USF Progresso tem vacinação contra Covid nesta 4ª-f das 8 às 15 horas

O posto de vacinação itinerante contra a Covid estará nesta quarta-feira (6) na unidade de saúde da família Jardim Progresso. Equipe da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro realiza a aplicação das doses das 8 às 15 horas. A unidade de saúde fica na Avenida M-35, 1.909, Jardim Ipanema.

Nesta quarta-feira, das 8 às 19 horas, também haverá vacinação contra a Covid no posto fixo, que funciona no salão da igreja Boa Morte (Rua 10 entre avenidas 7 e 9).

Nos dois locais são aplicadas primeiras, segundas doses e doses de reforço (terceira e quarta doses).

As primeiras doses são para pessoas a partir de 5 anos. Para a segunda dose, é necessário observar a data de retorno, marcada a lápis no cartão de vacinação. Já a terceira dose é aplicada nos maiores de 18 anos quatro meses após a segunda dose. A quarta dose é para idosos com 60 anos ou mais que tomaram a terceira dose há no mínimo quatro meses

O cronograma da vacinação itinerante prevê atendimento na quinta-feira no Jardim Brasília e na sexta-feira no Mãe Preta.

Daae faz reparos em redes de abastecimento

A partir das 13 horas desta terça-feira (5), o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgoto) vai realizar reparo em ramal que passa pela Estrada Velha de Ipeúna, próximo ao bairro Bonsucesso. Para realizar o serviço, será necessário interditar uma das faixas no local, por isso, a autarquia pede atenção e colaboração dos motoristas ao transitarem pela via.

O serviço foi autorizado pela concessionária Eixo, que ficará responsável por interditar o trânsito o e orientar os motoristas no local. A previsão para o término do reparo é para a tarde desta terça-feira.

Adutora na Fausto Santomauro

Também nesta terça o Daae concluiu reparo na adutora de 150 milímetros que se rompeu na rodovia Fausto Santo Mauro, na SP-127, pista sul. O conserto foi finalizado pela manhã.

“Para viabilizar o reparo o Daae precisou da liberação da concessionária Colinas. Após inúmeras tratativas e com grande esforço do departamento jurídico da autarquia, conseguimos a liberação”, comenta o diretor de engenharia, obras e planejamento do Daae, Nelson Uechi.

O Daae orienta os consumidores para que façam uso responsável e sem desperdícios de água e reforça a importância das caixas d’água nos imóveis, o que reduz transtornos em casos de interrupção no fornecimento de água.

Serão feitas descargas na rede, mas o retorno do abastecimento pode resultar em casos pontuais de água escura, que devem ser relatados à Central de Atendimento da autarquia, pelo telefone 0800-505-5200, que atende 24 horas telefones fixos e celulares, ou pelo Whatsapp, telefone (19) 9.9290-6424, que funciona das 8 às 18 horas em dias úteis.

A água também poderá ficar com aspecto “esbranquiçado”, gerado por microbolhas, que somem depois de alguns segundos, sem prejuízo à qualidade da água.

‘Eu mudei, o Alckmin mudou’, diz Lula sobre seu provável vice nas eleições

Folhapress

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (5) que se reunirá com o PSB na próxima sexta-feira (8) para definir se o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) será seu vice na disputa à Presidência neste ano.

Em entrevista à rádio paranaense Lagoa Dourada, ele afirmou que o PSB deve propor oficialmente o nome do paulista para a chapa no encontro.

“Eu e Alckmin podemos estar juntos na chapa. Vou ter reunião na sexta-feira em que o PSB vai propor o Alckmin de vice, e isso nós vamos levar para discutir no PT”, afirmou.

Sobre as desavenças dos dois no passado, o ex-presidente disse que ambos mudaram.

“Eu mudei, o Alckmin mudou e acho que o Brasil precisa dessa mudança para que a gente possa reconstruir. Eu fui adversário do Alckmin, não fui inimigo, e feliz era o Brasil no tempo em que a disputa era entre dois partidos democráticos […], porque tinha um debate civilizado, sobre programa de governo.”

