VÍDEO: Centro lidera estatísticas de roubos e furtos de veículos em Rio Claro
Capitão Barreto, da Polícia Militar, apresenta os números de roubos e furtos de veículos em Rio Claro e fala sobre medidas que podem ajudar a evitar esses crimes.
Capitão Barreto, da Polícia Militar, apresenta os números de roubos e furtos de veículos em Rio Claro e fala sobre medidas que podem ajudar a evitar esses crimes.
O que era para ser uma simples ida a uma consulta médica acabou em caso de polícia em Cordeirópolis. Uma mãe alega que foi alvo de racismo por parte do motorista de uma empresa de ônibus.
“Compramos a passagem e, na hora de embarcar com minha filha de nove anos, eu apresentei o RG escolar dela e o meu documento, e o condutor disse que não poderia aceitar porque era necessária a certidão de nascimento. Expliquei que tinha esquecido e que ia ligar para o meu marido mandar uma foto, já que não ia dar tempo de voltar para casa e pegar, íamos perder a consulta médica na outra cidade. Ele não aceitou e, quando eu perguntei se ele estava desconfiando de algo, ele me disse que sim, porque eu era negra e a minha filha branca”, afirmou a mãe Claudiane de Oliveira, de 30 anos, que disse ter tido constrangimento e se sentiu alvo de uma atitude racista.
Ela procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência.
O outro lado
A empresa afirma que não compactua com esse tipo de atitude e que abriu sindicância interna para apurar a informação. O texto ainda diz que o profissional foi ouvido e nega de forma veemente o fato e que medidas administrativas e judiciais serão tomadas.
O Poder Executivo de Rio Claro informou que irá recorrer da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que, nessa quarta-feira (15), julgou procedente a ação direta de inconstitucionalidade movida contra cargos em provimento de comissão na Fundação Municipal de Saúde.
O procurador-geral do Estado de São Paulo moveu o processo no início do ano sob o argumento de que servidores dos cargos comissionados de Chefe de Gabinete, Procurador Judicial Chefe, Assessor, Assessor Administrativo, Gerente I e Gerente II deveriam ser ocupados por funcionários concursados. A ação foi iniciada já na segunda instância, logo, o município deverá apresentar recurso extraordinário no Supremo Tribunal Federal (STF) e recurso especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Petição
“A criação de cargos de provimento em comissão e funções de confiança, de livre nomeação e exoneração, deve ser limitada aos casos em que seja exigível especial relação de confiança entre o governante e o servidor, para que adequadamente sejam desempenhadas funções inerentes à atividade predominantemente política”, peticiona o procurador, destacando que tais cargos citados anteriormente são de desempenho de natureza técnica, burocrática e profissional, os quais não são necessários servidores comissionados, mas sim de carreira para atuação no serviço prestado.
Saúde
No processo, a Fundação Municipal de Saúde frisou que 25 servidores comissionados não são concursados, os quais exercem função de chefia e assessoramento diretamente ligados à presidência da autarquia. “A exclusão desses cargos acarretaria um caos na área da saúde, prejudicando toda a população”, declarou a FMS. Um relatório do setor de gestão de pessoas da pasta informa que há 67 outros cargos comissionados, porém, ocupados por servidores concursados.
Salários
Na petição indicam-se os salários dos servidores aos quais se pediu a declaração de inconstitucionalidade: Chefe de Gabinete – R$ 7.072,00; Procurador Judicial Chefe – R$ 6.243,00; Assessor Administrativo – R$ 3.671,00; Gerente I – R$ 4.716,78; e Gerente II – R$ 5.069,70. A criação dos cargos e indicação dos salários são pontuados através da Lei Municipal nº 93/2014.
Decisão
O acórdão do processo ainda não foi publicado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo com a decisão completa sobre como o município – e a Fundação Municipal de Saúde – deverá proceder quanto à manutenção dos cargos. Já a ação direta de inconstitucionalidade contra servidores comissionados da própria Prefeitura de Rio Claro teve julgamento adiado novamente.
