Rio Claro tem três óbitos e 144 pessoas hospitalizadas por Covid

Com o falecimento de dois idosos e um homem Rio Claro totaliza no boletim desta quarta-feira (17), 249 óbitos na pandemia. O município aguarda resultados de exames que poderão registrar outros cinco óbitos pela Covid, de um homen, três idosos e uma mulher.

Rio Claro tem 144 pacientes hospitalizados, sendo 74 em unidades de terapia intensiva.

Dos 148 novos casos da doença registrados no boletim desta quarta-feira (17), 108 estão na faixa etária de 21 a 60 anos, sendo 54 casos de 21 a 40 anos e 54 casos de 41 a 60 anos.

Rio Claro tem um total de 9.992 casos positivos, 8.831 recuperados e 23.069 descartados.

Candidato de oposição no Ciesp quer resgatar relevância da entidade para indústria de SP

Nesta quinta-feira (18), o Candidato de oposição à Presidência do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – CIESP, José Ricardo Roriz Coelho, vai participar de encontros virtuais com lideranças da indústria de Rio Claro e São João da Boa Vista. Na pauta: Cenário da indústria no Estado, perspectivas para a economia brasileira em 2021 e debates de propostas em defesa do setor produtivo.

Após 17 anos, os industriais paulistas associados ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp terão o direito de votar para escolher o próximo presidente da entidade no dia 5 de julho. A última eleição na entidade foi realizada em 2004 e, de lá para cá, só houve chapa única. Agora, em 2021, há duas chapas concorrendo e o candidato da oposição, José Ricardo Roriz Coelho, busca recuperar o prestígio e a credibilidade do Ciesp junto a seus associados, entidades parceiras, esferas públicas e comunidade.

Em entrevista, Roriz fala sobre as principais propostas da Chapa 1 para resgatar o histórico de representatividade industrial no Estado. “São quase duas décadas de amarras e exclusões movidas pelo autoritarismo, que atualmente predomina no Centro e na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e Fiesp, afirma o líder industrial.

O empresário criticou o isolamento das entidades da indústria nos últimos anos.  Segundo ele, a atual gestão não priorizou, como deveria, a agenda do setor.  “Nesse período, os pleitos da indústria deram lugar a idas e vindas a Brasília, sem nenhum resultado efetivo para o setor produtivo como um todo. Vale lembrar, também, que a indústria viu seu poder de participação no PIB brasileiro cair para um patamar de 10%. Já fomos responsáveis por cerca de 30% do Produto Interno Bruto brasileiro.”

Segundo o candidato, o ano de 2020 confirmou duas décadas perdidas para a economia, com a retração de 4,1% do Produto Interno Bruto, “resultado que coincide com a situação extremamente grave da indústria”. Roriz garante que se for eleito irá retomar, imediatamente, o diálogo com o empresariado paulista. “Nossas decisões não vão ser tomadas só na avenida Paulista, mas também nas bases do Ciesp espalhadas pelo interior de São Paulo. A prioridade será restabelecer o foco na agenda de competitividade da indústria.”

Na visão de José Ricardo Roriz Coelho, as próximas eleições oferecem “chances reais de arrumar a casa da indústria” e colocar fim ao jogo de interesses e de continuísmo. “Apresentamos ideias inovadoras, porque é urgente a renovação da nossa entidade que por longos anos ficou impedida de cumprir seu papel de representante da indústria.” Cerca de 6.500 empresas estarão aptas a votar.

A proposta da Chapa 1 está estruturada em cinco pilares, voltados para a geração de negócios na indústria. “Caminharemos juntos para retomar o rumo da nossa indústria e da sua representação. Um projeto que leve em conta os desafios do nosso tempo: a indústria 4.0, a economia circular, produção de baixo carbono, robotização, sustentabilidade e competitividade global.”

Roriz Coelho listou também o que chamou de “luta incansável contra o Custo Brasil, pelas reformas estruturais, principalmente a tributária” que, segundo ele, não pode mais continuar prejudicando a indústria. “Ao contrário, precisa beneficiar a indústria, que é quem mais paga impostos no Brasil e mais gera empregos de qualidade”.

