Mais de 2000 crianças e adolescentes de Rio Claro colocaram vacinação em dia durante campanha

A campanha de multivacinação foi encerrada nesta quarta-feira (27) em Rio Claro e, ao longo da campanha, 3.121 crianças e adolescentes compareceram a uma unidade de saúde e 2.088 estavam com alguma dose atrasada e receberam a vacina correspondente à idade e ao calendário vacinal. Os números foram divulgados pela Fundação Municipal de Saúde.

Na faixa etária de menores de 1 ano, foram levados às unidades de saúde 1.075 bebês e 856 tinham alguma dose para receber. Entre as crianças de 1 a 4 anos, compareceram 866 ao posto de saúde e 554 precisaram ser vacinadas. De 5 a 14 anos 1.180 estiveram em uma unidade de saúde e 678 foram vacinados.

Mesmo com o fim da campanha, a comunidade deve conferir a carteirinha de vacinação e colocar as doses em dia. Para isso, basta procurar uma unidade básica de saúde ou unidade de saúde da família, exceto as do Santa Elisa, Jardim Brasília e São Miguel. 

ICMS sobre preço dos combustíveis ficará congelado por 90 dias

Leonardo Vieceli – Folhapress

O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), colegiado que reúne governo federal e secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal, aprovou nesta sexta-feira (29) o congelamento, por 90 dias, do valor do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado nas vendas de combustíveis, informou o Ministério da Economia.

Segundo a pasta, o objetivo é colaborar para a manutenção dos preços nos valores vigentes em 1º de novembro de 2021 até 31 de janeiro de 2022.

A decisão é anunciada em meio a uma ameaça de greve dos caminhoneiros. Parte da categoria vem prometendo paralisar os serviços de transporte de mercadorias na próxima semana, a partir de 1º de novembro. O alto custo do óleo diesel é uma das reclamações dos motoristas.

Atualmente, a alíquota de ICMS cobrada pelos estados incide sobre o PMPF (Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final ) dos combustíveis. Esse valor é coletado a partir de uma pesquisa de preços praticados nos postos a cada 15 dias.

Por isso, quanto mais alto o combustível na bomba, maior o valor cobrado pelos Estados.

O presidente do Comsefaz (Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal), Rafael Fonteles, afirmou em nota que o congelamento anunciado nesta sexta é “uma demonstração da disposição dos estados para contribuir com o controle dos preços dos combustíveis, que já aumentaram mais de 50% só este ano, sem qualquer alteração na alíquota do ICMS”.

Ele ressalvou que a investida é insuficiente para impedir novos reajustes e destacou que os estados querem abrir um canal de diálogo com a Petrobras para discutir a política de preços da companhia.

“É preciso ficar claro que o ICMS é apenas um componente dos preços, e, como não houve alteração da alíquota nos últimos anos, não há como associar os reajustes dos combustíveis ao imposto estadual”, afirmou ele.

“Esses aumentos se devem à política da Petrobras que atrela seus preços ao mercado internacional do petróleo e ao câmbio. Como essa política da Petrobras está sujeita à volatilidade do mercado internacional, é bastante provável que, havendo aumento do barril de petróleo lá fora, esses reajustes sejam repassados aqui”, acrescentou.

A estratégia da companhia é vista com bons olhos pelo mercado financeiro, que enxerga uma tentativa de garantir o equilíbrio das finanças da estatal por meio da paridade internacional.

Na segunda-feira (25), a Petrobras anunciou novos reajustes nos preços da gasolina e do diesel. Com a medida, a gasolina passou a acumular, no ano, alta de 74% nas refinarias da companhia. No diesel, o avanço chegou a cerca de 65%.

Com petróleo e combustíveis em alta, a Petrobras registrou lucro de R$ 31,1 bilhões no terceiro trimestre de 2021. A estatal decidiu dobrar o valor dos dividendos distribuídos aos acionistas, que chegarão a R$ 63,4 bilhões no ano, segundo balanço divulgado na quinta-feira (28).

No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu um “viés social” para a Petrobras e afirmou que a empresa deveria lucrar menos.

