Previsão do tempo desta sexta-feira (5)
Informações do CEAPLA-UNESP de Rio Claro.
Informações do CEAPLA-UNESP de Rio Claro.
Moradores do São Miguel e imediações que utilizam o ecoponto localizado no bairro procuraram o Jornal Cidade para questionar sobre as condições em que se encontra o local.
Todas as caçambas, distintas para cada tipo de resíduos, estão cheias e muitos materiais descartados estão pelo chão.
“Estive essa semana por duas vezes no local e a situação realmente me surpreendeu não apenas dentro do local, mas no entorno. As calçadas estão cheias e notei que até mesmo lixo doméstico começou a ser deixado no local. Isso não pode acontecer. Esses locais foram criados para fazer a diferença no lado positivo e não no lado negativo”, alegou um usuário. A mesma reclamação também se estendeu a outros ecopontos.
A reportagem procurou a Prefeitura Municipal de Rio Claro que através de nota informou: “Houve um problema mecânico com o caminhão da empresa que recolhe os materiais de ecopontos”. A informação foi de que o veículo já foi consertado e que a remoção dos descartes começou a ser normalizada.
O que pode
Nos ecopontos podem ser depositados até um metro cúbico de galhos, restos de podas de árvores e entulho de materiais de construção.
Você também pode levar móveis, eletrodomésticos, madeiras MDF, colchões e outros objetos velhos. Pilhas, materiais recicláveis, lâmpadas e óleo de cozinha podem ser descartados nos ecopontos.
O que não pode
Lixo orgânico, lixo hospitalar e de empresas, pois têm outros modelos de descarte.
Onde ficam?
-São Miguel (anel viário, perto da Avenida 62-A)
-Inocoop/Guanabara (Avenida Tancredo Neves com a Rodovia Fausto Santomauro)
-Jardim Figueira (Avenida 54 em frente à Rua 27)
-Jardim das Palmeiras (Avenida 3-JP, ao lado da Estação de Tratamento de Esgoto)
-Cervezão (Rua 6, Avenida M-21)
-Jardim São Paulo (Rua 1-A)
Horários
Os Ecopontos abrem de segunda a sábado das 8h às 20h e aos domingos das 8h às 12h. O acesso ao local é gratuito e a utilização colabora com o meio ambiente
AGÊNCIA BRASIL – O Rock in Rio, um dos principais festivais de música do mundo, adiou sua próxima edição, marcada para setembro e outubro deste ano, para setembro de 2022. O adiamento foi provocado pela pandemia de covid-19.

“O Rock in Rio mobiliza pessoas dentro e fora da Cidade do Rock. Recebemos turistas de absolutamente todos os estados, além do Distrito Federal, e também de mais de 70 países. São 28 mil pessoas trabalhando para levar festa e alegria para as 700 mil pessoas que nos visitam. Vamos preservar vidas neste momento. Em setembro de 2022, estaremos juntos de novo e prontos para o melhor Rock in Rio de todos os tempos, quando vamos celebrar a paz e a vida”, informou o presidente do Rock in Rio, Roberto Medina, em nota publicada no site do evento.
A próxima edição do festival será realizada nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022. Segundo os organizadores, as negociações com as atrações estão em andamento e algumas já devem ser anunciadas no primeiro semestre deste ano.
Caminhoneiros realizam na manhã desta sexta-feira (5) um protesto na Marginal Tietê, em São Paulo, contra as medidas de restrição anunciada pelo Governo do Estado de São Paulo para conter o avanço da covid-19. O trecho interditado é no sentido rodovia Ayrton Senna.
Caminhões e vans estão parados nas três faixas da via – central, expressa e local, liberando apenas carros de passeio e motos. Os manifestantes seguram faixas contra o governador João Doria (PSDB).
Polícia Militar e agentes da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) estão no local.
Vale lembrar que a partir da zero hora deste sábado (5) todo o Estado de São Paulo entra na Fase Vermelha do Plano SP. Apenas serviços essenciais como, mercados e farmácias ficam abertos, mas com capacidade reduzida. A medida vale até o dia 19, mas pode ser prorrogada.
Para fortalecer a mulher e explicar sobre seus direitos, o JC Business de quinta-feira (4) trata sobre Assédio e suas diferentes vertentes, recebendo duas advogadas, com a mediação de Maria Angela Tavares de Lima. Assista!
O setor de Vigilância Epidemiológica do município divulgou na noite desta quinta-feira (4) boletim que aponta um total de 9.011 casos positivos de Covid-19 em Rio Claro. Nas últimas 24 horas, foram registrados 71 novos casos e o falecimento de um homem totalizou 216 óbitos.