A Chapa 1, de oposição, e encabeçada por José Ricardo Roriz Coelho, reúne 134 empresários e empresárias de várias regiões do Estado.

Perfil

José Ricardo Roriz Coelho é presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e do Sindicato da Indústria do Plástico (Sindiplast). É também 2º vice-presidente da Fiesp e vice-presidente do Ciesp.

Perguntas

Na sua opinião, o que ocorrerá com a economia do país neste ano?  

Roriz: Apesar das incertezas fiscais e do cenário preocupante com a pandemia do coronavírus, acredito na alta do PIB brasileiro neste ano. Entretanto, não podemos ainda considerar essa expansão como uma retomada forte, porque iremos crescer em relação a desempenhos negativos dos últimos anos. O Brasil precisa trilhar uma linha de crescimento gradual, ano a ano. Na minha visão, a retomada de 2021 não irá recuperar totalmente o tombo de 2020, que foi de 4,1%. Os países emergentes deverão crescer 6,3% neste ano, ritmo quase duas vezes maior do que o esperado para o Brasil. Conforme as projeções do FMI, o PIB da Índia deverá saltar 11,5%, a China deverá crescer 8,1%, seguidos de Malásia (7,0%) e Filipinas (6,6%), enquanto a estimativa para o Brasil é de 3,29%, segundo analistas brasileiros.

Qual a expectativa em relação à inflação? Deve subir acima de 4% ou cair abaixo desse patamar?

Roriz: A expectativa para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está em 3,87%. Mas não há garantia de que esse patamar se sustente, com a atual política de reajuste de preços dos combustíveis, por exemplo. Também vejo com preocupação a alta exagerada de impostos no estado de São Paulo, que tende a elevar o aumento de preços de diversos produtos. 

A longo prazo, caso seja votada neste ano, a reforma tributária vai ajudar as empresas a retomarem o crescimento?

Roriz: A sociedade brasileira está ansiosa pela reforma tributária há anos, e a indústria em sua totalidade trava uma luta incansável contra o Custo Brasil. Há uma eterna briga pelas reformas estruturais, principalmente a tributária, que não pode prejudicar a indústria. Ao contrário, precisa beneficiar o setor, que é quem mais paga impostos no Brasil e mais gera empregos de qualidade. A reforma não vai ajudar apenas o setor produtivo, mas causar impactos positivos no PIB, no consumo, investimentos, exportações e importações e no mundo do trabalho.

Como o sr avalia a relação dos governos federal e estadual com o empresariado hoje?

Roriz: É inegável que existe um distanciamento quando os assuntos são interesses da indústria em geral. É fundamental que a indústria tenha interlocutores que conversem em todas as esferas de governo sobre os problemas na atividade produtiva. Não interessa quem é o presidente ou o governador, tanto o Ciesp como a Fiesp precisam voltar a conversar com nossos governantes. A prioridade é a defesa da indústria.

O que é preciso para reverter o processo de desindustrialização em São Paulo?

Roriz: No ponto mais alto da industrialização do país, décadas de 80/90, a indústria de transformação representava 35% do PIB brasileiro; em 2017, essa participação não chegava a 12%, e representamos, hoje, cerca de 10% do PIB.

Esse processo já mostrou que não pode ser revertido apenas com medidas pontuais, que favoreçam apenas alguns segmentos da indústria.

É imprescindível que sejam realizadas reformas estruturantes, especialmente a tributária, que favoreçam um ambiente de negócios propício a novos investimentos, além de ampliar a competitividade dos nossos produtos no mercado externo, com desoneração das exportações, aumento da segurança jurídica e fortes investimentos em infraestrutura.

Hoje, não há uma política industrial para São Paulo e o Brasil. Não há um estudo completo que aponte um rumo para a indústria voltar a ser uma força propulsora de desenvolvimento. Também não estamos confortáveis, principalmente, para os desafios que a cadeia produtiva irá enfrentar na retomada econômica pós-covid, com um cenário forte de concorrência internacional.

Qual é a sua expectativa em relação aos rumos do País?

