Ciesp se posiciona contra lockdown para indústrias de RC não serem afetadas

A diretoria regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) se posicionou nesta quarta-feira (24), contrariamente a possíveis ações de lockdown que possam vir a suspender o funcionamento das indústrias em Rio Claro.

O pedido foi encaminhado ao prefeito Gustavo Perissinotto (PSD) e solicitou, ainda, diálogo do setor junto ao poder público para construir em conjunto a melhor estratégia para enfrentar o período de pandemia da Covid-19.

De acordo como diretor titular do Ciesp, Anselmo Quinelato, a entidade está atenta ao s rumores de ações em discussão pelas autoridades sanitárias locais e manifestou sua preocupação quanto a manutenção das atividades industriais.

“A maioria das indústrias de Rio Claro, além de ter plano de saúde para seus colaboradores e familiares, mantém permanentemente monitoramento da saúde dos mesmos. Todos os protocolos de segurança e saúde estão sendo adotados com o máximo rigor, entre eles, distanciamento na linha de produção e refeitórios, higienização permanente das áreas comuns, fornecimento de álcool em gel e máscaras, monitoramento da temperatura, espaçamento dos horários de trocas de turnos e no transporte”, afirma o diretor.

Segundo Quinelato, uma possível suspensão das atividades deixariam os colaboradores sem o devido acompanhamento e consequentemente seus familiares. Esse montante pode chegar a cerca de 60 mil pessoas. 

“A paralisação pode levar a uma reação negativa e progressiva que afetará toda a cadeia produtiva provocando desabastecimento, quebra de equipamentos que não podem ser desligados e queda de arrecadação neste momento em que o município mais precisa de recursos para atender a população”, finaliza.

Canteiro central da Avenida 40 é limpo pela prefeitura

O canteiro central da Avenida 40, em Rio Claro, recebeu serviços de limpeza e corte de grama realizados pela prefeitura. A via é bastante movimentada e passa por bairros como Vila Operária e Altos de Santana, além de ter extensão pelo bairro BNH.

Para manter a cidade limpa, a Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Silvicultura e Manutenção, está trabalhando em ritmo redobrado, já que o mato cresce mais rápido neste período do ano, com mais chuvas e exposição ao sol.

Praças e vias públicas também estão recebendo limpeza em várias regiões do município. A prefeitura reforça o pedido para que as pessoas colaborem e não joguem lixo, entulho e materiais inservíveis em locais inadequados. A colaboração é fundamental para que a cidade permaneça limpa e com aspecto agradável.

Restauração da Escola Levy está em fase final em Cordeirópolis

Visando a segurança e a comodidade dos alunos da Escola Coronel José Levy, a Prefeitura Municipal iniciou, no ano passado, a restauração do prédio histórico, que exigiu um longo processo entre a autorização do projeto, os trâmites licitatório e a execução da obra sob a vistoria do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT), órgão ligado à Secretaria Estadual da Cultura.

Construída há mais de um século, em 1914, a escola é um patrimônio histórico da nossa cidade, por isso a sua preservação é tão importante. Além disso, é claro, agora os alunos e professores terão um ambiente mais adequado para realizar as atividades. De acordo com o prefeito, Adinan Ortolan, a reforma está em fase de acabamento, e inclui a instalação de um sistema de segurança contra raios.

Depois da pintura das paredes e troca dos pisos, os estudantes poderão aproveitar as salas e o pátio novos em folha. “Como educador, eu sei como é importante um espaço seguro e aconchegante para aplicar o aprendizado e como também, um cidadão que valoriza a história, sei do significado que este prédio representa para o município e o Estado de São Paulo.

“Após longos meses de espera devido ao processo burocrático, muito em breve a escola estará pronta para receber os alunos e profissionais da educação da melhor maneira possível, sempre cumprindo as recomendações de segurança e higiene em razão da pandemia”.

