Dinheiro ainda é favorito em pagamento de quem usa Pix, diz pesquisa

Joana Cunha – Folhapress

O dinheiro ainda é a principal forma de pagamento usada para pagar as compras, mesmo entre as pessoas que utilizam o Pix. A conclusão é de um levantamento do Instituto Locomotiva divulgado nesta sexta-feira (4).

Quase 45% usam dinheiro, enquanto 35% recorrem ao cartão de débito e 11% usam o Pix, segundo a pesquisa telefônica com 1.500 brasileiros em 72 cidades.

Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, diz que o Pix está mais presente no cotidiano dos brasileiros mas ainda não foi capaz de acabar com a soberania que o dinheiro vivo tem na preferência da população.

Ele afirma que na baixa renda e para o trabalhador autônomo, o Pix é mais usado para receber dinheiro.

“É aquele cara que está vendendo sorvete ou a empregada doméstica que recebe em Pix. Isso facilitou bastante a vida dos patrões, de quem paga essas pessoas. Mas na hora de usar, ele prefere usar o dinheiro vivo”, afirma Meirelles.

A preferência acontece porque o pagamento em dinheiro vivo favorece a obtenção de desconto.

“Quando ele paga uma compra com dinheiro vivo em vez de pagar com cartão, muitas vezes, ele consegue, pelo menos, 5% de desconto. Que aplicação financeira dá mais do que isso? Não é estranho dizer que pagar em dinheiro vivo é uma aplicação financeira disponível para a maior parcela da população de baixa renda”, afirma.

Meirelles diz que ainda existe em grande parte da população o receio de que a transferência pelo Pix não chegue ao destinatário.

“Esses medos relacionados ao uso do Pix ainda alimentam. O que vai fazer com que cresça não só a utilização do Pix, mas o uso dele para sacar dinheiro, é a nova modalidade do saque Pix, que permite ao varejista conveniado funcionar como um caixa eletrônico, em que o consumidor transfere o dinheiro pelo Pix para o estabelecimento e saca em dinheiro vivo”, afirma o presidente do Locomotiva.

SP anuncia R$ 51 milhões de investimentos em estradas vicinais na região de Rio Claro

O Governo do Estado de São Paulo anunciou mais R$ 788 milhões para a próxima fase do programa Novas Estradas Vicinais. Esta etapa, que já é a oitava, vai beneficiar 95 vias, por meio do DER, com um total de 822 quilômetros de extensão, e R$ 6,9 bilhões em investimentos.

Na região de Rio Claro (correspondente à DR 13 do Departamento de Estradas de Rodagem), são cinco vicinais beneficiadas, que somam investimentos do Governo de SP de R$ 51 milhões e 47,9 km de melhorias.

Vicinal SMS-239: faz ligação da estrada Baixão da Serra, em Santa Maria da Serra e Barra Bonita. Extensão: 9,9 km. Investimento previsto: R$ 5.087.876,50;

Vicinal ITR-020: faz ligação da estrada vicinal Itirapina ao bairro Ubá, em Itirapina, extensão: 6 km. Investimento previsto: R$ 12.770.490,14;

Vicinais PI 046 e SCP 040: fazem ligação de Pirassununga (SP-201) até o município de Santa Cruz das Palmeiras, passando pela usina São Luiz. Extensão: 17,9 km. Investimento previsto: R$ 20.026.178,42;

Vicinal PFR-010: faz ligação da sede do município de Porto Ferreira ao distrito do Brejão. Extensão: 12,3 km. Investimento previsto: R$ 7.914.614,24;

Vicinal BRO-010 Emílio Dalla Dea Filho: faz ligação do bairro Estância Lagoa Dourada do Broa à SP-225, em Brotas. Extensão: 1,8 km. Investimento previsto: R$ 5.367.201,24.

Preço da carne volta a subir no Brasil

Leonardo Vieceli – Folhapress

Após sinais de trégua, os preços das carnes voltaram a subir para os consumidores brasileiros entre o final de 2021 e o começo de 2022, apontam dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15).

Conforme o indicador de inflação, os produtos tiveram altas em dezembro e janeiro de 0,90% e 1,15%, respectivamente.

