Doria considera iniciar flexibilização em cidades sem casos de Covid-19

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), declarou em entrevista nessa quarta-feira (20) à Rádio Jovem Pan News que as cidades paulistas sem registro de casos do novo coronavírus deverão ser as primeiras as poderem flexibilizar a reabertura do comércio e serviços a partir do dia 1º de junho, primeiro dia após o fim do atual prazo da quarentena decretado para até o dia 31 de maio como medida de enfrentamento à pandemia. Confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo.

Habitação: Caixa amplia pausa em prestações

A Caixa já autorizou a ampliação da pausa no pagamento de financiamentos habitacionais por um período de 120 dias para os clientes que já haviam solicitado o benefício de suspensão temporária. Anteriormente, o período máximo era de 90 dias. Quem decidir solicitar a suspensão temporária das prestações a partir de agora já terá os 120 dias garantidos.

A ampliação do prazo vale para pessoas físicas e jurídicas, no caso de financiamentos à produção de empreendimentos e para os financiamentos de aquisição e construção de imóveis comerciais – individual.

A medida faz parte das ações para enfrentar os efeitos causados à economia pela Covid-19. Até o momento, mais de 2,3 milhões de mutuários já solicitaram a pausa na prestação habitacional.

Quem optar pelo serviço terá que pagar juros, seguros e taxas, que serão acrescidos ao saldo devedor do contrato. De acordo com o banco, a taxa de juros e o prazo contratados originalmente não sofrem alteração. Para solicitar, basta acessar o aplicativo Habitação CAIXA ou registrar o pedido pelos telefones 3004-1105 (para capitais) e 0800 726 0505 (demais localidades), ou de forma automatizada pelo 0800 726 8068, opções 2-4-2, de segunda a sexta-feira, e aos sábados de 10h às 16h (exceto feriados).

Coronavírus cresce mais em todo o estado do que na capital, e SP pode ampliar megaferiado

JOÃO GABRIEL – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O megaferiado decretado no município de São Paulo que começou valer nesta quarta-feira (20) deverá ser ampliado até a próxima segunda-feira (25).

O anúncio foi feito pelo governador João Doria (PSDB). Para isso, após antecipar os feriados de Corpus Christi e Dia da Consciência Negra, também será antecipado o feriado de 9 de julho.

Doria afirmou que a medida já está na Assembleia Legislativa para votação e que deve ser aprovada.

O secretário do desenvolvimento regional, Marco Vinholi, afirmou nesta quarta que, conforme as previsões feitas desde março, o número de novos casos de coronavírus já cresce mais rapidamente em todas as regiões do estado do que na região metropolitana de São Paulo.

Segundo ele, 74% dos municípios do estado já registraram casos da Covid-19, o que inclui todos aqueles com pelo menos 15 mil habitantes. Em abril, o crescimento no interior já era quatro vezes superior ao da Grande São Paulo.

Segundo Doria, a ampliação do megaferiado é mais uma medida para tentar evitar a “medida extrema” que seria o lockdown, que não está descartado caso os índices piorem ainda mais.

“Vamos fazer um esforço nesses seis dias, de hoje até segunda-feira, na capital, na região metropolitana, no interior e no litoral, para evitar medidas mais duras e mais restritivas”, afirmou o governador

Como resposta ao megaferiado, o estado e as prefeituras de São Paulo adotaram medidas para restringir o deslocamento de pessoas para o interior e sobretudo para o litoral.

Na manhã desta quarta, Santos, por exemplo, registrou congestionamento na entrada da cidade.

O secretário de transportes e logísticas, João Otaviano, disse que, com as medidas de bloqueio sanitário adotadas em conjunto com diversas prefeituras do estado, o movimento nas estradas, tanto para o interior quanto para o litoral, está dentro do previsto.

“As rodovias não apresentam volume maior que o esperado, o que demonstra que as pessoas estão entendendo o que significa este feriado”, afirmou.

De acordo com a Ecovias, o congestionamento no caminho de Santos foi reflexo da triagem de veículos na entrada do município, que vem sendo realizada desde 22 de março, nos feriados.

Assim como outras cidades da Baixada Santista e litoral, o município realiza uma barreira no acesso ao município para evitar a entrada de turistas durante a pandemia.

Segundo a prefeitura, apenas na manhã desta quarta foram abordados 102 veículos nos bloqueios da cidade, sendo que dois tiveram que retornar aos seus municípios de origem.

