Pagamento do novo auxílio emergencial deve começar apenas em abril

DANIEL CARVALHO, BERNARDO CARAM E RENATO MACHADO
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A nova rodada do auxílio emergencial deve ser paga a partir de abril em um valor médio de R$ 250. A MP (medida provisória) com as regras do benefício será publicada na próxima semana, após a promulgação da PEC (proposta de emenda à Constitucional) Emergencial.


O governo e a cúpula do Congresso chegaram a prever que o auxílio seria pago a partir de março, com possível duração de quatro meses, até junho. Atraso na votação da PEC e questões operacionais, porém, podem adiar os repasses em um mês.


O governo ainda avalia se conseguirá começar o pagamento de beneficiários do Bolsa Família ainda em março.


A ideia está em estudo, mas é provável que todos os repasses comecem em abril porque não haveria tempo hábil para viabilizar os pagamentos. Isso porque o calendário de liberação do Bolsa Família deste mês começa já na próxima quinta-feira (18).


A informação foi confirmada à Folha por integrantes dos Ministérios da Cidadania e da Economia.


As parcelas devem ser variáveis, a depender da composição familiar. A última versão da medida previa valor padrão de R$ 250 por quatro meses. Mulheres chefes de família devem receber R$ 375, enquanto o pagamento para pessoas que vivem sozinhas deve ficar em R$ 150 -o ministro Paulo Guedes (Economia) chegou a mencionar o valor de R$ 175 para esses beneficiários.


No ano passado, foram pagas cinco parcelas de R$ 600 e outras quatro de R$ 300. O pagamento fez disparar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que se refere ao benefício como “o maior programa social do mundo”.


Inicialmente, a intenção do governo era começar a pagar ainda em março, como chegou a ser anunciado por Bolsonaro em uma de suas lives.
A Câmara só conclui na madrugada desta sexta-feira (12) a votação da PEC Emergencial com medidas de ajuste fiscal que servem de contrapartida à liberação da nova rodada do auxílio emergencial.


O limite estabelecido pela PEC para o pagamento da assistência em 2021 é de R$ 44 bilhões, que ficarão fora do teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas do governo à variação da inflação.


O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), marcou para a manhã de segunda-feira (15) a sessão para promulgar a PEC. Depois disso, o governo editará a medida provisória. Caberá à MP definir todos os detalhes e critérios para a nova rodada do benefício.

Além de representar uma ajuda importante em meio à pandemia de Covid-19, o auxílio emergencial tem um viés político relevante para Bolsonaro, que perdeu popularidade após o fim do pagamento da primeira rodada do benefício.


A nova fase de pagamentos ganha ainda mais importância política com o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao jogo político, depois que o petista teve anuladas pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), suas condenações em Curitiba, no âmbito da Lava Jato.
Lula tem um forte apoio eleitoral no Nordeste do paísa até hoje por causa do programa Bolsa Família.

Rio Claro tem 134 pessoas hospitalizadas por Covid

A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro divulgou no final da tarde desta sexta-feira (12) boletim que aponta aumento nos números de casos de Covid-19 no município. Cento e trinta e quatro pessoas estão hospitalizadas, sendo 64 em UTI, novo recorde de internações em unidades de terapia intensiva.

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Nas últimas 24 horas foram registrados 111 novos casos. Mas o número pode ser maior, pois o sistema de informações do Instituto Adolfo Lutz, que alimenta os municípios com os dados sobre a pandemia, novamente esteve fora do ar durante grande parte do dia.

O total de casos de contaminação pelo coronavírus foi a 9.512, o de pessoas recuperadas a 8.574 e o de casos descartados a 22.692.

Rio Claro também teve um aumento no número de óbitos pela Covid, chegando a 234 com o falecimento de uma idosa e dois idosos.

Vacinação contra Covid em pessoas de 76 anos começa na segunda, 15

A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro confirmou para segunda-feira (15) a ampliação do grupo de pessoas que estão sendo vacinadas contra a Covid-19.

Com 22 postos de vacinação, a cidade irá vacinar com a primeira dose de Coronavac/Butantan quem tem 76 anos ou mais.

Quem por algum motivo ainda não recebeu a segunda dose agendada, também deve comparecer nas unidades de saúde na segunda-feira (15) para ser vacinado.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta quem for tomar a vacina para que evite os locais com maior número de pessoas, como a UBS da 29. Para ser vacinada a pessoa deve apresentar cartão SUS, CPF, RG e a carteira de vacinação.

A vacinação será feita nas quatro unidades básicas de saúde e nas 16 unidades de saúde da família. A secretaria de saúde conta mais uma vez com o apoio dos hospitais São Rafael e Santa Filomena, atendendo pessoas conveniadas ou não.