O IPCA-15 é calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) entre a segunda parte do mês anterior e a primeira metade do mês de referência da divulgação. Para o índice de janeiro, por exemplo, os dados foram coletados entre 14 de dezembro de 2021 e 13 de janeiro de 2022.

Os dois últimos avanços das carnes vieram após duas quedas em outubro e novembro (-0,31% e -1,15%). Essas duas reduções haviam interrompido uma sequência de 16 meses de altas, verificadas entre junho de 2020 e setembro de 2021.

No IPCA-15, os preços das carnes refletem a variação de 18 cortes, a maior parte bovinos, além das carnes de porco e de carneiro.

Para analistas, as altas entre o final de 2021 e o começo de 2022 refletem uma combinação de fatores. Em parte, há efeitos sazonais, porque a demanda no mercado interno costuma ser aquecida com as festas de fim de ano.

Além disso, também há reflexos do fim do embargo das exportações de carne bovina brasileira para a China, anunciado em 15 de dezembro. A medida estava em vigor desde o início de setembro, após o registro de dois casos atípicos de vaca louca.

Foi justamente o embargo que, segundo analistas, havia feito os preços darem sinais de trégua para o consumidor brasileiro, já que a oferta de produtos ficou mais concentrada no mercado interno antes das festas de final de ano.

Com o fim da restrição, o cenário começa a mudar, e a demanda maior do país asiático pressiona os preços no Brasil.

“O embargo foi algo inesperado. Como não tinha mais saída de carne bovina para a China, a oferta ficou maior aqui, aliviando o consumidor. Neste momento, com o fim do embargo, os preços vêm subindo”, aponta o economista Matheus Peçanha, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

Pressões em 2022 No começo de 2022, o patamar da carne bovina deve continuar elevado para os brasileiros, projetam analistas.

Não estão descartadas novas pressões a partir da demanda chinesa pelos produtos. Em janeiro, as exportações de carne bovina do Brasil avançaram 31% no comparativo anual, com o impacto dos negócios para o país asiático.

Outra questão no radar de analistas é a seca na região Sul, que castigou culturas como milho, soja e pastagens. A escassez hídrica dificulta a alimentação do gado.

Por outro lado, o que pode frear os aumentos para o consumidor é o fato de grande parte da população estar com a renda menor, ponderam analistas.

No trimestre até novembro de 2021, período mais recente com dados disponíveis, o rendimento médio do trabalho voltou a recuar no Brasil, atingindo o menor nível desde 2012, segundo o IBGE.

O orçamento mais apertado prejudica o consumo das famílias e ameaça a demanda por itens diversos, incluindo proteína animal. Assim, na teoria, fica mais difícil o repasse para os preços finais, dizem analistas.

“Pode ser até que os preços subam mais no começo do ano. Mas a gente não tem mais tanto espaço para alta, e nem para queda, neste momento. Falaria em uma estabilidade dos preços em nível elevado”, avalia o especialista em agronegócio César Castro, do Itaú BBA.

No período de 12 meses até janeiro, as carnes subiram 9,95% no Brasil, indica o IPCA-15. Em junho de 2021, o acumulado chegou a 35,76%.

Ou seja, houve uma desaceleração nos preços, mas a inflação ainda segue perto de dois dígitos. Em termos gerais, o IPCA-15 acumulou alta de 10,20% até janeiro.

“Com a renda em baixa e a inflação mais alta, tudo fica relativamente caro para o consumidor”, diz Antônio da Luz, economista-chefe da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul).

“Vimos alimentos ficarem mais caros, assim como outros produtos. A carne bovina não é uma ilha. Está nesse contexto”, acrescenta.

Com a escassez de chuva que atinge o Sul e a dificuldade para alimentar o gado, produtores da região podem optar por vender parte dos animais antes, na tentativa de evitar prejuízos maiores, segundo Luz.

Isso, diz o economista, pode reduzir a oferta mais à frente, gerando uma pressão sobre os preços finais das carnes.

Ao castigar lavouras de culturas como milho e soja, a estiagem no Sul também impacta os custos de produção de setores como o de frango. É que as plantações fornecem os insumos para as rações das aves.

