Fórum: deputado e Prefeitura divergem

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Da Redação

Vista do novo prédio do Fórum, na região do Bela Vista. Obras foram interrompidas em 2014 (foto setembro/2014)
Vista do novo prédio do Fórum, na região do Bela Vista. Obras foram interrompidas em 2014 (foto setembro/2014)

A obra para construção do novo prédio do Fórum está parada há meses, mas o assunto voltou a tona nesta semana por causa da divergência de valores investidos na execução do projeto. O deputado estadual Aldo Demarchi divulgou que a Prefeitura recebeu cerca de 9 milhões do governo estadual, fato negado pela administração municipal que alega ter recebido apenas R$ 5 milhões.

No texto divulgado, o deputado informa que as obras para a conclusão do prédio do Fórum foram assumidas pela Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania, tarefa que então tinha sido exercida pela Prefeitura, “que recebeu cerca de R$ 9 milhões do Governo do Estado para contratação da construtora”.

Porém, a Prefeitura esclarece que “os recursos que foram repassados ao município totalizaram R$ 5.081.863,53”, quantia bem inferior ao anunciado. O governo municipal explica ainda que seguiu as regras do convênio firmado com a Secretaria de Justiça.

De acordo com o deputado, a pasta confirmou por ofício que está realizando estudos para a retomada das obras que foram interrompidas no ano passado quando o governo estadual rompeu contrato com a construtora que executava o serviço.

A Prefeitura explica ainda que seguiu as regras do convênio firmado com a Secretaria de Justiça. “Pelo convênio, a Prefeitura fazia a medição da obra e informava a Secretaria de Justiça qual o serviço que tinha sido feito; a partir daí o governo estadual repassava o dinheiro referente àquela parte da obra para a Prefeitura que, então, pagava a empresa construtora. Ou seja, a Prefeitura só recebeu recursos referentes aos serviços realizados na obra”, informa.

A Prefeitura conclui dizendo que sempre apoiou a construção do fórum e investiu mais de R$ 6 milhões em melhorias na infraestrutura do local que irá abrigar a Cidade Judiciária.

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