Rio Claro registra 14 novos casos de coronavírus

Rio Claro registrou 14 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, conforme boletim divulgado neste sábado (26). O município totaliza 6.359 casos, com 5.773 pacientes recuperados e 163 óbitos.

O município de Rio Claro tem 404 pacientes em isolamento domiciliar e 42 hospitalizados, sendo 19 em leitos públicos e 23 em leitos particulares. Dos 42 internados, 15 estão em unidades de terapia intensiva.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização.

Araras confirma mais uma morte e chega a 90 óbitos em decorrência da covid-19

A Vigilância Epidemiológica de Araras confirmou mais uma morte em decorrência da covid-19 e, com ela, a cidade chega a 90 óbitos relacionados à doença desde o início da pandemia, em março deste ano. O paciente estava internado e faleceu neste sábado (26).

Segundo o último balanço epidemiológico, Araras registra 5.937 casos confirmados da doença provocada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Entre os ararenses que testaram positivo, há 15 internados atualmente – 3 deles na UTI e 12 na enfermaria covid, somando dados da Santa Casa de Misericórdia e do Hospital Unimed. Há ainda outros 4 pacientes internados aguardando resultado de exame para diagnóstico do caso.

O novo coronavírus tem transmissão comunitária em Araras desde abril, ou seja, não é mais possível determinar como aconteceu o contágio dos pacientes.

SP registra 5,6 mil casos de COVID-19 por dia, mil a mais que a média do final de novembro

O Estado de São Paulo registrou diariamente 5,6 mil novos casos do novo coronavírus nesta semana epidemiológica (52), mil a mais que a média verificada verificado no final de novembro, durante a semana 48. No mesmo período, o número de novos óbitos ultrapassou 111 mortes por dia.

Visando à redução dos indicadores frente à evolução da doença, entre ontem (25) até domingo (27) vigora em caráter extraordinário a fase vermelha do Plano São Paulo, conforme definido pelo Governo do Estado nesta semana.

No decorrer da pandemia, até este sábado (26), já são 45.808 mortes e 1.423.340 casos confirmados.

Entre o total de casos diagnosticados de COVID-19, 1.250.993 pessoas estão recuperadas, sendo que 152.346 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 66% na Grande São Paulo e 61,4% no Estado. O número de pacientes internados é de 10.264, sendo 5.609 em enfermaria e 4.655 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 11h deste sábado.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 604 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada também em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Perfil da mortalidade
Entre as vítimas fatais estão 26.340 (57,5%) homens e 19.468 (42,5%) mulheres. Os óbitos permanecem concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,8% das mortes.
Observando faixas etárias, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (11.892), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (10.814) e 80 e 89 anos (9.413). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (53), 10 a 19 anos (77), 20 a 29 anos (362), 30 a 39 anos (1.293), 40 a 49 anos (2.947), 50 a 59 anos (5.874) e maiores de 90 anos (3.083).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (59,9% dos óbitos), diabetes mellitus (43,3%), doenças neurológicas (10,8%), renal (9,3%), obesidade (8,5%) e pneumopatia (8,3%). Outros fatores identificados são imunodepressão (5,5%), asma (3,1%), doenças hepáticas (2%) e hematológica (1,7%), Síndrome de Down (0,4%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). Esses fatores de risco foram identificados em 36.775 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,3%).

Perfil dos casos
Entre as pessoas que já tiveram confirmação para o novo coronavírus estão 661.181 homens e 755.541 mulheres. Não consta informação de sexo para 6.618 casos.

A faixa etária que mais concentra casos é a de 30 a 39 anos (336.322). As demais são: menores de 10 anos (35.750), 10 a 19 (71.459), 20 a 29 (246.881), 40 a 49 (290.171), 50 a 59 (210.685), 60 a 69 (128.785), 70 a 79 (64.524), 80 a 89 (29.460) e maiores de 90 (8.178). Não consta faixa etária para outros 1.125 casos.

