Os camelôs vindos das cidades da região se concentram principalmente no Jardim Público e imediações

Sidney Navas

Os camelôs vindos das cidades da região se concentram principalmente no Jardim Público e imediações
Os camelôs vindos das cidades da região se concentram principalmente no Jardim Público e imediações

Basta percorrer a área central de Rio Claro para encontrá-los. Os camelôs vindos das cidades da região se concentram principalmente no Jardim Público e imediações, onde comercializam livremente seus produtos. Eles vendem praticamente de tudo um pouco, de gêneros alimentícios, como frutas e salgados, até cintos, brinquedos e material para cozinha, como panos e guardanapos, além de CDs e DVDs piratas.

Na tarde de quinta-feira (31), a reportagem do JC percorreu esses locais e não demorou muito para localizá-los. Um deles, na condição do anonimato, conversou com a reportagem e disse que chegou recentemente de Americana. Comercializando panos e guardanapos de cozinha, ele explica que nunca foi incomodado pelos fiscais da prefeitura e também reclama da forte concorrência. “Tem muito camelô por aqui. O problema nem é a fiscalização, mas sim a concorrência com os colegas”, dispara.

Vale lembrar que eles só se mantêm na ativa devido à procura. Não é difícil achar pessoas que compram os produtos dos camelôs por conta do preço, que na maioria das vezes é sempre menor que aqueles praticados nas lojas. O problema é que, além de trabalharem na ilegalidade, não há garantias dos produtos comercializados, principalmente sobre gêneros alimentícios.

A Sepladema afirma que faz a fiscalização e avisa que só podem explorar esse tipo de comércio os profissionais devidamente cadastrados na prefeitura e que seguem a legislação. Quando a fiscalização da prefeitura flagra atividade do tipo realizada por pessoas não cadastradas, são tomadas as medidas cabíveis, asseguram as autoridades. A prefeitura nega que não existe a devida fiscalização. “A fiscalização é feita ininterruptamente pela prefeitura. Quem flagrar atividades irregulares pode acionar a fiscalização pela linha 156 ou ligar para a Sepladema pelo número 3522-1997”, diz a nota enviada à redação do JC.

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