Rio Claro tem 8.202 pessoas recuperadas da doença, 125 hospitalizadas (sendo 47 em UTI).
A faixa etária com maior número de pessoas contaminadas é a de 21 a 40 anos, com 3.859. Depois a de 41 a 60 anos, com 3.204 casos.
A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização. A secretaria também orienta a todos para ficarem atentos ao calendário de vacinação, que está sendo cumprido pelo município conforme a disponibilidade de doses de vacinas que recebe. A vacinação em Rio Claro segue critérios do Ministério da Saúde e do governo estadual.
Até esta quinta-feira (4) o município de Rio Claro aplicou 18.337 doses contra a Covid-19, sendo 14.431 primeiras doses e 3.906 segundas doses.
Jaime Leitão
O meu amigo e leitor Eduardo me enviou hoje um texto via e-mail no qual faz ao mesmo tempo uma análise e um desabafo em relação à realidade perversa que nos assola.
Vou transcrever aqui a sua mensagem: “Estive relendo livros sobre a 2ª Guerra Mundial, quando ocorreu um dos maiores genocídios conhecidos pela humanidade. Milhões de judeus foram sacrificados, com requintes de crueldade, como sabemos. Com isso, inevitavelmente, fiz uma analogia com o que acontece em nosso país, em que uma ‘família’ faz e desfaz, com ‘rachadinhas’ na Câmara, compra de mansão e leite condensado para o café da manhã a preços exorbitantes, quando deveria dar exemplo de austeridade e equilíbrio, no entanto, minimiza a atual situação da pandemia no Brasil, afirmando que a imprensa aumenta o problema da Covid-19 para desestabilizar o seu governo. Como se sabe, genocídio ocorre quando se mata um grupo regionalizado para se manter o poder sobre os demais, por conta da cor ou da etnia a que esse grupo pertença. No nosso caso, o genocídio acontece também hoje, pois, além do vírus desconhecer essa diferença, mata sem diferenciar idade ou situação financeira. E, ainda mais, nossos ‘governantes’ estão mais preocupados em manter um “status” que tomar decisões que preservem vidas. Então, o genocídio continua, em formato novo, mas sempre genocídio”.
Anteontem, o cientista respeitado internacionalmente, Átila Iamarino, afirmou ao site da BBC News Brasil que “o Brasil adotou uma estratégia genocida ao apostar na chamada imunidade de rebanho para combater a Covid-19, o que possibilitou o surgimento de uma nova variante mais perigosa e que vem causando mais mortes.
Concordo com ambos. Faltou ao governo desde o começo da pandemia, há um ano, atitude para enfrentar esse morticínio, causado por uma peste avassaladora . E o negacionismo do presidente, a sua resistência a aderir ao distanciamento social e ao uso de máscara, abre espaço para que cientistas e analistas em geral caracterizem essa tragédia gigantesca como genocídio. Mais de 250.000 mortes e o recrudescimento de casos nas últimas semanas aproximam o país de fatos tão devastadores como massacres que ocorreram em guerras que mataram milhares ou até milhões de pessoas.
O genocídio pode se dar por um ataque a uma população, como ocorreu há alguns anos na Síria, ou por omissão de um governo que poderia evitar grande parte dessas mortes se não fosse na contracorrente dos acontecimentos, negando a dimensão da catástrofe, o que representa uma atitude perversa, indesculpável.
O colaborador é cronista, poeta, autor teatral e professor de redação.
Ao vivo, assista o pronunciamento do prefeito Gustavo Perissinotto sobre a fase vermelha do Plano São Paulo.
Rio Claro começa a aplicar na segunda-feira (8) a primeira dose da vacina Coronavac/Butantan em pessoas com 77 anos. A prefeitura vai buscar em Piracicaba no final da manhã desta sexta-feira (5) nova grade de vacinas com 1.920 doses.
Ainda nesta sexta-feira continua a vacinação de idosos acima de 78 anos, que estão recebendo a primeira dose da vacina Oxford/Astrazeneca.
Além disso, o município segue aplicando a segunda dose da Coronavac/Butantan de acordo com o novo calendário divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde. Nesta sexta-feira (5), recebem a segunda dose da Coronavac pessoas que tomaram a primeira dose no dia 8 de fevereiro.
A vacina Oxford/Astrazeneca não pode ser usada como segunda dose em quem tomou como primeira dose a Coronavac/Butantan, e vice-versa.
EMILIO SANT’ANNA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A remoção de cerca de 400 famílias de imóveis na região da cracolândia foi denunciada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo e pela ONG Conectas, nesta quinta-feira (4). A retirada dos moradores está marcada para ocorrer até o dia 10 deste mês, durante o pior período da pandemia do novo coronavírus.
