Vendas do Dia das Mães devem crescer e girar até R$ 10 bi

Estadão Conteúdo 

O varejo deve registrar um Dia das Mães mais polpudo este ano. As vendas devem ficar entre R$ 9 e R$ 10 bilhões, segundo estimativas de duas entidades que representam o setor.

A compra de presentes para a data deve movimentar R$ 9,2 bilhões no País, previu a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O resultado representa um crescimento de 3,8% em volume de vendas na comparação com o ano anterior, já descontada a inflação.

Se confirmada a estimativa, a data comemorativa terá crescimento real no faturamento após dois anos de quedas. Em 2015 e 2016, as vendas recuaram 0,4% e 9,0%, respectivamente.

A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomercio RJ) estima que a segunda melhor data comemorativa para o varejo movimente R$ 10 bilhões este ano, com cerca de 72,9 milhões de consumidores indo às compras.

O gasto médio com os presentes será de R$ 136,51. Os itens preferidos são roupas (30%), perfumes e cosméticos (20%), calçados, bolsas e acessórios (11%) e flores (7%), de acordo com levantamento feito em parceria com o instituto de pesquisa Ipsos realizada em 72 cidades brasileiras.

A maioria dos consumidores que comprarão presentes (76%) afirma que pretende pagar à vista, enquanto 18% informaram a intenção de parcelar o valor da compra. No universo de consumidores que pretendem presentear, 53% são homens e 47% mulheres, sendo 59% deles pertencentes à classe C, 26% de classes A ou B, e 15% de classes D ou E.

Com a expectativa de incremento das vendas, a CNC calcula que os varejistas aumentarão a contratação de trabalhadores temporários este ano, com a abertura de 20,6 mil vagas, ante 20,1 mil postos criados no mesmo período de 2016.

Apesar da maior oferta de trabalho, a taxa de efetivação deve se manter abaixo da média histórica de 5,5%. As condições de consumo ainda são frágeis, especialmente pela lentidão na retomada do nível de atividade econômica, emprego e crédito, justificou o economista Fabio Bentes, da Divisão Econômica da CNC.

Tropa da Força Nacional chega ao Rio com 300 integrantes

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O comboio com mais de 300 integrantes da Força Nacional de Segurança Pública que saiu na noite desta segunda-feira, 8, de Brasília já está no Rio, informou no início da tarde desta terça-feira, 9, o Ministério da Justiça. O desembarque do efetivo, dividido em grupos, está sendo feito no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar do Rio (CFAP), em Sulacap, zona oeste da capital.

O CFAP será a base para os profissionais, que ficarão de prontidão. As equipes se unem ao contingente de 125 homens que já estava trabalhando no Estado.

Também nesta terça-feira, segundo o ministério, o Diário Oficial da União publica portaria que trata da prorrogação do emprego da Força no Rio por um período de 90 dias. A Força foi chamada em novembro de 2016 por conta dos protestos que terminaram de forma violenta em frente à Assembleia Legislativa do Rio.

As manifestações, organizadas por servidores públicas, foram em repúdio aos projetos anticrise do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que penalizava o funcionalismo, e cuja votação pelos deputados ainda não terminou. Na ocasião, o reforço foi de 500 homens.

Os detalhes do emprego do efetivo que chegou nesta terça ainda estão sendo definidos em conjunto entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a Secretaria de Estado da Segurança do Rio. A solicitação de envio da Força foi feito por Pezão ao presidente Michel Temer (PMDB) há uma semana, no mesmo dia em que 11 veículos foram incendiados a mando de traficantes em vias importantes da zona norte do Rio. Na ocasião, o governador afirmou, porém, que o pedido não tinha relação com os incidentes

O presidente Michel Temer determinou aos ministérios da Defesa e da Justiça e ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) a elaboração de medidas para enfrentar a crise de segurança fluminense, afirmou na segunda-feira o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

O ministro não citou prazo para a apresentação do plano para o Rio. Informou que a ideia é fazer uma operação integrada entre as instâncias, semelhante à utilizada durante os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio.

Para Jungmann, o plano não pode gastar recursos desnecessários. Ele criticou a operação das Forças Armadas no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, que durou um ano e meio e, conforme o ministro, custou R$ 400 milhões.

