcadas com antecedência mínima de 24 horas por meio do site da Fundação Florestal, órgão responsável pelas duas unidades de conservação. Nesses locais será obedecido o limite de 30% de sua capacidade. As trilhas com ocorrência de mamíferos e cachoeiras permanecerão fechadas.
Já o Zoológico, o Zoo Safari e o Jardim Botânico estarão abertos de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h; e aos sábados, domingos e feriados das 9h às 16h, com restrição de 50% de venda dos ingressos. Nesta etapa, apenas a área de visitação aberta poderá ser frequentada. Os espaços fechados, tais como as exposições educativas, continuarão sem receber visitantes.
Para visitação ao Zoo Safári, será permitido uso apenas de veículos particulares (o serviço de vans estará suspenso). O acesso às áreas comuns, como sanitários, lanchonetes e loja de lembranças, será permitido mediante utilização de máscara. Para o acesso de veículos, haverá desinfecção das rodas por meio de pulverizador e solução de hipoclorito de sódio na portaria.
Os protocolos estão disponíveis no site da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente.
Os parques temáticos e de diversão, porém, só poderão reabrir a partir de 12 de outubro em regiões que estejam na Fase 4-Verde do Plano São Paulo há pelo menos 28 dias consecutivos. No momento, nenhuma região do estado está nesta fase.
Quando forem reabertos, os parques temáticos terão que obedecer a protocolos que estabelecem ocupação máxima de 60%, público em pé com distanciamento social e uso obrigatório de máscaras em todos os ambientes.
Agência Brasil
A Caixa credita hoje (13) saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores nascidos em março.
O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.
O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.
Para sacar os recursos, o trabalhadores nascidos em março terão que esperar até o dia 22 de agosto.
O crédito dos recursos na poupança social começou no dia 29 de junho para trabalhadores nascidos em janeiro. Nesse caso, o saque será liberado no próximo dia 25.
Confira o calendário de pagamento:
| Mês de nascimento | Dia do crédito na conta poupança social digital | data para saque em espécie |
|---|---|---|
| janeiro | 29 de junho | 25 de julho |
| fevereiro | 06 de julho | 08 de agosto |
| março | 13 de julho | 22 de agosto |
| abril | 20 de julho | 05 de setembro |
| maio | 27 de julho | 19 de setembro |
| junho | 03 de agosto | 03 de outubro |
| julho | 10 de agosto | 17 de outubro |
| agosto | 24 de agosto | 17 de outubro |
| setembro | 31 de agosto | 31 de outubro |
| outubro | 08 de setembro | 31 de outubro |
| novembro | 14 de setembro | 14 de novembro |
| dezembro | 21 de setembro | 14 de novembro |
Caso não haja movimentação na conta digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com a devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.
A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.
BERNADETE DRUZIAN
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –
Um policial usou de violência para conter uma mulher negra, de 51 anos, durante uma confusão por causa de atividade comercial em um bar na zona sul de São Paulo, durante a pandemia de Covid-19.
Um vídeo gravado por moradores e exibido pelo Fantástico, da TV Globo, no domingo (12), mostra uma sequência de ações da PM durante uma ocorrência na tarde de sábado, 30 de maio, em Parelheiros, por causa de um cliente que estacionou o veículo com som em alto volume, enquanto consumia no local.
A dona do bar, viúva, com cinco filhos e dois netos, foi agredida por um dos policiais ao tentar defender um amigo, que fora dominado pelo PM e estava imobilizado, no chão. Ela conta ao repórter da TV que pedia ao policial para não bater mais no homem, que segundo ela, já estava desfalecido e tinha tomado joelhadas no rosto.
Foi nesse momento que o segundo policial, que estava armado e abordando outras pessoas, se aproximou da mulher e a empurrou para uma grade. A vítima relata que tomou três socos e foi derrubada com uma rasteira. Na queda, ela diz ter fraturado a tíbia.
O vídeo não mostra essa parte do ocorrido, mas, na sequência, a mulher aparece deitada de bruços, no meio-fio, ao lado de um carro, com o PM pisando em seu pescoço. Ele chega a apoiar todo o peso do corpo sobre a vítima.
Depois, o policial algema a mulher e a arrasta até a calçada. No relato, a comerciante disse que desmaiou quatro vezes e que se debatia, mas a violência não parava. “Quanto mais eu me debatia, mais ele apertava a botina no meu pescoço”, contou.
Ainda segundo a reportagem, os policiais alegaram que foram atacados com uma barra de ferro e estavam se defendendo. Eles registraram um boletim de ocorrência por desacato, lesão corporal, desobediência e resistência.