O atendimento no São Rafael será feito pela entrada do pronto-atendimento na Rua 1 entre as avenidas 15 e 19. Já a equipe do Santa Filomena realizará drive-thru no Shopping Rio Claro.

A lista com os endereços das unidades de saúde de Rio Claro que funcionam como posto de vacinação está no site saude-rioclaro.org.br.

VÍdeo: Guardas civis municipais de RC realizam curso para uso de drones

Com o objetivo de capacitar os profissionais que atuam na Guarda Civil Municipal de Rio Claro e aprimorar o trabalho desenvolvido na cidade, 25 guardas realizaram um curso para a operação de drones – equipamentos que se tornaram muito comuns no contexto da segurança.

Assista o vídeo e acompanhe a reportagem completa na edição impressa do JC deste sábado (13).

Paróquia Nossa Senhora da Saúde vende paella caipira neste sábado 13

A Paróquia Nossa Senhora da Saúde promove uma paella caipira solidária neste sábado (13). O horário de retirada será das 11h às 13h, na sede da igreja, que fica na Avenida 4 A, 244.

Para adquirir, basta se dirigir até a secretaria da paróquia, que ainda restam algumas adesões pelo valor de R$ 30,00. A embalagem servirá até duas pessoas.

Segundo o pároco responsável, todo dinheiro arrecadado será para ajudar nas despesas da igreja. O telefone para contato é 19- 99764-8251 ou 19- 2111-5687.

Ajapi se despede do garapeiro Durvalino

Morador conhecido e muito estimado no Distrito de Ajapi, Durvalino Fernandes da Fonseca, 73 anos, foi sepultado na manhã desta sexta-feira (12) no Parque das Palmeiras.

Seu “Lino”, como muitos o chamavam, era proprietário de uma barraca e vendia garapa na entrada de Ajapi há mais de 20 anos. Nesse tempo, se tornou figura conhecida e parada obrigatória para muitos moradores e motoristas que pelo local passavam.


De acordo com a viúva, dona Clarice, a morte foi decorrente da Covid-19. “Há 15 dias ele começou a ter tosse mas não tinha febre nem falta de ar. Ele não queria ir no médico pois tinha medo de se contaminar nesta pandemia. Até que levamos ele na marra e na tomografia constatou a Covid. Ele foi internado no Cervezão e até a noite de quarta-feira (10) a noite ele estava bem.

Conversou por chamada de vídeo no telefone. Porém de repente, durante a madrugada, ele piorou, foi entubado e na tarde seguinte ele infelizmente morreu”, lamentou.


Além da esposa Clarice, Durvalino deixou cinco filhos e quatro netos. Nas redes sociais, muitos moradores de Ajapi lamentaram a perda do vendedor de garapa que era um símbolo na entrada de Ajapi.

Centro espírita realiza mais uma edição da campanha de doação neste sábado, 13

O Centro Espírita Verdade e Luz de Rio Claro realiza, neste sábado (13), das 9h às 12h, mais uma edição da campanha de doação. A ação vai acontecer na Avenida 5, 1.415 entre as Ruas 15 e 16.

O Centro precisa de produtos de higiene, roupas e alimentos para repassar às famílias carentes da cidade. Vale ressaltar que a ação também acontece de forma permanente na Avenida 3, 1.450 junto do Habib’s de terça à sexta-feira das 9h às 17h. 

‘Greys Anatomy’ tem morte de importante personagem e fãs se emocionam

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A volta da 17ª temporada de “Grey’s Anatomy” tem chamado a atenção dos fãs por causa de uma morte inesperada de um importante personagem da trama -antes de seguir com o texto, vale dizer que, a partir daqui, há spoilers dos mais recentes episódios.


No último episódio, “Helplessly Hoping”, houve um crossover com cenas de “Station 19” mostrando o doutor Andrew DeLuca (Giacomo Gianniotti) sendo esfaqueado após uma briga num trem. Ele teve de ser imediatamente levado à mesa de cirurgia.


O médico não resistiu aos ferimentos e morreu. A responsável pelo ataque foi Opal (Stephanie Kurtzuba), uma traficante de jovens que já apareceu antes em “Grey’s Anatomy”.


É por isso que os fãs da série, no Twitter, mesclam sentimentos entre chateação e emoção. Em outra cena, DeLuca tem a chance de se reencontrar com Meredith (Ellen Pompeo) numa praia paradisíaca.


Ele diz a ela que não se arrepende de ter ido atrás da traficante e se declara para ela: “Não importa o que aconteça. Quero que você saiba que eu nunca me senti tão visto como da maneira que você olhou pra mim”. Na sequência, vai para o céu numa bonita cena.