Até janeiro, o grupo de aves e ovos acumulou inflação de 22,13%, segundo o IPCA-15. Em novembro de 2021, o acumulado alcançou 28,25%.

POLÍCIA: Homem é flagrado ao tentar furtar churrascaria, agride policial e acaba preso

Um caso de furto em estabelecimento comercial foi registrado em Rio Claro na noite desta quinta-feira (3). De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, um homem foi flagrado furtando uma churrascaria no Cervezão.

A Polícia Militar foi acionada após uma funcionária do restaurante ouvir o alarme do estabelecimento tocar e avisar o dono da churrascaria.

Ao chegarem no local, os PMs se depararam com o ladrão ainda dentro do estabelecimento, separando os itens que pretendia furtar. O indivíduo entrou na churrascaria pela chaminé e estava todo sujo quando os policiais chegaram.

Quando os PMs abordaram o ladrão, ele tentou resistir à prisão e chegou a agredir uma das policiais, que foi derrubada no chão. Na sequência, um outro policial conseguiu conter o criminoso.

O indivíduo foi detido e encaminhado ao Plantão Policial e ficou à disposição da Justiça.

Gustavo apresenta novos secretários municipais

O prefeito Gustavo se reuniu nesta quinta-feira (3) com sua equipe de governo para a apresentação dos novos secretários municipais, secretários adjuntos e chefes de gabinetes. As portarias de nomeações deverão ser publicadas no Diário Oficial do Município nos próximos dias. Alguns cargos ainda não têm nomes definidos. O governo municipal ficou mais de um ano sem diretores e outros assessores em razão da necessidade de uma reforma administrativa exigida pelo Ministério Público.

“Neste primeiro ano de governo, apesar da pandemia e das dificuldades financeiras, conseguimos superar as barreiras, priorizamos os serviços na saúde e providenciamos reformas estruturantes que, em médio prazo, trarão grandes benefícios a Rio Claro”, afirmou o prefeito Gustavo. O prefeito citou como exemplos as mudanças no Instituto da Previdência de Rio Claro que muitos diziam que estava financeiramente quebrado, a concessão que permitirá a Rio Claro ser referência regional no saneamento de resíduos sólidos e a reforma administrativa e lembrou que estas reformas só foram possíveis com a conquista da estabilidade política, antiga aspiração do município.

Gustavo lembrou que a estabilidade política se estabeleceu porque mais pessoas passaram a acreditar no projeto de governo. “Todos queremos o bem de Rio Claro”.

Ao anunciar os novos membros do governo, o prefeito falou da participação dos partidos políticos e destacou que quanto mais diverso e plural for o governo, maiores as chances de sucesso do trabalho. E ressaltou que a próxima etapa será de novos cuidados com a cidade, especialmente na recuperação e manutenção do pavimento asfáltico. “Teremos o maior programa de obras da história de Rio Claro”.

O vice-prefeito Rogério Guedes disse que a cidade está num novo ciclo de desenvolvimento. “Temos muito trabalho pela frente e, com a participação de todos, vamos conseguir novos avanços”.

Novos integrantes

Os novos secretários municipais são: Arlindo Jorge (Compras), Valdir Oliveira (Obras), Nathália Spatti Delazeri (Comunicação), Antônio Fernando David “Tu” Reginatto (Governo), Ivan Falcão De Domênico (Mobilidade Urbana), Ronald Teixeira Penteado (Serviços Públicos) e Guilherme Pizzirani (Turismo).

Os secretários adjuntos são: Naira Karine Botton Modelli (Administração), Emílio Cerri (Agricultura), Cláudia Cristina Fiori Guilherme (Cultura), Ricardo Gaiotto (Compras), Adriana Altéia (Desenvolvimento Social), Elias Custódio (Desenvolvimento Econômico), Josiane Thomazella Bordignon (Educação), Uisner Lucas de Souza (Esportes), César Pedro (Justiça), Rodrigo Gonçalves (Segurança), Alcir José Russo Junior (Meio Ambiente), Paulo Lima (Comunicação), Erlon Mastricico Thiele (Governo), Roberto Máximo Ferreira (Serviços Públicos) e Vinícius Pinheiro “Ito” Hofling (Turismo).