Paciente de Covid-19 que desrespeitou quarentena em Cordeirópolis vai responder na Justiça

Três pacientes de casos confirmados de Covid-19 em Cordeirópolis foram flagrados por guardas municipais desrespeitando a quarentena necessária para evitar a proliferação do coronavírus. Num dos casos, um paciente reincidente, que foi flagrado pela segunda vez circulando pela cidade, foi levado para a delegacia e vai responder na Justiça por colocar outras pessoas em risco.

Rio Claro tem dois óbitos em investigação sob suspeita de dengue

A Vigilância Epidemiológica de Rio Claro confirmou ao Jornal Cidade que aguarda o resultado de exames de dois pacientes que vieram a óbito em que a suspeita possa ter sido por conta da dengue.

O município já tem um óbito confirmado neste ano e quase 700 casos positivos, de acordo com o último balanço. Em reportagem na edição de ontem, terça-feira (19), o JC trouxe o ranking dos bairros com maior número de casos. A Vila Alemã lidera as estatísticas com 70 notificações positivas, seguida de Vila Indaiá (41), Vila Nova (38), Centro (35) e Jardim São Paulo (23).

Guedes admite prorrogar auxílio emergencial por um ou dois meses, mas com valor de R$ 200

FÁBIO PUPO – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O ministro Paulo Guedes (Economia) admite a possibilidade de estender a concessão do auxílio emergencial, voltado principalmente a trabalhadores informais, por um ou dois meses. Guedes, no entanto, defende que o valor de R$ 600 seja cortado para R$ 200.

O auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho. Com a prorrogação por dois meses, permaneceria até agosto.

O discurso pela prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, antes contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental.

Guedes defende a redução do valor por causa das limitações das contas públicas. O ministro propôs uma ajuda de R$ 200 no começo da pandemia, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.

“Se voltar para R$ 200 quem sabe não dá para estender um mês ou dois? R$ 600 não dá”, disse Guedes em reunião com empresários na terça-feira (19).
“O que a sociedade prefere, um mês de R$ 600 ou três de R$ 200? É esse tipo de conta que estamos fazendo. É possível que aconteça uma extensão. Mas será que temos dinheiro para uma extensão a R$ 600? Acho que não”, afirmou o ministro.

Para Guedes, o benefício não poderia ser maior que R$ 200 porque esse é o valor pago aos beneficiários do Bolsa Família, que de forma geral são mais vulneráveis que trabalhadores informais. “Se o Bolsa Família é R$ 200, não posso pagar mais que isso a um chofer de táxi no Sudeste”, disse.

O titular da equipe econômica ainda defende um equilíbrio na medida também por, segundo ele, haver risco de as pessoas não trabalharem mais e faltarem produtos nas prateleiras.

“Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia”, disse.

“Eu estou jogando dinheiro, não tem problema. Agora, a prateleira vai estar vazia porque vão parar de produzir. Então tem um equilíbrio delicado que a gente tem que seguir”, afirmou.

Hospital das Clínicas atinge milésima alta de pacientes graves recuperados de Covid-19

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (20) que o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), maior complexo hospitalar da América Latina, comemorou ontem a milésima alta de pacientes graves recuperados da COVID-19.

O hospital iniciou o processo para o enfrentamento da pandemia com 84 leitos de UTI ativos no Instituto Central, ainda em março. Desde então, a capacidade mais que triplicou, para atingir os atuais 275 leitos, contando com recursos da Secretaria de Estado da Saúde e com o apoio da iniciativa privada. Até o fim do mês, serão disponibilizados 300 leitos de UTI no total.

“Temos que agradecer ao corpo clínico do Hospital das Clínicas e todos aqueles que ali atuam, pois mil pessoas foram curadas e já retornaram às suas casas. Na maior mobilização de sua história, o HC abriu um prédio exclusivo que inauguramos recentemente com 900 leitos para tratamento de pacientes com coronavírus e transferimos os pacientes com outras doenças para outros sete institutos do complexo do HC”, disse Doria.

Em uma de suas formas de evolução mais sérias, a infecção por COVID-19 causa complicações cardiológicas graves, que exigem atendimento altamente especializado. No momento, há 10 leitos específicos para o atendimento cardiológico, instalado pelo Incor dentro do Instituto Central – quantidade que será dobrada nas duas próximas semanas.