A comerciante foi atendida num hospital com ferimentos no rosto, nas costas e com a perna quebrada. Depois, foi levada para uma delegacia, onde ficou detida até o dia seguinte.
O governador João Doria declarou, na noite de domingo, por meio de redes sociais: “Os policiais militares que agrediram uma mulher em Parelheiros, na Capital de SP, já foram afastados e responderão a inquérito. As cenas exibidas no Fantástico causam repulsa. Inaceitável a conduta de violência desnecessária de alguns policiais. Não honram a qualidade da PM de SP”.
IVAN MARTÍNEZ-VARGAS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –
Comer em um restaurante em São Paulo voltou a ser possível desde a última segunda-feira (6), mas com protocolos de segurança e distanciamento social que tornam a operação do negócio mais difícil de se viabilizar.
As normas restringem horário de funcionamento a seis horas (e até as 17h), limitam a capacidade a 40% e proíbem mesas nas calçadas. Há exigência do uso de máscara a todos e de viseiras por garçons.
Para o cliente, com todas as novas regras, a experiência de sentar em uma mesa em meio à pandemia causa estranhamento.
O receio da contaminação não é de todo eliminado, o que tem se traduzido em uma baixa taxa de ocupação nos restaurantes, mesmo entre os mais famosos e tradicionais da capital paulista.
“Reabrimos primeiro em Madri, onde os protocolos permitiam mesas em terraço e calçadas e o público compareceu em peso. Aqui, há um pouco mais de medo. Em todos os restaurantes o movimento fraco é resultado disso, estamos com mil mortos [por coronavírus] por dia no país”, diz Diego Iglesias, diretor-executivo do Grupo Rubayat.
“Não fizemos a conta para a reabertura, mas vimos que ela não vai fechar ainda. A decisão foi mais a de reabrir para o cliente saber que já pode vir, para o boca a boca voltar”, afirma ele.
A empresa tem nove operações em cinco países (Brasil, Argentina, Chile, México e Espanha). Dessas, cinco foram reabertas: duas em São Paulo, uma no Rio de Janeiro e duas em Madri.
A maioria dos restaurantes (59%) em São Paulo decidiu não reabrir as portas ainda, segundo a Abrasel (associação de bares e restaurantes). O motivo? Protocolos inviabilizam a operação em muitos casos, diz a entidade.
“Queremos a ampliação e a flexibilização desse horário, que hoje impossibilita que bares e pizzarias tenham serviço de salão à noite. Ao menos que as seis horas de funcionamento possam ser adequadas ao horário que faça mais sentido para o negócio”, diz Percival Maricato, presidente da associação em São Paulo.
Maricato estima que 20% do setor tenha fechado as portas de vez e diz temer que mais 20% possam falir até o fim do ano se operar no prejuízo.
A unidade mais famosa do Rubayat, A Figueira, no bairro dos Jardins, pôde manter seu salão principal com 180 lugares, devido ao distanciamento das mesas, que sempre foi de mais de dois metros. Cerca de 30% da equipe voltou ao trabalho nessa primeira fase.
“O alvará permitia 460 lugares, mas sempre trabalhamos com menos. Aqui vem mais gente do que na unidade da Faria Lima, que recebeu 12 pessoas no primeiro dia”, diz Iglesias.
Com pé direito alto, teto de vidro e uma árvore centenária no meio do salão, A Figueira tem atraído quem tem medo de lugares fechados, mas deseja almoçar fora mesmo assim.
“O restaurantes é bem arejado, então é como se você estivesse em casa, e tem álcool gel na mesa, cardápio digital. Mudou muita coisa, mas acho isso bom, me senti seguro”, disse o advogado Marco Antonio Junqueira, que almoçou no local na última sexta (10).
O movimento da semana ainda está muito aquém do registrado normalmente, segundo Iglesias. No Figueira, oscilou entre 20% e 50% do normal, com maior comparecimento de quinta a sábado.
“A restrição de horário derruba o faturamento porque o tíquete médio é maior à noite. De dia, o consumo por cliente tem se mantido, e as pessoas passaram a beber no horário do almoço com mais frequência”, diz. Os custos devem subir 6%, mas a empresa não prevê repassar a alta à clientela, e nem fazer demissões ainda.
Quem vai à primeira unidade da rede Fogo de Chão a reabrir na capital paulista, em Moema, encontra todos os garçons de luvas, máscaras e viseiras, conforme os novos protocolos determinados pela prefeitura. O salão tem menos da metade das mesas da pré-pandemia, também para seguir as normas.
Na última sexta por volta das 14h, a casa estava próxima de 60% de sua lotação. Entre os frequentadores, famílias com crianças, amigos e até casais de idosos.
