Polícia registra estupro de vulnerável contra estudantes

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Laura Tesseti

A Polícia Militar foi acionada a comparecer a uma escola localizada na região sudoeste de Rio Claro para atender uma ocorrência.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, os pais de algumas alunas, todas elas entre 12 e 13 anos, acionaram as autoridades após uma menor relatar episódios de abuso envolvendo um professor de 45 anos.

As vítimas relataram à PM que desde o início do ano letivo o fato vem ocorrendo e que a coordenação da instituição de ensino foi avisada e um registro interno foi feito, mas a Polícia Militar não teria sido acionada desde então.

No relato, devidamente registrado em boletim de ocorrência, as vítimas contam que o professor costumava cumprimentar sempre os meninos dando as mãos, já as meninas costumava ter contato na região dos ombros, passando a mão no cabelo, até chegar próximo à região dos seios.

DENÚNCIA

A denúncia teria acontecido após uma das alunas ser tocada pelo professor. A versão foi relatada aos pais, que fizeram contato com outras famílias envolvidas e foram até o local, acionando a PM.

O acusado teria sido questionado sobre sua postura e o mesmo negou. Levado ao plantão policial, onde a autoridade de plantão atendeu a ocorrência, um boletim de estupro de vulnerável foi feito e a voz de prisão foi dada.

AMEAÇA

Também do relato consta que as crianças não haviam denunciado o professor pois recebiam ameaças em relação a notas e pontos negativos.

9 COMENTÁRIOS

  1. Essa história tá muito mal contada. Que tipo de alegações são essas que não provam nada? E ameaças? Isso não condiz com a índole dele não condiz com a forma avaliativa dele. Uma ótima pessoa e instrutor. Até que me provem o contrário, não acredito em nada que essas alunas dizem. E quando provarem, que ele tenha o que mereça.

    • Precisa ser analisado, até porque essa geração tem “alunos e alunos” – tanto meninos como meninas precoces em tudo, muito maliciosos, a mídia e principalmente as redes sociais ajudam a piorar essa situação – geração ostentação em todos os sentidos, tem que ouvir todas as pessoas envolvidas. Mas cá entre nós, parece que você conhece bem o envolvido. Não podemos descartar a hipótese de que as vezes como pessoa pode ser bom, como professor, vizinho, político ou cidadão vai saber…aprenda a separar as pessoas por “camadas” como as cebolas – como diz o Shrek, um exemplo básico: pra mãe de bandido ele sempre vai ser bom porque é filho – e ela não se importa do mal que ele causa a sociedade mesmo sabendo que o que ele faz é errado e prejudica os demais. Quando a polícia extermina um ser desse a primeira coisa que ela diz é “mataram meu filho” quando o correto seria ela perceber que quem morreu foi o bandido, ser filho ou não é apenas um detalhe. A polícia matou o bandido e pronto. Separou a pessoa do parentesco. Entendeu?

  2. Concordo com o comentário anterior, história muito mal contada… principalmente por ponto negativo.
    Tá parecendo aquelas historinhas de adolescente que apronta na sala e o melhor jeito para não reprovar, é ferrando o professor. Quem já teve aula com ele, sabe do que eu estou falando. Só reprova quem quer.
    Se com elas aconteceu algo, provem, mas provem de verdade, se não estarão cometendo uma grande injustiça com um ótimo educador.

  3. Acredito que ele nunca faria isso. Eu e minha classe estávamos na aula dele quando isso aconteceu. Sinto muito o pelo que aconteceu e acredito que é mentira até que se prove ao contrário. Um amigo meu da classe dessas meninas disse que elas estão ferradas… É uma pena mesmo, um pai de família e um ótimo professor!

  4. Espero que essa história seja esclarecida, por que pelo que eu o conheço ele não tem esse tipo de postura, as adolescentes podem ter cido muito maliciosas, e outra, tem que ver também a postura dessas alunas, por que eu sou aluna e filha, sei que na frente dos pais ou autoridades somos bem comportados mas longe dos mesmos somos totalmente diferentes, eu não acredito! até que provem o contrário eu o defenderei, e com certeza se realmente for calúnia, acho certo as alunas serem julgadas por calúnia e difamação do acusado.

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