Marinha abre concurso para Colégio Naval com 190 vagas

Se você tem Ensino Fundamental ou está cursando o 9º ano, não deixe de se inscrever para o Concurso Público do Colégio Naval. São 190 vagas e a inscrição pode ser feita de hoje (12/03) até 20 de abril de 2018. Para se candidatar é necessário ser brasileiro nato e do sexo masculino, ter 15 anos completos e menos de 18 (em 1º de janeiro de 2019), dentre outros requisitos previstos em Edital.

Os interessados devem acessar o site www.ingressonamarinha.mar.mil.br, baixar o edital e fazer sua inscrição no próprio site, ou em um dos Postos de Inscrição da Marinha.

Das provas

Os candidatos realizarão prova objetiva de Matemática, Estudos Sociais, Ciências, Português, Inglês e Redação em dois dias subsequentes, com caráter eliminatório e classificatório.

Curso de Formação

O Colégio Naval é um estabelecimento de ensino da Marinha, localizado em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, onde são ministrados o ensino básico em nível médio e a formação militar-naval. Os alunos estudam em regime de internato pelo período de três anos letivos.  O curso é gratuito e os alunos têm direito a alimentação, uniforme, assistências médico-odontológica, psicológica, social, religiosa e bolsa-auxílio de cerca de R$1.060. O curso é denominado “Curso de Preparação de Aspirantes”, e destinado ao preparo intelectual e físico do aluno visando uma futura seleção para o ingresso na Escola Naval.


SERVIÇO:
Concurso Público para o Colégio Naval
 
Inscrição: 
12/03/2018 a 20/04/2018 
Valor:
 R$ 100,00 
Informação ao candidato
[email protected] 
Site
www.ingressonamarinha.mar.mil.br

#VÍDEO: Imagens mostram carro de quadrilha que explodiu banco

Uma agência bancária localizada na Rua 3 com a Avenida 3 no Centro de Rio Claro foi alvo de criminosos na madrugada desta segunda-feira (12).

A quadrilha usou uma residência que estava para alugar ao lado do banco para conseguir entrar no local. Pelo menos quatro explosões foram ouvidas. O alvo dos marginais era o cofre que não conseguiu ser aberto.

Imagens das câmeras de monitoramento da prefeitura filmaram a movimentação de um carro que estaria dando cobertura para os bandidos que estavam na agência.

Confira no vídeo

Funcionários dos Correios entram em greve nesta segunda-feira (12)

Servidores dos Correios entrarão em greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (12). De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), os trabalhadores são contra mudanças no plano de saúde da empresa, que preveem o pagamento das mensalidades pelos funcionários e a retirada de dependentes dos contratos.

“Além disso, o benefício poderá ser reajustado conforme a idade, chegando a mensalidades acima de R$ 900″,, informou a Fentect, em nota, ressaltando que o salário médio dos trabalhadores dos Correios é de R$ 1,6 mil, “o pior salário entre empresas públicas e estatais”.

O início da greve coincide com o julgamento sobre o plano de saúde dos trabalhadores no Tribunal Superior do Trabalho (TST), também marcado para amanhã, referente à última negociação salarial.

Segundo a Fentect, a mobilização nacional da categoria foi aprovada em assembleias dos sindicatos. Entre outras reivindicações, os trabalhadores são contra as alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários; a terceirização na área de tratamento; a privatização da estatal; a suspensão das férias dos trabalhadores; a extinção do diferencial de mercado e a redução do salário da área administrativa.

Além disso, entre as demandas da categoria estão a contratação de novos funcionários por meio de concurso público, a segurança nos Correios e o fim dos planos de demissão.

A federação também é contra a extinção e terceirização do cargo de operador de triagem e transbordo, “importante para o movimento do fluxo postal interno”. “Para piorar a situação, a empresa também anunciou o fechamento de mais de 2.500 agências próprias, por todo o Brasil”, diz a nota da Fentect.