Cordeirópolis realiza o plantio de 288 mudas em homenagem as crianças nascidas e 2020

Cordeirópolis ganhou mais 288 árvores que irão contribuir com o meio ambiente do município.

Os bebês que nasceram neste ano e que são moradores de nossa cidade foram homenageados no plantio de árvores realizado na manhã desta quarta-feira (23) pela Secretaria de Meio Ambiente.

Participaram do encontro a secretária de Educação e primeira-dama, Angelita Ortolan, a vereadora, Sandra Santos, o coordenador da Secretaria de Meio Ambiente, Cândido da Silva e a psicóloga e ex-vereadora, Liliane Broeto, autora da Lei n° 2695, de 21/12/2010.

A ação ocorreu no Distrito Industrial Flamínio Levy. O objetivo da Lei é plantar uma muda para cada bebê cordeiropolense que nasceu durante o respectivo ano. Além disso, visa a preservação do meio ambiente, criando uma nova cultura de ações que são estendidas para diferentes espaços públicos.

“É uma forma de homenagear as crianças e ao mesmo tempo conscientizar a população sobre o cuidado e a importância de contribuir com o nosso meio ambiente”, disse Liliane.

Segundo o coordenador da Secretaria de Meio Ambiente, Cândido da Silva, o projeto tende a continuar nos próximos anos. “Uma vida precisa ser comemorada a todo o momento e, aqui em Cordeirópolis, vamos homenageá-la com o plantio de uma árvore nativa.

Com mais este programa, a nossa intenção é arborizar a área urbana do município e criar uma ação permanente de preservação do meio ambiente”, adiantou Silva.

O projeto traz benefícios a todos, pois a arborização proporciona o aumento da umidade relativa do ar, atenuação sonora, maior conforto térmico, nos dão sombra, filtram a poluição, absorvem a água da chuva, evitando enchentes, e até bloqueiam a entrada de barulho e poeira em nossas casas – sem contar que deixam qualquer lugar mais bonito.

Sob nova direção, PF tem aumento de valores e bens apreendidos em 2020

MARCELO ROCH – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS ) – Números da Polícia Federal apontam que as apreensões de valores e bens nas investigações de combate à corrupção e desvio de recursos públicos aumentaram em 2020.
Até novembro, segundo a corporação, o montante chegou a R$ 6,1 bilhões.

Foram 281 operações, incluídas aquelas contra o desvio de recursos destinados ao combate à Covid-19.

O valor é superior à soma dos resultados obtidos em 2019 –R$ 2,7 bilhões– e em 2018 –R$ 2,5 bilhões.

Procurado, o ministro André Mendonça (Justiça) não quis comentar sobre os resultados da pasta, à qual a PF é subordinada. Ele assumiu o posto em abril deste ano, após Sergio Moro deixar o governo acusando Jair Bolsonaro de tentar interferir na corporação.

Informações consolidadas sobre o desempenho da polícia nas ações contra o crime de colarinho-branco eram aguardadas com expectativa em setores do governo federal.

O primeiro ano da administração do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fechou com resultados próximos ao do período imediatamente anterior, na gestão de seu antecessor, Michel Temer (MDB).

O relatório de gestão do Ministério da Justiça de 2019, divulgado no início do ano, mostrou que a PF ficou aquém da meta no quesito operações especiais –15% menor se comparada a 2018.

São operações especiais, segundo a pasta, aquelas ações executadas com o emprego de técnicas de investigação como monitoramento telemático, análise de material obtido por meio da quebra de sigilo financeiro e fiscal ou atuação com outros órgãos.

Entram nessa classificação também operações cuja soma de mandados de busca e apreensão e de prisões seja superior a dez ordens judiciais na etapa de deflagração. As ações da Operação Lava Jato são exemplos.

Pesquisa do Datafolha de dezembro de 2019 revelou que 50% dos entrevistados consideraram o governo federal ruim ou péssimo em iniciativas de combate à corrupção.

Episódios como a investigação sobre o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho mais velho do presidente, no caso das “rachadinhas”, e a apuração sobre o laranjal do PSL, revelado pela Folha, reforçaram essa percepção.

