Lula lidera, mas tucano Alckmin pode crescer

Carine Corrêa 

Iniciou-se a corrida eleitoral para 2018. Alguns políticos já lançaram sua pré-candidatura para disputar o pleito no próximo ano. Tradicionalmente, o Grupo JC de Comunicação, com seriedade e credibilidade, colabora com a projeção do cenário político, com o objetivo de promover um panorama da intenções do voto e da avaliação do rio-clarense da política local e nacional.

Neste domingo (3), iniciam-se as pesquisas encomendadas pelo Centro Abril-Indsat, que se estenderão pelas próximas edições.

Pesquisa JC/Indsat apresenta panorama do cenário político local e nacional com seriedade

A pesquisa encomendada pelo Grupo JC à Centro Abril-Indsat (Indicadores de Satisfação) foi realizada em Rio Claro na terceira semana de novembro deste ano, com o objetivo de avaliar a administração pública e assuntos políticos no município. Com uma população de 186.299 habitantes (IBGE 2010) e 145.419 eleitores, foram ouvidas na cidade 400 pessoas, com uma margem de erro máxima estimada de 4% para mais ou para menos sobre os resultados gerais obtidos, com um intervalo de confiança de 95%. A coleta de dados, segundo a metodologia do levantamento, foi por meio de entrevistas pessoais residenciais. “A ideia da Indsat nasceu em julho de 2013, em meio às manifestações que sacudiam o Brasil. O objetivo é gerar conteúdos e informações sobre os principais serviços e agentes públicos dos municípios, tendo como base Pesquisas de Opinião realizadas com o alto rigor metodológico exigido pelo mercado”, ressaltou Hudson Luís Gomes, o criador da Indsat.

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Alunos das escolas municipais terão aulas até 20 de dezembro

A Secretaria Municipal da Educação de Rio Claro vai manter todos os serviços em funcionamento na rede municipal de ensino neste final de ano. “Sabemos que muitos pais trabalham e, com as crianças em férias, é preciso mudar a rotina da casa. Portanto, o calendário escolar será cumprido até o último dia”, observa a secretária Interina da Educação Mônica Christofoletti.

As aulas nas escolas municipais vão até o dia 20 de dezembro com início das férias a partir do dia 21 para os estudantes da pré-escola, ensino fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O calendário das creches é diferenciado e as aulas prosseguem até o fim de dezembro com fechamento das escolas em janeiro para concessão de férias para professores e funcionários. “O recesso de janeiro nas creches também permite que as crianças passem um tempo maior com as famílias”, afirma Mônica Christofoletti.

A secretária informa ainda que o serviço de transporte escolar irá funcionar normalmente até o fim do ano letivo, inclusive o fretamento realizado pela empresa responsável pelo transporte público. “Os alunos que utilizam o transporte escolar para frequentar a escola terão o serviço disponível até o último dia de aula”, esclarece Mônica.

Paulo Apolari, diretor de Planejamento da Secretaria da Educação, explica que as escolas são livres para escolher como farão o encerramento das atividades. “A forma de encerramento fica à critério da escola”, comenta Apolari lembrando que nos últimos anos foram realizadas festas de confraternização, formaturas, coral, apresentações culturais, entre outras atividades.

A rede municipal de ensino de Rio Claro tem 58 unidades e atende mais de 20 mil alunos na educação infantil (creche e pré-escola), ensino fundamental 1 (1º ao 5º ano) e Educação de Jovens e Adultos (EJA I e II).

Casa é alvo de tentativa de incêndio no Jardim Floridiana

Uma família de comerciantes de Rio Claro esteve no final da manhã de domingo (3), na delegacia no plantão policial, na Avenida da Saudade, para registro de ocorrência de invasão e atos de vandalismo em residência no Jardim Floridiana. Há dias atrás, segundo conta no registro, indivíduos teriam tentado colocar fogo no local.

Na residência não havia moradores. As vítimas solicitaram na delegacia, mais policiamento no Jardim Floridiana.

Com informações do repórter colaborador Gilson Santullo.

Vândalos depredam escola no Jardim Brasília

Funcionários da EMEI Isolina Cassavia no Jardim Brasília em Rio Claro tiveram uma grande surpresa na manhã desta segunda-feira (4). Ao chegarem para trabalhar encontraram um cenário de destruição na escola. No final de semana bandidos invadiram o local e destruíram o material de formatura dos alunos.

Carros roubados são localizados pela polícia

O veículo importado Fusion preto, ano 2006, placas de Rio Claro,  que seria produto de roubo, foi localizado ao lado de chácara às 23h05 de sábado (2), no Jardim Maria Cristina, próximo do bairro Wenzel, segundo a polícia.

A vítima foi um comerciante de 42 anos.

Informação inicial é que de carro estaria com outro emplacamento e uma pessoa teria pedido para deixar o veículo naquele local.

Segundo registros do setor policial, semanalmente diversos veículos produtos de furto e roubo são localizados nos bairros de Rio Claro.

Com informações do repórter colaborador Gilson Santullo.

