Araras inaugura nova UBS; unidade já iniciou atendimentos

Ramon Rossi

A UBS (Unidade Básica de Saúde) Dr. Antonio Simões Pontes, localizada na Avenida João Rossi, no Residencial Milton Severino (Jardim Aeroporto), foi inaugurada na semana passada com a presença do prefeito em exercício Carleto Denardi e dos familiares do homenageado.

A UBS atende de segunda à sexta-feira, das 7h às 16h. As consultas com um médico clínico geral, no local, acontecerão às terças-feiras.

A mais nova unidade de saúde da cidade atende a população do próprio bairro, o Residencial Milton Severino (Jardim Aeroporto), além dos moradores dos bairros próximos como Jardim Apollo Luiz Bertoline, Jardim Manacá (loteamento) e o Jardim Vida Nova Araras.

Com 315m² de área construída, a UBS tem três consultórios médicos, consultório odontológico e farmácia, além de salas de vacina, múltiplas atividades, observação, inalação, esterilização, expurgo e administração. Há ainda a recepção, refeitório, banheiros feminino, masculino e adaptado para deficientes físicos, estacionamento e área externa para atividades ao ar livre. O imóvel também está equipado com dispositivos de comunicação e segurança.

“Até então tínhamos que nos dirigir até o PSF Dr. Ênio Vitali, no Jardim São João, que não é tão perto. Então eu agradeço a Secretaria da Saúde que pensou na gente, atendeu nossa demanda e vai proporcionar melhoria na qualidade de vida dos moradores do nosso e dos bairros próximos”, afirmou Cláudia Daniela Moura, presidente da Associação dos Moradores do Jardim Aeroporto.

O imóvel foi construído pela Pacaembu Construtora, em contrapartida ao empreendimento habitacional que a empresa está implantando na cidade, o Jardim Vida Nova Araras, na mesma região.

À Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, coube a compra e instalação do imobiliário e a montagem da equipe que trabalhará diariamente no local, composta por enfermeiro, técnico de enfermagem e auxiliar administrativo.

“Essa obra está na grande lista de obras da administração Junior Franco e Carleto Denardi, nesses apenas 2 anos de mandato e com pandemia no meio e ainda temos mais coisas para entregar até o final do ano”, disse Carleto Denardi.

Governo SP confirma chegada de mais 5,5 milhões de doses da Coronavac no dia 24

O Governador João Doria confirmou para a próxima quinta-feira (24) a chegada de insumos para que o Instituto Butantan assegure mais 5,5 milhões de doses da vacina contra o coronavírus. Além do carregamento da véspera de Natal, outros dois devem desembarcar no país na última semana do ano, totalizando 10,8 milhões de doses em solo brasileiro.

“São Paulo recebe, na véspera do Natal, mais 5,5 milhões de doses da vacina do Butantan, representando o maior lote já desembarcado no Brasil”, afirmou o Governador. “Com isso, São Paulo terá até 31 de dezembro, ainda este ano, 10,8 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 em solo brasileiro”, acrescentou Doria. O Plano Estadual de Imunização começa no dia 25 de janeiro.

O quarto lote de imunizantes chega em voo que irá pousar no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Os três carregamentos anteriores, enviados também em dezembro pela biofarmacêutica Sinovac Biotech, de Pequim, desembarcaram no Aeroporto de Cumbica, na cidade de Guarulhos.

As remessas anteriores garantiram 3,12 milhões de doses ao Butantan. O novo carregamento é formado por 2,1 milhões de doses já prontas para aplicação e mais 2,1 mil litros de insumos, correspondentes a 3,4 milhões de doses. Os carregamentos finais de 2020 estão previstos para os dias 28, com 400 mil doses, e 30, com mais 1,6 milhão de doses.

A parceria entre o Butantan e o laboratório da China é desenvolvida desde o dia 10 de junho. “Passados seis meses, nós temos a vacina sendo produzida e estoque para atender o Brasil”, afirmou o Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. “Preciso agradecer a cada um dos 2,6 mil funcionários do Butantan. São pessoas que se desdobram dia e noite para que este conjunto de ações possa continuar acontecendo”, reforçou.

Estudo clínico

O estudo clínico conclusivo da vacina do Butantan será divulgado nesta quarta (23). Com os resultados, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) vai receber tanto o pedido de registro definitivo como para uso emergencial. O imunizante foi testado em 16 centros de pesquisa clínica com cerca de 12,5 mil participantes.

Em novembro, a revista científica Lancet, uma das mais importantes no mundo, publicou os resultados de segurança da Coronavac nas fases 1 e 2, realizados na China, com 744 voluntários. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune em 97% dos casos no prazo de até 28 dias após a aplicação.