Ainda enquanto ministro da Justiça, Moro disse que não houve prejuízo ao enfrentamento do crime de corrupção e que a preocupação era com a qualidade das operações, focadas em alvos estratégicos.

Aliados de Moro dizem que o resultado operacional de sua gestão sofreu impacto por motivos alheios à pasta. Por exemplo, uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) do ano passado que paralisou, por seis meses, investigações em todo o país com dados do Coaf, órgão de inteligência financeira que monitora transações suspeitas.

Quatro meses após o ex-ministro ter deixado o cargo, Bolsonaro foi às redes sociais e afirmou que “como num passe de mágica” as operações da PF passaram a ser realizadas.

O montante de valores e bens apreendidos nos últimos meses é um indicativo de que houve, sim, um incremento operacional. Porém, seria exagero creditar o resultado somente à atual gestão, dizem investigadores ouvidos pela Folha.

O presidente da ADPF (Associação de Delegados da Polícia Federal), Edvandir Paiva, disse que é preciso aguardar mais informações para entender as razões do aumento.

“É cedo para dizer se é fruto desta ou da gestão passada ou ainda de gestões anteriores”, afirmou Paiva. “Mas o dado revela que a PF não ficou parada neste ano tão difícil.”

O agente federal Flávio Werneck, diretor jurídico da Fenapef (Federação Nacional de Policiais Federais), afirmou que a proposta de atuação da corporação, até pouco tempo bastante focada em corrupção, sofreu ajustes, muito até em razão da Lava Jato.

Outras áreas, como o narcotráfico, ganharam espaço na agenda policial nos últimos dois anos, segundo ele.

O economista Bruno Brandão, diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, disse que, embora a entidade não tenha recebido dados oficiais, há informes que apontam para “um expressivo incremento de operações anticorrupção em relação a anos anteriores”. Sobretudo, frisou ele, em razão das investigações contra o desvio de recursos destinados ao combate da Covid-19.

Brandão afirmou que a polícia não é hoje o foco de maior preocupação da entidade em razão do fortalecimento institucional das últimas duas décadas. “O que não é impossível de ser desconstruído, mas tem uma solidez institucional”, disse.

Ele alertou que as unidades regionais estão mais sujeitas à captura política do que o comando central em Brasília.

“Um bom termômetro são os filhotes da Lava Jato. A Lava Jato espalhou filhotes por várias partes do Brasil. Quais delas avançaram, quais não avançaram? A maioria não avançou.”

França, Espanha e Suécia detectam casos de mutação do coronavírus

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pelo menos seis casos de contaminação por uma nova linhagem do coronavírus potencialmente mais transmissível foram confirmados fora do Reino Unido, onde a variante foi inicialmente detectada.

Os novos registros foram anunciados entre a sexta-feira (25) e este sábado (26) na França (1 caso), na Espanha (4 casos) e na Suécia (1 caso). Não há indícios de que a cepa cause uma versão mais grave da Covid-19.

A nova linhagem, anunciada no dia 13 de dezembro, levou mais de 40 países a bloquearem a entrada de viajantes do Reino Unido nos últimos dias e instaurou um endurecimento da quarentena em Londres e outras regiões da Inglaterra na véspera do feriado de Natal.

Segundo o ECDC (European Centre for Disease Prevention and Control), a nova linhagem tem uma transmissibilidade até 70% superior ao que se tem como parâmetros atualmente (entenda aqui o que significa a mutação).

Especialistas afirmam que mutações mais acentuadas em vírus que se espalham muito rapidamente são esperadas, mas não devem afetar a eficácia das vacinas distribuídas e testadas contra a Covid-19.

O primeiro caso positivo da nova variante do vírus na França foi detectado em um francês residente no Reino Unido e que está assintomático, informou o Ministério da Saúde francês em um comunicado. Segundo o texto, a pessoa foi isolada em quarentena.