Doria esclarece que não é lockdown e sim toque de restrição

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), declarou que estão proibidas aglomerações das 23h às 5h em todo estado em razão do aumento das internações por Covid-19. A medida, chamada de toque de restrição, e não de lockdown, começa a valer na próxima sexta-feira (26) e vai até 14 de março.

A restrição visa diminuir a circulação de pessoas no período noturno, quando há a maior ocorrência de aglomerações e festas clandestinas, segundo o governo do estado.

Assim, haverá fiscalização e possível autuação para pessoas que estejam aglomeradas e circulando sem justificativa nas ruas após esse horário. A Polícia Militar vai realizar abordagens de fiscalização e orientação, juntamente com fiscais do Procon e da Vigilância Sanitária.

Pessoas que estejam voltado do trabalho nesse horário, por exemplo, não serão autuadas, segundo o governador João Doria.

O alvo das fiscalizações será grandes e médias aglomerações, principalmente festas. Doria afirma que quem participar desses eventos não será multado. A autuação será dada aos promotores.

O Centro de Contingência do Coronavírus notou o aumento de 660 pacientes internados em leitos de UTI nos últimos 10 dias. Nesta semana, o aumento foi de 9,1%.

Segundo o coordenador do comitê, Paulo Menezes, com essa projeção, a disponibilidades de vagas de UTI no estado poderia saturar em três semanas.

O aumento de internações, de acordo com Menezes, por estar ligado às aglomerações dos últimos dez dias, incluindo o Carnaval, mas também pode revelar a influência das variantes do coronavírus identificadas no estado, principalmente a de origem amazônica, chamada de P1.

A medida foi anunciada em coletiva no Palácio do Bandeirantes, no Morumbi (zona oeste de SP), na tarde desta quarta (24). 

Intervenção de Bolsonaro na Petrobras afugenta investidor estrangeiro

MARINA DIAS
WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – A intervenção do presidente Jair Bolsonaro no comando da Petrobras foi o golpe mais forte na confiança do investidor estrangeiro desde o início deste governo e provocou novas dúvidas sobre o tamanho do poder que o ministro Paulo Guedes (Economia) ainda exerce sobre a política econômica do Brasil.


Os donos dos dinheiros no exterior já estavam bastante cautelosos quanto a fazer aportes no Brasil, que tem perdido relevância global por causa da piora de seus indicadores econômicos e não possui grau de investimento há algum tempo. Assim, o impacto da interferência do presidente na estatal do petróleo causou temor de um efeito cascata em outras empresas públicas e deve ter reflexos a longo prazo no mercado externo.


Muitos dos investidores nos EUA não acreditam que Guedes deixará o cargo em breve. Dizem que o ministro –que sempre afirmou ter sido rechaçado pelos intelectuais da economia– agora se sente aceito no poder.
As perguntas que fazem, porém, são sobre a influência que ele terá como fiador de uma agenda liberal daqui para a frente, diante da postura intervencionista de Bolsonaro.


No fim da semana passada, o presidente anunciou a troca no comando da Petrobras, com a indicação do general Joaquim Silva e Luna no lugar de Roberto Castello Branco, economista ligado a Guedes.


A reação do mercado foi histórica, com reflexos negativos na Bolsa, câmbio, risco-país, juros futuros, e a revisão generalizada nas avaliações de bancos e agência de classificação de risco em relação às estatais do país –agora vistas com mais pessimismo.


As ações da Petrobras caíram mais de 21,5% só na segunda-feira (22) e a companhia chegou a perder R$ 102,5 bilhões em valor de mercado desde sexta-feira (19), quando Bolsonaro anunciou a troca do comando na estatal.
Em Nova York, as ADRs (certificados de ações negociados nos Estados Unidos) da Petrobras caíram 21% na segunda. Esses papéis, que geralmente estão na 34ª posição entre os mais negociados, ficaram em 5º lugar na data, movimentando US$ 1,64 bilhão, contra média diária de US$ 400 milhões.