Além dos caminhoneiros, empresas operadoras de ônibus urbanos também manifestaram críticas aos atuais patamares dos combustíveis.

Na quinta, a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), que representa o setor, emitiu um posicionamento no qual afirmou que o “preço do diesel mostra que governo quer ônibus lotado e serviço ruim”.

“A omissão do governo federal frente aos sucessivos reajustes do óleo diesel, insumo que representa em média 26,6% do custo do transporte público coletivo, está forçando a insolvência das empresas operadoras e o colapso dos sistemas de transporte público organizado em todo o país”, disse a NTU.

No mesmo comunicado, a associação afirmou que, em razão da alta do combustível, “as operadoras não terão outra opção além de acionar as cláusulas de reajuste tarifário e reequilíbrio dos contratos de concessão para evitar a suspensão da prestação dos serviços”.

Os governadores têm trabalhado para evitar a votação de uma proposta, aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e que está no Senado, que torna fixo o ICMS sobre os combustíveis pelo período de um ano. Eles alegam que os estados vão perder R$ 24 bilhões se a proposta entrar em vigor.

O texto aprovado pelos deputados obriga estados e Distrito Federal a especificarem a alíquota para cada produto por unidade de medida adotada, que pode ser litro, quilo ou volume, e não mais sobre o valor da mercadoria. Na prática, a proposta torna o ICMS fixo em relação a variações do preço do combustível ou de mudanças do câmbio.

Homem morre prensado em parque de diversões no interior de São Paulo

Folhapress

Um homem de 29 anos morreu após cair de um brinquedo em um parque de diversões, por volta das 23h desta quinta-feira (28), na rua Maria Helena da Costa, no bairro Cidade Nova 2, em Itu (101 km de SP). Outras cinco pessoas ficaram feridas, de acordo com a SSP (Secretaria da Segurança Pública).

De acordo com a polícia, a vítima acabou prensada contra o chão com a queda. A reportagem não conseguiu contato com a direção do parque.

Segundo a SSP, policiais militares que foram ao local disseram que que as vítimas estavam em uma atração chamada Superman e que “uma delas abriu a grade de segurança do brinquedo em funcionamento e ficou agarrada e ela em pé”.

Segundo boletim de ocorrência, o operador do brinquedo interrompeu a atividade. “Neste momento, o homem caiu e a atração acabou o prensando contra o solo”, disse a SSP, em nota. A vítima foi socorrida, mas não resistiu. Outras cinco pessoas, que também haviam aberto a grade, caíram e se feriram.

Um operador de empilhadeira, de 24 anos, e um ajudante geral, de 33, ambos funcionários do local, serão investigados, de acordo com a polícia.

O caso foi registrado como homicídio e lesão corporal pelo plantão da delegacia da cidade, que solicitou perícia aos institutos Médico Legal e de Criminalística.

À TV Tem, afiliada da TV Globo na região de Sorocaba, um representante do parque, que não se identificou, disse que aguarda resultado da perícia e que o erro não é do brinquedo e que a vítima teria se levantado. Também afirmou que foi o primeiro acidente ocorrido na diversão e que lamenta.

Procurada, a Prefeitura de Itu, gestão Guilherme Gazzola (PL), não respondeu até a conclusão desta reportagem.

Jacaré ‘viciado em sexo’ é contido por 12 tratadores na Austrália

Um jacaré americano agressivo e obcecado por sexo precisou ser contido por 12 tratadores no zoológico Australian Reptile Park, na Austrália. O réptil, que recebeu o nome de Kanye West, em homenagem ao rapper norte-americano, foi colocado em isolamento por alguns meses, com o objetivo de acalmá-lo.

“O plano era pegar Kayne e levá-lo pelos fundos para que pudesse se divertir um pouco”, disse o chefe de répteis e aranhas do zoológico, Daniel Rumsey. “Mas não há nada fácil em mover um crocodilo americano de 350 kg. Foi intenso”, completou, acrescentando que o animal de quatro metros de comprimento é um dos mais perigosos e agressivos do local. “Com seu tamanho ele arrancaria um braço sem preocupações”, descreveu.