Segundo o previsto no protocolo implantado após a descoberta dessa cepa no sudeste da Inglaterra, foi solicitado um sequenciamento genético do vírus que contagiou o cidadão francês ao Centro Nacional de Referência de Vírus e Infecções Respiratórias (CNR), que confirmou na sexta-feira (25) a infecção pela variante.

“As autoridades sanitárias procederam o rastreamento de contatos dos profissionais de saúde que cuidaram do paciente e das pessoas com as quais teve contato para que façam um isolamento estrito”, acrescentou o comunicado. Segundo o ministério francês, várias outras amostras de casos que podem ser da nova variante estão em análise.

Neste sábado (26) a Espanha confirmou a chegada da linhagem em seu território com o anúncio de que foram detectados quatro casos de infecção pela variante.

As quatro infecções estão vinculadas a pessoas que chegaram recentemente do Reino Unido, afirmou Antonio Zapatero, vice-conselheiro de Saúde Pública da região de Madri, em uma entrevista coletiva.

“A situação dos pacientes confirmados não é grave, sabemos que a cepa é mais transmissível, mas não provoca gravidade”, disse. “Não se deve tomar a notícia com nenhum tipo de nervosismo.”

O país tem outros três casos suspeitos da variante, mas ainda aguarda os resultados dos exames.

A agência sueca de saúde disse que a mutação do coronavírus foi identificada num viajante que tinha ido ao Reino Unido para as festas de Natal –ele está em isolamento desde o diagnóstico.

A Suécia figura entre os países que impuseram restrições de viagens a passageiros oriundos do Reino Unido desde o anúncio da variante mais contagiosa.

Até o momento, a nova linhagem não foi registrada fora da Europa. No Brasil, o Ministério da Saúde recomendou que as pessoas que vierem do Reino Unido com sintomas da Covid-19 fiquem dez dias em isolamento após o início dos sinais da doença. Em muitos casos de infecção pelo coronavírus as pessoas não manifestam nenhum sintoma, o que pode tornar o medida ineficaz para conter a chegada da variante ao país.

Na quarta-feira (23) o Reino Unido anunciou que encontrou uma segunda nova linhagem, também mais transmissível do que as detectadas anteriormente. Segundo o governo britânico, a variante teria origem na África do Sul, o que levou a nação europeia a restringir a entrada de viajantes vindos do país africano.

Anvisa fiscaliza desembarque de voo do Reino Unido em São Paulo

AGÊNCIA BRASIL

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou, na madrugada de sexta-feira (25), ações de fiscalização e acompanhamento no último voo vindo do Reino Unido, antes do início da proibição de pouso em solo brasileiro, prevista na Portaria 648/2020. Segundo a agência reguladora, nenhum passageiro ou tripulante declarou ter sintomas de covid-19 durante o voo.

A aeronave chegou ao Aeroporto Internacional de São Paulo, localizado em Guarulhos, e os procedimentos de desembarque foram acompanhados por fiscais da Anvisa,  delegados da Receita Federal e da Polícia Federal.

Conforme a Anvisa, os cuidados na operação incluíram proibição de acesso ao Duty Free, no desembarque dos passageiros pelo Terminal 3, feito em horário reservado. A operação durou aproximadamente 45 minutos, sem registro de intercorrência.

Portaria

A portaria proibiu, em caráter temporário, a entrada no país de voos com origem ou passagem pelo Reino Unido e Irlanda do Norte. A medida foi adotada após ter sido identificada nesses países uma variante do novo coronavírus (covid-19) que, segundo especialistas, teria uma capacidade de transmissão superior à das versões até então conhecidas.

Os passageiros receberam mensagem sonora dentro da aeronave, em solo brasileiro, informando que ao ingressar no país, deveriam permanecer em quarentena por 14 dias, que haveria fiscalização no interior da aeronave, antes do desembarque. Os passageiros e tripulantes foram orientados sobre o monitoramento dos viajantes por autoridades brasileiras de saúde.

Foi feita também a solicitação de informações sobre os passageiros e tripulantes à empresa aérea e as informações foram enviadas para autoridades competentes. Após o desembarque foram cumpridos os procedimentos de limpeza e desinfecção da aeronave e acompanhamento dos passageiros até a área de imigração, tendo sido orientados para o distanciamento social e evitando a aglomeração.