A reação negativa do mercado arrefeceu nesta terça-feira (23) após Bolsonaro aliviar o discurso intervencionista e o governo sinalizar, ao longo do dia, que iria destravar a processo de privatização da Eletrobras. Ainda assim, a petroleira acumulava perda de R$ 73,5 bilhões no Brasil.
Em NY os papéis subiram 6,68% nesta terça.


Investidores e analistas ouvidos pela reportagem afirmam que a interferência de Bolsonaro causou preocupação no mercado estrangeiro, que vê nas ações da Petrobras o principal termômetro da economia do Brasil, e pode ter afugentado os poucos investimentos que entravam no país.
“A reação do mercado diz tudo sobre a reação de investidores. Sem dúvida, o que aconteceu não ajuda a convencer estrangeiros a voltar a investir no Brasil”, diz Will Landers, chefe de renda variável para a América Latina do BTG Pactual.


“Começou a entrar um pouco de dinheiro estrangeiro [no Brasil] em novembro. [Esse movimento] tinha continuado nos primeiros 45 dias do ano, mas Petrobras caindo 20% em um dia não ajuda ninguém.”
Desde o início do governo Bolsonaro, investidores estrangeiros têm esperado o que chamam de melhor momento para colocar dinheiro no país, mas isso ainda não aconteceu de maneira efetiva e em grande escala.
“Os investidores estrangeiros já não estavam otimistas com o Brasil, estavam agindo com bastante cautela, e o país estava fora das principais escolhas dos gestores”, afirma Victor Scalet, estrategista macro da XP Investimentos. “Então não dá para dizer que houve uma grande decepção entre os investidores.”

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A pandemia e a crise econômica global pioraram o cenário para o Brasil como porta de entrada de dinheiro estrangeiro, mas a avaliação de especialistas é que trocar o comando da Petrobras desta maneira abalou a confiança de forma generalizada –para além do setor energético.
Scalet diz que o impacto foi forte, mas com diferenças sobre cada tipo de investidor.


“Para quem trabalha sobre empresas, bateu mais forte, e a principal dúvida é se vai haver um efeito cascata de interferência do governo em outras estatais.”


Já para os investidores que operam de olho na macroeconomia do país, explica, as dúvidas são no sentido de se vai haver uma reorientação na política econômica do país.


O que mais incomodou os donos do dinheiro no exterior foi a postura de Bolsonaro, que ameaçou nas redes sociais esta e outras intervenções.
Às vésperas das eleições de 2022, eles dizem, o presidente pode adotar novas atitudes intervencionistas ou populistas para tentar conter a alta da inflação e a queda de sua popularidade.


Os investidores estão observando, principalmente, dois fatores a partir de agora: qual impacto das interferências na direção da empresa e na política de preço dos combustíveis e qual o papel que Guedes vai exercer nos próximos meses.


O temor do mercado é justamente uma guinada intervencionista de Bolsonaro, nos moldes do governo Dilma Rousseff. A ex-presidente impediu o reajuste do preço dos combustíveis para tentar controlar a inflação e provocou perdas bilionárias para a Petrobras.


Até os mais otimistas, que acreditavam que Bolsonaro seguiria o roteiro liberal de Guedes, mesmo com certos limites e apesar de seu histórico nacionalista, ficaram mais céticos nos últimos dias.


Nesta terça (23), Guedes era o principal convidado de um evento virtual promovido pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS). Ao lado do embaixador do Brasil em Washington, Nestor Forster, o ministro falaria a analistas e investidores americanos sobre a tentativa de entrada do Brasil na OCDE, apesar de as expectativas dos convidados terem se voltado para a Petrobras nos últimos dias.


Trinta minutos antes do início, porém, Guedes avisou que havia tido um imprevisto e não compareceria ao evento.


Ainda defasada, estatal sobe mais de 12% após tombo
A Petrobras recuperou R$ 28,98 bilhões dos R$ 102,5 bilhões em valor de mercado perdidos com a interferência de Jair Bolsonaro (sem partido) na estatal. Nesta terça-feira (23), as ações preferenciais (mais negociadas) da Petrobras subiram 12,16%, para R$ 24,06, após caírem 21,51% na segunda (22). As ordinárias (com direito a voto) tiveram alta de 8,95%, para R$ 23,48. “As sinalizações são que essa é uma intervenção pontual, sem intervenções no conselho e na diretoria da empresa, até mesmo pelo respaldo estatutário da Petrobras, que não permite que essas ações sejam feitas”, diz Henrique Esteter, analista da Guide Invetimentos. Com a alta, o valor de mercado da petroleira foi para R$ 309,53 bilhões. Na véspera, eram R$ 280,55 bilhões.

Bolsonaro reluta em antecipar 13º de aposentados sem aprovação de Orçamento no Congresso

MÔNICA BERGAMO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro foi aconselhado por assessores do Palácio do Planalto a só assinar a medida que autoriza a antecipação do pagamento do 13º de aposentados e pensionistas depois que o Orçamento da União for aprovado no Congresso.
A votação da Lei Orçamentária de 2021 deveria ter ocorrido em dezembro, mas foi adiada. A nova previsão é de que ela seja aprovada no fim de março.


A medida que antecipa o 13º está pronta. Com ela, o governo pretende injetar R$ 50 bilhões na economia.


O dinheiro serviria para amenizar os impactos da crise econômica causada pelo novo coronavírus, aliviando dificuldades e aumentando o poder de consumo de uma parcela da população brasileira.


A medida já foi adotada no ano passado, quando o 13º de aposentados e pensionistas foi pago nos meses de março e maio.


Ela tem a vantagem de não pressionar as contas públicas porque apenas altera o calendário de pagamentos já previstos para este ano.

Sindicato ressalta que atual governo reiniciou pagamentos à previdência dos servidores

Em entrevista à rádio Jovem Pan News, o presidente do Sindimuni, o Sindicato dos Servidores Municipais, Tu Reginatto, relata que a administração de Gustavo Perissinotto está mantendo em dia os repasses ao Instituto de Previdência-IPRC, responsável pela aposentadoria dos funcionários municipais. A retomada dos pagamentos é considerada um avanço, mas a dívida de R$ 240 milhões deixada pelas administrações anteriores segue como motivo de preocupação.

‘Estão indo além’, afirma Karol Conká, ao contar que família tem sofrido ameaças

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A rapper Karol Conká diz que sua família tem sofrido com ameaças após a artista ser eliminada do BBB 21. Segundo ela, muita gente tem ido além do jogo. Fato semelhante já havia acontecido com Nego Di.


“O erro foi meu e meus parentes estão sofrendo ameaças. Estão indo além do que fui dentro da casa, me apedrejando. Não cometi nenhum crime, me desequilibrei e realmente não sou dessa forma aqui fora”, disse.
Segundo ela, se pudesse voltar atrás não teria entrado no confinamento. “Me arrependo de ter entrado no BBB. Se eu soubesse que estaria toda estragada não teria ido”, disparou.


A partir de agora, Conká quer se reerguer. Em entrevista à Ana Maria Braga, disse que quer recomeçar depois de reconhecer todos os erros que cometeu dentro do reality. “Tudo foi a maneira como me expus. O que posso fazer além de me arrepender é entender que tenho sanidade para procurar ajuda psiquiátrica”, disse.


MAIS DECLARAÇÕES
Em entrevista a Ana Maria Braga, Conká pediu desculpas e se sentiu envergonhada pelas atitudes na casa.


“Só cochilei uns 40 minutos essa noite. Sou a nova Carminha ou Nazaré [vilãs de ‘Avenida Brasil’ e ‘Senhora do Destino’, respectivamente]. Achei interessante a forma como eu recebi a notícia. Essa vilã que surgiu dentro de mim não é real do lado de fora. Dentro de casa ficamos meio surtados e despertou em mim alguns traumas. Vou reconhecer meu erro e melhorar”, disse.


