Ocorrências policiais: Furto em condomínio, drogas e agressão

Furto

Uma bicicleta foi furtada de um bicicletário em um condomínio, no Jardim Palmeiras, na noite de terça-feira (18). A vítima foi um jovem. A mãe da vítima informou que o filho havia deixado a bicicleta no bicicletário do condomínio e quando voltou o veículo havia sido furtado.

Vasos de maconha

Uma equipe da Rocam (Ronda Ostensiva com acompanhamento com motocicletas), da Polícia Militar, apreendeu dois vasos de maconha na tarde de terça-feira (18), no Jardim Brasília. O acusado foi detido e apresentado no plantão policial.

Roubo e agressão

Um flagrante de roubo de celulares aconteceu na terça-feira (18), no Jardim São Paulo. Um acusado, de 33 anos, foi detido por populares, após participar de agressão contra duas vítimas. Duas amigas, uma de 23 e outra de 27 anos, foram abordadas por três homens, que agrediram as vítimas com tapas e puxões, dois dos acusados conseguiram fugir.

Menos de 40% das cidades têm política municipal de saneamento básico, diz IBGE

No Brasil, menos de 40% das cidades contam com uma política municipal de saneamento básico, segundo a pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros – Aspectos Gerais da Política de Saneamento básico, do IBGE, divulgada na manhã desta quarta-feira, 19. São mais de 3 mil municípios sem nenhum tipo de planejamento para tratamento de água e esgoto. Verminoses, diarreias e dengue foram as doenças mais reportadas pelas cidades – problemas relacionados às condições de saneamento.

De um total de 5.570 municípios, 2.126 (38,2%) informaram ter uma política municipal de saneamento. Embora o número seja baixo, ele representa um aumento de 35,4% em relação a 2011. O levantamento ainda revelou que, em 2017, outros 1.342 municípios (24,1% do total) estavam elaborando um plano de saneamento. Ainda assim, 58% das cidades (3.257) estão sem nenhum plano de tratamento de água, esgoto e resíduos.

“O que estamos divulgando são os instrumentos de gestão da política de saneamento básico, seja um política ou um plano”, explicou a pesquisadora Vânia Pacheco, uma das responsáveis pelo estudo. “Ou seja, estamos avaliando os instrumentos disponíveis para uma gestão mais institucionalizada, mas não significa que esses municípios não tenham nenhum serviço de saneamento.”

Lei Federal regulamentada em 2010 orienta as políticas municipais de saneamento, determinando objetivos, metas, órgãos reguladores, tipo de monitoramento e avaliação. O levantamento do IBGE mede, justamente, a implementação desses instrumentos. Os dados foram apurados em 2017.

Rio Claro enfrenta a Ferroviária, às 15h no Schmidtão

Nesta quarta-feira (19), às 15h o Rio Claro Futebol Clube recebe no Scmidtão a Ferroviária de Araraquara em partida válida pela 13ª rodada da Copa Paulista de Futebol. Para o jogo o Galo Azul tem algumas dúvidas no time que começa a partida contra a Locomotiva. No meio campo Batista e Franco brigam por uma vaga e no ataque Tocantins é dúvida. O jogador sente um desconforto na posterior da coxa.

Por outro lado o retorno do atacante Ademir que cumpriu suspensão na última partida é certo no time titular.

Sendo assim o provável Rio Claro para encarar a Ferroviária é: Dhemison, Kellyton, Salustiano, Michel, Mateus, Felipe Hereda, Franco (Batista), Rafael Tavares, Ademir, Leandro Love e Tocantis(Leozinho ou Chico).

Ouça o jogo pela rádio Jovem Pan News de Rio Claro,  no 1410AM, aqui no portal  ou nos aplicativos da Pan para IOS e Android.

Alckmin promete força-tarefa de segurança para 150 cidades

O candidato à Presidência do PSDB, Geraldo Alckmin, declarou que, se eleito, pretende criar uma força-tarefa de segurança para atuar nas 150 cidades com os maiores índices de homicídios no Brasil. Em entrevista ao Jornal da Globo, o tucano defendeu ainda a aliança com o Centrão e reiterou que, se dependesse dele, o partido não teria feito parte do governo do presidente Michel Temer (MDB).