Roriz: A crise sanitária segurou ainda mais o avanço do Brasil. Continuamos atrasados, sem foco. O governo precisa criar oportunidades para que o país volte a crescer, gerar empregos. As reformas tributária e administrativa podem mudar o rumo da economia. Mas é preciso mais agilidade nesse processo. Infelizmente, temos um sentido de urgência, que é vencer a pandemia do COVID 19, o que acho extremamente necessário. Mas precisamos das reformas para voltar a crescer com toda a força pelos próximos 10 a 15 anos, sem improvisos no meio do caminho. Com essas correções, o Brasil deverá seguir uma rota de desenvolvimento econômico e social. Feitos esses ajustes, a indústria retomará seu rumo de desenvolvimento que leve em conta os desafios do nosso tempo: a indústria 4.0, a economia circular, produção de baixo carbono, robotização, sustentabilidade e competitividade global.

Campinas tem novo toque de recolher e medidas mais duras

A partir da próxima quinta-feira (18), Campinas terá toque de recolher entre 20h e 5h. A medida foi anunciada pelo prefeito Dário Saadi durante transmissão ao vivo e valerá até o final da Fase Emergencial (30/3) ou de fases mais restritivas que podem ser decretadas pelo Governo do Estado.

Durante este período, só será permitida a circulação de pessoas entre 20h e 5h que comprovarem atuar em atividades essenciais, como hospitais e farmácias.   Serviços como supermercados, padarias, lojas de conveniências de postos de gasolina e drive thru só poderão funcionar depois das 5h e antes das 20h. Já os serviços de delivery, farmácias e postos de gasolina não terão restrição no horário de funcionamento.

O mesmo vale para táxis e motoristas por aplicativo.  Os hotéis, pousadas e outros meios de hospedagem também poderão funcionar, desde que as refeições sejam servidas no quarto, ou seja, o uso de restaurante e refeitório está proibido.  “Sei que as medidas são duras, mas são necessárias neste momento”, disse o prefeito. “Estamos fazendo o possível, mas se o ritmo da transmissão não diminuir, não vamos conseguir conter o aumento de números de casos e internações na cidade”, completou. 

 Com o decreto, que será publicado nesta quinta-feira, 17 de março, a Prefeitura também aumenta as penalidades de quem descumprir as medidas da Fase Emergencial e o toque de recolher  O secretário de Justiça, Peter Panutto, esclareceu que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que todos os entes – governos federal, estaduais e municipais – podem e devem promover ações de combate à pandemia.

“Quando direitos fundamentais estão em choque é nosso dever priorizar o bem maior que é a vida.”  Panutto explicou, ainda, que embora as restrições sejam mais rigorosas neste momento ainda, não se trata de um lockdown. “As medidas  publicadas no Diário Oficial de sábado, como proibição de cultos e fechamento de parques, permanecem. Ampliamos agora com o toque de recolher para que as pessoas circulem menos e com isso a contaminação diminua”, completou. 

 Penalidades  

Os estabelecimentos que descumprirem as medidas adotadas pelo município serão penalizados com multa de 800 UFICs, ou R$ 3.030,88 (o dobro do valor cobrado hoje, que é de 400 UFICS, R$ 1.515,44).

O estabelecimento será lacrado e o responsável será levado à delegacia por descumprimento ao artigo 268 do Código Penal.  Com relação às festas clandestinas, a multa será de R$ 6.061,76 (1.600 UFICs). O organizador do evento, o locador e o proprietário do imóvel, além da multa, também serão  levados à delegacia em desrespeito ao artigo 268 do Código Penal.  

As penalidades valem, também, para festas familiares com mais de dez pessoas. Neste caso, a multa será de 800 UFICs (R$ 3.030,88) e o proprietário também será levado à delegacia por descumprimento ao artigo 268 do Código Penal.  Consciência  O prefeito fez um apelo à população, pedindo apoio neste momento.

“No momento, nós temos duas armas, a vacina e o isolamento social. Este segundo depende da consciência das pessoas, por isso, tenham consciência, não se aglomerem, não participem de festas, cumpram as medidas sanitárias, usem máscara e higienizem as mãos. É um apelo que fazemos às pessoas”, disse Dário Saadi. 