Para a categoria, o “desmonte” promovido pela gestão dos Correios tende a prejudicar ainda mais os serviços à população. “A Fentect esclarece que alguns argumentos repassados transmitem uma visão enganosa da realidade na estatal. Por exemplo, quanto ao monopólio dos Correios, que, hoje, corresponde apenas a cartas, malote e telegrama. O segmento de encomendas, como o Sedex, entretanto, sempre foi concorrencial”, informou.

Quanto ao reajuste dos preços dos serviços da estatal, a federação discorda de aumentos abusivos nos valores. “Já em relação ao argumento da ECT para esse reajuste, a respeito da segurança dos trabalhadores, a Fentect esclarece que não há nenhum benefício pago ao trabalhador por esse motivo, bem como nenhum adicional”.

No dia 6 deste mês, os Correios começaram a cobrar uma taxa extra de R$ 3 para encomendas com destino ao Rio de Janeiro. O motivo seria a elevação dos custos da entrega por causa da violência no município. No dia 9, entretanto, após decisão da Justiça Federal, a estatal suspendeu a cobrança.

Para a Fentect, a empresa não onera o governo federal ou o bolso do cidadão com arrecadação de impostos. “Ao contrário, é o governo quem tem retirado verbas da empresa, sem retorno, nos últimos anos, como da ordem de R$ 6 bilhões”, informou. “Com todos os erros e ingerências políticas na administração dos Correios, a direção da estatal promove essas e outras retiradas de direitos dos próprios trabalhadores, responsabilizando-os pelos danos da ECT.”

Oficialmente, a greve da categoria começou neste domingo (11) a partir das 22h, para que os funcionários que trabalham no turno da noite já possam aderir ao movimento.

A reportagem  não conseguiu contato com a assessoria dos Correios.

Vídeo: Explosão é registrada em banco no centro de Rio Claro

Uma explosão foi registrada na madrugada desta segunda-feira (12), em um banco localizado na Avenida 3, no centro de Rio Claro.

A explosão que o ocorreu por volta das 4h00, foi ouvida em diversos bairros de Rio Claro.

Confira as infomrações direto do local com o repórter policial, Gilson Santullo.

Mais informações a qualquer momento em nosso portal.

Gripe ainda traz risco de surto global mortífero

Há cem anos, a Primeira Guerra Mundial devastava o planeta, mas um desastre muito pior estava prestes a começar. No dia 11 de março de 1918, nos Estados Unidos, era registrado o primeiro caso do que viria a ser a pandemia mais mortífera da história. Enquanto a guerra matou 20 milhões de pessoas em quatro anos, o vírus do que ficou conhecido como gripe espanhola mataria de 50 milhões a 100 milhões em apenas alguns meses, infectando um terço da população mundial. Um século depois, se a humanidade corre algum risco de enfrentar uma nova pandemia como aquela, vírus como o da influenza continuam sendo o principal candidato

É o que apontam especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. “Os vírus respiratórios são nossa maior preocupação em relação ao aparecimento de uma nova pandemia. Hoje, temos muito mais recursos na medicina para lidar com uma situação dessas do que em 1918. Mas temos uma população muito maior, o mundo está muito mais conectado, viajamos mais e mais rápido e temos megacidades, onde um vírus desse tipo se transmite em velocidade alucinante”, afirma Sylvie Briand, diretora do Departamento de Ameaças Infecciosas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ela lembra que o causador da gripe espanhola foi o vírus da influenza A, ou H1N1, o mesmo que causou a pandemia de “gripe suína” de 2009, que matou mais de 18 mil pessoas. Na época, Sylvie era diretora do Programa Global de Influenza da OMS. Para ela, porém, a mortalidade sem precedentes da gripe espanhola dificilmente se repetirá, já que o contexto de 1918, com uma guerra mundial em curso, teve um papel crucial na gravidade da pandemia. Incessantes movimentações dos exércitos e as péssimas condições de higiene, nutrição e saúde – tanto nas trincheiras quanto nas cidades – aumentaram a abrangência do vírus.

“Além disso, não havia a capacidade de diagnósticos que temos hoje, não havia antibióticos e antivirais. Hoje, em tese, temos armas para evitar uma situação como aquela. O que não sabemos é até que ponto essas armas serão suficientes para proteger a todos, já que a população mundial cresceu muito em um século”, diz.