Lula também se mostrou otimista sobre uma eventual aliança com o ex-tucano. “Se estivermos juntos, vamos reconstruir o Brasil, porque somos dois democratas. Gostamos da democracia, exercemos a democracia e temos como prova o exercício dos nossos mandatos”, declarou.

‘Filho’ do Louro José aparece no Mais Você e emociona Ana Maria Braga

Folhapress

O novo Louro José foi apresentado na manhã desta terça-feira (5), porém o intérprete do personagem não foi revelado. A novidade apareceu durante o programa Mais Você, quando imagens de um “papagaio misterioso” voando pelos Estúdios Globo em São Paulo foram exibidas.

“Preciso falar com a minha avó, Ana Maria Braga”, disse o papagaio, que insistia em entrar no set de gravações do programa, enquanto conversava com uma funcionária da recepção e com Fabrício Battaglini. “Eu sou o filho do Louro José, e minha mãe disse que a minha avó é a Ana Maria Braga”, completou ele.

“Essa situação mexe muito comigo, é muito importante para minha vida”, completou Ana Maria, 72, que se emocionou ao ver o filho do Louro José. “Ele é um papagaio, mas até ser filho do meu filho tem um longo caminho a se percorrer. Vamos ver se amanhã a gente conversa com ele”, disse a apresentadora.

Após um intervalo comercial, o personagem voltou a insistir em falar com a apresentadora. “Não saio daqui sem falar com a minha avó”, afirmou o Louro. Ana Maria seguiu a apresentação do programa, com o giro BBB, mas disse: “Vou ter que resolver isso hoje”.

Em fevereiro deste ano, Ana Maria inaugurou seu novo estúdio na Globo, após quase um ano sem fazer programa fora de sua casa, em São Paulo. Além disso, será seu retorno à sede da Globo na capital paulista após 12 anos fazendo o Mais Você no Rio.

Aproveitando a nova etapa, Ana Maria prometeu à equipe que teria em breve uma surpresa no que diz respeito à sucessão de Louro José. Ela não pretende passar muito tempo sem um interlocutor, papel que era desempenhado por Tom Veiga, morto em novembro passado, em consequência de um AVC (acidente vascular cerebral).

No dia da estreia do novo estúdio, Ana também se emocionou ao fazer uma homenagem a Tom Veiga. Haverá um espaço para relembrar o papagaio no estúdio. “Não consigo ter esse cenário sem um pedaço dele. Está aqui para a gente comer, brincar e matar a saudade de vez em quando.”

Vacina da Janssen recebe registro definitivo da Anvisa

Folhapress

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o registro definitivo da vacina da Janssen contra a Covid-19. A vacina, que já estava aprovada para uso emergencial desde 31 de março de 2021, recebeu nesta terça-feira (5) o registro definitivo. As informações são da Agência Brasil.

A Janssen é a última das vacinas aplicadas no Brasil a receber o registro definitivo. Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford e Coronavac já têm seus registros definitivos aprovados pela Anvisa.

A vacina da Janssen, que é de dose única, pode ser aplicada tanto como primeira dose, como dose de reforço.

Responsável pela Gerência-Geral de Medicamentos e Insumos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes explica que o registro representa o padrão ouro de avaliação de um medicamento.

“É a consolidação da análise dos melhores dados disponíveis e de forma completa, com informações mais robustas dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem como do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento. Com o registro, a população recebe um atestado de que o produto passou por exigências comparáveis às das melhores agências reguladoras do mundo”, afirma o especialista.

O imunizante da Janssen é indicado para pessoas com 18 anos de idade ou mais e é aplicado em dose única de 0,5ml. Uma dose de reforço de 0,5 ml pode ser administrada pelo menos 2 meses após a primeira dose.

Dólar cai pela 4ª vez seguida e vai abaixo de R$ 4,60

Folhapress

O dólar caía nos primeiros negócios desta terça-feira (5), estendendo uma sequência de perdas para um quarto pregão consecutivo e indo abaixo da barreira de R$ 4,60 em meio à percepção constante de ambiente doméstico atrativo para investimentos

Às 9h02 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,44%, a R$ 4,5870 na venda.