“Não dou bola pra isso”, diz Bolsonaro, sobre Brasil estar atrás na vacinação contra Covid-19

RENATO MACHADO – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste sábado (26) que não se sente pressionado pelo fato de outros países já terem começado a vacinar sua população contra o novo coronavírus, argumentando que não dá “bola pra isso”.

As declarações foram dadas após um longo passeio na manhã deste sábado por Brasília, no qual ele parou em diversos momentos para falar com apoiadores. Em nenhum deles usou máscara.

“Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso”, disse após ser questionado por jornalistas, se havia pressão pelo fato de outros países terem começado a imunizar a população.

“É razão, razoabilidade, é responsabilidade com o povo você não pode aplicar qualquer coisa no povo”, completou.

Países como Estados Unidos, Reino Unido, Chile, entre outros, começaram a aplicar vacinas contra a Covid-19 em sua população.

O presidente também voltou a afirmar que os laboratórios não se responsabilizam por efeitos colaterais das vacinas. Esse vem sendo um dos argumentos para justificar sua decisão de não assumir responsabilidade por eventuais reações adversas das imunizações.

“Tudo que eu vi até agora em vacina que poderão ser disponíveis tem uma cláusula que diz o seguinte, tá? Eles não se responsabilizam por qualquer efeito colateral”, disse.

O presidente provocou aglomeração em praticamente todas suas paradas. Inicialmente, Bolsonaro parou em uma padaria e uma casa lotérica, no bairro Cruzeiro.

Depois seguiu para o Setor Militar Urbano, mas não visitou nenhuma autoridade. Parou rapidamente em uma quadra de futebol fechada, mas permaneceu poucos minutos. Em seguida, parou o comboio em uma rua, para conversar com o público.

No Sudoeste, parou em uma papelaria, onde voltou a tirar fotos com apoiadores. Saiu sem nenhum produto nas mãos.

No setor de oficinas do Sudoeste, provocou novamente aglomeração na chamada praça das Motos, quando tirou novamente fotos e cumprimentou apoiadores.

Valor do IPVA 2021 já está disponível para consulta

Os proprietários de veículos registrados no Estado de São Paulo podem conferir o valor do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2021 em toda a rede bancária autorizada a partir desta terça-feira (22). A consulta pode ser realizada nos terminais de autoatendimento, internet banking  e aplicativos de celular disponibilizados pelos bancos, bastando informar o número do Renavam.

É possível verificar diretamente no portal da Secretaria da Fazenda (portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/ipva/), mediante o número do Renavam e placa do veículo. Também é no portal da Fazenda que proprietários de veículos para pessoas com deficiência (PCD) poderão consultar se permanecerão com o benefício de isenção do IPVA ou se já deverão se programar para pagar o imposto de 2021.

O proprietário tem até a data de vencimento da placa (veja tabela) para quitar o imposto em cota única, com desconto, ou pagar a primeira parcela do tributo.

A partir de 4 de janeiro de 2021, o contribuinte que desejar também pode optar pelo licenciamento antecipado e realizar o pagamento independentemente do número final da placa do veículo:

  • em cota única, até o dia 20 de janeiro de 2020,com desconto de 3%;
  • em cota única, até o dia 25 de fevereiro de 2020,sem desconto;
  • até o dia 22 de março de 2020, relativamente ao pagamento da terceira parcela, quando tenha ocorrido a opção pelo parcelamento.