 A Administração Municipal se valerá, caso seja, necessário, de força policial, tanto da Guarda Municipal como das polícias Militar e Civil, para fazer com que as restrições sejam cumpridas.  As denúncias sobre festas clandestinas podem ser feitas pelos telefones do serviço 156 e o 153 da Guarda Municipal de Campinas.

Doria lança plano de apoio econômico a setores mais afetados na pandemia

O Governador João Doria apresentou nesta quarta-feira (17) um plano de apoio econômico, fiscal e tarifário a bares, restaurantes, academias, salões de beleza e produção de eventos em todo o estado de São Paulo. O pacote prioriza estabelecimentos com faturamento mensal de até R$ 30 mil e prevê novas linhas estaduais de crédito, suspensão de tarifas de abastecimento e retomada de incentivos fiscais sobre leite e carne.

“A boa notícia de hoje está ligada à área da economia e apoio aos micro e pequenos empreendedores do estado de São Paulo, bastante machucados pela pandemia ao longo deste período que começou em março do ano passado”, declarou o Governador.

A escalada sem precedentes da pandemia em 2021 levou o Governo do Estado a formular uma estratégia para proteger o comércio não essencial em meio a novas e urgentes restrições de mobilidade urbana e atividade econômica.

O Governo de São Paulo autorizou a liberação de mais R$ 100 milhões para os setores mais afetados pela pandemia em novas linhas de crédito do Desenvolve SP e do Banco do Povo. Juntas, as duas instituições financeiras estaduais ofereceram R$ 2 bilhões durante a crise do coronavírus para suporte a empreendedores.

Com o novo anúncio, micro e pequenas empresas dos segmentos dos setores mais afetados terão uma linha especial de financiamento via Desenvolve SP no valor de R$ 50 milhões, com prazo de pagamento de 60 meses, oito meses de carência e taxa de juros de 1% ao mês mais Selic, além da dispensa de Certidão Negativa de Débitos.

Os benefícios serão oferecidos em até dez dias úteis no site www.desenvolvesp.com.br . Clientes com empréstimos antigos no Desenvolve SP também serão beneficiados com adiamento de até três meses para pagamento de prestações.

Outros R$ 50 milhões serão oferecidos pelo Banco do Povo em microcrédito para capital de giro. O limite será de até R$ 10 mil, com taxa de juros de 0% a 0,35% ao mês, carência de seis meses e prazo para pagamento de até 36 meses. Os empréstimos podem ser solicitados no site www.bancodopovo.sp.gov.br .

Tarifas de água e gás

O Governo do Estado também vai estender a suspensão de cortes nos serviços de saneamento e gás canalizado para clientes comerciais da Sabesp, Comgás, Naturgy e Gás Brasiliano Distribuidora entre até o dia 30 de abril. O benefício vale para estabelecimentos com consumo de até 100 m³ mensais de água e de até 150 m³ por mês de gás.

Os clientes também não serão negativados por débitos registrados entre os dias 18 de fevereiro 30 de abril. Os estabelecimentos negativados por débitos durante a pandemia podem repactuar acordos e renegociar débitos mediante correção monetária, sem multas e juros. O prazo para parcelamento será de 12 meses.

Leite e carne com menos impostos

Para apoiar pequenos negócios e evitar o aumento dos preços ao consumidor final, o leite pasteurizado voltará a ter isenção de ICMS na venda para o comprador. A alíquota de 4,14%, que havia sido estabelecida em janeiro deste ano, deixará de ser cobrada.

No caso da carne, os estabelecimentos enquadrados no Simples Nacional, em sua maioria açougues de bairro, voltam a pagar 7% de ICMS na compra de carne para revenda – desde janeiro, a alíquota estava em 13,3% desde janeiro). Ambas as medidas valem a partir de abril.

Cristiano, dupla de Zé Neto, diz que ele, filhos, sogra e mulher têm Covid

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor Cristiano, 32, que faz dupla com Zé Neto, contou pelas redes sociais que ele, os dois filhos pequenos, a esposa e a sogra estão com o coronavírus. De acordo com o músico, a sogra é o caso mais grave, pois teve de ser internada.