Na B3, às 9h02 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,19%, a R$ 4,6200.

A moeda norte-americana spot fechou a última sessão em queda de 1,27%, a R$ 4,6075 na venda, mínima para encerramento desde 4 de março de 2020 (R$ 4,5806)

Na véspera, o dólar mergulhou 1,22%, a R$ 4,6090, a menor cotação desde o fechamento a R$ 4,5810 no dia 4 de março de 2020. A moeda americana também se manteve no patamar anterior ao do início da pandemia de Covid-19, declarada pela Organização Mundial da Saúde em 11 março de 2020.

O índice de referência da Bolsa de Valores brasileira cedeu 0,24%, a 121.279 pontos, nesta segunda (4). A queda ocorreu após o indicador ter fechado o primeiro trimestre com cerca de 15% de ganho e atingido, na última sexta-feira (1º), a melhor pontuação em oito meses.

No mercado de commodities na manhã desta terça, o preço do barril do petróleo Brent subia 0,85%, a US$ 108,44. Investidores pesavam o impacto de eventuais novas sanções à Rússia após a acusação de que as tropas do país assassinaram dezenas de civis ucranianos.

A Rússia é um dos principais países exportadores de petróleo e gás natural e sua produção já foi banida dos Estados Unidos. Países europeus são dependentes do suprimento russo para a geração de energia, mesmo assim, a Europa avalia proibir importações de carvão dos russos, reportou o The Wall Street Journal nesta terça.

As Bolsas de Londres, Paris e Frankfurt negociavam com baixas de 0,19%, 1,79% e 0,64%, nessa ordem.

Os mercados futuros de ações dos Estados Unidos operavam em baixa. Investidores estudam os próximos passos do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) quanto ao ritmo de aceleração da alta dos juros. O Fed elevou os juros em março pela primeira vez desde 2018 e deverá realizar mais aumentos neste ano para tentar frear a inflação.

Na Ásia, os mercados da China não abriram nesta terça devido a um feriado. No Japão, a Bolsa de Tóquio subiu 0,19%.

O que são crimes de guerra e por que Putin é acusado deles na Ucrânia?

Mayara Paixão – Folhapress

Genocídio. Era essa figura jurídica conhecida no direito internacional que Vladimir Putin costumava evocar ao falar da ação da Ucrânia contra a população étnica russa concentrada na porção leste do território, o Donbass. Ela também foi uma das justificativas usadas pelo presidente russo para dar início à ação contra o vizinho.

A tipificação é uma para as quais cortes mundiais estão atentas. Cabe ao Tribunal Penal Internacional e à Corte Internacional de Justiça avaliar se indivíduos e Estados praticaram esse e outros tipos de crime, como os de guerra, de agressão e contra a humanidade.

Genocídio. É a acusação que Volodimir Zelenski fez contra a Rússia, ao visitar nesta segunda-feira (4) a cidade de Butcha, onde centenas de corpos de civis foram encontrados nas ruas e em valas comuns no último fim de semana após a retirada de tropas de Moscou.

No front jurídico, a alegação inicial de Putin tem sido contrariada pelas instâncias que ele de certa forma legitimou em seu discurso ao acusar a ação ucraniana. E, num movimento contrário ao que pleiteava o líder do Kremlin, os tribunais agora se voltam para analisar possíveis crimes cometidos no conflito pelo Estado russo e por autoridades do país.

A Corte Internacional de Justiça já invalidou o argumento de genocídio contra russos na Ucrânia e ordenou que Putin interrompa a guerra -decisão ignorada. Já o Tribunal Penal Internacional abriu uma investigação sobre o que ocorre no país do Leste Europeu, ainda que fazê-la desaguar em um processo possa levar anos.

Rússia e Ucrânia não são signatárias do Estatuto de Roma, fundador do TPI, mas o país de Volodimir Zelenski aceitou que o tribunal atue ali. A abertura da investigação é um raro episódio de mobilização internacional -41 países pediram que a instituição organizasse uma missão para coletar evidências de crimes cometidos no conflito.