De acordo com o Daily Mail, os tratadores disseram que o crocodilo macho tornou-se cada vez mais agressivo conforme o clima esquenta e a temporada de acasalamento está em andamento. Embora seja comum os répteis agirem assim na tentativa de atrair fêmeas, o diretor do parque Tim Faulkner afirmou que o animal estava levando as coisas um pouco longe demais, atacando os tratadores e aterrorizando outros crocodilos.

“Kanye saiu explosivo da hibernação, portanto, ele é um perigo para si mesmo, para os outros animais e funcionários “, disse ele à ABC 12. “É um ‘cara’ jovem, cheio de testosterona, e está causando estragos agora. Ele deixou os outros crocodilos muito tensos”, disse Faulkner.

Os administradores do zoológico acreditam que a chegada de mais de 20 jacarés ao local em março, tenha irritado Kanye, já que a espécie é apegada ao território. A expectativa é que o animal possa retornar à lagoa em que vive, após o verão, quando os níveis hormonais dele voltarem ao normal.

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Família de delegado rio-clarense que morreu por Covid recebe R$200 mil do governo Doria

Wesley Faraó Klimpel – Folhapress

O Governo João Doria (PSDB) vai pagar R$ 200 mil de indenização a familiares do delegado da Polícia Civil Nestor Sampaio Penteado Filho, nascido em Rio Claro, morto em julho em decorrência da Covid, após avaliar que ele foi contaminado por causa de seu trabalho.

De acordo com o Diário Oficial de São Paulo, de sexta-feira (22), “tal decisão fundamenta-se nos elementos probatórios acostados aos autos, especialmente nas conclusões alcançadas na Apuração Preliminar n. 2ª CA 170/2021, indicativos de que a morte ocorreu em razão da função.” O valor será distribuído entre a viúva e seus filhos.

Penteado Filho era delegado titular da 1ª Seccional de Campinas quando morreu aos 54 anos, em 14 de julho. Ele estava internado desde março na capital.

Penteado Filho chegou a ocupar o cargo de corregedor da Polícia Civil, mas foi substituído em 2015.

Nesta segunda (25), o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) pediu ao secretário de Segurança Pública, general João Camilo Pires dos Campos, para que todos os policiais civis que morreram por causa do coronavírus tivessem o mesmo direito.

Em nota, a presidente do sindicato, Raquel Kobashi Gallinari Lombardi, afirma que a Polícia Civil paulista perdeu vários funcionários vítimas da pandemia. “Esses abnegados servidores deixaram cônjuges e filhos desamparados, que precisam ser ressarcidos pelo Estado.”

“À vista do exposto, o Sindpesp vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência solicitar a adoção de medidas necessárias no sentido de estender o direito de indenização por morte acidental a todos os policiais civis que contraíram coronavírus e faleceram no exercício das suas relevantes funções”, completa a nota.

De acordo com a 15ª edição do anuário de segurança pública, um levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre efetivo e carreira policial, 50,4% dos policiais civis ouvidos têm medo de se infectarem com Covid. Entre os policiais militares e os bombeiros, 18,5% temem o mesmo.

Segundo o relatório, divulgado em julho, os policiais civis costumam ser mais velhos do que os membros das outras corporações, o que explicaria o temor da Covid.

Brasil é o 22º país do mundo com maior índice de crime organizado

David Lucena – Folhapress

O Brasil é o 22º dos 193 estados-membros da ONU com o mais alto índice de criminalidade organizada. Na América do Sul, fica atrás apenas de Colômbia, Venezuela e Paraguai. Além disso, o país ocupa as primeiras posições no ranking quando o alvo dos crimes é o meio ambiente.

Os dados constam no Índice Global do Crime Organizado, primeiro levantamento dessa natureza e recém-lançado pela Iniciativa Global Contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC, da sigla em inglês), entidade não-governamental sediada em Genebra, na Suíça. Ele deve ser atualizado a cada dois anos.