A pandemia de 2009 mostrou à OMS que as ações contra uma pandemia atualmente precisam ser extremamente coordenadas, envolvendo todos os países. “Estamos todos ligados. Se um vírus novo aparecer em um determinado país, ele chegará a todos os continentes em menos de nove semanas.”

Durante o surto de 2009, uma vacina chegou a ser produzida quando o vírus foi identificado, mas levou alguns meses para começar a ser distribuída. Depois disso, a OMS criou um plano de ação global para vacinas de influenza, que estabelece procedimentos para que os produtores de vacina respondem mais rapidamente a um risco de pandemia. “Aprendemos muito, mas não sabemos até que ponto conseguiremos reagir de forma rápida o suficiente quando surgir uma nova pandemia”, disse Sylvie.

Mutações

A capacidade do vírus da influenza de modificar constantemente suas características genéticas também contribui para dar a ele o título de principal ameaça, de acordo com Alexander Precioso, diretor do Laboratório Especial de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância do Instituto Butantã.

“Hoje, se pensarmos no risco de uma nova pandemia, certamente o vírus mais propenso para isso é o influenza, em especial o tipo A, que tem capacidade de sofrer mudanças estruturais no seu material genético, de se reorganizar e criar algo novo”, explica “Essa é uma possibilidade eterna que faz com que o vírus tenha capacidade de se modificar contínua e rapidamente. Só isso já pode fazer surgir um influenza A totalmente novo para qualquer um de seus hospedeiros – aves, suínos e o ser humano -, o que vai sempre conferir um risco de pandemia”, afirma Precioso.

Segundo ele, quando se fala no risco de pandemias, é preciso considerar dois aspectos: um agente infeccioso novo, para o qual a população não tenha imunidade, e condições globais que possam favorecer ou não a ocorrência da pandemia. Em 1918 havia as duas coisas. O vírus era novo, com uma capacidade de disseminação muito elevada, e que encontrou uma população suscetível.

O que muda hoje é justamente a condição global, com maior vigilância de novos vírus, capacidade de produzir vacinas com relativa agilidade e melhores condições de saneamento, habitação e alimentação. Ele não acredita, porém, que esteja descartado o risco de acontecer algo como em 1918. O surto de 2009, diz, foi um exemplo disso. “Existem instrumentos para agilizar o processo, mas a vacina não fica disponível de um dia para o outro”, pondera.

Busca por novos vírus. Os investimentos na descoberta de novos vírus são fundamentais para evitar que uma pandemia como a de 2018 se repita, defende o médico e biofísico Carlos Morel, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e coordenador do Instituto Nacional de Inovação em Doenças Negligenciadas.

No fim de fevereiro, Morel e colegas anunciaram na revista Science a criação de uma força-tarefa mundial para identificar novos vírus que poderão ameaçar a humanidade no futuro. Batizada de Projeto Viroma Global, a iniciativa será lançada no fim do ano. Segundo Morel, um dos principais alvos para a busca de novos vírus são locais populosos onde há um contato muito estreito entre pessoas e aves ou mamíferos, como os mercados da China. “Podemos dizer que os vírus como os da gripe têm o genoma partido em pedacinhos. Se houver dois vírus diferentes circulando juntos, um deles em humanos e outro em suínos, por exemplo, é possível que esses pedacinhos se misturem, gerando um novo vírus”, explica Morel.

De acordo com ele, os vírus da influenza não podem ser subestimados. Depois da epidemia de H1N1 em 2009, os cientistas voltaram a estudar a gripe espanhola, publicando grande número de estudos sobre o vírus. Em 2005, um grupo de pesquisadores já havia sequenciado o genoma do vírus de 1918, que fora extraído do cadáver de uma vítima da pandemia encontrado congelado no permafrost (solo congelado) do Alasca.