Na manhã desta quinta-feira (16) um acidente foi registrado no cruzamento entre a Rua 6A e a Avenida 30A, na Vila Alemã. Um carro, que trafegava pela Avenida 30A atingiu uma moto, que vinha da Rua 6A. Duas vítimas, que estavam na moto, ficaram feridas e foram socorridas pelo SAMU.
Um comerciante, que trabalha próximo ao local do acidente, registrou, em imagens, os momentos logo após o ocorrido, quando as duas ocupantes da motocicleta ainda aguardavam por socorro.
Renan Mancuso, o autor do vídeo, trabalha no local há cerca de seis anos e já presenciou vários acidentes no cruzamento: “É um local de baixa visibilidade para os motoristas que vêm da Avenida 30A, por isso acontece este tipo de coisa. Já fizemos abaixo-assinados pedindo a instalação de semáforos neste cruzamento, mas os órgão públicos afirmam que não há necessidade. Precisa ver alguma coisa”.
Até o momento, o estado de saúde das vítimas não foi informado.
A Arteris Centrovias, concessionária que integra o Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, mantém interditado parcialmente (siga e pare) o viaduto localizado no km 176+600 da rodovia Washington Luís (SP-310), em Rio Claro (SP), utilizado como via de acesso.
As obras tiveram início nesta quinta (16), às 09h00 e devem seguir até as 17h00.
O acesso não está fechado totalmente e os usuários estão sendo orientados pela equipe em uma travessia Siga e Pare. O motorista deve ficar atento à sinalização e reduzir a velocidade nas proximidades do local.
Em caso de chuva, os trabalhos serão suspensos.
Mais informações sobre obras e condições da rodovia podem ser obtidas pelo telefone 0800 17 8998 – 24h.
Faleceu na madrugada desta quinta-feira(16), em Rio Claro, Antonio Carlos Brunelli, 75 anos. Brunelli era engenheiro civil, ex- provedor da Santa Casa de Rio Claro e proprietário do Cemitério Parque das Palmeiras.
O corpo está sendo velado no Cemitério das Palmeiras e o enterro acontecerá no mesmo local as 17h00.
Informações direto do plantão policial com o repórter Gilson Santullo.
Informações direto do CEAPLA-Unesp Rio Claro
Nesta quarta-feira (15), Policiais Civis da DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), contando com o apoio de policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e CPJ (Central de Polícia Judiciária), cumpriram mandado de busca no bairro Nova Rio Claro, tendo em vista investigação iniciada com a prisão em flagrante por tráfico de drogas de um indivíduo, em novembro do ano passado.
Posto em liberdade, o indiciado continuou promovendo a venda de entorpecentes juntamente com um outro indivíduo. De acordo com informações recebidas pela DISE, a ação criminosa estaria ocorrendo em um endereço no Nova Rio Claro, onde também funcionava o depósito das drogas.
Os policiais se dirigiram ao local e, como a casa era de difícil acesso, totalmente fechada e guarnecida com cerca elétrica e câmeras de monitoramento, os investigadores entraram pelo telhado do imóvel.
Dentro da residência, os indivíduos suspeitos da prática do crime foi encontrado e os policiais constataram a ação criminosa. Questionados sobre a existência de entorpecentes no local, ambos indicaram que sobre a geladeira havia uma porção de maconha e um cigarro da mesma droga, que seria de uso deles, e negaram a existência de mais entorpecentes e também qualquer participação no tráfico.
Durante as buscas dos policiais pela residência, foi encontrada no telhado da garagem, num esconderijo debaixo da calha, uma sacola plástica contendo pedras de Crack ainda não fracionadas (155,6g), além de uma balança de precisão, material plástico destinado ao embalo da droga para a venda e certa quantia em dinheiro. Ainda no telhado, em outro esconderijo entre o caibro e os tijolos, mais dinheiro que juntamente com o outro valor totalizou mais de R$ 20.000,00 em diversas notas.

Dado às circunstâncias da operação, os dois indivíduos foram indiciados em flagrante e encaminhados ao plantão policial.
A terceira reunião para discutir pavimentação asfáltica nos bairros de Rio Claro será realizada nesta quinta-feira (16) com moradores do distrito de Assistência. Toda a comunidade está convidada a participar da reunião com o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, secretários municipais e vereadores. O evento será realizado às 19 horas na Escola Municipal João Batista Maule que fica na Avenida 7, número 833. Além do asfalto, o prefeito deverá conversar sobre outros assuntos de interesse da comunidade.