Pai tenta esfaquear o filho com punhal

Agressão e violência doméstica foram registradas às 13h10 de sábado (2), no bairro Wenzel em Rio Claro. Segundo registro, o acusado tentou esfaquear o próprio filho.

De acordo com a ocorrência, a primeira vítima foi sua companheira. Ela foi conversar com ele sobre o uso de bebida alcoólica. O averiguado, um homem de 49 anos, começou agredir a filha e em seguida tentou com punhal, esfaquear o filho.

Faca foi apreendida pela Polícia Militar, que atendeu a ocorrência.

Com informações do repórter colaborador Gilson Santullo.

Roubo em Araraquara acaba em prisão na região de Rio Claro

Um acusado de roubo de dois carros foi detido pela Polícia Rodoviária da Base da região de Rio Claro na manhã de domingo (3), no trecho de Corumbataí da SP-310, na rodovia Washington Luís.

Seu comparsa foi liberado e segundo ocorrência, não teria participado da ação de roubo.

O suspeito estava em fuga da Polícia Rodoviária, após roubo de um automóvel em um estacionamento na cidade de Araraquara.

A vítima teria sido rendida pelo assaltante na manhã de domingo e obrigada a seguir como refém até região rural de Rio Claro, onde acabou liberada.

O carro roubado foi apreendido pela polícia e o ladrão perdeu o controle da direção e capotou no quilômetro 196 da pista.

O acusado tentou levar outro carro na fuga, mas o veículo era automático e ele não sabia conduzi-lo.

Com informações do repórter colaborador Gilson Santullo.

Brasil tem 904 mil à espera de cirurgia eletiva no SUS; espera chega a 12 anos

Estadão Conteúdo 

Pelo menos 904 mil pessoas esperam por uma cirurgia eletiva – não urgente – no Sistema Único de Saúde (SUS). Parte desses pacientes aguarda o procedimento há mais de 10 anos. Isso é o que mostra levantamento inédito feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) com dados das secretarias da Saúde dos Estados e das capitais brasileiras obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. A demora para realizar procedimentos, afirmam especialistas, pode agravar o quadro dos pacientes.

Segundo a entidade, o número de demandas represadas é provavelmente mais alto, já que somente 16 Estados e 10 capitais responderam. Há ainda a fila por procedimentos nos serviços de saúde federais.

O levantamento revela também que a quantidade de pessoas que aguardam cirurgia no sistema público é maior do que o medido pelo Ministério da Saúde. Em julho deste ano, a pasta divulgou a primeira lista única desse tipo de procedimento – antes disso, os números eram registrados só pelos Estados e municípios e nunca haviam sido centralizados.

Na ocasião, a pasta informou que a fila era de 804 mil solicitações no País. Na última semana, novo balanço apresentado pelo ministério apontou que, após avaliação feita pela ouvidoria, o número caiu para 667 mil pedidos porque havia duplicidade de cadastros na primeira lista.

“Tanto o número do ministério quanto o levantado pelo CFM são subestimados porque parte dos Estados não respondeu ou não tem os dados organizados. Há ainda aquelas pessoas que precisam da cirurgia, mas nem sequer têm acesso ao especialista que dá o encaminhamento”, destaca o presidente em exercício do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro.

O próprio ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu ao jornal O Estado de S. Paulo haver falhas de informação nas listas passadas pelos governos locais à pasta. “Quando os Estados começaram a fazer mutirões, constatamos que a maioria das pessoas que passaram pelas cirurgias não constava da lista inicial passada pelo Estado. Isso demonstra que nossa fila não era exata”, diz ele, referindo-se aos mutirões realizados pelos Estados com verba extra federal repassada após a criação da fila única, em julho.

Complicações

A demora na realização de cirurgias pode levar ao agravamento do quadro de saúde do paciente, piorando o prognóstico e aumentando os custos para o próprio sistema. Quem não faz a cirurgia eletiva, diz Britto Ribeiro, “vai acabar caindo um dia no sistema de urgência e emergência ou operado num quadro muito pior do que no início da doença”.

É o caso da comerciária Ana Célia Gonçalves, de 52 anos, que aguarda cirurgia renal desde 2012. Quando seu nome foi incluído na lista, ela tinha quadro leve de cálculo renal. Neste ano, descobriu que o rim direito perdeu totalmente a funcionalidade com o agravamento da doença. Agora, a cirurgia será de retirada completa do rim.

“O exame deste ano mostrou que o órgão está com 13% da capacidade, o que, para os médicos, já é considerado perdido. O rim esquerdo também está em risco, tenho medo de perdê-lo também”, afirma. “Mas, quando reclamo, só ouço que tenho de ter paciência e aguardar na fila”, conta Ana Célia, que se trata no Hospital Universitário Walter Cantídio, em Fortaleza.

Ela diz sofrer de dores agudas e segue dieta restrita para o problema não piorar ainda mais. “Tenho medo de perder o outro rim e precisar, então, de diálise e entrar na fila de transplante.” Procurado pela reportagem, o hospital não se manifestou.

Longa espera

Ao menos 750 pedidos de cirurgias no País estão na fila há mais de 10 anos. No Estado de São Paulo, há casos em que o paciente aguarda desde 2005, recorde entre os Estados que responderam ao CFM. Na rede paulista, 143 mil esperam por cirurgia eletiva.