No programa, Alckmin reiterou a promessa de criar uma agência nacional de inteligência para unificar e para federalizar o combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e armas, e também de criar uma guarda nacional. “Vou pegar as 150 cidades mais perigosas, com os maiores indicadores de assassinatos e criminalidade, e vou fazer uma força-tarefa para, no ano que vem, atuar nessas cidades”, disse o ex-governador de São Paulo.

Alckmin também voltou a dizer que, caso eleito, encaminhará as reformas política, da Previdência, tributária e do Estado nos primeiros seis meses e avaliou que o governo do presidente Michel Temer não conseguiu aprovar as reformas porque não tinha legitimidade do voto.

Autocrítica.

Questionado se, dado o número de correligionários acusados de envolvimento em esquemas de corrupção, era possível realizar uma autocrítica, Alckmin desconversou, dizendo que todos precisam responder à Justiça. Ele reclamou ainda do que seria uma tendência a jogar os políticos todos na mesma “vala comum”. “Moro no mesmo apartamento há 30 anos, abri mão de aposentadoria de deputado estadual e federal, a única coisa que herdei do meu pai foi a vida modesta”, se defendeu.

O tucano disse, por outro lado, ter gostado da entrevista do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) ao Estado, concedida na semana passada, em que este disse, entre outras coisas, ter sido um erro contestar a vitória de Dilma Rousseff em 2014, ter votado contra medidas econômicas positivas apenas porque eram oposição à época e ter feito parte do governo de Temer.

Alckmin lembrou que foi um dos caciques do partido que sempre se colocou contra o ingresso no governo Temer, mas rechaçou ter votado contra medidas econômicas importantes. “O PT é um partido sem limite, não tem como querer colocar a responsabilidade do desastre sobre o PSDB”, defendeu.

O ex-governador de São Paulo ainda defendeu a aliança com os partidos do Centrão e disse se sentir preparado para o desafio do próximo governo. “Fico preocupado de ver o Brasil ir para os extremos. Ninguém está convidando ninguém para um banquete. Quem ganhar a eleição, é subir a rampa em dia de chuva com lata na cabeça, não vai ser fácil”, avaliou.

Portaria do MEC dispõe sobre ocupação de vagas remanescentes da seleção do Fies

O Ministério da Educação publicou, na edição desta quarta-feira, 19, do Diário Oficial da União (DOU), Portaria que dispõe sobre a ocupação de vagas remanescentes do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Tratam-se das vagas não ocupadas no decorrer do processo seletivo regular do Fies referente ao segundo semestre de 2018.

De acordo com o texto da portaria, as vagas serão ofertadas para inscrição de candidatos, observando a quantidade remanescente e o limite do número de vagas por curso, turno, local de oferta e instituição de educação superior (IES) no Brasil, a partir da proposta de oferta de vagas das mantenedoras.

De acordo com o ato, as mantenedoras de IES participantes do processo seletivo regular do Fies referente ao segundo semestre do ano deverão acessar o Módulo Oferta de Vagas, devendo informar, nos dias 19 e 20 de setembro, os cursos nos quais não houve formação de turma no período inicial. A inscrição dos candidatos às vagas será realizada por meio do Sistema de Seleção do Fies.

Pesquisa revela que 48% dos paulistanos já foram roubados ou furtados

Quase metade das pessoas na cidade de São Paulo já foi alvo de roubo ou de furto alguma vez na vida. É o que apontam os resultados da pesquisa “Vitimização em São Paulo – 2018”, divulgada nesta quarta-feira, 19, e realizada pelo Insper a cada cinco anos, com objetivo de ajudar na orientação de políticas de segurança pública.

O levantamento tem como base entrevistas em 3 mil domicílios da capital, feitas entre os meses de março e maio, com maiores de 16 anos. Segundo a pesquisa, aumentou a proporção de moradores que sofreram assaltos em São Paulo.

Do total de entrevistados, 48,2% declararam ter sido vítima de roubo ou furto alguma vez na vida – estatística que considera tanto os casos “contra a pessoa” quanto de veículos ou à residência. Comparado a 2013, última vez que o levantamento havia sido publicado, o índice subiu: antes era 46,3%. O dado, no entanto, ainda é inferior a 2003, a primeira pesquisa, que apontou 49,8% de vítimas.