Aos especialistas impressionou a celeridade. “Esse é um caso inédito de coleta de provas pelo tribunal ainda durante o desenrolar do conflito”, diz Cláudia Perrone, professora de direito internacional da USP.
E a investigação olhará não apenas para o que acontece agora, mas sim desde 2014, quando houve a anexação da península da Crimeia pela Rússia e teve início o conflito contínuo no Donbass -dando força à visão de que a guerra pode até ter estourado agora, mas gera custos humanos há ao menos oito anos.

A pressão, já grande, escalou no último fim de semana, quando a presença da imprensa profissional em Butcha permitiu o registro de corpos espalhados pelas ruas. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi um dos líderes a mais uma vez acusar Putin de crimes de guerra por causa do episódio.

Em pauta nas cortes internacionais estão dois possíveis crimes: o de agressão e o de guerra. O primeiro refere-se ao que Moscou fez em 24 de fevereiro, quando invadiu militarmente o território de um Estado soberano, a Ucrânia. Bloquear portos ou a saída para o mar de um país também é considerado crime de agressão -algo que, afirmam autoridades de Kiev, os russos também têm tentado fazer.

Já os crimes de guerra abarcam um imenso guarda-chuva. Estão nesse grupo, em especial, os ataques a civis, trabalhadores da área da saúde e equipes que prestam apoio humanitário. Bombardear cidades ou vilas que não sejam essencialmente polos de agrupamento militar também está na lista, bem como o uso de armas biológicas e químicas.

A base para o que configura ou não crime de guerra está nas Convenções de Genebra, redigidas ao longo do século 20. Os principais exemplos nelas listados podem dialogar mais com supostas práticas cometidas por tropas russas na guerra, mas também é verdade que as autoridades estão de olho no que o Exército ucraniano tem feito.

A Anistia Internacional já instou Kiev a respeitar prisioneiros de guerra. Afinal, para o TPI, privar intencionalmente um detido de um julgamento justo, torturá-lo, expô-lo publicamente ou obrigá-lo a servir no Exército também são práticas consideradas crimes de guerra.

À reportagem a diretora da Anistia para Europa Oriental e Ásia Central, Marie Struthers, explica que a organização tem trabalhado na coleta de provas sobre crimes de guerra. O processo envolve analistas militares e autenticação de vídeos. Ela exemplifica com um ataque a um hospital no leste ucraniano, em meados de março, que resultou na morte de uma criança e dois adultos: ao menos 60 vídeos, de diferentes ângulos, foram analisados e comprovaram a autenticidade da denúncia.

“Existe um padrão militar russo que temos documentado ao longo dos últimos dez anos e visto agora na Ucrânia”, diz. “A conduta militar é muito similar, com ataques a civis, escolas e hospitais, como vimos também na guerra da Síria [onde a Rússia apoia o regime de Bashar Al Assad], na Tchetchênia e na Geórgia.”

A Anistia pleiteia que sejam julgados não apenas o crime de guerra, mas também o de agressão. Um projeto da agência de notícias Associated Press em parceria com o Frontline, ligado à emissora americana PBS até aqui, verificou 34 ataques a hospitais, ambulâncias e trabalhadores da saúde na guerra.

A coleta de evidências sobre possíveis crimes também permite observar uma característica marcante do conflito: o enorme volume de cenas registradas por moradores locais e publicadas em redes sociais.

“Esse fator será um verdadeiro divisor de águas na maneira como os casos são investigados e processados”, disse à revista Harvard Law Today Alex Whiting, professor visitante de Harvard, membro do TPI e procurador-adjunto do tribunal que julga crimes cometidos na Guerra de Kosovo.

É claro que é preciso extrema cautela -afinal, muitos dos conteúdos podem ser falsificados em meio a uma guerra feita também de desinformação-, mas Whiting é otimista. “Há cada vez mais discussão sobre como socorristas e locais podem ajudar a preservar as evidências, e uma das formas é usar o celular para fazer vídeos.”

