Vereador José Pereira (PTB) foi um dos que discursaram pela redução dos valores da “taxa” de iluminação pública

Antonio Archangelo/Coluna PolítiKa

Vereador José Pereira (PTB) foi um dos que discursaram pela redução dos valores da “taxa” de iluminação pública
Vereador José Pereira (PTB) foi um dos que discursaram pela redução dos valores da “taxa” de iluminação pública

Pressionados, vereadores que votaram favoravelmente à criação da contribuição compulsória para manutenção da iluminação pública querem que o Executivo reduza os valores cobrados. O tema ganhou novo destaque na última sessão (8), quando o calado Pereira (PTB) usou a palavra para avisar que estava “chateado com o valor da cobrança” .

“Votei na taxa e fui enganado”, disse ao mencionar os valores cobrados dos munícipes. “Esta casa tem que rever esta contribuição. Sou a favor de ficarmos juntos para revisar os valores”, citou o trabalhista.

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“Esta Câmara deve voltar a fazer o debate sobre os valores. Cabe a nós também regulamentar este atendimento”, opinou o vereador Dalberto Christofoletti (PDT).

O presidente da Casa, João Zaine, lembrou que existem “dois mil pontos de luz sento trocados para que depois dos 60 dias a empresa regularize o setor”, lembrou.

A petista Raquel Picelli (PT) concordou com o argumento de Pereira de “rever os valores da taxa”. E parabenizou o vereador ao sugerir a criação de um Plano Municipal de Iluminação Pública.

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Já o progressista Júlio Lopes (PP) citou que “conversou com o secretário sobre a criação de um call center”. “Quero ver é cumprir o que foi falado”, disse ao mencionar os valores da taxa.

Com cobrança média de R$ 10 por residência, a taxa que está sendo utilizada para bancar o serviço municipal de manutenção da iluminação de postes e praças é questionada por moradores.

Na região da Avenida 80-A, condomínio residencial com 312 apartamentos e contemplado com três postes de iluminação pública, cobrou-se taxa de R$ 11 de cada unidade habitacional.

Moradores cobram revisão da política de cobrança instituída por lei, que inclusive já foi questionada pela própria Elektro e teve que ser emendada antes de passar a valer no município.

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