Antonio Archangelo, William Goez, o ex-presidente Tavinho Chiossi, Dalberto Christofoletti (PDT) e Tu Reginato (PTB)

Antonio Archangelo

Antonio Archangelo, William Goez, o ex-presidente Tavinho Chiossi, Dalberto Christofoletti (PDT) e Tu Reginato (PTB)
Antonio Archangelo, William Goez, o ex-presidente Tavinho Chiossi, Dalberto Christofoletti (PDT) e Tu Reginato (PTB)

Os 95% dos internautas, que votaram no Portal JC disseram ser contrários ao aumento do número de vereadores na Câmara de Rio Claro, conforme emenda que tramita na Casa. Porém, para o ex-presidente da Casa e vereador por vários mandatos, Tavinho Chiossi (PTC), o que consome dinheiro dos cofres públicos é o inchaço, fomentado nos últimos 15 anos, dos funcionários do legislativo.

Durante sua participação no Programa “Na Roça”, Tavinho foi claro ao dizer que em 1999, quando era presidente, com 19 vereadores (assessores), a Câmara Municipal tinha um orçamento de R$ 3,2 milhões, sendo que deste valor, R$1 ,47 milhão foi devolvido aos cofres públicos. Hoje com 12 vereadores na Câmara, o orçamento do legislativo rio-clarense é de R$ 23,1 milhões, um aumento de 621%. “O dinheiro gasto para pagar os vereadores é irrelevante. O que consome a verba são os funcionários”, lembrou ao se dizer chocado com o valor gasto na atualidade.

Já o vereador Dalberto (PDT), um dos signatários do projeto que aumenta de 12 para 19 os vereadores, voltou a defender o projeto e mencionou que o parlamento tem que ser favorecido, “pois um parlamento fraco dá margens para uma ditadura”, citou. “Defendo um parlamento forte. E sou favorável ao aumento da representatividade”, citou o vereador.

O presidente do PTB, Tu Reginato, opinou na mesma direção da maioria da população: sou totalmente contrário. “O assunto ainda será debatido internamente no PTB”, lembrou. “Minha sugestão é que o Executivo junto com o Legislativo cheguem em um acordo e peguem a atual sobra que é devolvida para a Câmara e depositem numa conta bancária destinando os recursos para a construção do Hospital Público, conforme este movimento pede. Daí poderia colocar junto com a cruz, na matriz, a quantia de verba já depositada para a construção”, sugeriu. O programa na integra você confere no player abaixo, basta clicar para ouvir. No próximo programa, os convidados do “Na Roça” debatem sobre a Fundação Ulysses Guimarães.

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