Os chefes de gabinetes são: Ciciliana Di Batista (Gabinete), Lilian Santos (Fundo Social), Pablo Henrique Sotelo da Fonseca (Cultura), Irineu Santinela (Desenvolvimento Social), Alexandre Conttato Colagrai (Esportes), Gustavo Arnosti Barbosa (Justiça), Amanda Cervidoni (Segurança), Mário Corochel Neto (Governo), Luís Carlos Luz (Mobilidade Urbana) e José Renato dos Santos (Serviços Públicos). No gabinete do prefeito, Luana Soldani ocupará o posto deixado por Nathália, agora secretária da Comunicação.

PF prende empresário suspeito de mandar incendiar helicópteros do Ibama

Folhapress/ Leonardo Augusto

Um empresário de Goiânia foi preso pela Polícia Federal suspeito de ter mandado incendiar dois helicópteros do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) em Manaus na madrugada do último dia 24.

O empresário, identificado como Aparecido Naves Júnior, teria envolvimento com garimpo ilegal na região Norte do país. Ele foi preso na casa em que mora na capital goiana dentro da operação Acauã, deflagrada nesta quarta-feira (2) pela Polícia Federal.

As aeronaves incendiadas estavam em aeródromo de Manaus e eram utilizadas pelo instituto no combate a garimpos ilegais em Roraima. O empresário é investigado por incêndio, dano qualificado e associação criminosa.

Uma das aeronaves foi completamente destruída. A outra teve danos parciais, segundo a PF. A corporação já havia prendido na semana passada outras cinco pessoas suspeitas de participação no incêndio.

Os detidos são dois homens que teriam colocado fogo nas aeronaves, o condutor do veículo que os levou até o aeródromo e duas pessoas apontadas como encarregadas de planejar o incêndio.

A prisão em Goiânia foi possível depois que três dos envolvidos na queima dos helicópteros confessaram a participação no crime e reconheceram o empresário como o suposto autor intelectual do incêndio. Naves Júnior será transferido para Manaus.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa do empresário.

O nome dado à operação, Acauã, se refere a um falcão que habita a Amazônia e tem habilidade para caça –serpentes são as suas principais presas. Segundo a PF, no folclore amazonense, diz-se que os gritos do Acauã prenunciam a chegada de forasteiros.

Outra operação policial destruiu em novembro do ano passado 69 embarcações utilizadas para garimpo ilegal no rio Madeira. Agentes do Ibama participaram da ação.

Não é a primeira vez que o órgão é alvo de ataques. Em 2020, um agente do instituto foi agredido com uma garrafada no rosto após uma operação contra desmatamento na Amazônia, no estado do Pará. Durante a operação, fiscais queimaram três caminhões e dois tratores usados para a retirada ilegal de madeira e apreenderam um caminhão.

Quando deixaram a área, pessoas no local queimaram uma ponte e cercaram o veículo apreendido. Após uma discussão entre um fiscal e um dos presentes, um homem jogou uma garrafa no agente.

Já em 2017, em retaliação a uma operação contra garimpo, homens armados invadiram e queimaram os escritórios do Ibama, do Incra e do ICMBio em Humaitá, no sul do Amazonas. Ameaçados, os servidores fugiram de suas casas para se abrigar no quartel do Exército.

Sob o governo Bolsonaro, o Ibama vem sofrendo cortes de verbas e limitações em sua capacidade de fiscalização. A aplicação dos chamados termos de embargo despencou 60% nos seis primeiros meses de 2020 em relação ao mesmo período de 2019.

Em maio do ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) afastou do cargo Eduardo Bim, então presidente do órgão, no âmbito da operação Akuanduba. A ação investiga a edição de um despacho pelo Ibama, em 2020, que teria permitido a exportação de produtos florestais sem a necessidade de emissão de autorizações.

Covid causa morte de idosa em Rio Claro

A morte de uma idosa por Covid foi apontada em boletim divulgado nesta quinta-feira (3) pela Fundação de Saúde de Rio Claro. Nesta pandemia, 608 pessoas perderam a vida no município por conta da Covid.

Os casos positivos aumentaram em 116, totalizando 25.903, sendo que 24.355 pessoas estão recuperadas e 893 estão em isolamento domiciliar.