Reuniões semelhantes já foram realizadas com sucesso no Jardim Nova Rio Claro na semana passada e no Jardim Paulista 1 na terça-feira (14), com participação de moradores do Jardim Nova Veneza e Jardim Maria Cristina. Moradores desses bairros sinalizaram apoio ao projeto da prefeitura de obter financiamento de R$ 60 milhões para investir em asfalto, recapeamento, saúde e Daae. A obtenção dos recursos depende de aprovação dos vereadores.
Moradora do Jardim Maria Cristina, Elen Altarugio, avalia que a reunião foi muito esclarecedora. Mãe de dois filhos, ela relata problemas com a poeira. “Meu marido tem asma e meu filho tem bronquite e fica muito difícil sem asfalto”, conta. Também moradora do bairro, Cátia Souza ressaltou que a falta de pavimento prejudica a saúde. “Tenho filho de três anos que fica doente direto”, afirma.
O prefeito Juninho da Padaria destaca a importância de discutir o projeto com a comunidade. “É com vocês, que amassam barro e respiram poeira, que temos que discutir o asfalto”, afirma Juninho, frisando que a prefeitura precisa de apoio para pavimentar os bairros. “Não temos condições de fazer asfalto de graça”, declara.
Para o presidente da Câmara Municipal, André Godoy, esse é um momento de muita responsabilidade. “Nós, vereadores, somos representantes do povo e temos a obrigação de participar”, pontua. O vereador Paulo Guedes informou aos moradores que a prefeitura tem capacidade de endividamento e pode fazer o financiamento. Morador do Maria Cristina, o vereador Irander Augusto confirmou a necessidade do asfalto. Também participaram da reunião os vereadores Val Demarchi, Adriano La Torre, Ney Paiva, Hernani Leonhardt, Júlio Lopes e Rafael Andreeta.
Informações dos bastidores políticos de Rio Claro você confere na edição na coluna Farol, com o editor de política Lucas Calore. Mais detalhes você confere, diariamente, na versão impressa da coluna, no Jornal Cidade.
Em Araras, professores e estudantes também realizaram uma paralisação em protesto contra o bloqueio de recursos na educação, que foi anunciado pelo MEC (Ministério da Educação) no fim de abril pelo Governo Bolsonaro. A ação começou na manhã desta quarta-feira (15), na Praça Barão, no Centro da cidade.
Na manifestação estavam alunos da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), campus Araras, Etec Prefeito Alberto Feres, das escolas estaduais Carlota Rodini, Cesário Coimbra, além das particulares Insa (Instituto Nossa Senhora Auxiliadora), e Anglo. Eles protestavam também contra a Reforma da Previdência.
A reportagem do JC conversou com a diretora do Cesário Coimbra, Daniele Conte Delbem e ela informou que na unidade, que fica na região central, 80% dos serviços foram paralisados.
“Fizemos inscrições em projetos e recebíamos algumas verbas anuais do Programa de Ensino Médio Inovador. Isso foi cortado tem um tempo já. Como gestora de escola pública, a justificativa dos cortes de verbas não foi convincente. O último lugar que se deve ter cortes é a educação. Depois vieram as baixas nas universidades. Sabe como isso atinge as escolas do Estado, como essa que sou diretora há mais de nove anos? Na questão do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) e também no Prouni (Programa Universidade para Todos). Sem isso, como é que os alunos terão a oportunidade de ingressar numa faculdade, se a maioria depende desses importantes programas?”, disse ela.
No total, considerando todas as universidades, o corte é de R$ 1,7 bilhão, o que representa 24,84% dos gastos não obrigatórios (chamados de discricionários) e 3,43% do orçamento total das federais.
Segundo o MEC, a medida foi tomada porque a arrecadação de impostos está menor do que o previsto, e o dinheiro pode voltar às universidades caso ela suba. Esse bloqueio de verbas se chama “contingenciamento”, atinge todos os ministérios e já foi aplicado em outros anos.