Já considerando crimes que teriam acontecido nos últimos 12 meses, 8,9% dos paulistanos disseram ter sido roubados, enquanto 14,1% se declararam vítimas de furto. Na pesquisa anterior, esses índices estavam, respectivamente, em 6,7% e 12,6%. O principal alvo dos bandidos é o celular, diz o estudo.

Para o coordenador do Centro de Políticas Pública (CPP) do Insper, Naercio Menezes Filho, o aumento estaria ligado à crise econômica. “Essa tendência de alta está relacionada com a taxa de desemprego, especialmente entre os jovens”, diz. “Em 2003, a taxa de desemprego, segundo a Seade, estava em 23%. Nos anos de 2008 e 2013, o desemprego baixou e os crimes ficaram estáveis. E agora, que voltou a subir, está em 32%.”

Menezes Filho destaca ainda que, segundo o estudo, 26,1% dos entrevistados declararam já ter sido ameaçados com arma de fogo. “É um trauma muito grande”, afirma. De acordo com o pesquisador, em mais da metade dos casos de roubo a vítima não chegou a informar à polícia. “Essa pesquisa é interessante porque vai na casa das pessoas, não depende de estatísticas oficiais”, diz Menezes Filho.

Para ele, a alta subnotificação estaria relacionada com o baixo índice de esclarecimento dos crimes. Segundo o estudo, só em 4,1% dos casos de roubo contra pessoas, por exemplo, os assaltantes foram identificados. “A maioria das vítimas não reporta porque acredita ser perda de tempo. Se a taxa de resolução fosse maior, com certeza seria diferente.”

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública informou que a subnotificação ocorre no mundo todo, mas a ação das polícias “é constante”. “A pasta verificou o avanço da segurança pública nos dados, pois em 2013 o estudo apontava que 36,7% das pessoas que sofriam roubo informavam a polícia, enquanto o atual levantamento aponta um aumento de 10,9%.”

‘Novos crimes’

Pela primeira vez, o Insper incluiu o crime de assédio sexual e identificou que 13,5% das mulheres foram vítimas de algum episódio no último ano. Em mais da metade dos casos (55%), ela sofreu pelo menos quatro assédios. Já entre os homens, 4,9% foram vítimas. A pesquisa também passou a aferir agressões online: 5,5% dos usuários de redes sociais ou aplicativos de mensagens declararam já ter sido vítima. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mortes no trânsito têm queda de 27%, diz ministério

Um levantamento do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira, 18, aponta que, em seis anos, houve redução de 27,4% dos óbitos no trânsito das capitais brasileiras. Em 2010 foram 7.952, ante 5.773 em 2016, o que representa diminuição de 2,1 mil mortes. O governo atribui o fato a ações de segurança. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Vacina antirrábica continua sendo aplicada gratuitamente pela prefeitura

Mesmo após o término da campanha de vacinação antirrábica, a prefeitura de Rio Claro continua fazendo as aplicações gratuitas da vacina contra a raiva. Quem não levou o animal para ser vacinado nos postos descentralizados instalados pela Secretaria Municipal de Saúde nos bairros, pode levar o cão ou gato para receber a dose no Centro de Controle de Zoonoses. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7 às 16 horas. O CCZ fica na Rua Alfa, 287, Distrito Industrial. Já a vacinação na área rural continua, com equipes do setor municipal de saúde percorrendo ainda nesta semana sítios e fazendas do município.

Dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram número crescente de animais vacinados na campanha de vacinação no município nos últimos três anos. Em 2016 foram 9.218 no total; em 2017, 11.021; e em 2018 são mais de 12 mil.

De acordo com o levantamento realizado pela bióloga e chefe de núcleo de Prevenção e Controle da Raiva, Milene Weissmann, cerca de 18.700 cães e gatos já receberam a dose da vacina neste ano, somando os 12.857 animais vacinados durante a campanha na área urbana, 2.296 imunizados no trabalho de rotina do CZZ, 577 animais vacinados em clínicas particulares e as 2989 aplicações feitas na área rural até o momento.