“Quando nós saímos, não entrou o Estado com seu conjunto de serviços. O que aconteceu? Em boa medida, (o tráfico) voltou ao que era antes”, afirmou o ministro.

Vaga de Escrevente com salário de R$ 4 mil em Rio Claro e região

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Estão abertas as inscrições para o concurso com 590 vagas de escrevente técnico do Tribunal de Justiça de São Paulo, com cargos disponíveis em 18 circunscrições judiciárias na Grande São Paulo e no interior.

Os interessados poderão se cadastrar até 17 de maio, pelo site da Fundação Vunesp, responsável pela seleção. O endereço é o www.vunesp.com.br. A taxa é de R$ 68,00.

As oportunidades na Grande São Paulo são para a região administrativa da capital, com 400 vagas para São Paulo e 60 para as circunscrições judiciárias com sedes em Guarulhos, Itapecerica da Serra, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André e São Bernardo do Campo.

Rio Claro e região

No interior, as 130 opções de vagas são para circunscrições com sedes em Campinas, Americana, Amparo, Bragança Paulista, Jundiaí, Limeira, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Rio Claro e São João da Boa Vista.

Salário

O salário oferecido para escrevente é de 4.473,16, mais auxílios para alimentação, saúde e transporte. A escolaridade exigida para participação é o ensino médio completo. A aplicação das provas está prevista para 2 de julho, um domingo.

Alexandre Pires passará por operação no ombro após queda

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Alexandre Pires precisará passar por uma cirurgia após ter machucado o ombro ao cair no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, no dia 27 de abril. Na última segunda-feira, 8, o cantor apareceu com o braço imobilizado durante vídeo postado em seu Instagram.

“Eu sofri uma queda e tive um problema de deslocamento no ombro, uma luxação. É um problema antigo, mas a idade vai chegando, e chega uma hora que não dá pra suportar”, afirmou Alexandre.

Por conta da cirurgia, ele teve que adiar os compromissos marcados para maio, junho e julho.

O acidente aconteceu enquanto o cantor viajava para a gravação do programa Altas Horas, em São Paulo. Ele tropeçou na escada rolante e se machucou. “Eu me desequilibrei na escada do aeroporto de Congonhas e meu ombro se deslocou completamente. Foi uma dor insuportável. Nunca senti nada igual”, disse Alexandre Pires em vídeo para o programa.

Depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro é mantido para amanhã

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O juiz federal Nivaldo Brunoni, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), manteve o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para esta quarta-feira, 10. O magistrado rejeitou pedido liminar da defesa do petista para suspender a ação penal e o interrogatório do ex-presidente

“Não há razão para o deferimento de suspensão do interrogatório do paciente e sobrestamento da ação penal”, afirmou o magistrado

Nivaldo Brunoni pontuou que “não pode passar despercebido que o interrogatório do réu, ato comum a qualquer ação penal, ganhou repercussão que extrapolou a rotina da Justiça Federal de Curitiba/PR e da própria municipalidade”.

“Medidas excepcionais foram tomadas para evitar tumulto e garantir a segurança nas proximidades do fórum federal; prazos foram suspensos, o acesso ao prédio-sede da Subseção Judiciária será restrito a pessoas previamente identificadas e o trânsito nas imediações será afetado, medidas que vem mobilizando vários órgãos da capital paranaense”, observou o magistrado.

O ex-presidente vai ser interrogado nesta quarta-feira, 10, pelo juiz federal Sérgio Moro. Na ação, ele é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propinas da OAS que, em troca, teria fechado três contratos com a Petrobras, supostamente por ingerência de Lula.

Os advogados de Lula pediram por meio de habeas corpus a imediata (concessão de liminar) suspensão do processo criminal em que ele é réu por corrupção e lavagem de dinheiro no caso triplex – imóvel situado no Guarujá, litoral de São Paulo, que a Lava Jato diz pertencer a Lula, o que é negado por ele. A defesa alegou que não teria tempo suficiente para analisar o conteúdo de uma supermídia com 5,42 gigabytes com documentos que a Petrobras anexou aos autos – estima-se que o arquivo tenha 100 mil páginas.