O desenrolar das investigações internacionais, porém, tende a não ser tão célere quanto foi o início desse processo, explicam os especialistas. A Rússia poderia, por exemplo, ser ordenada a pagar uma indenização compensatória à Ucrânia pela Corte Internacional de Justiça. Já Putin e outras autoridades do país, civis e militares, podem enfrentar julgamento no TPI e serem condenados à prisão.

A instância, no entanto, só julga indivíduos que estão presentes no tribunal. Até aqui, nos 31 casos analisados pelo TPI, apenas quatro réus foram condenados -e receberam sentenças de 9 a 14 anos de prisão. Outros vários receberam mandados de prisão, mas muitos estão foragidos. É aqui que, de acordo com Cláudia Perrone, professora da USP, pode-se criar um constrangimento para Putin.

Caso a investigação decida que o líder do Kremlin cometeu crimes, sejam os de guerra ou de agressão, e um mandado de prisão seja expedido, Putin pode ter problemas ao viajar para países signatários do Estatuto de Roma -o Brasil é um deles.

Essas nações, ainda que existam divergências, seriam instadas a entregá-lo ao TPI. “O tempo pode ser um inimigo nesses casos internacionais, mas um mandado de prisão faz com que a vida de um líder mude; é inevitável.”

Contribuintes podem parcelar dívida com a prefeitura de Rio Claro até 3 de maio

Desde segunda-feira (4) as pessoas e empresas que têm dívidas com a prefeitura de Rio Claro podem fazer acordo para pagar em até 80 parcelas com descontos de juros e multa. O prazo para negociação das dívidas vai até 3 de maio.

Projeto de lei do prefeito Gustavo foi aprovado pela Câmara Municipal e a lei foi publicada na página 4 do Diário Oficial do Município de 23 de março.

“É uma ótima oportunidade para as pessoas ficarem em dia com seus compromissos municipais e colaborarem com o município”, observa o secretário municipal de Economia e Finanças, Carlos Fernandes.

Os interessados em fazer o refinanciamento fiscal (Refis) devem procurar o Atende Fácil, no Paço Municipal, apresentando a documentação necessária.

A primeira parcela deverá ser paga três dias após a adesão ao parcelamento. As demais vencerão sempre no último dia de cada mês. As parcelas não poderão ser inferiores a R$ 100,00 para pessoa física e R$ 300,00 para pessoa jurídica.

As opções de pagamento na renegociação de dívidas com a prefeitura de Rio Claro são: parcela única – 100% de desconto nos juros e 90% de desconto na multa; duas a seis parcelas – 90% e 80%; sete a 12 parcelas – 80% e 60%, com juros de 0,5% ao mês; 13 a 24 parcelas – 70% e 40%, com juros de 0,8% ao mês; 25 a 36 parcelas – 50% e 30%, com juros de 1% ao mês; 37 a 48 parcelas – 40% e 20%, com juros de 1% ao mês; 49 a 60 parcelas – 30% e 20%, com juros de 1% ao mês; e de 61 a 80 parcelas – 25% de desconto nos juros e 10% de desconto na multa, com juros de 1% ao mês.

Baixa vacinação contra poliomielite acende alerta no Brasil

Samuel Fernandes – Folhapress

Casos de poliomielite em países sem registro há anos acenderam recentemente o alerta para a enfermidade que causa a paralisia infantil. No Brasil, a doença causada pelo poliovírus continua caracterizada como eliminada, sem ocorrências desde 1990, mas a Opas (Organização Panamericana de Saúde) já afirmou que o país é de alto risco para a volta da doença.

“O Brasil quase foi classificado como de altíssimo risco [para o retorno da pólio]. De todos os outros países classificados como de alto risco, ele é o que está mais próximo da categoria de maior risco”, afirma Luíza Arlant, presidente da Câmara Técnica de Certificação de Erradicação da Poliomielite no Brasil junto à Opas/OMS (Organização Mundial da Saúde).