O índice de ocupação de leitos é de 54%, com 51 pessoas hospitalizadas. Há 20 pacientes em enfermaria e 31 em UTI, o que inclui hospitalizações das redes de saúde pública e privada.

A Fundação Municipal de Saúde alerta a população para a importância da vacinação e para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.

Veja valores e prazos da contribuição ao INSS em 2022

Folhapress/ Luciana Lazarini

Os trabalhadores têm novos valores de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) a partir de fevereiro e devem ficar atentos aos prazos de vencimento. Para quem recolhe sobre o salário mínimo, as contribuições passam a ser feitas sobre o piso nacional de R$ 1.212, válido em 2022.

A reportagem mostra hoje as novas contribuições para donas de casa de baixa renda, MEIs (Microempreendedores Individuais), autônomos, facultativos (que não têm atividade remunerada) e assalariados. Os cálculos foram elaborados em parceria com a especialista editorial da IOB Mariza Machado e confirmados pelo INSS.

O pagamento de contribuições de autônomos e facultativos referentes a janeiro vence no próximo dia 15. Para pessoas físicas, quando o prazo termina em um feriado, em que não há expediente bancário, o vencimento é ampliado até o dia útil seguinte. Já para empregadores (pessoas jurídicas) esse vencimento é antecipado.

O tipo de contribuição que o trabalhador paga também define benefícios a que ele terá direito. Donas de casa de baixa renda, microempreendedores, além de autônomos e facultativos que recolhem com 11% sobre o salário mínimo terão direito à aposentadoria por idade no valor do salário mínimo.

*
SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 1.212,00 A PARTIR DE 01/01/2022 – CONTRIBUINTE INDIVIDUAL OU FACULTATIVO
> Categoria – Valor – Código
Contribuinte individual/Facultativo mensal – 20% (R$ 242,40) – 1007/1406
Contribuinte individual/Facultativo mensal – 11% (R$ 133,32) – 1163/1473
Facultativo de baixa renda (atividades do lar na própria residência) – 5% (60,60) – 1929

PROGRAME SEUS PAGAMENTOS
PARA DONAS DE CASA DE BAIXA RENDA (opção pela contribuição reduzida)
– Novo valor: R$ 60,60 (5% do salário mínimo);
– Vencimento da primeira contribuição com o novo valor: 15/2/2022;
– Vencimento a cada mês (último dia para fazer o pagamento em dia): No dia 15 de cada mês. Se não houver expediente bancário, permite-se prorrogar o recolhimento para o dia útil imediatamente posterior.

MEI (MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL) – SIMEI
– Novo valor: R$ 60,60 para a Previdência, mais R$ 1 (para todas as atividades), mais R$ 1 de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para os setores de comércio, indústria e transporte entre estados e municípios. Para atividades de serviços, há cobrança do ISS (Imposto sobre Serviços), de R$ 5. O pagamento é feito numa guia única (Documento de Arrecadação do Simples Nacional);
– Vencimento da primeira contribuição com o novo valor: 21/02/2022;
– Vencimento a cada mês: No dia 20 de cada mês. Quando não houver expediente bancário no prazo estabelecido, os tributos deverão ser pagos até o dia útil imediatamente posterior.
Se o MEI tiver um empregado contratado, ele deve reter e recolher a contribuição previdenciária relativa ao segurado a seu serviço. Também está sujeito ao recolhimento da CPP (Contribuição Patronal Previdenciária) para a Seguridade Social (3% sobre o salário de contribuição) e precisa fazer os depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O vencimento será até o dia 7 do mês subsequente. Quando não houver expediente bancário no dia 7, o recolhimento deverá ocorrer até o dia útil imediatamente anterior.

AUTÔNOMOS E FACULTATIVOS QUE RECOLHEM SOBRE 11% DO SALÁRIO MÍNIMO
– Novo valor: R$ 133,32;
– Vencimento da primeira contribuição com o novo valor: 15/2/2022;
– Vencimento a cada mês: No dia 15 de cada mês.