Os dados mostram a importância e a eficiência da mobilização que transformou o Instituto Central do HC em uma unidade toda reservada ao combate ao coronavírus. Já foram internados mais de 1.890 pacientes graves desde 30 de março, quando o Instituto Central passou a receber apenas casos de COVID-19. De acordo com o último balanço, estão internados no instituto 543 pacientes, sendo 267 em UTIs.

“A maior satisfação que nós podemos ter é ver um paciente voltar para sua família, para a sociedade, depois de superar um momento tão difícil. É para isso que trabalhamos todos os dias. E tenho certeza que falo em nome dos 20 mil colaboradores do HC, mais de 7 mil atuando apenas no Instituto Central. E é também em nome deles que mando um abraço solidário para todos que perderam um ente querido nessa pandemia”, afirmou a Diretora Clínica do HC, Eloisa Bonfá.

Já foram contabilizados 330 óbitos. Considerando o perfil de alta complexidade do hospital, sempre com pacientes graves, a taxa de letalidade é relativamente baixa em comparação com o visto em outros grandes centros internacionais, mas revela a extrema gravidade da pandemia. No Instituto Central, cerca de 80% dos pacientes na UTI precisam ser entubados.

Prefeito de Cordeirópolis comenta sobre primeiras mortes por Covid-19 no município

Na noite desta terça-feira (19), a cidade de Cordeirópolis registrou as duas primeiras mortes por Covid-19. Dois idosos que estavam internados não resistiram à doença. Nos últimos dias, houve um aumento no número de casos, mas o prefeito Adinan Ortolan, em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News, explica que o fato da cidade ter um trabalho de testagem mais amplo que o realizado nos municípios vizinhos pode interferir nas comparações.

Após mil mortos em um dia, Doria pede reunião em clima de paz com Bolsonaro

JOÃO GABRIEL – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pediu nesta quarta-feira (20) que a reunião entre os governadores e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aconteça em clima de paz e de preservação da vida.

O encontro, virtual, está marcado para esta quinta-feira (21), às 10h da manhã. Já nesta quarta, Doria disse que houve uma conversa com 25 governadores do Brasil, após o país registrar o recorde de mil mortes em 24 horas.

“Vamos precisar ver pessoas mortas nas ruas e calçadas para entendermos que a orientação da medicina para o isolamento é única alternativa que existe para preservar vidas? Pense nisso, você que é contra o isolamento social, reflita você que não acredita no isolamento social”, disse o governador de São Paulo.

Desde o início da pandemia, Doria e Bolsonaro tem trocado farpas, sobretudo quanto a adoção (ou não) de medidas de isolamento social.
“Nunca imaginei na minha existência ter que conviver e anunciar mil mortes num dia. Não é possível que alguém com o mínimo de compaixão não se sensibiliza diante deste fato, não reflita diante desta situação”, completou o governador.

Motoboy é rendido por assaltantes no Jardim América

O crime foi filmado por câmeras de segurança que mostraram quando o entregador chega a residência do cliente pouco antes das 21 horas.

Enquanto o motoboy aguardava na calçada uma dupla em uma motocicleta passou pelo local. Eram os assaltantes. Eles percebem a oportunidade de cometer o crime e voltam observando a vítima.

Na terceira vez param e o garupa já desce armado anunciando o roubo e sobe na moto do entregador. Na sequência os bandidos fogem.

Pouco tempo depois a motocicleta da vítima foi recuperada no bairro Floridiana. O bandido conseguiu fugir.

Ministério da Saúde muda protocolo e amplia possibilidade de uso de cloroquina em casos leves

NATÁLIA CANCIAN – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

Após determinação do presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (20) um documento que amplia a possibilidade de uso da cloroquina e hidroxicloroquina, medicamentos usados no tratamento da malária, também para pacientes com sinais e sintomas leves do novo coronavírus.

A decisão ocorre sem que haja evidências científicas de eficácia e em meio a alertas de especialistas sobre riscos do uso do medicamento para uso em situações não comprovadas.

Até então, o protocolo adotado pelo Ministério da Saúde previa o uso do medicamento apenas por pacientes graves e críticos e com monitoramento em hospitais.

Já o novo modelo traz “orientações” de uso também para pacientes com quadros leves da Covid-19 e traz dosagens específicas.

O documento prevê a indicação de cloroquina com azitromicina, com dosagens diferentes conforme a sequência do tratamento e o quadro do paciente.