“A Covid chegou na minha família. O vírus chegou ao meu lar através de outra pessoa que não culpo. Minha sogra está em quadro delicado e grave no hospital. A Paula [Vaccari, esposa] esta preocupada com a mãe dela. Não está sendo fácil”, disse.


Tanto ele quanto os dois filhos, Pietra, 3, e Cristiano, 1, não têm sintomas. A mulher tem apenas dores no corpo, mas se recupera bem. “Tenho fé que dará tudo certo e que será só uma fase ruim. Eu optei por ficar dentro de casa para dar suporte a eles e também me contaminei”, diz.


O sertanejo encerrou seu relato pedindo orações e pensamentos positivos para que todos fiquem bem. “Peço orações para a minha sogra e para a nossa família em si. Cuidado, gente, pois a coisa está muito feia. Hoje sinto na pele o quão o vírus abala uma família.”


Em dezembro de 2020, a mãe do cantor sertanejo Cristiano morreu num hospital de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. Zenaide Táparo estava internada na UTI após sofrer uma parada cardíaca.


O quadro de saúde da mãe de Cristiano se tornou delicado desde que ela sofreu uma queda em casa, em outubro. Ela teve complicações e, na ocasião, já havia sofrido uma outra parada cardíaca. Os médicos conseguiram reanimá-la, mas ela continuou internada.

VÍDEO: Gustavo fala sobre a saída do secretário da Saúde

Em entrevista à rádio Jovem Pan News, o prefeito de Rio Claro, Gustavo Perissinotto, fala sobre mudanças no comando da Fundação Municipal de Saúde. O prefeito confirma a saída do atual secretário, Marco Aurélio Mestrinel, e fala sobre o perfil que o governo busca para comandar o setor.

Centro Universitário Claretiano abre curso de Enfermagem em Rio Claro

Com a pandemia de Covid-19, ficou ainda mais clara a importância de se ter
profissionais da saúde éticos e engajados nas instituições de saúde públicas e privadas.


Há um ano, o Brasil vive em crise pela pandemia e graças a esses “heróis”,
muitas vidas foram e ainda serão salvas. É nesse contexto que é iniciado o
curso de Enfermagem do Claretiano de Rio Claro, mostrando a relevância da área e o compromisso de mais profissionais nessa área em ascensão.


Esse profissional está presente em diversos cenários, trabalhando para
promover proteção e recuperação da saúde de seus pacientes. Ele é
responsável por educar e agir a favor do bem-estar e da qualidade de vida,
prestando assistência a quem mais precisa.


Com as características essenciais da missão claretiana, o aluno de
Enfermagem será preparado para o mercado de forma humanizada, adquirindo conhecimento prático e teórico a favor da vida.


O curso de Enfermagem do Claretiano tem 5 anos de duração e é noturno, de segunda a sexta-feira. Nele, o estudante terá contato com disciplinas como Saúde Coletiva, Saúde da Criança e do Adolescente, Saúde do Idoso,
Ergonomia e Segurança do Trabalho, Enfermagem Psiquiátrica e Saúde
Mental, Enfermagem Clínica, Enfermagem Pediátrica e Neonatal, em
Ginecologia e Obstetrícia, Gestão Hospitalar e muito mais.


Os alunos poderão aprender as práticas na infraestrutura completa da
instituição, podendo fazer parcerias com os diversos cursos da saúde
disponíveis no Claretiano, como Medicina, Psicologia, Nutrição, Educação
Física, Biomedicina e Estética.


Além disso, serão 800 horas de estágio supervisionado nas inúmeras
instituições parceiras do Claretiano, tais como a Santa Casa de Rio Claro, o
Hospital Bezerra de Menezes, entre outros.
Ficou interessado? Aproveite!

As inscrições para o vestibular estão abertas até 22 de março. Também é
possível ingressar como portador de título, sem a necessidade de realizar
vestibular.