Para mais informações sobre como vacinar seu cão ou gato, a comunidade pode ligar para os telefones 3535-4441 e 3533-7155.

Ciro ataca Mourão e Haddad e nega fama de ‘descontrolado’

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, negou que tenha temperamento difícil mas disse, no entanto, que não tem “sangue de barata”. Em entrevista ao Jornal da Globo, exibida na madrugada desta terça-feira, 18, o pedetista também não poupou críticas ao concorrente Fernando Haddad (PT) e ao vice de Jair Bolsonaro (PSL), General Hamilton Mourão (PRTB), e fez acenos ao eleitorado de esquerda.

Questionado sobre o desentendimento que teve com um jornalista durante uma agenda pública em Boa Vista (RR), Ciro disse que a fama de “pavio curto” não condiz com a história política dele.

A discussão entre Ciro e o jornalista Luiz Petri ocorreu no sábado, 15. Questionado por Petri sobre suas críticas a brasileiros que entraram em confronto com venezuelanos que fugiram para o Brasil, o pedetista reagiu e xingou o repórter.

“Eu não tenho descontrole nenhum, mas não tenho sangue de barata Mas eu fui avisado que o Romero Jucá pagou alguém para me questionar. O ‘cabra’ tentou colar um adesivo do (Jair) Bolsonaro em mim, depois veio com aquela pergunta e eu dei um empurrão nele. Agora, em legítima defesa, eu falo palavrões”, afirmou o candidato.

Ciro relembrou ainda polêmicas da campanha de 2002, quando foi candidato à Presidência pela última vez e foi criticado por ter chamado o ouvinte de uma rádio de “burro”.

“Me aponte um desatino na minha vida pública. Ninguém pode me chamar de ladrão, de incompetente, e daí ficam falando que eu sou descontrolado, ficam relembrando entrevista de 16 anos atrás”, afirmou o pedetista. “Aí eu não posso dizer que tem burro no Brasil. Mas tem. Veja só este general (Hamilton) Mourão Hoje ele falou que casa com mãe e avó é de desajustado. Ele é um jumento de carga. Eu disse isso já e repito.”

Essa é a terceira vez que Ciro usa a expressão para classificar Mourão. A primeira foi durante evento com militares na quarta-feira, 12, e a segunda em sabatina no jornal O Globo, na quinta-feira, 13.

O pedetista defendeu mais uma vez que o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, se limite a não tratar do processo eleitoral. “Eu tive uma conversa com Villas Bôas no começo do processo eleitoral na casa dele, porque não achava adequado no quartel-general em Brasília. E avisei a ele sobre as intenções do Mourão”, afirmou, acrescentando que respeita a pessoa de Villas Bôas.

PT e Congresso

Na entrevista, Ciro voltou a criticar Haddad pelo desempenho eleitoral em 2016, quando o petista perdeu o comando da Prefeitura de São Paulo para João Doria (PSDB) no primeiro turno

“O (Antonio) Palocci foi escolha do Lula. A Dilma (Rousseff) foi escolha do Lula. O Michel Temer foi escolha do Lula. E agora o Haddad foi escolhido pelo Lula. Eu não tenho nada contra o Haddad, ele é meu amigo pessoal, mas teve 16% dos votos em 2016, perdeu em todas as regiões”, disse o pedetista.

Ele tentou ainda não criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Me sinto um covarde de atacar o presidente Lula, porque ele está preso”, disse.

Posteriormente, ele disse que Lula não sabia do esquema do mensalão do PT, mas que no caso do petrolão o ex-presidente sabia que haviam “pessoas que estavam procurando indicações para roubar”.

Apesar do tom crítico, Ciro acenou ao eleitorado de esquerda ao dizer que o Brasil está “sob um golpe de Estado” e que foi refém de “dois bandidos, como o Temer e o Eduardo Cunha”.

Ciro disse ainda que sua história política prova que ele sabe “negociar com o Congresso”. “Fui deputado estadual, federal, prefeito, ministro da Fazenda e da Integração Nacional. Sei lidar com o Congresso. Mas espero que a população reflita. Estou ajudando o povo brasileiro a amadurecer o seu voto também para deputado e senador”, afirmou.

Jornal Cidade RC
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