De acordo com ela, a culpa de sua saída foi única e exclusivamente pelas “atitudes péssimas” que demonstrou. “Pedia para sair, pois sentia a dor do remorso e da culpa. Estava sendo invadida por amargura, me sentia ácida. Todos têm o lado bom e ruim. Mas o meu lado pior se aflorou e eu me entreguei”, comentou.


Dentro do reality, Karol protagonizou algumas brigas. A mais explosiva foi com Carla Diaz por ciúmes de Arcrebiano. Ela achou que Bil e Carla estavam mais juntos do que de costume, o que não era verdade já que a atriz já estava envolvida com Arthur.


“Fiquei louca, até me espantei, não tinha visto a cena. Foi bem agressivo o jeito que eu falei. Realmente acreditei naquilo. Tiveram pessoas que falavam que ela estava atrás dele. Infelizmente eu explodi e não aceitei o fato de sentir ciúmes. Não deu tempo de me apaixonar por ele, estava carente e eu me interessei pelo interesse dele por mim. Fui boba, dissimulada”, afirmou antes de pedir perdão à família de Bil e de Carla.
A situação com Lucas Penteado também foi relembrada. Na ocasião, ela o expulsou da mesa para que pudesse almoçar “na paz do Senhor”. Karol disse que todos já estavam perdendo a cabeça com Lucas.


“A gente já estava numa situação com ele e eu estava perdendo a cabeça com ele na casa. Ele ficava às vezes me olhando e dizendo coisas em tom baixo. Ele fez uma coisa com a Kerline na festa e ficamos com aquele alerta. Cheguei já bem irritada. Mais uma vez eu disse que agrediria ele e jamais faria isso.”


A última briga de Conká foi com Camilla de Lucas. Karol chegou a dizer que a influenciadora estaria do outro lado do jogo e que queria promover uma competição entre mulheres pretas. Ao assistir as imagens, Karol se mostrou arrependida mais uma vez.


“Nós conversamos na festa e ela entendeu o ponto que eu não queria duas pretas brigando. Eu estava irritada, pois já tinha rolado treta com Gil. Fui tirar satisfação. Eu causei perturbação na casa e acabei jogando nos outros e fazendo com que eles ficassem tristes”, disse.


Parte da animosidade de Karol pode ser explicada, segundo ela, por traumas de infância. Ela acabou explodindo. “Me considero uma pessoa segura, mas na casa senti insegurança. Não sou acostumada a conviver com pessoas diferentes. Tenho traumas que são despertados por meio de uma reação. Com Lucas, por exemplo, eu lembrava de momentos com meu pai”, disse.


Ela comentou que na escola e em momentos do trabalho já foi recebida com petulância por parte de outras pessoas. “As coisas não eram resolvidas com carinho comigo no colégio, no trabalho. Muitas vezes eu era recebida com rajadas. Não justifica, são coisas minhas e acho importante expor essa fragilidade.”

Doria anuncia “toque de restrição” em todo o estado de SP

O governador de São Paulo, João Doria, acaba de anunciar um “toque de recolher” em todo o estado para tentar reduzir o avanço da pandemia da Covid-19 no território paulista.

Com a medida, as cidades passam a ter comércio e serviços “fechados” durante as noites, com restrição de circulação para toda a população das 23 horas às 5 horas.

De acordo com o anunciado pelo governador, a restrição de circulação vai vigorar a partir de sexta-feira (26) e deve permanecer até 14 de março.

“ Temos no estado de São Paulo 6.500 leitos de UTIs ocupados. É um recorde histórico desde fevereiro do ano passado. Não temos o prazer de anunciar isso, mas temos necessidade para preservar vidas” disse o governador.

Shopping Rio Claro promove oficinas criativas para as crianças nesta quinta-feira

O Shopping Rio Claro está com uma programação lúdica e criativa de oficinas infantis gratuitas em parceria com a Rota da Arte. As atividades acontecem no Espaço Cultural, das 14h às 19h nesta quinta-feira, 25, e as crianças aprenderão a confeccionar bijuteria.

