Rio Claro terá mutirão de doação de medula óssea para ajudar a pequena Juju

Júlia Botta Riani Brondino, 7 anos

Com o sucesso do caso Lorena, Fundo Social mobiliza cidade nos dias 27 e 28 de fevereiro para incentivar a doação de medula óssea e salvar a vida de Júlia Brondino

Um novo mutirão de doação de medula óssea será realizado em Rio Claro nos dias 27 e 28 de fevereiro. A iniciativa, confirmada pela primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Bruna Perissinotto, visa encontrar um doador compatível para Júlia Botta Riani Brondino, a Juju.

Aos sete anos, Juju enfrenta a Leucemia Mieloide Aguda e está internada no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Com raízes familiares em Rio Claro, a menina precisa urgentemente de um transplante para vencer a doença.

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Primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Rio Claro, Bruna Perissinotto

O exemplo de sucesso da menina Lorena

Durante entrevista à JC FM, Bruna Perissinotto relembrou o “pé quente” da cidade em campanhas anteriores. Ela citou o caso da rio-clarense Lorena Sousa, de nove anos, que sofria de aplasia medular e encontrou um doador compatível após grandes mobilizações na região.

Lorena realizou o transplante com sucesso graças a um doador da Itália e já recebeu alta hospitalar, celebrando a recuperação em casa com sua família. “Pela graça de Deus, a Lorena conseguiu a doação. A medula pegou”, celebrou a primeira-dama ao incentivar a nova corrente de solidariedade.

Como participar do mutirão de doação de medula óssea

Para participar da coleta de sangue e integrar o cadastro de doadores, os voluntários devem ter obrigatoriamente entre 18 e 35 anos, conforme exigência do protocolo mundial. O mutirão em Rio Claro busca repetir o sucesso das parcerias com institutos como o Hospital de Amor (Barretos).

Cadastro atualizado no REDOME é fundamental

Além de atrair novos voluntários, a campanha reforça a necessidade de quem já é doador manter os dados atualizados. A consulta e atualização devem ser feitas pelo aplicativo do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).

“Não deixem o cadastro desatualizado, porque é por ele que te encontram no mundo inteiro para salvar uma vida”, alertou Bruna. Com a mobilização agendada para o final de fevereiro, a expectativa é que Rio Claro mostre, mais uma vez, sua força na causa da doação de medula óssea.

Rodrigo Montezzo: