Léo Bortolin foi o responsável pelo som no curta-metragem de João Paulo Miranda Maria

Lourenço Favari

Léo Bortolin foi o responsável pelo som no curta-metragem de João Paulo Miranda Maria
Léo Bortolin foi o responsável pelo som no curta-metragem de João Paulo Miranda Maria

O curta Command Action, dirigido por João Paulo Miranda Maria, levou o prêmio de Melhor Som na categoria Filme de Curta ou Média Metragem no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais respeitados do país.

“Realmente vemos um reconhecimento ao trabalho que fizemos”, comemorou o cineasta ao ressaltar também a crítica positiva sobre o filme escrita por Fabrício Cordeiro para Revista Janela. João Paulo esteve no festival por apenas três dias e não acompanhou o resultado da premiação. “Fiquei sabendo pela internet. Ainda nem recebi o e-mail oficial deles”, frisou.

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O cineasta reiterou a importância do prêmio e destacou o trabalho de Léo Bortolin, que foi responsável pelo desenho de som do curta-metragem. “Realmente o peso do som no filme, feito pelo Léo Bortolin foi fundamental”, acrescenta.

DIVERSIDADE SONORA

Por telefone, o rio-clarense Léo Bortolin, que é formado em cinema, falou sobre o trabalho realizado: “O conceito do desenho de som é o que chamamos de ‘sons fora do quadro’, que fazem parte da narrativa e ajudam o espectador a entender o que está no quadro”.

O profissional, que esteve em Brasília ao lado do diretor João Paulo e da roteirista Fernanda Tosini, descreveu a participação no evento: “ Você se sente parte daquilo como profissional e artista”. Na próxima semana, o curta “Command Action” participa do 59th BFI London Fim Festival e do 15º Festival de Goiânia.

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