Carreta tomba em rotatória na Av. Kennedy, próximo ao Aeroclube

Uma carreta carregada com chapas de aço tombou no início da tarde desta segunda-feira (21) na Avenida Presidente Kennedy, na rotatória em frente à empresa 3 Fazendas, próximo ao Aeroclube. O motorista não sofreu lesões e não houve envolvimento com outros veículos. A Polícia Militar está no local e cercou o local para atendimento à ocorrência. Novas informações serão atualizadas em breve.

Dezembro já tem quatro vezes mais mortes pela Covid em RC que em Novembro

Com sete óbitos pela Covid-19 registrados na última semana, Rio Claro chegou a um total de 12 mortes pela doença no mês de Dezembro.

Com isso, em 20 dias, Dezembro já tem quatro vezes mais vítimas fatais que Novembro inteiro, quando foram confirmadas apenas três mortes, sendo o menor número de registros desde o início da pandemia.

Além disso, Dezembro já igualou a soma dos dois últimos meses, já que Outubro teve nove mortes.

MêsNúmero de Óbitos
Março*0
Abril7
Maio6
Junho20
Julho46
Agosto32
Setembro26
Outubro 9
Novembro3
Dezembro**12
*O primeiro caso de Covid em RC foi registrado em 25/03
** Dados de Dezembro contabilizados até o momento

Semana

A semana passada também teve um número bem alto em comparação com o período anterior, se tornando a semana com mais óbitos desde o meio de Setembro e igualando a sexta maior marca registrada em um período de sete dias.

SEMANA EPIDÊMICADATASMORTES
Semana 125/3 a 29/30
Semana 230/3 a 5/40
Semana 36/4 a 12/41
Semana 413/4 a 19/43
Semana 520/4 a 26/42
Semana 627/4 a 3/51
Semana 74/5 a 10/50
Semana 811/5 a 17/51
Semana 918/5 a 24/52
Semana 1025/5 a 31/53
Semana 111/6 a 7/63
Semana 128/6 a 14/64
Semana 1315/6 a 21/63
Semana 1422/6 a 28/68
Semana 1529/6 a 5/77
Semana 166/7 a 12/712
Semana 1713/7 a 19/710
Semana 1820/7 a 26/711
Semana 1927/7 a 2/810
Semana 203/8 a 9/811
Semana 2110/8 a 16/84
Semana 2217/8 a 23/89
Semana 2324/8 a 30/84
Semana 2431/8 a 6/97
Semana 257/9 a 13/94
Semana 2614/9 a 20/910
Semana 2721/9 a 27/95
Semana 2828/9 a 4/10 3
Semana 295/10 a 11/101
Semana 3012/10 a 18/103
Semana 3119/10 a 25/102
Semana 3226/10 a 1/112
Semana 332/11 a 8/111
Semana 349/11 a 15/110
Semana 3516/11 a 22/111
Semana 3623/11 a 29/111
Semana 3730/11 a 6/120
Semana 38 7/12 a 13/125
Semana 3914/12 a 20/127

Auxílio emergencial é a única renda de 36% dos que receberam o benefício

EDUARDO CUCOLO – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O auxílio emergencial é única fonte de renda para 36% das famílias que receberam ao menos uma parcela do benefício, mostra pesquisa Datafolha realizada de 8 a 10 de dezembro.

A dependência da política, porém, caiu nos últimos meses, período em que o valor pago pelo governo foi reduzido pela metade. No levantamento feito em agosto, 44% apontavam o auxílio como única fonte de renda.

Com a redução (de R$ 600 para R$ 300) e a retomada parcial da economia, muitas pessoas saíram em busca de outras fontes de renda.

Segundo a pesquisa, 39% dos entrevistados pediram o auxílio e 81% desses pedidos foram atendidos. Dados do governo mostram que o voucher alcançou quase 70 milhões de brasileiros.

O Datafolha também perguntou como a redução afetou o entrevistado. O principal efeito foi a adoção de ações para cortar gastos.

De acordo com a pesquisa, 75% dos beneficiários reduziram a compra de alimentos, 65% cortaram gastos com remédios, 57% reduziram consumo de água, luz e gás e 55% deixaram de pagar contas da casa.

Mais da metade dos beneficiários também reduziu os gastos com transporte (52%) e/ou parou de pagar escola ou faculdade (51%).

Ainda segundo o Datafolha, o percentual de pessoas que perderam renda por causa da pandemia era de 46% em agosto, número que caiu para 42% dos entrevistados em dezembro.