Após sinalizar endurecimento, gestão Doria não anuncia novas restrições em SP

ARTUR RODRIGUES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após sinalizar que poderia haver novas restrições no estado, o governo João Doria (PSDB) afirmou nesta quarta-feira (17) que o índice de isolamento está aumentando e não anunciou endurecimento das regras no estado.


Questionado sobre o assunto durante coletiva no Palácio dos Bandeirantes, com base nas próprias declarações, Doria afirmou que a “imprensa não pauta” as ações que serão tomadas.


O médico Paulo Menezes, do comitê de contingência, afirmou que se forem necessárias novas medidas elas serão tomadas.


“Nós estamos no terceiro dia de fase emergencial. É lógico que nós queremos que a situação melhore imediatamente, mas isso não ocorre. Semana passada já foram tomadas medidas muito firmes e que impactam na vida da grande maioria da população de São Paulo”.


O governo afirmou que houve melhora nos índices de isolamento, que aumentaram nos últimos dias, chegando a 44%.


O número de passageiros transportados no metrô, CPTM, EMTU, entre outros, caiu de 10,5 milhões, no dia 11 de março, para 4 milhões, no dia 16.
Mais cedo, Doria adiantou que diante dos números elevados de casos de Covid-19 e mortes causadas pelo coronavírus Sars-CoV-2 no estado, novas restrições certamente teriam de ser adotadas.


Na véspera, o estado registrou recorde de óbitos pela doença, 679. O índice de isolamento dos paulistas, contudo, ficou em apenas 42%.


“São Paulo, com a orientação do Centro de Contingência da Covid-19, adotará novas medidas. Não tomamos decisões políticas ou individualizadas, estamos amparados na ciência. O quadro é gravíssimo em São Paulo e no Brasil, cada estado está heroicamente fazendo o que pode para preservar vidas”, afirmou Doria.


João Gabbardo, também do centro de contingência, afirmou que os dados apresentados mostram que “estamos conseguindo aumentar o distanciamento físico das pessoas, que é o ponto mais significativo para que se possa diminuir a transmissibilidade da doença”.


De acordo com projeções de um grupo de técnicos do governo de São Paulo, todos os leitos de UTI no estado podem estar ocupados até a quinta-feira (18).


Atualmente, o estado todo está na fase emergencial do Plano SP, que teve início na segunda-feira (15) e deve ir até o dia 30 de março. Mais dura que a etapa vermelha, a emergencial impõe um toque de recolher das 20h às 5h, entre outras restrições.


Segundo monitoramento do governo, a fase não foi suficiente para aumentar os índices de isolamento no estado. Na segunda-feira (15), primeiro dia da nova etapa, o isolamento médio no estado ficou em 42% –mesmo nível da segunda-feira anterior, quando todo o estado estava na fase vermelha, pouco menos restritiva que a emergencial.

Marvel anuncia que novo Capitão América será gay

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Marvel anunciou que vai lançar em junho uma série limitada de quadrinhos com novas versões do Capitão América em comemoração aos seus 80 anos. O primeiro personagem a ser apresentado é Aaron Fischer, que é assumidamente gay.


Segundo comunicado à imprensa, Aaron é descrito como um adolescente destemido que protege desabrigados e se identifica como o “Capitão América das Ferrovias.”

“Aaron é inspirado por heróis da comunidade queer: ativistas, líderes e pessoas comuns que lutam por uma vida melhor”, disse o roteirista Joshua Trujillo. Ao lado da artista Jan Bazaldua, ele é responsável pela criação da nova versão do personagem.

“Ele representa os oprimidos e os esquecidos. Espero que sua história de estreia ressoe entre os leitores e ajude a inspirar a próxima geração de heróis”, completou Trujillo.


Bazaldua, que é trangênero, disse estar feliz por poder apresentar uma pessoa abertamente gay e ajudar aqueles que “são quase invisíveis para a sociedade. “Cap luta contra seres superpoderosos e salva o mundo quase sempre, mas o Aaron ajuda quem anda sozinho na rua com os problemas que enfrenta todos os dias. Espero que as pessoas gostem do resultado final”, afirmou.


Na história, que vai integrar a série “The United States of Captain America” (Os Estados Unidos do Capitão América), Aaron conta com a ajuda de outros personagens que já usaram o manto do Capitão em busca do escudo do herói, que foi roubado.

Governo vê rejeição recorde de Bolsonaro na pandemia como reflexo das mortes

DANIEL CARVALHO E RENATO MACHADO
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Assessores diretos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atribuem o pico de rejeição da gestão durante a pandemia, apontado pelo Datafolha nesta quarta-feira (17), aos recordes diários de mortes por Covid-19 nos últimos dias no país.


No Palácio do Planalto, um ministro diz que já esperava por este resultado e que o entendimento é o de que o momento é de ações práticas para tentar controlar a pandemia.


Um evento que aconteceria na tarde desta quarta-feira foi cancelado, e o governo informou que o presidente irá ao Congresso entregar pessoalmente a medida provisória que possibilita o pagamento de uma nova rodada do auxílio emergencial, que alavancou a popularidade de Bolsonaro no ano passado.


No Legislativo, questionados sobre o resultado da pesquisa Datafolha, parlamentares também relataram já esperar a deterioração política de Bolsonaro diante da condução do enfrentamento à pandemia pelo governo.
“Vivemos um momento muito delicado, muito difícil para a vida nacional. Então, é natural que as pessoas reajam com certa descrença em relação a tudo isso que está acontecendo, não só em relação ao governo, mas às instituições de um modo geral”, disse o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).


Um dos principais conselheiros do presidente no Planalto avaliou à Folha, sob reserva, que o pior momento da pandemia é também o pior momento do governo e que não há mudanças a curto prazo a serem feitas para melhorar a imagem de Bolsonaro.


Um ministro disse entender que não é hora de fazer nenhuma campanha de comunicação, porque, nada que não seja cuidar da saúde será percebido pela população neste momento.


Ao mesmo tempo em que o país chega a 282.400 óbitos por Covid-19, sendo 2.798 mortes em apenas 24 horas, a pesquisa Datafolha apontou que 54% dos brasileiros veem a atuação de Jair Bolsonaro no combante à pandemia e seus efeitos como ruim ou péssima.


O dado foi aferido na mesma semana em que foi apresentado o quarto ministro da Saúde de seu governo, o cardiologista Marcelo Queiroga. Na pesquisa passada, realizada em 20 e 21 de janeiro, 48% reprovavam o trabalho de Bolsonaro na pandemia.

Na rodada atual do Datafolha, o índice daqueles que acham sua gestão da crise ótima ou boa passou de 26% para 22%, enquanto quem a vê como regular foi de 25% para 24%. Não opinaram 1%.


O instituto ouviu por telefone 2.023 pessoas nos dias 15 e 16 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
A má imagem do presidente, que dificultou o início do ora lento processo de vacinação, impacta diretamente a avaliação geral de seu governo. Segundo aferiu o Datafolha, ela segue no pior nível desde que Bolsonaro assumiu, em 2019.


Reprovam o presidente 44%, uma oscilação positiva quase saindo do limite da margem de erro ante os 40% registrados em janeiro. A aprovação e o julgamento como regular seguem estáveis, de 31% para 30% e de 26% para 24%, respectivamente.


O cenário agora repete o pior já registrado, em junho do ano passado, embora seja notável a manutenção da base de apoio do presidente em cerca de um terço da população, apesar da crise.


Nas duas medições seguintes, sob o impacto do auxílio emergencial, visitas ao Nordeste e o arrefecimento do embate institucional por parte de Bolsonaro, o presidente viu sua popularidade crescer.


Desde a semana passada, quando lançaram o que informalmente foi batizado de “Plano Vacina”, Bolsonaro, ministros e a família presidencial se empenham na defesa da imunização, contrastando com o discurso anti-vacina que era adotado até pouco tempo atrás.


Além disso, integrantes do governo repisam insistentemente balanços de ações feitas pelo Executivo no âmbito da pandemia.

Logo no início da manhã desta quarta-feira, Bolsonaro compartilhou em uma rede social um vídeo da Casa Civil que enumera medidas ao longo de um ano de crise sanitária. “Contra as sujas narrativas, mais verdades!”, escreveu Bolsonaro junto ao vídeo de 2 minutos e 20 segundos.