A pesquisa analisa variáveis que incluem o alcance, a escala e o impacto do crime organizado em cada um dos 193 países, bem como a eficácia das políticas estatais de combate às organizações criminosas. A partir dessa análise, que inclui levantamento bibliográfico e exame de dados, os pesquisadores atribuem uma nota de 0 a 10 em vários quesitos. No cômputo geral, o Brasil ficou com um índice de 6,5 –a República Democrática do Congo, que lidera o ranking, tem 7,75.

O índice conclui que três quartos da população mundial mora em países com altos índices de criminalidade e pequena capacidade de combater as organizações criminosas. Além disso, a Ásia aparece como continente com maior incidência de crime organizado, o que, segundo os pesquisadores, não chega a surpreender, uma vez que é o mais populoso, abriga algumas das maiores potências econômicas do mundo e é rico em recursos naturais.

Segundo o índice, o tráfico de pessoas é o mercado mais explorado por organizações criminosas em todo o mundo. Para Laura Adal, analista sênior GI-TOC, a pandemia de Covid-19 pode ter potencializado essa prática, que envolve o aliciamento, transporte e recebimento de pessoas por meio de falsas promessas, ameaça ou outras formas de coação -voltada, normalmente, à exploração sexual e ao trabalho forçado.

“Com lockdowns e restrições de viagens, grupos vulneráveis apenas se tornam mais isolados, social e economicamente e, portanto, se tornam mais suscetíveis à exploração e ao tráfico”, afirma Adal à reportagem. “E manter as vítimas isoladas, física ou emocionalmente, é uma estratégia-chave que os captores usam para controlar a vítima.”

A pesquisa analisou também a relação entre as formas de governo e a criminalidade, e descobriu que as democracias têm maior capacidade de resistir às organizações criminosas do que os Estados autoritários. Além disso, países em conflito e com Estados frágeis experimentam maior vulnerabilidade ao crime organizado.

O índice divide os mercados em que os grupos criminosos atuam em dez: tráfico e contrabando de pessoas; crimes contra a fauna, a flora e os recursos não-renováveis; e tráfico de armas, heroína, cocaína, cannabis e drogas sintéticas.

O Brasil ocupa o primeiro lugar mundial na categoria de crimes contra a flora –empatado com China, República Democrática do Congo, Gabão, Guiné e Guiné Equatorial– e é o segundo do mundo entre os crimes contra a fauna –empatado com o Vietnã e atrás apenas da China. Nos crimes contra os recursos não-renováveis, o Brasil ocupa a 14ª colocação.

O relatório dá destaque, por exemplo, ao projeto de lei apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para liberar a mineração em terras indígenas. Na seara ambiental, os pesquisadores ressaltam ainda que o volume de extração ilegal de madeira da Amazônia é significativo e o produto desse crime é exportado para grandes mercados mundiais, como Estados Unidos, França, Espanha, Holanda, Portugal, Japão e Reino Unido.

O Brasil é ainda o segundo colocado global no que diz respeito ao tráfico de cocaína –empatado com México, Peru e Venezuela, e atrás apenas da Colômbia.

Segundo Laura Adal, o 22º lugar mundial do Brasil se deve ao fato de o país ter uma pontuação igual ou superior a 8 (em uma escala de 0 a 10) em seis dos dez mercados criminosos analisados pelo índice. “Devido à forma como o índice é estruturado, os países que têm mercados ou atores criminosos mais diversos terão pontuações mais altas do que os países que têm apenas um ou dois fatores extremamente infiltrados”, diz à reportagem.

O estudo analisou também o perfil dos criminosos ao redor do mundo. Eles foram divididos em quatro categorias: 1) grupos mafiosos, que são aquelas organizações bem definidas, com nomes, lideranças, controle de territórios e membros identificáveis; 2) redes criminosas, que abrangem pessoas que se articulam para a prática de crimes sem necessariamente pertencerem a uma organização rígida; 3) atores estrangeiros, quando operam em países que não são o de sua nacionalidade; e 4) atores inseridos no Estado, que são os que atuam de dentro do aparelho estatal.