Entre os que receberam o auxílio, a parcela daqueles que sofreram uma redução de renda caiu de 60% em agosto para 51% em dezembro –ou seja, são pessoas que, mesmo com o auxílio, não evitaram um impacto negativo sobre sua renda.

Embora ainda atinja mais da metade dos beneficiários, a redução do percentual dos que declaram perda de renda reflete a retomada economia nos últimos meses, sobretudo no setor de comércio e indústria.

O auxílio emergencial está previsto para acabar a partir de janeiro. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diz que não haverá prorrogação e nem a criação de novo programa.

O governo vai gastar R$ 580 bilhões com políticas públicas para combater os efeitos econômicos da pandemia, sendo que 55% do valor (R$ 322 bilhões) irá para o auxílio emergencial.

Para efeitos de comparação, o Orçamento de 2020 previa no início do ano um gasto de R$ 92,4 bilhões com políticas de desenvolvimento social, concentradas principalmente no Bolsa Família e no BPC (Benefício de Prestação Continuada, no valor de um salário mínimo, para pessoas com deficiência e idosos).

O valor foi mais que suficiente para compensar a queda na renda do trabalho neste ano, fazendo com que a massa total de rendimentos dos brasileiros (soma de salários e benefícios) crescesse neste ano.

Essa injeção de recursos também contribuiu para reduzir a pobreza no país.

De acordo com estudo do pesquisador do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) Vinícius Botelho, a redução do auxílio emergencial pela metade já colocou a renda de cerca de 7 milhões de pessoas abaixo do nível de pobreza de até R$ 5,50 por dia em outubro deste ano, em relação ao verificado em setembro. Segundo ele, esse número deve subir para quase 17 milhões após a extinção do benefício, no início de 2021.

Kristalina Georgieva, diretora do FMI (Fundo Monetário Internacional), afirmou que o fim prematuro do auxílio emergencial pode significar obstáculos à recuperação econômica e aumento da desigualdade, além de fazer com que o Brasil alcance a marca de 24 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza.

O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que o “plano A” do governo considera que a atividade econômica está em processo de retomada e que o auxílio emergencial será encerrado em 31 de dezembro. Ele afirmou que, se isso não se confirmar, o governo terá que ter uma ação tão fulminante e decisiva como teve no início da pandemia.

Manutenção emergencial em rede de esgoto interdita trecho da Rua 6 nesta segunda (21)

Uma manutenção emergencial em rede de esgoto executada pela BRK Ambiental, concessionária responsável pelos serviços de coleta e tratamento de esgoto em Rio Claro, interdita nesta manhã de segunda-feira (21) o trecho da Rua 06, entre as Avenidas 26 e 24, na Vila Operária.

O serviço tem previsão de ser concluído até às 12h, podendo se estender dependendo da complexidade do trabalho.

Os motoristas que seguem pela Rua 06 encontram desvio pela Avenida 26, podendo utilizar a Rua 08 e a Avenida 20 para retornar ao trajeto inicial. Já os motoristas que seguem pela Avenida 24 devem virar à direita na Rua 08 e utilizar a Avenida 20 para conseguir acessar a Rua 06.

O trecho da manutenção conta com placas de sinalização e todos os esforços estão sendo feitos para que a finalização do serviço e a liberação do trânsito ocorram com brevidade.

Em caso de dúvidas, a empresa atende gratuitamente pelo telefone 0800 771 0001. Informações também podem ser obtidas pela página da empresa na internet: http://www.brkambiental.com/rio-claro.

Empresas poderão exigir vacina de funcionários, afirmam advogados

RICARDO BALTHAZAR, FILIPE OLIVEIRA E MARIANA GRAZINI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

A decisão do Supremo Tribunal Federal que autorizou o governo federal, os estados e os municípios a tornar obrigatória a vacinação contra a Covid-19 pode abrir espaço para que empresas também exijam a imunização de seus funcionários, segundo especialistas em direito do trabalho.
Para Ricardo Calcini, professor da FMU, se o Estado pode restringir a circulação de pessoas para proteger a população, empresas podem fazer o mesmo no seu espaço. Profissionais que recusem a vacina poderiam ser dispensados por justa causa, como já pode ocorrer com quem não usa equipamentos de segurança.
Mihoko Kimura, do escritório TozziniFreire, afirma que as empresas terão mais segurança para exigir a imunização se forem editadas leis tornando a vacinação obrigatória. Nesse caso, empregados que não tomarem vacina poderão sofrer medidas disciplinares, incluindo demissão, por colocar os colegas em risco, diz.