“As crianças têm aproveitado a nossa programação de oficinas criativas porque aprendem muitas atividades para fazer em casa também, usando a criatividade em trabalhos manuais que despertam as habilidades e a curiosidade”, destaca Gisele Alvares, Supervisora de Marketing do Shopping Rio Claro, informando que a reserva da vaga pode ser feita antes do início das oficinas.

Toda a programação das atividades especiais para as crianças foi pensada seguindo as normas sanitárias de distanciamento, higienização e uso de máscaras, com foco na preservação da saúde das famílias.

SERVIÇO

Oficinas Infantis

Dia: 25 de fevereiro

Horário: das 14h às 19h

Local: Espaço Cultural próximo a Entrada Oeste

Imagens: divulgação

Consórcio oferece R$ 111 milhões por concessão do Zoológico e do Jardim Botânico de SP

O Governador João Doria acompanhou na terça-feira (23), na sede da B3, a sessão pública para a entrega dos envelopes da concorrência internacional de concessão do Zoológico e do Jardim Botânico. O Consórcio Reserva Paulista ofereceu R$ 111 milhões, o maior valor de outorga – representando um ágio de 132%. A segunda proposta foi apresentada pela Cataratas do Iguaçu, no valor de R$ 82 milhões.

O prazo do contrato é de 30 anos. O objetivo do projeto é repassar os complexos localizados no Parque Estadual Fontes do Ipiranga (PEFI), na Zona Sul da capital, à iniciativa privada para investimentos, modernização e oferecimento de novos serviços.

“Nos próximos 30 anos os cofres públicos terão retorno de R$ 4 bilhões provenientes da receita prevista. Isso é o que denomino como gestão liberal, que acredita na gestão privada e na livre iniciativa, preservando todos os bons princípios da gestão pública, especialmente no manejo ambiental destes parques”, disse o Governador.

No Zoológico, o concessionário terá de promover mais imersão na natureza e nos recintos pelo bem-estar animal. Há investimentos mínimos previstos para construir habitats mais modernos, amplos e integrados, além do monitoramento de indicadores de desempenho da saúde dos animais.

Já as pesquisas e a conservação das espécies ameaçadas de extinção continuarão sob a responsabilidade do Governo do Estado durante o prazo da concessão. O projeto prevê ainda que a empresa vencedora deverá conceder ingressos gratuitos para crianças com até 4 anos de idade e para estudantes e professores da educação infantil, ensino fundamental e médio da rede pública de ensino, em dias específicos. O direito da meia-entrada também está garantido.

No Jardim Botânico, a ideia do projeto é aumentar o uso público com a implantação de programas de educação ambiental, novos espaços de lazer e cultura, alimentação e mais acessibilidade, integrando com às atividades de pesquisa.

O valor total do contrato único para os dois parques é de R$ 417 milhões, sendo R$ 263 milhões de investimento mínimo e R$ 180 milhões nos cinco primeiros anos da assinatura do acordo.

“São 19 projetos de concessões e PPPs em andamento com um investimento previsto acima dos R$ 35 bilhões. No ano passado, mesmo em meio à pandemia, realizamos as audiências públicas e lançamos os editais. Agora, em 2021, estamos colhendo os frutos com leilões já concluídos como é o caso desse de hoje. Ainda no próximo mês, faremos o leilão das Linhas 8 e 9 da CPTM”, avaliou o Vice-Governador Rodrigo Garcia.

“A concessão trará muitos benefícios. O atendimento aos visitantes ficará ainda melhor com os investimentos que serão feitos tanto no Zoológico quanto no Jardim Botânico e o governo, por sua vez, vai focar seus recursos e esforços nas pesquisas e proteção à biodiversidade, que continuarão com o estado”, finaliza o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de SP, Marcos Penido.

A partir da entrega dos envelopes e da fase de leilão, a SIMA realizará a análise das demais documentações da proponente com melhor oferta para conclusão do processo licitatório. O resultado da análise da garantia será divulgado dia 27 de fevereiro. O processo termina com a publicação e agendamento da habilitação em 14 de março.

Jornal Cidade RC
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