A preocupação da defensoria e da entidade é que boa parte dos moradores desses imóveis, muitos deles pensões, acabem indo parar na rua.
Pelo último censo do município, de 2019, 24.344 pessoas não tinham onde morar –11.693 estavam acolhidas em albergues públicos e outras 12.651 dormiam nas ruas.
Outros dados, do governo federal, indicam um número maior: pelo Cadastro Único, sistema do Ministério da Cidadania, em dezembro de 2019 havia 33.292 famílias sem-teto na capital paulista.
Com a crise causada pela pandemia, o número de moradores de rua vem crescendo, segundo entidades e voluntários que trabalham com essa população.
O Brasil é signatário da Convenção Americana de Direitos Humanos e sujeito à jurisdição da Corte Interamericana de Direitos Humanos.
No local em que os imóveis serão derruabados –duas quadras na Luz em que alguns deles já foram ao chão–, a Cohab, órgão da prefeitura, pretende fazer 700 unidades de moradias populares por meio do Programa de Parceria Público-Privada Casa Paulista, do governo do estado.
O local é uma Zeis (Zona Especial de Interesse Social), classificação da legislação municipal para áreas voltadas à construção de moradia social.
Desde o final do ano passado, uma liminar obtida pela defensoria impedia a administração municipal de fazer a desapropriação dos imóveis e retirar os moradores. As famílias, obrigava a medida judicial, deveriam receber da prefeitura apoio em ações sociais e de saúde –o país e o estado de São Paulo vêm registrando recordes de mortes causados pelo coronavírus dia após dia.
No último mês, a liminar foi derrubada e a prefeitura autorizada a retirar os moradores dos imóveis, grande parte deles pensões habitadas por famílias de baixa renda.
Os dois quarteirões que serão derrubados, conhecidos por quadras 37 e 38, ficam ao lado da obra do Hospital Pérola Byington, previsto como parte da ação de revitalização da cracolândia. O projeto tem forte rejeição de moradores, entidades e ONGs que atuam no local.
De acordo com a defensoria, um dos problemas com a nova remoção é que apenas 190 das cerca de 400 famílias foram cadastradas pela prefeitura para receber o auxílio-aluguel de R$ 400 mensais.
“É uma região com uma dinâmica própria. Muita gente chega e sai. Os cadastros são de 2017, estão desatualizados”, afirma a defensora pública Fernanda Balera.
Os problemas não param por aí. O valor oferecido pela prefeitura é insuficiente para alugar qualquer imóvel na região central da cidade.
“Tem gente que mora nesses locais há mais de 20, 30 anos, que têm a vida toda organizada no centro, escola dos filhos, trabalho, e que terão que ir para longe porque R$ 400 não paga nem um quarto por ali”, diz a defensora.
São pessoas como Juliana Ribeiro da Silva, 35, que trabalha na própria pensão em que vive com o marido e quatro filhos. “Meu marido teve um AVC e meus filhos todos estudam aqui, o que querem que eu faça com R$ 400? Onde vou morar?”, diz.
Para a defensora pública a resposta não é tão difícil de imaginar no caso de muitas famílias. “Alguns deles vão acabar indo pra rua, vão dormir na rua”, afirma.
A denúncia protocolada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos aponta que o tipo de assitência oferecida pela Secretaria Muncipal de Assistência e Desenvolvimento Social evidencia qual será o destino dessas pessoas.
“Salienta-se que a SMADS oferece políticas voltadas para a população em situação de rua. Com isso, a prefeitura está admitindo que irá remover 375 famílias sem atendimento habitacional, as quais passarão a ser consideradas como população em situação de rua”, diz o documento.
Fernanda também contesta a retirada dos moradores durante a pandemia. “Se é para construir mordias populares, as pessoas que ali vivem deveriam ser incluídas. E por que fazer isso, colocar elas na rua, durante a pandemia?.”
Em julho do ano passado, o Ministério Público recomendou à prefeitura que paralisasse as remoções de moradores que vivem em hotéis e pensões na cracolândia tendo em vista a excepcionalidade desse período e por esses imóveis serem, de fato, a residência de muitas famílias e não apenas locais de passagem.
Para o psiquiatra Flávio Falcone, conhecido na região como Flávio Palhaço, e que atua em ações de redução de danos na cracolândia há quase 10 anos, a retirada dos moradores atende a uma lógica do mercado imobiliário praticamente impossível de ser freada.
“O prefeito Bruno Covas (PSDB) está retribuindo o apoio que recebeu das empresas desse setor durante a eleição”, diz.