Segundo ela, existem vários fatores na avaliação feita pela organização, como vigilância sanitária, condições de enfrentamento para um possível novo caso e, principalmente, a cobertura vacinal -segundo o Ministério da Saúde, a vacinação contra a pólio tem resultados abaixo da meta desde 2016.

Em 2021, pior ano recente, só 67% foram atingidos na cobertura vacinal contra a pólio.

A pasta afirma que “monitora atentamente as coberturas vacinais e tem trabalhado para intensificar as estratégias necessárias para reverter o cenário de baixas coberturas”. O ministério diz ainda que, nos últimos três anos, tem feito campanhas de multivacinação para atualizar a carteira da população.

Segundo informações da Opas, a poliomielite causa sintomas em aproximadamente de 5% a 10% das pessoas infectadas. Em alguns casos, ela resulta em paralisia dos braços e das pernas e pode afetar também o sistema respiratório, levando à morte.

Os diagnósticos mais recentes e que preocupam a comunidade médica foram no Maláui e em Israel. No primeiro país, foi registrado um caso de vírus selvagem, aquele que circula normalmente na natureza. O problema é que até então a poliomielite era considerada endêmica por esse tipo de patógeno em somente duas nações: Afeganistão e Paquistão.

Já em Israel, uma criança foi infectada pelo vírus vacinal, cepa que advém da vacina Sabin –a da “gotinha”– contra a poliomielite.

“A vacina pólio oral [Sabin] é composta de um vírus atenuado e por isso pode transmitir o vírus de pessoa para pessoa: o indivíduo toma a vacina, ela vai para o sistema digestivo e esse vírus da vacina é eliminado pelas fezes para o ambiente”, explica Isabella Ballalai, pediatra e vice-presidente da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações).

No entanto, casos de infecção por vírus vacinal não indicam que a vacina é a causadora da doença –na realidade, ela foi essencial para eliminar a pólio nas últimas décadas em vários países, inclusive no Brasil, destaca Juarez Cunha, pediatra e presidente da Sbim.

“Pela forma como nós tínhamos a vacina Sabin, que é muito fácil de ser produzida, aplicada e com uma efetividade muito boa, ela foi amplamente utilizada em todos os países do mundo”, completa o pediatra.

Além disso, dados da Sbim apontam que são baixíssimos os casos de poliomielite associada à vacina –em média, somente um caso para cada 3,2 milhões de doses aplicadas.

O problema da poliomielite é quando a cobertura vacinal está baixa, fazendo com que o vírus –independentemente de ser vacinal ou selvagem– se dissemine na população. Esse foi justamente o caso de Israel, já que a criança em questão não havia sido vacinada.

Além da cobertura vacinal que precisa ser abrangente, outra iniciativa necessária é a prioridade de aplicação da vacina inativada –conhecida como Salk. Ela, diferentemente da Sabin, é injetável e não ocasiona o chamado vírus vacinal.

“Se nossa cobertura for muito baixa, tem o risco de acontecer o que ocorreu em Israel: um vírus vacinal levar a doença. Isso não decorre se a criança for vacinada previamente com o imunizante inativado. No Brasil, por exemplo, qualquer criança que esteja em atraso vai receber sempre a inativada, para a proteção contra o potencial risco de um vírus derivado vacinal”, explica Cunha.

Por isso, desde 2016, a OMS recomenda que pelo menos uma das doses do esquema vacinal seja com a do modelo inativado.

No Brasil, são recomendadas três doses do tipo Salk e as outras duas aplicações de reforço da “gotinha”, a Sabin. Esse esquema foi adotado em 2016 no PNI (Plano Nacional de Imunizações). Antes disso, o país tinha incorporado duas doses da Salk, em 2012.

Para o futuro, a expectativa é que a vacina Sabin deixe de ser usada, a fim de haver a erradicação total da doença.

“A ideia da OMS é migrar completamente para a vacina inativada, mas isso ainda não é possível até por não ter capacidade produtora para fazer mundialmente vacinas somente inativadas”, diz Cunha.