AUTÔNOMOS E FACULTATIVOS QUE RECOLHEM SOBRE 20%
– O pagamento é feito sobre o valor da renda no mês, variando do salário mínimo até o teto do INSS;
– Para quem recolhe sobre o salário mínimo o novo valor é de: R$ 242,40;
– Para quem recolhe sobre o teto do INSS o novo valor é de: R$ 1.417,44;
– Vencimento da primeira contribuição com o novo valor: 15/2/2022;
– Vencimento a cada mês: No dia 15 de cada mês. Quando não houver expediente bancário no prazo estabelecido, o recolhimento deverá ser feito até o dia útil imediatamente posterior.

PARA EMPREGADOS, AVULSOS E DOMÉSTICOS
– Novo valor: Serão aplicadas as alíquotas progressivas sobre as parcelas do salário de contribuição, conforme a tabela abaixo. O desconto para quem paga pelo teto do INSS passa a ser de R$ 828,38 em 2022;
– Tabela de contribuição previdenciária do segurado empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, para pagamento de remuneração a partir de 1º de janeiro de 2022:
> Salário de contribuição (R$) – Alíquota progressiva para fins de recolhimento ao INSS
até 1.212,00 – 7,5%
de 1.212,01 até 2.427,35 – 9%
de 2.427,36 até 3.641,03 – 12 %
de 3.641,04 até 7.087,22 – 14%
– Vencimento para o empregador pagar a primeira contribuição com o novo valor: 18/2/2022;
– Vencimento a cada mês: O prazo para a empresa recolher as contribuições do empregado vence no dia 20 de cada mês. Quando não houver expediente bancário na data estabelecida o recolhimento deverá ser feito até o dia útil imediatamente anterior.

PARA TRABALHADORES DOMÉSTICOS:
– Vencimento da primeira contribuição com o novo valor: 7/2/2022;
– Vencimento a cada mês: Para empregado doméstico o pagamento tem que ser feito até o dia 7 do mês seguinte àquele a que se refere a contribuição. Quando não houver expediente bancário na data estabelecida o recolhimento poderá ser efetuado até o dia útil imediatamente anterior;
– Guia de pagamentos: A guia única de recolhimento do trabalhador doméstico, paga via eSocial, inclui a contribuição ao INSS (8%), do FGTS (8%), 3,2% de multa rescisória do FGTS e 0,8% de seguro contra acidente de trabalho. É usada a mesma tabela de contribuições dos trabalhadores assalariados, com alíquotas de 7,5% a 14%, aplicadas sobre cada faixa do salário, até o teto do INSS. O valor referente ao INSS pode ser descontado do trabalhador, a critério do empregador. Acesse www.gov.br/esocial para gerar a guia de pagamento.

Comunidade deve ficar atenta aos prazos para vacinação

Para que a vacinação tenha a eficácia esperada contra a Covid, o esquema vacinal completo é fundamental, conforme reforça a Fundação Municipal de Saúde. Após a primeira dose, a população deve ficar atenta aos prazos e retornar ao posto de vacinação para a segunda dose e dose de reforço. Em Rio Claro, quem precisa tomar primeira, segunda dose ou dose de reforço deve ir nesta sexta-feira (4), das 8 às 16 horas, ao salão da igreja Boa Morte, que fica na Rua 10, entre as avenidas 7 e 9.

A primeira dose é para todos a partir de 5 anos. Para a segunda dose, é necessário observar o intervalo recomendado de acordo com a vacina recebida. O intervalo entre primeira e segunda dose contra a Covid para adolescentes e adultos que tomaram Pfizer é de 21 dias. Já quem tomou Coronavac (inclusive crianças) ou Astrazeneca deve comparecer após 28 dias para a segunda dose. As crianças que tomaram a dose pediátrica da Pfizer devem receber a segunda dose depois de oito semanas.

A dose de reforço é aplicada nos maiores de 18 anos depois de quatro meses da segunda dose. Estão sendo vacinadas as pessoas que tomaram a segunda dose em outubro. Também devem tomar mais uma dose as pessoas vacinadas com dose da Janssen há no mínimo dois meses.

A Fundação Municipal de Saúde alerta à população sobre a importância da vacina no enfrentamento do coronavírus. De acordo com o mais recente levantamento da Vigilância Epidemiológica, divulgado nesta quinta-feira (3), 10.603 pessoas não compareceram para tomar a segunda dose da vacina contra a Covid e outras 48.732 doses de reforço também não foram aplicadas por ausência dos interessados.