Brasil ultrapassa 7,2 milhões de casos de covid-19

Agência Brasil

O Brasil tem, segundo o boletim divulgado na noite deste domingo (20) pelo Ministério da Saúde, 7,213 milhões de casos confirmados de covid-19. Deste total, há 6,22 milhões de casos recuperados  e 804 mil em acompanhamento. Segundo o ministério, desde o início da pandemia, foram registrados 186.356 mortes pela doença.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 50.177 novos casos e 706 óbitos. A taxa de letalidade da doença é de 2,6%.

Aumenta preocupação com doenças ligadas ao Aedes aegypti no verão

Agência Brasil

Com a chegada do verão no Brasil e da chuva em diversas regiões, uma preocupação de saúde pública aumenta: o crescimento da circulação do mosquito Aedes aegypti e das doenças associadas a ele (chamadas de arboviroses urbanas), como dengue, zika e chikungunya.

Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o tema, lançado em dezembro, entre janeiro e novembro foram registrados 971.136 casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 mortes. As maiores incidências se deram nas regiões Centro-Oeste (1.187,4 por 100 mil habitantes), Sul (931,3/100 mil) e Nordeste (258,6/100 mil).

No mesmo período, as autoridades de saúde notificaram 78.808 mil casos de chikungunya, com 25 óbitos e 19 casos em investigação. As maiores incidências ocorreram no Nordeste (99,4 por 100 mil habitantes) e Sudeste (22,7/100 mil). Já os casos de zika, até o início de novembro, totalizaram 7.006, com incidência mais forte no Nordeste (9/100 mil) e Centro-Oeste (3,6/100 mil).

Na avaliação do professor de epidemiologia da Universidade de Brasília Walter Ramalho, este é o momento de discutir o problema do Aedes aegypti e as medidas necessárias para impedir sua proliferação. O maior desafio é diminuir os focos de criação dele.

O Aedes está no Brasil há mais de 100 anos. Em alguns momentos, já chegou a ser erradicado. Mas nos últimos 30 anos o inseto vem permanecendo e, segundo o professor Ramalho, se adaptando muito bem ao cenário de urbanização do país e do uso crescente de materiais de plástico, que facilitam o acúmulo de água propício à reprodução do mosquito.

“Todos esses materiais, que podem durar muito tempo na natureza, podem ser criadouros do mosquito. A gente tem que olhar constantemente o domicílio, não somente na terra como nas calhas. Este é um momento do começo da chuva. Se não fizermos esse trabalho e se a densidade do mosquito for elevada, não temos o que fazer”, alerta o professor.

Ele lembra que não se trata apenas de um cuidado com a própria pessoa e sua casa, mas com o conjunto da localidade, uma vez que domicílios com foco de criação acabam trazendo risco para toda a vizinhança.

O professor da UnB acrescenta que o cuidado no combate aos focos não pode ser uma tarefa somente do Poder Público. Uma vez que qualquer residência, terreno ou imóvel pode concentrar focos, é muito difícil que as equipes responsáveis pela fiscalização deem conta de cobrir todo o território.

Ramalho destaca que as doenças cujos vírus são transmitidos pelo mosquito são graves. A dengue hemorrágica pode trazer consequências sérias para os pacientes.

“A zika causou microcefalia no Nordeste e em algumas cidades de outras regiões. E precisamos nos preocupar com a chikungunya. Ela causa sintomatologia de muitas dores articulares. Muitas pessoas passam dois, três anos sentindo muitas dores. Isso causa desconforto na vida durante todo esse período”, afirma.

Campanha

No mês passado, o governo federal lançou uma campanha contra a proliferação do Aedes com o lema “Combater o mosquito é com você, comigo, com todo mundo”.  O desafio é conscientizar os cidadãos sobre a importância de limpar frequentemente estruturas onde possa haver focos e evitar a água parada todos os dias.A campanha conta com a difusão de peças publicitárias em meios de comunicação, alertando sobre esses cuidados e sobre os riscos da disseminação do mosquito e as consequências das doenças associadas a ele. 

Rio Claro tem cinco novos casos de Covid

Rio Claro tem cinco novos casos de coronavírus. A informação consta em boletim divulgado no domingo (20) pela Secretaria Municipal de Saúde.

O município permanece com 161 mortes provocadas pela Covid-19.Com os casos registrados nas últimas 24 horas, o total de casos positivos é 6.176. O número de pessoas internadas é 50, sendo 20 em leitos públicos e 30 em leitos particulares.

Deste total, 14 pessoas estão em unidades de terapia intensiva. Até o momento, 5.623 pessoas se recuperaram da Covid-19 em Rio Claro.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização.

Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.