A defesa de Lula havia solicitado pelo menos 90 dias para examinar os documentos da Petrobras e queriam que o Tribunal determinasse “a renovação dos atos processuais prejudicados pelos atos ilegais impugnados, em especial, o interrogatório marcado para o dia 10 de maio de 2017 e a etapa do artigo 402 do Código de Processo Penal”.

Para Brunoni, “no tocante ao prazo de 90 dias para o exame do material apresentado pela Petrobras, não merece acolhimento o pedido por falta de previsão legal”.

“A documentação juntada em meio digital é inédita para todas os atores processuais (defesa, acusação e juízo). Não se desconsidera que a existência de milhares de páginas para exame demanda longo tempo, mas foge do razoável a defesa pretender o sobrestamento da ação penal até a aferição da integralidade da documentação por ela própria solicitada, quando a inicial acusatória está suficientemente instruída”, anotou Nivaldo Brunoni.

Futebol: MP instaura inquérito para investigar suspeita de transparência na CBF

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O Ministério Público do Rio de Janeiro instaurou um inquérito civil nesta segunda-feira para investigar suspeitas de falta de transparência da CBF na assembleia que alterou as regras eleitorais da entidade sem a presença dos clubes. A Lei Pelé exige a presença dos 40 clubes das Séries A e B nas assembleias, mas o encontro contou apenas com a presença de representantes das federações.

O inquérito será conduzido pelo promotor Rodrigo Terra, da Promotoria de Tutela Coletiva e Defesa do Consumidor e Contribuinte. “Os administradores da entidade teriam realizado uma assembleia deliberativa em 23 de março deste ano sem que os clubes tenham sido regularmente notificados a comparecer ao ato, como previsto na Lei Pelé”, diz nota do MP.

No dia 23 de março, os presidentes de federações decidiram que os próprios votos passarão a valer três vezes mais que os votos dos clubes, que não participaram do encontro. Somando os pesos de cada voto, o colégio eleitoral da CBF fica dividido com 27 totalizando 81 votos (peso 3); 20 clubes com 40 votos na Série A (peso) e 20 clubes da Série B com 20 pontos.

Músicos da Orquestra do Teatro São Pedro são demitidos e projeto será alterado

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A Orquestra do Theatro São Pedro deixará de ser um grupo profissional, sendo composta a partir de agora também por estudantes de música. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Atualmente, o conjunto é formado por 52 músicos: 19 serão demitidos, substituídos por bolsistas da Escola de Música do Estado de São Paulo (Emesp). Os músicos falam em “desmonte”, enquanto o governo defende a medida como forma de garantir a sobrevivência da programação. Esta é a primeira decisão anunciada desde que o São Pedro passou a ser administrado pela Santa Marcelina Cultura, no dia 2; outras mudanças incluem a troca na direção artística e a fusão da academia de canto do teatro com o Ópera Estúdio da Emesp.

O Teatro São Pedro era administrado desde 2012 pelo Instituto Pensarte. No início do ano, um novo edital para organizações sociais foi realizado, mas apenas o Pensarte concorreu. Após denúncias de favorecimento no processo, no entanto, o edital foi suspenso pela Justiça. Como o contrato com o Pensarte se encerrava no dia 30 de abril, e após a orientação da Procuradoria Geral do Estado, para quem a prorrogação configuraria improbidade administrativa, a secretaria resolveu passar a gestão do São Pedro para outra organização social, a Santa Marcelina Cultura, já responsável pela Emesp e pelo Projeto Guri da Capital – a Jazz Sinfônica, também administrada pelo Pensarte, será agora gerida pela Fundação Memorial da América Latina (na semana passada, a secretaria havia falado na Fundação Padre Anchieta).

No sábado, foram publicados os termos do aditamento ao contrato da Santa Marcelina, agora incluindo o São Pedro, com as informações a respeito das demissões na orquestra. Em resposta, os músicos do grupo emitiram comunicado na manhã desta terça-feira, 9, no qual afirmam que se deu “oficialmente o desmonte da Orquestra do Theatro São Pedro, única orquestra especializada em ópera em atividade no Brasil”. “A transição do contrato de gestão do Instituto Pensarte, sem licitação, para a Santa Marcelina Cultura, extingue o projeto original, ou seja, 55 músicos profissionais, altamente capacitados, que realizaram rigoroso processo seletivo e, desde então vem executando um trabalho de excelência artística”, diz o texto.