Explosão controlada conclui extração de rocha na serra de Santa Maria

A Operação Desmonte, plano da Eixo SP para a extração de rocha às margens da SP-304 – Rodovia Geraldo de Barros, no quilômetro 235+600 entre Santa Maria da Serra e Torrinha, avançou nesta terça-feira (3) com o desmonte total do bloco de arenito onde foi identificada a fissura. Em atendimento aos protocolos de segurança, a área foi isolada a uma distância de 500 metros.

Com o uso de quantidade controlada de explosivo e na proporção correta para desprender o bloco, foram levados a solo aproximados de 4,8 mil metros cúbicos – 9.000 toneladas de rochas.

A extração foi acompanhada pela equipe de Engenharia da Eixo SP e por dois engenheiros de minas, profissionais especializados para esta intervenção. “Contamos ainda com o apoio das equipes de Operação e da Polícia Militar Rodoviária, que fecharam os perímetros de maneira a garantir que o local permanecesse inacessível no momento mais crítico. Antecipamos ainda a comunicação com moradores de propriedades rurais vizinhas, advertidos inclusive sobre a segurança de seus animais nos pastos”, afirma José Geraldo de Andrade, superintendente de Obras da Eixo SP.

Remoção

Na etapa final da Operação Desmonte, rompedores hidráulicos – equipamentos de perfuração acoplados a retroescavadeiras – fazem a trituração dos fragmentos maiores para a remoção por caminhões basculantes. Ainda na fase de preparo, o pavimento no trecho recebeu manta de proteção para preservá-lo no momento do impacto.

A partir da retirada total das pedras, as equipes de obras concluirão a limpeza do pavimento e retirada das barreiras para restabelecer o tráfego na rodovia.

“Esta é uma operação que traz mudanças significativas na rotina de muitos motoristas que contam com a Geraldo de Barros em seus deslocamentos, mas necessária para a segurança, prioridade para a Concessionária. O alinhamento com ARTESP [Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo], IPT [Instituto de Pesquisas Tecnológicas] e Defesa Civil foi fundamental para o sucesso deste planejamento. Em poucos dias, a serra voltará a ser a rota na ligação entre Torrinha e Santa Maria da Serra”, afirma Robinson Avila, Diretor de Engenharia.

Desvios

O condutor deve manter a atenção aos desvios que são mantidos na etapa final da Operação Desmonte. Nos quilômetros 225, 228 e 245, pontos de desvios, foram instalados sinalização com iluminação noturna e o motorista é orientado com mensagens em painéis eletrônicos.

O acesso a Torrinha poderá ser feito pela SP 304 – Rodovia Deputado Amauri Barroso de Souza (Jaú – Torrinha) e pela SP 197 – Rodovia Doutor Américo Piva (Brotas – Torrinha), intersecção da SP 225 – Rodovia Engenheiro Paulo Nilo Romano (Jaú – Itirapina).

Já o acesso a Santa Maria da Serra poderá ser feito pela SP 191 (Rio Claro – São Pedro) seguindo pela SP 304 – Rodovia Geraldo de Barros (São Pedro – Santa Maria da Serra). Outra opção é a SP 191 (São Manuel – Santa Maria da Serra).

Sobre a Eixo SP

A Eixo SP Concessionária de Rodovias administra mais de 1.221 km de estradas que passam por 62 municípios da região de Rio Claro, no centro do Estado, até Panorama, no extremo oeste, na divisa com o Mato Grosso do Sul. O maior contrato sob supervisão da Artesp (Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo) terá investimentos na ordem de R$ 14 bilhões em obras de ampliação, conservação, além da modernização de serviços ao usuário. Para mais informações acesse: www.eixosp.com.br.

Você tem uma receita irresistível? Compartilhe com o JC

Toda família tem algum prato que não pode faltar nos encontros, não é mesmo? Da saladinha, ao salpicão. Da costelinha de porco ao tutu de feijão. Do arroz doce ao tiramisú.