“Os vírus da gripe podem ser inofensivos ou mortais, porque seu genoma muda em velocidade alucinante – e os estudos sobre o vírus da gripe espanhola nos ensinaram que essa diferença na periculosidade dos vírus tem relação direta com a sua estrutura e com as mutações que ela sofre. Foi quando começamos a estudar a estrutura desses vírus que pudemos mapear o que lhe confere periculosidade. Isso é fundamental para desenvolvermos vacinas e terapias”, afirmou Morel.

Pandemia matou 5 mil em SP

Em outubro de 1918, a cidade de São Paulo se mobilizou para fazer o que fosse possível contra a pandemia, que chegou no Brasil no mês anterior. Ainda assim, o surto matou 1% da população – mais de 5 mil pessoas.

No dia 22 de outubro de 1918, as primeiras mortes causadas pela gripe espanhola – ou simplesmente “a hespanhola”, como se dizia na época – foram anunciadas pelos jornais, entre eles o Estado, e o desespero rondou os moradores de São Paulo, segundo a historiadora Liane Maria Bertucci, da Universidade Federal do Paraná.

Liane escreveu diversos artigos e também sua tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre a epidemia em São Paulo. Em sua pesquisa, acompanhou as discussões dos médicos sobre a pandemia a partir dos textos dos jornais de 1918 “A epidemia foi devastadora, mas a mobilização da sociedade, dos médicos, jornalistas e autoridades foi surpreendentemente bem organizada, levando-se em conta uma situação limite como aquela.”

De acordo com ela, a gripe espanhola chegou em setembro ao Rio de Janeiro, e a população paulistana já aguardava, apreensiva, sua chegada. Médicos, políticos, a igreja, a Cruz Vermelha e até os escoteiros participaram de uma força-tarefa contra a gripe. “O Estadão publicava diariamente os relatos da Inspetoria de Higiene. Ainda assim, 120 mil pessoas adoeceram e cerca de 5 mil morreram.”

No Rio de Janeiro, na época a capital federal, com 914 mil habitantes, quase 600 mil adoeceram. Em poucos meses, 12,6 mil morreram. A vítima mais conhecida foi o então presidente eleito do Brasil, o paulista Rodrigues Alves. Ele ficou doente no fim de 1918 e morreu em janeiro de 1919, antes de tomar posse.

Em São Paulo, segundo Liane, as primeiras estatísticas sobre mortes começaram a ser divulgadas em novembro. As cifras eram até então inimagináveis: já havia quase 8 mil doentes e, apenas no dia 4 daquele mês, 171 mortos. Entre os médicos, discutia-se se a causa da epidemia se era um bacilo ou um vírus. Eles receitavam repouso, pouca comida, purgantes – como sulfato de sódio ou magnésio – e sudoríficos, como tintura de acônito, acetato de amônio, infusão de jaborandi, xarope de conhaque e de tília.

“Havia também recomendação de chás de canela, injeções de óleo canforado, éter ou estricnina, as então conhecidas poções de Rivière e de Todd, utilizadas para combater problemas pulmonares”, lembra.

Origem

A pandemia ficou conhecida como gripe espanhola, mas não surgiu naquele país. Durante a Primeira Guerra Mundial, os jornais dos países envolvidos censuravam as notícias sobre a pandemia, como recurso para não baixar o moral das tropas. A Espanha, neutra no conflito, noticiava a devastação causada pela gripe. Assim, as populações de outros países acreditavam que o problema era exclusivamente espanhol. Quando as mortes começaram a se multiplicar aos milhares por todo o mundo, as pessoas começaram a se referir ao surto como “a gripe espanhola”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Velo é castigado com gol de empate no final do jogo

Em seu segundo jogo consecutivo nesta semana fora de casa, o Velo Clube entrou em campo neste domingo (11) contra o Olímpia. A postura do rubro-verde nos primeiros minutos deixou a desejar e com isso teve sufoco e teve pênalti. Lucas Oliveira perdeu o tempo da bola e o juiz assinalou a marca. Thauan foi para a batida e abriu o placar no Estádio Maria Tereza Breda. Goleiro para um lado, bola para o outro e 1 a 0 para o Olímpia.