Quem deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

Calendário de vencimento do IPVA 2021

Automóveis, Caminhonetes, Ônibus, Micro-ônibus, Motos e similares
MêsJaneiroFevereiroMarço
Parcela1ª Parcela ou Cota Única COM Desconto2ª Parcela ou Cota Única
SEM Desconto
3ª Parcela
PlacaDia do VencimentoDia do VencimentoDia do Vencimento
Final 17/19/29/3
Final 28/110/210/3
Final 311/111/211/3
Final 412/112/212/3
Final 513/118/215/3
Final 614/119/216/3
Final 715/122/217/3
Final 818/123/218/3
Final 919/124/219/3
Final 020/125/222/3
Caminhões
MêsJaneiroMarçoAbrilJunhoSetembro
ParcelaCota Única COM Desconto1ª ParcelaCota Única SEM Desconto2ª Parcela3ª Parcela
PlacaDia do VencimentoDia do VencimentoAbrilJunhoSetembro
Final 17/19/315/415/615/9
Final 28/110/3
Final 311/111/3
Final 412/112/3
Final 513/115/3
Final 614/116/3
Final 715/117/3
Final 818/118/3
Final 919/119/3
Final 020/122/3

Corinthians enfrenta o Botafogo de olho no G6 do Campeonato Brasileiro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Corinthians visita o Botafogo neste domingo (27), no Engenhão, às 16h, e precisa da vitória para se aproximar do G6 do Brasileiro. A partida entre as equipes é válida pela 27º rodada do campeonato.

Além de buscar a vitória, o time paulista tenta manter a invencibilidade como visitante sob o comando de Vagner Mancini. O técnico ainda não viu a sua equipe perder uma partida fora de casa. Foram cinco jogos fora da Neo Química Arena pelo Brasileiro, com três vitórias e dois empates.

Uma das novidades é a entrada do zagueiro Jemerson no lugar de Bruno Méndez, que está suspenso.

O volante Cantillo deve voltar contra o Botafogo após se recuperar de um estiramento na coxa. O colombiano foi um dos destaques da vitória da equipe corintiana sobre o clássico contra o São Paulo.

O goleiro Cássio só volta aos treinos na segunda-feira. O defensor do Corinthians está de repouso após bater a cabeça na partida contra o Goiás. Walter deve entrar em seus lugar.

Ao longo de seus 26 jogos pelo Campeonato Brasileiro, o Corinthians ocupa, no momento, a nona colocação, com 36 pontos, cinco a menos do que o Palmeiras, o primeiro time dentro do G6.

Em situação complicada no Brasileiro, o Botafogo precisa da vitória para sair da zona de rebaixamento. Com 23 pontos, o time carioca está na 18ª colocação da tabela, com três pontos a mais que o lanterna Goiás.

Logo de cara, o time não vai contar com Bruno Nazário. Após se recuperar do Covid-19, o meia chegou a treinar, mas não foi relacionado para o confronto. Com lesão na coxa esquerda, Keisuke Honda também está fora.

Nos treinos, Barroca testou opções. O ataque deve ter mudanças, uma vez que Kalou e Warley não foram bem contra o Coritiba. Lecaros e Matheus Babi são alternativas.

BOTAFOGO
Diego Cavalieri; Kevin, Marcelo Benevenuto, Kanu, Victor Luis; Zé Welison, Caio Alexandre, Cícero; Warley (Lecaros), Kalou (Matheus Babi) e Pedro Raul.

CORINTHIANS
Walter; Fagner, Marllon (Jemerson), Gil e Fábio Santos; Gabriel e Cantillo (Gustavo Silva); Ramiro, Cazares e Otero; Jô. Técnico: Vagner Mancini

Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro
Horário: 16h deste domingo
Árbitro: Heber Roberto Lopes (PR)

Santos enfrenta o Ceará com a possível despedida de Veríssimo

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHARPESS) – O Santos entrará em campo neste domingo (27), na Vila Belmiro, à 18h15, contra o Ceará, pela 27ª rodada do Brasileirão. O jogo pode representar a despedida de Lucas Veríssimo.

O Santos encaminhou a venda de Veríssimo para o Benfica, de Portugal, por 6,5 milhões de euros (R$ 41,3 milhões na cotação atual). A sua saída para a Europa representa o fim da dupla de zaga ideal na Vila Belmiro -o camisa 28 ao lado de Luan Peres.

Contra o Ceará, Cuca terá a opção de testar uma nova formação na defesa, visando a partida de ida da semifinal da Libertadores, marcada para 6 de janeiro, contra o Boca Juniors, em Buenos Aires (ARG).