Ao chegar, o consumidor tem a temperatura medida. Na mesa, o cliente pode pedir álcool em gel. Os talheres vêm embalados e o tradicional guardanapo de pano precisou ser substituído pelo de papel.
No bufê de saladas, agora há um cercadinho com um garçom que serve no prato o que o cliente desejar. O cardápio é digital: com o celular, o cliente acessa o menu via internet, por meio de um QR Code.
O modelo do rodízio é uma das poucas coisas que não mudaram: os garçons ainda passam nas mesas com espetos oferecendo diferentes cortes de carne a cada cliente.
No grupo Fasano, que já abriu quatro de suas nove unidades, entre 50% e 60% do pessoal voltou a trabalhar, depois de um treinamento que envolveu até provas online sobre o protocolo, além de simulações presenciais.
Na primeira semana, o movimento foi puxado por clientes que já costumavam frequentar os restaurantes, segundo Mayra Chinellato, diretora de alimentos e bebidas da empresa.
“Se você fizer uma conta na ponta do lápis, não abre. No primeiro dia, fizemos 50% do faturamento normal”, diz ela. No fim de semana, o índice subiu a 70%.
A Secretaria de Saúde de Rio Claro divulgou no domingo (12) boletim que confirma 1.627 casos positivos de coronavírus na cidade. Os seis novos casos são de pessoas que estão em isolamento domiciliar.O número de pacientes internados por coronavírus é 64, incluindo casos suspeitos, sendo que 30 pessoas recebem cuidados em leitos do SUS e 34 na rede particular. Deste total, 20 pacientes estão em UTI, sendo 14 na rede pública e seis em hospitais particulares.O município tem 50 óbitos confirmados por coronavírus e dois em investigação. Até o momento 867 pessoas se recuperaram da doença.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.278 da Mega-Sena sorteadas neste sábado (11), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. Com isso, o prêmio para o próximo concurso, que ocorrerá, excepcionalmente, na terça-feira (14), está estimado em R$ 44 milhões.
Os números sorteados foram 08, 17, 34, 37, 43 e 45.
Já a quina teve 98 apostas vencedoras que vão receber, cada uma, R$ 35.640. A quadra teve 6.533 apostas vencedoras e paga prêmio de R$ 763 a cada.
Tradicionalmente, a Mega-Sena tem dois sorteios semanais, aos sábados e quartas-feiras. Em julho, no entanto, a Caixa promove a mega semana das férias, com três concursos na próxima semana, que ocorrerão na terça-feira, quinta-feira (16) e sábado (18).
As apostas para o próximo concurso da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h de terça-feira. Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.
Faleceu neste domingo(12), em Rio Claro, aos 40 anos, o publicitário Eber Novo. De acordo com informações de familiares ele foi encontrado sem vida hoje pela manhã em sua residência.
A causa da morte ainda está sendo apurada, mas há vários anos Eber tratava de problemas renais e por diversas oportunidades em entrevistas ao JC, abordou as dificuldades dos pacientes do serviço de hemodiálise.
Eber Novo trabalhou durante muito tempo como cinegrafista, produtor do programa Liquidificador e era muito querido por todos.
Mais informações a qualquer momento.
A Polícia Militar de Rio Claro atendeu ocorrência de acidente com vítima fatal na noite deste sábado (11 ) na Avenida M-49 com Rua M-11, no bairro São José, no Grande Cervezão. De acordo com o boletim de ocorrência, João Henrique Ceregato, 27 anos, foi encontrado sem vida ao lado de uma bicicleta e próximo de um barranco.
O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) do Necrotério Municipal na Avenida da Saudade para exame do legista.
Tragédia
Na noite deste sábado(12) em Piracicaba um acidente de moto tirou a vida de outro rio-clarense. Confira
Um acidente com vítima fatal aconteceu na noite de sábado(11) na SP-308, próximo do bairro Santa Terezinha, em Piracicaba. Thiago Henrique São Pedro, 35 anos, natural de Rio Claro, morreu na primeira entrada de uma estrada de terra. A vítima conduzia a motocicleta e teria se chocado contra uma mureta, na entrada de Santa Olimpia, próximo a Granja, e veio a óbito no local.
A Polícia Rodoviária da região de Piracicaba atendeu a ocorrência.
Thiago sera sepultado nesta segunda (13) as 10h15, saindo o feretro do velório Parque das Palmeiras, em Rio Claro (SP) para o cemitério Evangélico.
Outro acidente com vítima fatal envolvendo um rio-clarense foi registrado em Rio Claro neste sábado(12) no Cervezão. Acesse!