O Velo acordou e começou a tocar a bola, trabalhar mais as jogadas e com isso chegou ao gol de empate aos 38 minutos com Romão que deu um chutaço e balançou a rede e esse resultado seguiu até o final do primeiro tempo.

Virada e empate!

O empate não beneficiava nenhuma das equipes. Quem voltou superior para a etapa complementar foi o Velo que desde os primeiros minutos ensaiava a virada. O time comandado pelo técnico Cléber Gaúcho perdeu várias oportunidades e só encontrou a jogada perfeita aos 35 minutos com um golaço de Rodinei que deu a virada para o rubro-verde. Quando tudo parecia caminhar para a vitória do visitante o castigo veio no último minuto com uma bobeira. Aos 48 minutos Bruno Leal descontou e deu números finais a partida: Olímpia 2 x 2 Velo Clube.

No microfone da Rádio Excelsior Jovem Pan, o técnico do Velo Cléber Gaúcho se mostrou descontente com o resultado: “Infelizmente nós mandamos na partida neste segundo tempo mas não adianta nada ter volume de jogo e não conseguir a finalização muito menos a vitória.”

O Velo Clube volta a campo o sábado (17) onde recebe a Matonense às 19h no Benitão.

VÍDEO: Grupo Almeida completa 95 anos e inaugura nova fábrica

O Jornal Cidade foi conhecer de perto uma trajetória de sucesso e muito trabalho que começou no ano de 1925 com a inauguração da primeira fábrica de telhas da região. Nove décadas depois, a família Almeida se prepara para dar o passo mais audacioso desta caminhada com a inauguração de um novo gigante dos pisos e revestimentos.

Assista!

Câmara vota projeto que cria o Conselho Municipal da Juventude

A Câmara Municipal de Rio Claro vota nesta segunda-feira (12) a criação do Conselho Municipal da Juventude, proposto através do projeto de lei nº 042/2018 de autoria do prefeito João Teixeira Junior, Juninho da Padaria. Outros cinco projetos fazem parte da ordem do dia e estarão sendo votados pelos vereadores em plenário durante a sessão ordinária que tem início às 17 horas.

De acordo com o projeto do Executivo, que será votado em primeira discussão, o conselho deverá ser composto por 10 membros titulares, com representação paritária entre representantes do Poder Público e da Sociedade Civil, tendo como objetivo a promoção de políticas públicas e o desenvolvimento de ações voltadas à juventude.

Também em primeira discussão estará em votação o projeto de lei 191/2017, da vereadora Maria do Carmo Guilherme (MDB), que institui a Política Municipal de Proteção à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência.

Quatro projetos serão votados em segunda discussão, sendo dois do Executivo. O primeiro, de nº 018/2018, dispõe sobre o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e dá outras providências. O segundo, de nº 033/2018, autoriza o município a celebrar convênio com o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação.

Além destes, serão votados os projetos de lei 250/2017, de autoria de Maria do Carmo, que declara de utilidade pública, a “Associação Estação do Bem”; e o de nº 229/2017 do vereador Julinho Lopes (Progressistas), que institui o “Dia do Capelão” no Calendário Oficial do Município de Rio Claro.

Velo Clube encara o Olímpia fora de casa de olho no G-8

O Velo Clube entra em campo neste domingo (11), as 10h00 em Olímpia para enfrentar a equipe da casa pelo Campeonato Paulista da série A-3.

Para o confronto, o Velo Clube tem dois desfalques: os volantes Niander, o qual ainda se recupera de lesão, e Higor Meritão, suspenso por cartão amarelo. Léo Cruz e Marcos Romão devem ser os substitutos.

Nos últimos cinco jogos,  o rubro-verde somou apenas sete pontos: duas vitórias, um empate e uma derrota. Para isso, um balanço precisa ser encontrado. Ao todo, são 16 gols marcados, mas 17 sofridos – todos os integrantes do G8 contam com saldo de gols positivos.