Neste último o Brasil aparece com papel de destaque, ocupando a 17ª colocação global e atrás apenas da Venezuela na América do Sul. Entre os fatores que contribuem para esse protagonismo brasileiro, o estudo cita o uso do aparato estatal por parte da milícia, a violência policial, sobretudo em operações nas favelas, e os crimes de colarinho branco envolvendo contratos públicos.

O índice também avalia a resiliência dos países, que é definida pelos pesquisadores como a capacidade que os Estados têm de resistir e interromper as atividades do crime organizado como um todo –em vez de atacar apenas mercados individuais– por meio de medidas políticas, econômicas, jurídicas e sociais. Nesse ranking, o Brasil aparece como o 87º mais resiliente.

Para chegar à avaliação geral de resiliência do Estado, o índice analisa diversos quesitos, como liderança política, transparência, sistema judicial, combate à lavagem de dinheiro e apoio a vítimas e testemunhas, entre outros.

O Brasil não tem boa avaliação no que diz respeito à liderança política (148º colocado) e ao sistema judicial (139º), mas alcança desempenho significativamente melhor no que diz respeito à cooperação internacional (30º) e ao combate à lavagem de dinheiro (32º), por exemplo.

PONTOS-CHAVE DO RANKING

​Mais de três quartos da população mundial vive em países com altos níveis de criminalidade e em países com baixa capacidade de combater o crime organizado.

A Ásia é o continente com os níveis mais altos de criminalidade.

Tráfico humano é o mais difundido de todos os mercados criminosos globalmente.

Democracias têm níveis mais altos de resiliência à criminalidade do que Estados autoritários.

Atores estatais são os agentes mais dominantes na facilitação de economias ilícitas e na inibição da resiliência ao crime organizado.

Muitos países em conflito e Estados frágeis experimentam uma vulnerabilidade aguda ao crime organizado.​

OS DEZ PRIMEIROS COLOCADOS DO RANKING DE CRIMINALIDADE

1º República Democrática do Congo – 7.75
2º Colômbia – 7.67
3º Mianmar – 7.59
4º México – 7.57
5º Nigéria – 7.15
6º Irã – 7.10
7º Afeganistão – 7.08
8º Iraque – 7.05
9º República Centro-Africana – 7.04
10º Honduras – 6.98

OS DEZ PRIMEIROS COLOCADOS DO RANKING DE RESILIÊNCIA

1º – Finlândia – 8.42
1º – Liechtenstein – 8.42
3º – Nova Zelândia – 8.38
4º – Dinamarca – 8.21
5º – Islândia – 8.04
6º – Austrália – 7.96
7º – Noruega – 7.92
8º – Reino Unido – 7.88
9º – Estônia – 7.83
10º – Andorra – 7.75
10º – Uruguai – 7.75

O BRASIL NO RANKING

Item – pontuação – colocação global – nas Américas – na América do Sul

Criminalidade – 6.50 – 22º – 7º – 4º

Mercados criminosos
Tráfico de pessoas – 5.0 – 111º – 18º – 7º
Contrabando de pessoas – 4.0 – 114º – 20º – 7º
Tráfico de armas – 8.0 – 14º – 3º – 2º
Crimes contra a flora – 8.5 – 1º – 1º – 1º
Crimes contra a fauna – 8.5 – 2º – 1º – 1º
Crimes contra recursos não-renováveis – 8.0 – 14º – 6º – 6º
Tráfico de heroína – 2.0 – 144º – 18º – 5º
Tráfico de cocaína – 9.0 – 2º – 2º – 2º
Tráfico de cannabis – 8.0 – 5º – 3º – 2º
Tráfico de droga sintética – 4.0 – 111º – 11º – 5º

Atores criminosos
Grupos mafiosos – 7.5 – 17º – 8º – 3º
Redes criminosas – 6.5 – 47º – 8º – 4º
Atores inseridos no Estado – 8.5 – 17º – 3º – 2º
Atores estrangeiros – 3.5 – 163º – 29º – 11º