“O governo federal continuará a salvar vidas e preservar empregos com foco na retomada do caminho da prosperidade. Juntos, venceremos mais este desafio e seguiremos o nosso rumo em direção ao progresso”, diz a narradora do vídeo.


Antes das 10h, o governo também informou o cancelamento da cerimônia onde um programa ministerial lançado no ano passado seria transformado em programa governamental.

Ao contrário do que acontece em outros Poderes, o governo federal tem insistido em eventos presenciais. Como o presidente é contrário ao uso de máscara, servidores relatam, sob condição de anonimato, que se sentem constrangidos de usar o equipamento de proteção durante o trabalho.


O Palácio do Planalto confirmou na terça-feira (16) que um servidor da sede do Executivo morreu de Covid-19. De março do ano passado a fevereiro deste ano, 454 servidores do Planalto foram infectados pelo novo coronavírus, segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República.


Apesar do cancelamento da cerimônia, o governo anunciou também que Bolsonaro vai retomar sua agenda de viagens, interrompida na semana passada.


Na sexta-feira (19), o presidente vai a Itaguaí (RJ) inaugurar uma linha de produção de torres de transmissão de energia e entregar os últimos acumuladores à usina nuclear Angra 3.

Nestas viagens, o próprio presidente divulga em suas mídias sociais situações de aglomeração, apesar do colapso da rede de saúde em vários estados.

Na terça-feira, a Fiocruz divulgou boletim que aponta maior o colapso sanitário e hospitalar da história do Brasil.


O levantamento mostra que das 27 unidades federativas, 24 estados e o Distrito Federal estão com taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) iguais ou superiores a 80%, sendo 15 com taxas iguais ou superiores a 90%.

Diante de todo este contexto, a reação no Congresso também não foi de surpresa com o impacto do momento na imagem do chefe do Executivo.
O presidente do Senado afirmou que é “natural” que a população questione as instituições de uma maneira geral por causa do momento que o Brasil atravessa na pandemia.

“O que nos cabe enquanto Poderes constituídos é buscar a credibilidade junto à sociedade e isso se faz através de trabalho, de ações e isso é o que o Senado e o Congresso Nacional têm buscado fazer”, completou.


Na mesma linha, o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou que a pesquisa Datafolha oferece uma percepção da população em relação à pandemia e não ao governo.


“É uma avaliação do contexto e não do governo. Se você avaliar o contexto em que está sendo realizada a pesquisa, o que está sendo avaliado é a gravidade da doença, o que não é novidade nem no Brasil e no mundo inteiro”.

“Então, a gente sabe que a população está apavorada, está todo mundo em estado de choque. Não é o melhor momento para aferir a popularidade e eficácia de ninguém”.


Para o líder do PSD no Senado, Nelsinho Trad (MS), a pesquisa serve de alerta para que o governo tome medidas efetivas.

“Entendo que a pesquisa reflete exatamente a situação que nós estamos atravessando frente ao combate da pandemia do coronavírus e compreendo também que isso só será revertido também se o governo conseguir trazer mais vacinas, fazer uma vacinação em massa na população brasileira”, afirmou.


“Pesquisa é momento e serve de sinal amarelo para quem tem projetos políticos futuros”, disse Trad.

A relação do governo com o Congresso, especialmente com o centrão, já estava abalada desde o início da semana, após as indicações do bloco para o sucessor do general Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde foram preteridas para dar lugar a um nome associado ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).


Além disso, a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao jogo político tende a rachar o centrão antes mesmo das eleições de 2022.

Caminhão derruba fios e uma das faixas da Avenida 5 é interditada

Agentes de trânsito precisaram interditar no início da tarde desta quarta-feira (16), uma das faixas da Avenida 5 entre as Ruas 5 e 6, na área central.

O trabalho precisou ser realizado após um caminhão passar pelo local e atingir alguns fios. Até que o conserto seja realizado, os profissionais estão orientando o tráfego pelo local.

Jornal Cidade RC
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