O comandante tem quatro opções para o setor em seu elenco. Alex, Laércio, Luiz Felipe e Wagner são possibilidades para a função nos jogos que serão disputados a partir de janeiro de 2020.

Nos último cinco jogos, o time de Cuca venceu apenas uma partida. São três derrotas e um empate, incluindo uma goleada para o Flamengo e também o revés contra o Vasco na rodada anterior, em São Januário.

O Santos deve entrar com os principais titulares contra o Ceará. A única dúvida fica por conta dos jogadores Jobson e Pará, que estão lesionados.

O Ceará não poderá contar com um dos seus principais destaques. Léo Chu, que levou o terceiro cartão amarelo contra o Fortaleza, está suspenso e não poderá entrar em campo.

Em seu lugar, Guto Ferreira pode colocar o volante Charles.

Atualmente, pelo Campeonato Brasileiro, o Santos ocupa a oitava posição, com 38 pontos. O Ceará está duas casas abaixo, com 35 pontos.

SANTOS
John; Madson, Luiz Felipe (Lucas Veríssimo), Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison (Lucas Braga), Sandry (Lucas Braga) e Diego Pituca; Marinho, Kaio Jorge e Soteldo. Técnico: Cuca

CEARÁ
Richard; Samuel Xavier, Tiago, Luiz Otávio e Bruno Pacheco; Fabinho e Fernando Sobral; Vina, Lima, Saulo (Charles) e Cléber. Técnico: Guto Ferreira

Estádio: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Horário: 18h15 deste domingo (27)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)

Com fogo e desmatamento, Amazônia e Pantanal perdem 3 estados do RJ no ano

DANIELLE BRANT E RENATO MACHADO
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) –