Pelas redes sociais, o próprio ator Giacomo Gianniotti se despediu. “Tenho muito para falar, mas quero agradecer. Obrigado a todos que amaram DeLuca tanto quanto eu. Contar sua história foi e sempre será uma das grandes honras de minha vida.”

Ao The Hollywood Reporter, a showrunner Krista Vernoff contou o motivo que a fez “matar” DeLuca. “Eu não queria matá-lo na temporada passada, pois ele passou por uma crise de saúde mental e eu queria mostrar como as pessoas podem superar isso”, começou.


“Foi quando percebi como passamos por essa quarentena de coronavírus, mas as outras tragédias não param de existir. A vida continua”, disse.
Na internet, muita gente repercutiu a morte do protagonista. “Nunca mais assisto”, postou uma. “Não vou sofrer mais por ‘Grey’s Anatomy. DeLuca morreu”, postou outra seguidora.


“Qual série você mais ama? ‘Grey’s Anatomy’. Qual série você mais odeia? ‘Grey’s Anatomy'”, publicou outro internauta.

Covid-19: ex-vereadora Cidinha recebe alta hospitalar

A ex-vereadora Cidinha Rodrigues, a Cidinha da Cadeira de Rodas, recebeu alta hospitalar após 17 dias de internação devido à Covid-19. Cidinha deixou o hospital da Unimed na manhã desta sexta-feira (12), onde foi “homenageada” pelos colaboradores da unidade.

Nas redes sociais, a família da ex-vereadora agradeceu as orações e manifestações de carinho recebidas nos últimos dias. Liderança na região do Grande Cervezão, Cidinha é conhecida pela luta em prol dos deficientes e pela confecção de bolos e doces.

STF dá 48 horas para governo Bolsonaro explicar por que não repassou R$ 245 mi a UTIs em SP

MÔNICA BERGAMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Supremo Tribunal Federal (STF) deu 48 horas para o governo federal explicar o descumprimento da decisão liminar que previa o repasse imediato de R$ 245 milhões por mês ao estado de SP para custear leitos de UTI para pacientes com Covid-19.


A decisão foi publicada pela ministra Rosa Weber na manhã desta sexta (12) e atende a pedido feito pela Procuradoria-Geral do Estado de SP. A magistrada destaca que o desrespeito a decisões da justiça podem caracterizar crime de responsabilidade, ato de improbidade administrativa e prevaricação.


O repasse de verbas federais para esses leitos foi determinado por Weber no fim de fevereiro. A promotoria paulista argumentou que cabe à União promover e zelar pela saúde dos brasileiros.


SP possui atualmente cerca de 9.000 leitos de UTI habilitados para tratamento de pacientes graves com Covid-19, custeados pelo estado e por prefeituras.


Em meio ao agravamento da epidemia do novo coronavírus, o número de leitos de UTI habilitados pelo Ministério da Saúde para tratamento da doença -medida que permite que recebam recursos federais- tem tido queda nas últimas semanas e, nesse ritmo, pode chegar a zero em meados de março, segundo balanço de gestores estaduais de saúde.


Sem a adoção de novas medidas, o custeio desses leitos deve ficar a cargo apenas de estados e municípios, que apontam dificuldades de financiamento e até risco de fechamento de parte dessas estruturas.
Os dados são de balanço do Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde), que considera informações do próprio ministério e datas de vencimento de portarias de habilitação de leitos publicadas pela pasta.


No dia 28 de fevereiro deste ano, Weber determinou ao Ministério da Saúde o custeio de UTIs para pacientes de Covid-19 nos estados da Bahia, do Maranhão e de São Paulo. Os governadores dos três estados recorreram ao Supremo para a retomada do repasse, suspenso que vinha em queda gradativamente em 2021 pelo governo federal.


O Conass fez alerta recente da diminuição de leitos custeados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).


O alerta dos estados, porém, não vem de agora. Desde o fim de 2020, o grupo pede apoio para manutenção e financiamento dos leitos.


Em dezembro de 2020, segundo o conselho, 12.003 unidades contavam com o financiamento do Ministério da Saúde para sua manutenção. Em janeiro de 2021, esse número reduziu para 7.017 e em fevereiro fechará com apenas 3.187.

Há um ano, primeira morte por Covid no Brasil ocorria em mundo sem máscaras

PHILLIPPE WATANABE
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Há um ano ocorria a primeira morte oficialmente registrada por Covid-19 no Brasil: a paulistana Rosana Urbano, 57 anos, no Hospital Municipal Doutor Carmino Cariccio (zona leste), em um mundo em que as máscaras ainda não eram tidas como arma para a população contra a doença.


A informação do óbito, porém, só foi confirmada oficialmente no fim de junho, em um retrato do caminho tortuoso dos primeiros meses de pandemia, no Brasil e no mundo. Hoje são mais de 273 mil mortos e 11,2 milhões de casos confirmados.