Com o objetivo de criar um compilado de receitas tradicionais, que será publicado em nosso Especial Gastronomia, convidamos você, leitor do JC apaixonado por gastronomia, para enviar a receita e o modo de preparo dos pratos que não faltam em suas reuniões de família.

Compartilhe com a gente seus dotes culinários e mostre as tradições da sua família e da sua comunidade. Envie sua receita (ou mais de uma) até dia 12 de fevereiro para o nosso WhatsApp: (19) 99796-3563 ou, se preferir, entregue no balcão de atendimento do JC, que fica na Avenida 5 com a Rua 4, nº 283.

Não esqueça de mandar uma foto (sua e do seu prato), informar seu nome completo, telefone para contato, lista de ingredientes e o modo de preparo.

Polícia mata ao menos 6 pessoas em operação na Baixada Fluminense

Folhapress/ Ana Luiza Albuquerque

A Polícia Militar do Rio de Janeiro matou ao menos seis pessoas na manhã desta quinta-feira (3) durante operação no Parque Floresta, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Moradores da região, porém, contabilizam pelo menos 15 mortes e afirmam que alguns foram assassinados mesmo depois de rendidos.

Em nota, a corporação afirmou que as equipes foram atacadas a tiros por criminosos e que, por isso, houve confronto. Sete suspeitos foram presos e outros três, feridos, estão sob custódia no Hospital de Belford Roxo. Segundo a polícia, foram apreendidos oito fuzis, cinco pistolas, quatro granadas e drogas. A ocorrência está em andamento na 54ª DP (Belford Roxo).

A IDMJR (Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial), instituição de defesa dos direitos humanos que atua na Baixada, afirma que recebeu inúmeros relatos de moradores sobre pessoas sendo mortas pela polícia, mesmo após terem sido encurraladas. Procurada, a Polícia Militar afirma que a operação seguiu rigorosamente as determinações legais.

Segundo a organização, houve operação em ao menos quatro bairros. Em um dos áudios, um morador afirma que em apenas uma rua foram mortas 5 ou 6 pessoas, e que em Vila Pauline, bairro vizinho ao Parque Floresta, havia corpos em várias casas.

Em um dos vídeos recebidos pela IDMJR, visto pela reportagem, um homem abrigado em uma casa filma uma intensa troca de tiros e policiais do lado de fora. Em seguida, ele grava o próprio rosto e diz que está encurralado. Horas depois, amigos lamentaram a sua morte nas redes sociais.

Em outra gravação, uma moradora afirma que a ordem não era para prender, mas sim para matar. “Estavam querendo se entregar e eles não estavam deixando, estavam metendo bala para dentro da casa”, diz.

A instituição procurou o Ministério Público do Rio de Janeiro, responsável pelo controle externo das polícias, que respondeu ter sido notificado pela polícia a respeito da operação.

O órgão também pediu imagens e vídeos para auxiliar na identificação dos envolvidos e afirmou que está em contato direto com a corregedoria da polícia para adoção de providências.

Em nota, o Ministério Público confirmou que recebeu a comunicação da Polícia Militar às 05h53 desta quinta-feira. “A justificativa apresentada diz respeito à necessidade de estabilização do território em razão de confronto entre facções rivais”, afirma o texto.

Segundo o órgão, um relatório com as informações apuradas será posteriormente encaminhado às Promotorias de Justiça com atribuição para análise.

A operação desta quinta-feira ocorreu a despeito da determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) que restringiu as operações policiais no Rio de Janeiro para casos excepcionais enquanto durar a pandemia da Covid-19.

A polícia disse, em nota, que o objetivo da ação desta manhã foi “coibir ações criminosas na região, além de intervir em uma disputa territorial entre grupos criminosos rivais”.

Nesta quarta-feira (2), o Supremo voltou a analisar a ação e formou maioria para obrigar o estado a apresentar um plano de redução da letalidade policial em até 90 dias.

Há exatamente um ano, Belford Roxo era palco de uma megaoperação da polícia, que, segundo moradores, se estendeu por meses.

À época, o jornal Folha de S.Paulo noticiou uma rotina de desaparecimentos e assassinatos na esteira da operação, com envolvimento de milícia. Cinco pessoas narraram à reportagem violações de direitos humanos na região desde o início daquela ação.

Jornal Cidade RC
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