À reportagem, a secretaria paulista disse que a demanda reprimida por cirurgias eletivas é uma realidade nacional, causada sobretudo pela defasagem na tabela de valores de procedimentos hospitalares do ministério, “congelada há anos e que não cobre os reais valores dos atendimentos”. Disse também que o número anual de procedimentos feitos sob gestão do Estado subiu 21% nos últimos sete anos, de 179,2 mil para 217,1 mil. Segundo o órgão, também são feitos mutirões de cirurgias.

Entre os procedimentos com o maior número de demandas represadas no Brasil estão as cirurgias de catarata (113.185), correção de hérnia (95.752), retirada da vesícula (90.275), varizes (77.854) e de amídalas ou adenoide (37.776). Só estes cinco tipos concentram quase metade de todos os pedidos na fila.

Verba repassada

O Ministério da Saúde diz investir na informatização das unidades de saúde para ter noção exata da demanda por cirurgias eletivas no Brasil. Além disso, segundo a pasta, recursos têm sido repassados aos Estados para ajudar a resolver o problema.

“O nosso objetivo é estabelecer a fila única e informar no aplicativo e-saude a posição de cada paciente na lista de espera. Esperamos que isso esteja disponível até o fim de 2018, mas reconheço que há uma dificuldade nas informações”, declarou o ministro Ricardo Barros.

Após a criação da fila única em julho, segundo Barros, o ministério liberou R$ 250 milhões extras aos Estados para investimento nas cirurgias eletivas. Até agora, R$ 100 milhões já foram faturados. A maior parte do repasse está sendo usada em mutirões de procedimentos.

O total de cirurgias eletivas feitas no País, diz a pasta, cresceu 39% – de 109,7 mil em janeiro para 152,6 mil em setembro.

Desequilíbrios

Os mutirões de cirurgias podem ajudar a aliviar as filas, mas não são a solução definitiva, alertam especialistas. Para Walter Cintra Ferreira, coordenador do Curso de Especialização em Administração Hospitalar e de Sistemas de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGV), os governos federal, estadual e municipal precisam investir na ampliação dos serviços de saúde, na melhor distribuição dos especialistas e na informatização da rede.

“Temos um sistema subdimensionado para a demanda que tem. Para piorar, os profissionais não estão distribuídos de forma equitativa pelo País. Há uma concentração muito grande de especialistas nos grandes centros, principalmente no Sul e no Sudeste”, avalia. “Os mutirões são plenamente válidos, mas é uma medida para mitigar uma situação de crise. A solução verdadeira está em investir em maior qualidade dos serviços públicos”, acrescenta.

Outro desafio é saber o tamanho real da fila. “Uma das coisas que faltam ao SUS é integrar informações. Se tivéssemos todos os sistemas integrados, teríamos ideia melhor da demanda e das prioridades”, diz Ferreira.

De acordo com o CFM, uma fila maior na pesquisa não significa, necessariamente, ser pior no atendimento, mas, sim, que a regulação está melhor sistematizada. Alguns Estados que não responderam, por exemplo, justificaram não ter controle da demanda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Jovem é preso após invadir zoológico e furtar jacaré em Americana

Estadão Conteúdo 

Um rapaz de 24 anos foi preso na madrugada deste domingo, 3, quando levava nas costas um jacaré de 1,5 metro, furtado de um zoológico de Americana, no interior de São Paulo. O réptil estava amarrado com cordas e se debatia, enquanto o suspeito caminhava pela rua do Jardim Ipiranga, a cerca de um quilômetro do zoológico. Um morador achou a cena muito inusitada e decidiu acionar a Polícia Militar. A ocorrência, no entanto, foi repassada à Guarda Municipal, que responde pela proteção do patrimônio público.

Os guardas apuraram que o suspeito, Felipe Barbera de Almeida, tinha invadido o Parque Ecológico Municipal, por volta da 1 hora da madrugada, pulando o alambrado para caçar o jacaré. Ele usou um garrote – uma vara com uma corda em que é feito um laço – para amarrar a boca do jacaré, em seu recinto.

Depois de dominar o réptil, o rapaz abriu um buraco no alambrado e saiu, carregando o bicho nas costas. Durante o ataque, tanto o jacaré quanto o ladrão sofreram escoriações. De acordo com a Guarda Municipal, o homem disse que entregaria o animal para outra pessoa, mas não revelou quem seria o destinatário do espécime.

O réptil, da espécie jacaré-do-pantanal, foi levado de volta para o zoológico e passou pela avaliação de um biólogo. Os ferimentos sofridos na boca, durante a amarração, foram tratados O jacaré foi encaminhado para o setor de isolamento e terá de ficar em quarentena.

O rapaz, que é morador de Santa Bárbara d’Oeste, cidade vizinha, foi autuado em flagrante por furto e crime ambiental. Ele vai aguardar detido na Cadeia Pública de Sumaré a audiência de custódia, que deve ser realizada nesta segunda-feira, 4.

Jornal Cidade RC
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