A indicação deve ficar a critério médico e ocorrer após análise de exames.
“Apesar de serem medicações utilizadas em diversos protocolos e de possuírem atividade in vitro demonstrada contra o coronavírus, ainda não há meta-análises de ensaios clínicos multicêntricos, controlados, cegos e randomizados que comprovem o beneficio inequívoco dessas medicações para o tratamento da COVID-19”, aponta.

“Assim, fica a critério do médico a prescrição, sendo necessária também a vontade declarada do paciente”, completa.

Para isso, o paciente deve assinar um termo de consentimento que afirma que a cloroquina e hidroxicloroquina podem causar efeitos colaterais “como redução dos glóbulos brancos, disfunção do fígado, disfunção cardíaca e arritmias, e alterações visuais por danos na retina”.

O termo frisa ainda que “não existe garantia de resultados positivos, e que o medicamento proposto pode inclusive agravar a condição clínica, pois não há estudos demonstrando benefícios clínicos”.

A divergência em torno do uso da cloroquina é apontada como o principal motivo da saída do ex-ministro Nelson Teich, que pediu demissão na última sexta-feira (15).

Dias antes, Bolsonaro havia deixado claro que faria a mudança no protocolo, mesmo sem concordância do ministro.

“Votaram em mim para eu decidir e essa questão da cloroquina passa por mim”, afirmou em teleconferência com empresários. “Não pode mudar o protocolo agora? Pode mudar e vai mudar”, declarou na ocasião.

A possibilidade de mudança no protocolo gerou reação entre entidades da área médica.

Um documento divulgado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Sociedade Brasileira de Infectologia e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia recomenda a não utilização de hidroxicloroquina, cloroquina e de suas associações com azitromicina na rotina de tratamento da Covid-19.
Médicos que atuam na rede pública também vêm relatando temor de que a mudança aumente a pressão pela indicação do medicamento.

Antes de deixar a pasta, Teich também já havia alertado para a falta de evidências científicas no uso do tratamento. “Cloroquina hoje ainda é uma incerteza. Houve estudos iniciais que sugeriram benefícios, mas existem estudos hoje que falam o contrário”, disse no fim de abril.

Uma primeira versão do documento foi apresentada ao presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira pelo ministro da Saúde interino, o general Eduardo Pazuello.

Horas depois, em live transmitida nas redes sociais, Bolsonaro informou que o documento seria divulgado nesta quarta e que o modelo não obrigaria o paciente a ser medicamento com a substância, mas daria a liberdade para que ele use o remédio quando necessário.

“O que é a democracia? Você não quer? Você não faz. Você não é obrigado a tomar cloroquina”, disse. “Quem é de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína”, ironizou, referindo-se a uma marca de refrigerante.

Segundo o Ministério da Saúde, o documento divulgado nesta quarta segue parecer do Conselho Federal de Medicina.

Ainda em abril, o conselho emitiu uma autorização para que médicos pudessem prescrever o medicamento também para casos leves e uso domiciliar, mediante termo de consentimento do paciente ou familiares.
A autarquia justificou o aval devido à ausência de outros tratamentos disponíveis, embora sem evidência científica.

A medida, no entanto, aumentou a pressão do Planalto por mudanças no protocolo, até então rechaçadas pelo ex-ministro.

Indicada para tratamento de doenças como malária, artrite e lupus, a cloroquina passou a chamar atenção após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que o medicamento poderia ter resultado positivo para o coronavírus.

Trump disse na segunda-feira (18) que está tomando hidroxicloroquina como prevenção contra o coronavírus. Não há, porém, evidência científica de que o remédio tenha eficácia no tratamento de Covid-19 nem que sirva como barreira contra a infecção pelo vírus.

No fim de abril, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês), dos EUA, contraindicou o uso da associação de hidroxicloroquina e azitromicina para tratamento da Covid-19 fora de ensaios clínicos.

Um dos maiores estudos feitos até agora também não encontrou redução de mortalidade por Covid-19 entre pessoas que foram medicadas com hidroxicloroquina. A pesquisa com 1.438 pacientes foi publicada na segunda (11) na revista Jama (Journal of the American Medical Association), um dos principais periódicos médicos do mundo.

Outra grande pesquisa, com 1.376 pacientes de Nova York, publicada no The New England Journal of Medicine, outro respeitado periódico científico, também apontou que não foram encontradas evidências de que o uso da hidroxicloroquina influencia na redução de mortes ou nas intubações.

Jornal Cidade RC
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