Arlant explica também que é importante, em situações de maior perigo para surtos de pólio, optar pela vacina oral por ela ter “o grande benefício da estimulação da mucosa intestinal, o que aumenta o nível de proteção”.

Um desses casos em que há perigo da volta da doença é o que se passa agora: uma baixa cobertura vacinal do Brasil em meio ao ressurgimento de casos em alguns locais do mundo.

“Num momento de surto, é recomendado usar uma vacina oral com vírus atenuado, mas em tempos normais, os países têm que optar pela vacina inativada”, resume Arlant.

Outro ponto a ser considerado é a vigilância sanitária, como de casos da paralisia flácida aguda, visto que a poliomielite causa essa condição. “Se eu tenho uma pessoa com essa paralisia, eu não posso deixar de investigar e notificar se foi causada por pólio ou não”, conta Ballalai.

Esse ponto também se encontra defasado no Brasil. De acordo com uma nota técnica do Ministério da Saúde publicada em outubro de 2021, existe “o não cumprimento das metas dos indicadores de qualidade da vigilância epidemiológica [de paralisia flácida aguda] em menores de 15 anos”.

Em nova nota, a pasta explicou que “entre 2012 e 2021, o Brasil alcançou três dos quatro indicadores”. Aquele que está aquém do esperado é a coleta oportuna de fezes, que precisa ser feita em até 14 dias.

Além disso, Ballallai afirma que é importante a melhora da comunicação para conscientizar a população.

Em anos atrás, com o aumento da vacinação, cenas de pessoas com sequelas da pólio ficaram cada vez mais raras -e o senso de risco da população diminuiu. Por isso, é necessária uma mensagem de alerta do perigo que pode ser a volta da poliomielite, diz.

ENTENDA A PÓLIO

Quais os principais sintomas e sequelas da pólio?

A sequela mais reconhecida é a paralisia de membros, mas a doença também pode causar dores nas articulações, osteoporose, atrofia muscular, dificuldade de falar, entre outras. De sintomas, são comuns dores no corpo, febre, diarreia, vômitos, rigidez na nuca e espasmos.

Quem pode se vacinar contra a poliomielite pelo SUS?

O Ministério da Saúde recomenda a vacinação em crianças que tenham de dois meses a quatro anos de idade. Há, porém, casos em que é recomendada a vacinação para maiores de cinco anos, como quando há uma viagem para um país que vive surto da doença e o esquema vacinal ainda não está completo.

Quantas doses compõem o esquema vacinal contra a pólio?

No total, são cinco aplicações. A primeira dose deve ser aos dois meses de idade. A segunda deve ser aplicada aos quatro meses e a terceira, aos seis. Além disso, existem dois reforços: o primeiro aos 15 meses e o segundo com quatro anos de idade. As três primeiras doses são feitas com a vacina injetável (Salk) e as duas últimas com a versão em gotinhas (Sabin).

Além da vacinação, existem outras formas de evitar a doença?

Para evitar a infecção pelo poliovírus, também é importante ter cuidados com higiene básica e ter um sistema eficiente de saneamento básico.

Quando será a campanha de vacinação contra a pólio em 2022?

Segundo o Ministério da Saúde, essa campanha deve acontecer no segundo semestre do ano. Nesse mesmo momento, também vão ocorrer as campanhas de multivacinação para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes, segundo informações da pasta.

Acidente envolvendo carro e carreta causa interdição na Avenida 29

Quem precisou passar pela Avenida 29, na região sul de Rio Claro, na manhã desta terça-feira (5) pode ter tido dificuldades no trânsito.

Isso aconteceu devido a um acidente envolvendo um carro e uma carreta na altura do cruzamento entre a Av. 29 e a Rua 0.

A colisão aconteceu por volta das 7h e o trecho ficou interditado por cerca de meia hora até que os veículos fossem retirados do local do acidente. Agora, o trânsito já flui normalmente.

De acordo com informações de quem passou pelo local, o carro teria entrado embaixo da carreta, mas apesar do susto, o acidente não causou vítimas graves.

A Polícia Militar esteve no local e atendeu à ocorrência.

Jornal Cidade RC
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