A despropriação do quarteirão ao lado para a construção do Pérola Byington também foi cercada por polêmicas, em 2018. Até a véspera da saída dos moradores, cerca de 50 famílias, das 225 que moravam no local, resistiam a sair.
Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a situação de moradores e usuários de drogas na cracolândia é alvo de atenção por parte de ONGs e entidades que atuam no local. A pressão da sociedade civil fez com que a prefeitura adotasse medidas de mitigação do contágio.
OUTRO LADO
A Prefeitura de São Paulo afirma que “cumpre rigorosamente todo o procedimento pactuado com o Poder Judiciário para atender as 190 famílias que moravam na região da Luz em 2017, quando foram cadastradas para receber moradia digna e definitiva.”
Em nota, informa que as famílias receberão o auxílio-aluguel até que recebam moradia definitiva. “O cadastro de todas as famílias que habitavam o local foi aprovado pelo Conselho Gestor da ZEIS-3 e ratificado pelo Judiciário. Todas as tentativas de reverter o atendimento a essas pessoas, seja por ação proposta pela Defensoria Pública ou pelo Ministério Público, foram rejeitadas”, afirma a nota.
Sobre a legalidade da ação, afirma que “o Tribunal de Justiça vem reiteradamente atestando a legalidade das ações do município e do Governo do Estado em prover habitação a pessoas em situação de vulnerabilidade e, consequentemente, adensar e requalificar a região central da cidade”.
A administração municipal diz que a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social “acompanha as ações relativas às desapropriações na região das quadras 37 e 38 a fim de identificar os casos não contemplados pela política habitacional e cadastrar os indivíduos e famílias com interesse em acolhimento na rede socioassistencial”.
A pasta afirma que “não é possível destinar unidades para as famílias que hoje moram no local, mas não foram cadastradas em 2017, pois isso implicaria em furar a fila dos programas habitacionais do município.”
Ainda sobre o destino dessas pessoas, a secretaria diz que “os centros de acolhida do município de São Paulo, na data de 03/03/2021, possuíam mais de 1.600 vagas disponíveis em suas diversas modalidades, número suficiente para englobar todos aqueles que manifestarem interesse por ocasião das ações de desapropriação”.
O setor de Vigilância Epidemiológica do município está alertando idosos e demais pessoas que irão tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 neste início de março. A data da segunda dose mudou, em razão do município ter recebido com atraso os lotes das vacinas.
Inicialmente a segunda dose da vacina Coronavac/Butantan foi agendada com intervalo de 21 dias após a primeira dose. Mas, como o governo estadual não mandou vacinas para Rio Claro no tempo previsto, a segunda dose foi reagendada com intervalo de 28 dias. Em razão disto, não está mais valendo a data que foi marcada na caderneta de vacinação no dia em que a pessoa recebeu a primeira dose.
Este reagendamento foi divulgado com todas as datas pelo setor de Vigilância Epidemiológica junto com o anúncio de retomada da vacinação de idosos, o que ocorreu na segunda-feira (1º).
Nesta sexta-feira (5) o município aplica a segunda dose em quem tomou a primeira no dia 8 de fevereiro.
Na segunda-feira (8) será aplicada a segunda dose em quem recebeu a primeira dose no dia 9 de fevereiro.
No dia 9 de março (terça-feira) será aplicada a segunda dose em quem recebeu a primeira no dia 10 de fevereiro.
No dia 10 de março (quarta-feira) a segunda dose da Coronavac/Butantan será aplicada em quem recebeu a primeira dose no dia 11 de fevereiro.
No dia 11 de março (quinta-feira) a segunda dose será aplicada em quem tomou a primeira dose no dia 12 de fevereiro.
Até nesta quinta-feira (4) o município de Rio Claro aplicou 18.337 doses contra a Covid-19, sendo 14.431 primeiras doses e 3.906 segundas doses. O levantamento é do setor de Vigilância Epidemiológica.
A Polícia Federal de Piracicaba, com o apoio da Polícia Militar, deflagrou, nesta manhã, a operação denominada Nicotina, voltada ao combate do comércio de contrabando de cigarros. Foram cumpridos 05 mandados de busca e apreensão e 01 de Prisão Preventiva no município.
Durante o cumprimento dos mandados e diligências foram apreendidos cerca de 300 pacotes de cigarro que encontravam-se em um galpão de uso da organização criminosa, 03 celulares e dois veículos que estavam em posse dos investigados. Foi constatado que um dos veículos apreendidos era objeto de furto e utilizava placas clonadas pertencentes a outro veículo com características semelhantes.
As investigações prosseguem para análise do material apreendido.