Já no Olímpia m busca da reabilitação, o técnico Marcos Birigui terá força máxima para escalar o time titular do Olímpia. Sendo assim, o zagueiro Malcon e os atacantes Max Pardalzinho e Felipe Fumaça estão de volta ao time. Outro que fica à disposição após ser liberado pelo Departamento Médico é o meia Vinícius Paulista.

A partida terá transmissão da Jovem Pan News com narração de Luiz Carlos do Nascimento, comentários de Eloy Roat, reportagens de Ademir Sartori e plantão esportivo de Vlada de Santis.

Você pode acompanhar a partida nos 1410AM, no portal clique no link: jornalcidade.net ou nos aplicativos já Pan para IOS e Android.

Casos de febre amarela chegam a 326 em São Paulo

Os casos autóctones de febre amarela silvestre no estado de São Paulo chegaram a 326, de 2017 até o momento, informou a Secretaria de Estado da Saúde em boletim divulgado hoje (9). Desses, 116 pessoas morreram por causa da doença, ou seja, foram 14 mortes a mais que na última sexta-feira (2). No último balanço, os casos eram 286 e as mortes, 102.

Em 43,2% dos casos, a doença foi contraída na cidade de Mairiporã e 15,9% em Atibaia. Essas duas cidades respondem por 59,1% dos casos de febre amarela silvestre no estado e já têm ações de vacinação em curso desde o ano passado.

Segundo balanço da secretaria, 7 milhões de pessoas em todo o estado foram vacinadas contra a febre amarela neste ano. O número é próximo às 7,4 milhões de doses aplicadas ao longo de todo o ano passado. A campanha de vacinação continua até a próxima sexta-feira (16) na capital e em mais 53 municípios do interior paulista.

Locais de vacinação

Municípios: Diadema; Mauá; Ribeirão Pires; Rio Grande da Serra; Santo André; São Bernardo do Campo; São Caetano do Sul; Bertioga; Cubatão; Guarujá; Itanhaém; Mongaguá; Peruíbe; Praia Grande; Santos; São Vicente; Caçapava; Igaratá; Jacareí; Jambeiro; Monteiro Lobato; Paraibuna; Santa Branca; São José dos Campos; Caraguatatuba; Ilhabela; São Sebastião; Ubatuba; Aparecida; Arapeí; Areias; Bananal; Cachoeira Paulista; Canas; Cruzeiro; Cunha; Lagoinha; Lavrinhas; Guaratinguetá; Lorena; Natividade da Serra; Pindamonhangaba; Piquete; Potim; Queluz; Redenção da Serra; Roseira; São Bento do Sapucaí; São José do Barreiro; São Luiz do Paraitinga; Silveiras; Taubaté e Tremembé.

Distritos da capital: Campo Limpo; Capão Redondo; Cidade Ademar; Cidade Dutra; Cursino; Grajaú; Jabaquara; Jardim São Luís; Pedreira; Sacomã; Socorro; Vila Andrade; Cidade Líder; Cidade Tiradentes; Guaianazes; Iguatemi; José Bonifácio; Parque do Carmo; São Mateus e São Rafael.

Prazo para finalizar inscrição no Fies é estendido para a próxima quinta-feira (15)

O Ministério da Educação prorrogou mais uma vez o prazo para os estudantes pré-selecionados na chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) complementarem sua inscrição no Fies Seleção. Agora, os candidatos têm até a próxima quinta-feira para fechar a contratação.

A prorrogação abrange as 80 mil vagas a juro zero, destinadas, neste primeiro semestre, aos estudantes que comprovarem renda per capital mensal familiar de até três salários mínimos. O período de divulgação dos resultados da pré-seleção da modalidade P-Fies começa no dia 16 de março.

A lista de pré-selecionados na chamada regular do Fies foi divulgada na noite de segunda-feira (5), e, desde então, candidatos relataram problemas para concluir a inscrição. O MEC já tinha adiado o prazo para a finalização da inscrição, que terminaria hoje (9).

Segundo o MEC, a nova prorrogação do prazo busca preservar os interesses dos candidatos pré-selecionados em chamada única e que estiverem classificados em lista de espera.

Jornal Cidade RC
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