O secretário adjunto Romildo Campello defendeu a medida e a justificou dentro de um investimento em formação. “O quadro que herdamos nos dava três opções. Parar todas as atividades, prorrogar o contrato, o que foi questionado pela Procuradoria, ou interpretar o papel do teatro e propor uma alternativa. Entendemos que o São Pedro, pelo investimento que já fazia em formação, com a Academia de Ópera, caberia bem na Santa Marcelina”, diz. “Os contratos, então, foram passados de uma OS para a outra, com cortes relacionados à sobreposição de funções “.

Paulo Zuben, da Santa Marcelina Cultura, afirma que, com a verba prevista, R$ 7, 4 milhões até o final do ano, serão mantidas as metas de programação: mais quatro montagens de ópera, 30 recitais de música de câmara e 14 concertos sinfônicos. Segundo ele, todos os 24 cantores da Academia de Ópera serão mantidos, agora como parte do Ópera Estúdio da Emesp.

Apesar da manutenção da programação, a ideia do São Pedro como uma companhia estável, com cantores fixos e diretores e cenógrafos residentes foi abandonada. Para Zuben, o número de produções não justificava a presença de um grupo estável. “O custo era muito alto, por isso resolvemos trabalhar ópera a ópera, por empreitada.” Segundo ele, o maestro Luiz Fernando Malheiro, atual diretor artístico do teatro, foi convidado a seguir trabalhando neste novo contexto, e a programação será decidida por um conselho artístico. Procurado pelo Estado, Malheiro, que está em Manaus, onde dirige o Festival Amazonas de Ópera, afirmou que não recebeu nenhum convite. “Não recebi sequer um telefonema da parte dele ou da secretaria sobre a minha demissão e a de toda minha equipe, um descaso total”, disse.

O maestro também gravou um vídeo, publicado em redes sociais, no qual afirma estar muito triste com a decisão de fazer da orquestra um grupo de alunos e profissionais, o que vai acarretar, segundo ele, em “grande perda de qualidade”. “É triste que um projeto tão bem sucedido, que atingiu um nível alto e desenvolveu uma nova maneira de fazer ópera no Brasil, seja desmontado. E que essas talvez necessárias modificações sejam feitas de maneira tão unilateral. Fica aqui o meu apelo às autoridades responsáveis para que se sensibilizem e para que um projeto criado por esse governo não seja destruído pelo próprio governo”, diz o maestro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pedofilia: Lei prevê infiltração de policial na internet para investigar crimes

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O presidente Michel Temer sancionou lei que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para prever a infiltração de agentes de polícia na internet com o fim de investigar crimes contra a dignidade sexual de criança e de adolescente. O texto está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 9.

De acordo com a nova lei, essa infiltração obedecerá às seguintes regras: “será precedida de autorização judicial devidamente circunstanciada e fundamentada, que estabelecerá os limites da infiltração para obtenção de prova, ouvido o Ministério Público; dar-se-á mediante requerimento do Ministério Público ou representação de delegado de polícia e conterá a demonstração de sua necessidade, o alcance das tarefas dos policiais, os nomes ou apelidos das pessoas investigadas e, quando possível, os dados de conexão ou cadastrais que permitam a identificação dessas pessoas; não poderá exceder o prazo de 90 (noventa) dias, sem prejuízo de eventuais renovações, desde que o total não exceda a 720 (setecentos e vinte) dias e seja demonstrada sua efetiva necessidade, a critério da autoridade judicial”.

“A infiltração de agentes de polícia na internet não será admitida se a prova puder ser obtida por outros meios”, diz a lei. “Não comete crime o policial que oculta a sua identidade para, por meio da internet, colher indícios de autoria e materialidade dos crimes previstos”, acrescenta.