Resiliência – 5.04 – 87º – 17º – 6º
Liderança política e governança – 3.0 – 148º – 26º – 8º
Transparência governamental e responsabilização – 4.5 – 87º – 19º – 7º
Cooperação internacional – 7.5 – 30º – 5º – 4º
Leis e políticas nacionais – 4.5 – 134º – 27º – 8º
Sistema judiciário e detenção – 3.0 – 139º – 25º – 9º
Aplicação da lei – 5.0 – 76º – 14º – 5º
Integridade territorial – 5.5 – 75º – 13º – 3º
Combate à lavagem de dinheiro – 6.0 – 32º – 7º – 5º
Capacidade regulatória econômica – 6.0 – 37º – 5º – 3º
Apoio à vítima e testemunha – 5.0 – 51º – 8º – 4º
Prevenção – 4.0 – 99º – 22º – 8º
Atores não-estatais – 6.5 – 40º – 7º – 5º

Rio Claro Basquete perde para Bauru


O Rio Claro Basquete voltou a quadra pelo NBB diante do Bauru e foi derrotado por 77 a 65 na noite desta quinta(28) no ginásio Panela de Pressão.

O primeiro quarto foi vencido pelo time da casa por 18 a 15, o segundo pelo Leão por 21 a  13, o terceiro e último quarto pelo time da casa por 27 a 12 e 19 a 17.

Rio Claro volta a atuar na próxima segunda-feira (1) contra o União Corinthians no Felipão. 

Opinião: depois da CPI

Jaime Leitão

Após seis meses de CPI, vem mais do que nunca à tona o Brasil real. A pergunta que se faz é: – os responsáveis por tantos desmandos durante essa pandemia devastadora serão de fato punidos ou blindados por aqueles que têm interesse em manter tudo como está, da pior maneira?

Há alguns meses Bolsonaro, em entrevista a um jornal do exterior, afirmou que no Brasil não há fome. Afirmação absurda, sem vínculo com os fatos.

O presidente é um negacionista em todas as frentes. Minimizou ao máximo a pandemia que já matou mais de 600.000 pessoas, chamando-a de gripezinha. Afirmou em mais de um foro internacional que o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente. Afirmação essa desmentida por medições de satélites de última geração e por cientistas que vêm comprovando com estudos sérios que o Brasil está na contramão dos países que começam a enfrentar as causas do efeito estufa, responsável por eventos extremos, em uma frequência assustadora.

A inflação fora de controle e com a responsabilidade pela mesma sendo atribuída por Bolsonaro a governadores, prefeitos e a uma conjuntura mundial deixa o País em uma situação terrível, penalizando principalmente os mais pobres, que procuram no lixo osso, pele, cartilagens para não morrer de fome.

O Brasil de hoje é o Brasil do atraso, da falta de rumo, de humanidade para tirar os que mais precisam sair dessa condição de humilhados, pedintes, que choram sem ser ouvidos e atendidos pelo Poder Público, que não poderia alijá-los da condição de cidadãos.

Trágico Brasil de trágicos senhores. Há recursos à vontade para políticos aliados gastar em suas bases e garantir a reeleição dos mesmos e do próprio presidente. Não há recursos para atender aqueles que perecem morando nas ruas e implorando por um prato de comida.

O Brasil de hoje está sendo dolorosamente massacrado por uma visão distópica, alienada, daqueles que se sentem acima dos que deveriam ter direito a uma vida com menos sofrimento. O futuro próximo aponta para a recessão. Há luz no fim do túnel? Não há. Ou está queimada ou foi simplesmente apagada por total falta de planejamento e de vontade.

Rio Claro tem 12 novos casos de Covid

Nas últimas 24 horas, Rio Claro registrou 12 novos casos de Covid, conforme boletim emitido nesta quinta-feira (28) pela Fundação Municipal de Saúde. O total de casos registrados nesta pandemia é de 19.330, sendo que 18.701 pessoas estão recuperadas. Rio Claro tem 43 pessoas com Covid em isolamento domiciliar.

A ocupação de leitos Covid é de 12%, com 11 pacientes hospitalizados.  São nove pacientes em enfermaria e dois em unidades de terapia intensiva das redes de saúde pública e particular. 

A Fundação Municipal de Saúde alerta a população para a importância da vacinação e para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos.

Jornal Cidade RC
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