De início, o primeiro óbito oficial era datado de 16 de março – Manoel Freitas Pereira Filho, 62, diabético e hipertenso, internado no Hospital Sancta Maggiore Paraíso (zona sul de São Paulo).


Naquele momento, o país tinha pouco mais de 300 casos. No mundo, eram pouco mais de 185 mil infectados e 7.000 mortes até então –menos mortes do que o Brasil, sozinho, acumula desde a última segunda-feira (8).


Mesmo a data das primeiras infecções no país viraram alvo de dúvidas. Enquanto o Sars-CoV-2 já circulava por diversos países e era objeto de atenção de autoridades de saúde desde janeiro, oficialmente, o primeiro caso brasileiro data de 25 de fevereiro: um homem, atendido no Hospital Israelita Albert Einstein, que tinha voltado da Itália –país que enfrentava uma situação crítica da doença. O paciente continua anônimo até hoje.


Pesquisa posterior da Fiocruz com base em dados de Srag (Síndrome Respiratória Aguda Grave, causada pela Covid e por outras doenças respiratórias) apontou, contudo, que o vírus já circulava em pessoas no país no início de fevereiro, no período de Carnaval.


A circulação no país teria começado, então, quando o vírus ainda não tinha nem mesmo um nome oficial. O Sars-CoV-2 só foi batizado oficialmente pela OMS (Organização Mundial da Saúde) de Covid-19 no dia 11 de fevereiro de 2020. Antes disso, “novo coronavírus” era o termo mais usual para se falar dele. Outra opção era o nome provisório, e nada amigável 2019-nCoV.


Esses percalços parecem mais técnicos, mas mesmo os primeiros passos no enfrentamento público da doença não foram tão firmes em algumas áreas, com novas informações surgindo e sendo atualizadas em grande velocidade –considerando que a comunidade científica se virou em peso para a doença.
Algumas orientações pouco mudaram, como a necessidade de distanciamento social, de evitar saídas de casa desnecessárias e uma boa higiene de mãos. Já outras sofreram drásticas alterações.


Imagens de equipes paramentadas limpando ruas foram comuns no início da pandemia. A limpeza de compras também virou um costume nos meses iniciais da Covid. Mas, com o tempo, o chamado “teatro da higiene” perdeu espaço, considerando que estudos apontam baixíssimo risco de contaminação por superfícies. Apesar disso, ainda hoje é possível encontrar prefeituras e população desinfetando ruas para tentar lidar com a Covid.


O exemplo mais marcante é o de uso de máscara, item atualmente obrigatório ao se sair de casa. Inicialmente, as indicações de autoridades de saúde, inclusive da própria OMS (Organização Mundial da Saúde), era que somente pessoas sintomáticas deveriam fazer o uso da máscara.


A regra, em parte, dizia respeito à uma corrida pelo equipamento, e escassez das mesmas, que ocorreu após a eclosão da pandemia. Havia preocupação de desabastecimento de profissionais de saúde linha de frent, o que, de fato, chegou a ocorrer de forma crítica no Brasil e em outros países, como nos EUA.


Jerome Adams, ex-porta-voz do governo federal americano para questões de saúde pública, chegou a pedir à população americana, em fevereiro de 2020, que parasse de comprar máscaras, pelo receio da escassez do item para profissionais de saúde.


Mas o status das máscaras começou a mudar relativamente rápido com o espalhamento da doença. George Gao, diretor-geral do Centro para Controle e Prevenção de Doenças da China, alertou, em entrevista à revista Science que poderia ser um erro não incentivar o uso de máscara por todos. Pouco depois, foi a vez do CDC dos EUA afirmar que estava revendo a orientação por causa da possibilidade de pessoas sem sintomas espalhar a doença. Já a OMS demorou um pouco mais para rever a posição.


A República Tcheca foi um dos primeiros países a implementar uma política de uso de máscaras. Nos primeiros dias abril, o Ministério da Saúde, então sob comando de Luiz Henrique Mandetta, passou a incentivar que a população usasse a proteção facial, mas em uma versão caseira, de pano, o que ajudaria a evitar desabastecimento de EPIs.


Em maio, o item já era obrigatório em São Paulo. Em julho, já havia lei nacional sancionada para uso obrigatório de máscara.


O debate, porém, persiste. Especialistas de saúde têm afirmado que as máscaras PFF2, com elevado nível de filtração de partículas, podem ser a melhor opção para aumentar a proteção de pessoas que fazem parte do grupo risco e para utilizar em momentos de maior exposição, como transporte coletivo e outros ambientes fechados com mais gente, o caso de supermercados e igrejas.

Jornal Cidade RC
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