Perda de bens

Temer sancionou ainda outra lei que também altera o Estatuto da Criança e do Adolescente. Desta vez, a norma dispõe sobre a punição de pessoas que submeterem menores à prostituição ou à exploração sexual. Nesse caso, o criminoso está sujeito à pena de “reclusão de quatro a dez anos e multa, além da perda de bens e valores utilizados na prática criminosa em favor do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente da Unidade da Federação (Estado ou Distrito Federal) em que foi cometido o crime, ressalvado o direito de terceiro de boa-fé.”

Obras interditam viaduto de acesso à Av. Castelo Branco

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A Centrovias, concessionária do Grupo Arteris informa que será interditada a passagem inferior do viaduto de acesso à Avenida Castelo Branco no km 176 (Pista Sul) da rodovia Washington Luís (SP 310), em Rio Claro. A interdição é necessária para a recuperação do viaduto.

CRONOGRAMA DA INTERDIÇÃO: 

Data: Horário:
10 e 11/05 08h00 às 16h00
15 a 17/05 08h00 às 16h00

Os motoristas que trafegarem cidade-bairro terá a pista liberada, já os motoristas que fizeram o trajeto bairro-cidade deverão seguir até o retorno do km 174 (Pista Sul).

Informações sobre a obra na rodovia podem ser obtidas pelo Serviço de Atendimento ao Usuário – 0800 17 8998 ou pelo site www.centrovias.com.br.

Procurado pela Justiça acaba preso em Rio Claro

Segurança

Na madrugada desta terça-feira (9), policiais militares pertencentes à Companhia de Força Tática, localizaram um criminoso procurado pela justiça, em Rio Claro.

Durante patrulhamento no Jardim Nova Rio Claro, os policiais avistaram uma pessoa em atitude suspeita, e após realizarem os procedimentos de busca e consultarem seus dados pessoais, verificaram que ela estava sendo procurada pela justiça.

Conduzida ao Plantão Policial, foi realizado o registro da ocorrência, sendo encaminhada ao presídio, permanecendo à disposição da justiça.

Obras de unidade de saúde no Santa Elisa são retomadas

Saúde

A prefeitura de Rio Claro, por meio da Fundação Municipal de Saúde, retomou as obras de construção da Unidade de Saúde da Família (USF) no bairro Jardim Santa Elisa. A obra estava parada há meses após ter sido abandonada pela administração municipal anterior causando transtornos aos moradores do bairro e região. Atualmente, quem precisa de atendimento médico tem que se deslocar até a UBS do Wenzel, o posto mais próximo do bairro, percorrendo uma distância superior a cinco quilômetros.

“Esse transtorno deve acabar com a conclusão das obras da USF”, informa o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, que visitou a unidade acompanhado do secretário de Saúde, Djair Francisco, e do vereador Geraldo Voluntário. “Nossa prioridade é a saúde e a ampliação do atendimento à população”, afirmou Juninho.

Morador do Jardim Santa Elisa há 11 anos, o motorista Jeferson Luís Úngaro afirma que a nova unidade irá auxiliar em muito o atendimento na região. “Esperamos o término dessa obra já faz um bom tempo. Agora com essa retomada esperamos que termine o mais rápido possível”, disse.

A obra foi retomada após renegociação com a construtora. “A empresa se comprometeu a intensificar os trabalhos para agilizar a etapa final de construção”, informou o secretário. Djair explica que além dessa existem outras cinco unidades de saúde à espera de conclusão, cujas obras foram abandonadas pelo governo municipal anterior, embora tenha recebido R$ 3,2 milhões da União para realizar o serviço. O Ministério da Saúde cobrou do município a devolução dos recursos ou o término das obras. “Temos que terminar as obras até novembro ou devolver os R$ 3,2 milhões investidos pelo Ministério da Saúde”, informa Djair. As unidades em construção estão localizadas nos bairros Jardim Santa Elisa, Bela Vista, Jardim Progresso, Jardim Brasília 1, São Miguel e Vila Verde/Mãe Preta.

Parque de diversões ‘Hopi Hari’ está perto de fechar

Estadão Conteúdo

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro.

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas.

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Aviso. Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas.

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz.

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99.

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Fora do ar

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada.

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN).

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Jornal Cidade RC
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