O ano de 2020 foi dominado pela pandemia do novo coronavírus, mas o Brasil foi um dos poucos países que conseguiu chamar a atenção mundial em outro assunto: os recordes de desmatamento na Amazônia e as queimadas históricas no Pantanal.
De janeiro a novembro, foram destruídos pelas chamas 116.845 km² do território da Amazônia e do Pantanal, área equivalente a quase três estados do Rio de Janeiro,
Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) também mostram que a Amazônia perdeu, em um ano, 11.080 km² em área desmatada –maior índice da década.
No Pantanal, o principal problema foram as queimadas, que devastaram 40.171 km², o equivalente a um quarto de todo o bioma.
O aumento nos desastres ambientais ocorreu em um ano marcado por polêmicas envolvendo os principais atores brasileiros na área. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o “Ibama não atrapalha mais”.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, falou em usar gado para evitar queimadas (o “boi bombeiro”) e, na expressão mais célebre, defendeu aproveitar a comoção com a pandemia para “passar a boiada” na legislação ambiental. O Ministério do Meio Ambiente foi procurado, mas não se manifestou.
Na avaliação de Suely Araújo, ex-presidente do Ibama, o governo Bolsonaro apresentou problemas na condução da política ambiental. “E a opção tem sido na linha de uma antipolítica ambiental. Tudo o que tem de regras ambientais, o ministro é contra.”
“O ministro Salles e pessoas ligadas a ele, e isso vem do próprio presidente da República, têm uma leitura como se as regras de proteção fossem impeditivo de um padrão de desenvolvimento, de crescimento econômico.”
O cientista Carlos Nobre lembra que, mesmo diante da repercussão negativa de várias decisões, como o revogaço de normas de proteção de mangues e restingas no litoral, Salles não tentou corrigir nenhuma medida.
“Nunca. Como é responsabilidade oficial, formal do Ministério do Meio Ambiente implementar a lei, eu acho que a nota que eu daria para ele é muito próxima de zero.”
O período também foi marcado pela consolidação dos militares à frente das ações para reduzir crimes ambientais.
O país gastou R$ 340 milhões na Operação Verde Brasil 2, na Amazônia Legal. O Ministério da Defesa informou que militares já combateram 7.600 focos de incêndio e prenderam 263 pessoas em flagrante, além de apreenderem 180 mil m3 de madeira ilegal.
A pasta diz que houve redução no desmatamento, em comparação com os mesmos meses de 2019 após emprego dos militares –vale destacar que o ano passado é considerado atípico, com níveis recordes de crimes ambientais.
Há quem, no entanto, levante dúvidas sobre a efetividade da atuação dos militares, a um custo elevado.
“Os resultados do desmatamento, bem como informações relacionadas a queimadas, focos de calor, em geral, mostram que o governo apostou em uma estratégia completamente ineficaz ao colocar os militares à frente do combate ao desmatamento”, diz Cristiane Mazzetti, porta-voz da campanha da Amazônia do Greenpeace.
“Nós temos esse processo de militarização da fiscalização ambiental, ao passo que órgãos ambientais que tinham experiência nesse trabalho de fiscalização seguem sendo sucateados, sofrendo cortes de orçamento e a perda de protagonismo nos combates.”
Para Araújo, ex-Ibama, a autarquia e o ICMbio são frequentemente deslegitimados pelo presidente. Em outubro, Salles instituiu um grupo de trabalho para estudar a fusão dos órgãos. “O orçamento é o espelho de decisões políticas. Quando você manda para o Congresso um valor desse, já é reflexo que a decisão para a junção Ibama e ICMbio já foi tomada. Porque o ICMBio não vai conseguir se manter na parte finalística com recursos tão baixos.”
O Ministério da Defesa afirma que atua na operação para dar apoio logístico e proteção para os órgãos de fiscalização ambiental. A pasta refuta a tese de que se trata de uma operação cara. “Apenas em multas (R$ 1,8 bilhão) por infrações ambientais, nós já aplicamos seis vezes o valor investido na operação”, afirma o vice-almirante Carlos Chagas, porta-voz do ministério.
A atuação dos militares é um dos principais argumentos do vice-presidente Hamilton Mourão, presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, para tentar mudar a imagem do Brasil no exterior e assim liberar os recursos bloqueados por países como Noruega e Alemanha.
Em relação ao Pantanal, o governo credita grande parte da tragédia à seca severa que atingiu a região neste ano. No entanto, especialistas também afirmam que a seca extrema não pode ser considerada um fator isolado.
Raoni Rajão, coordenador do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais e professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), diz que estudos de sua equipe mostram que mudanças climáticas estão relacionadas a desmatamentos regionais.
Além disso, Rajão diz que o fogo não ocorre naturalmente, sendo resultado de ação humana, seja ela irresponsáve, seja criminosa.
“Incentivado talvez com o discurso do governo de que a fiscalização não vai acontecer mais, que vai se acabar com a indústria da multa, que o Ibama não vai mais incomodar os produtores, então você tem um incentivo às ações criminosas.”
Se mantiver a atual política ambiental, a perspectiva é de que o Brasil fique cada vez mais alijado das principais discussões envolvendo meio ambiente no cenário internacional. A projeção ganha ainda mais força quando se lembra que em 20 de janeiro toma posse o presidente eleito dos EUA, Joe Biden.
“O país está se tornando uma espécie de pária ambiental”, afirma Araújo. Para ela, ao Brasil oscila entre negacionismo e uma espécie de chantagem. “Você pressiona por dinheiro quando você fala: ‘Se vocês não me pagarem, eu vou degradar’. É isso que está subentendido”, diz.
Em ação sob relatoria da ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), Bolsonaro afirmou que “não há qualquer omissão federal, posto a grande quantidade de atos em defesa do meio ambiente já adotados”.
Na quarta-feira (23), a ministra havia dado ao presidente e a Salles cinco dias para prestar esclarecimentos em ação ajuizada pela Rede Sustentabilidade. Na quinta (24), Bolsonaro respondeu com parecer da Advocacia-Geral da União.
A Rede aponta falhas do governo na política de preservação ambiental e quer que o STF determine a adoção de medidas concretas contra o desmatamento.

Jornal Cidade RC
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