Aspacer avalia positivamente ampliação do teto do Minha Casa, Minha Vida

Foto: Zack Stencil/Ministério das Cidades/Governo Federal

Medida deve estimular o Polo Cerâmico de Santa Gertrudes e a construção civil com a retomada de novos lançamentos imobiliários

A ampliação do teto do programa Minha Casa, Minha Vida é avaliada de forma positiva pela Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer). A entidade considera a mudança um estímulo relevante para a dinâmica da construção civil e de toda a sua cadeia produtiva no Estado de São Paulo e no Brasil.

De acordo com Luís Fernando Quilici, diretor de Relações Institucionais da Aspacer, a medida contribui para destravar a demanda habitacional e ampliar o acesso ao crédito. “É uma ação necessária para adequar o programa à realidade de preços da construção civil e trazer maior previsibilidade ao mercado, criando um ambiente mais favorável à retomada dos lançamentos”, afirma o executivo.

Luís Fernando Quilici, diretor de Relações Institucionais da ASPACER.

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Impacto no Polo Cerâmico e geração de empregos

O impacto da ampliação do teto do programa Minha Casa, Minha Vida se espalha por diferentes segmentos industriais. O efeito é direto sobre o Polo Cerâmico de Santa Gertrudes, responsável por cerca de 65% da produção nacional de pisos, azulejos, faixas e pastilhas. O setor sustenta aproximadamente 11 mil empregos diretos na região e outros 250 mil indiretos em todo o país.

Para Quilici, quando o setor imobiliário ganha tração, há aumento da produção e fortalecimento da atividade industrial. Ele ressalta ainda que a medida permite incluir famílias de classe média que antes ficavam de fora do programa habitacional. O movimento reforça a importância de políticas públicas que garantam previsibilidade para o planejamento da indústria cerâmica.

Rodrigo Montezzo: