Força-tarefa resgata cavalo atolado no bairro Boa Esperança

Nesta semana a Defesa Civil de Rio Claro juntamente com o Corpo de Bombeiros e a equipe do Canil resgataram um cavalo que estava atolado em um brejo no bairro Boa Esperança. Quando as equipes chegaram localizaram o animal apenas com a cabeça de fora e extremamente exausto. Populares repassaram para os profissionais que o animal estava naquela situação há pelo menos 24 horas.

Várias tentativas de retirada foram feitas até que uma cinta foi passada no animal e com o uso de muita força física ele acabou resgatado e encaminhado para receber os cuidados necessários. Ele recebeu o nome de Valente e por nenhum responsável ter sido encontrado vai ficar na área de animais de grande porte do Canil.

Público de 10 a 14 anos precisa se vacinar contra a dengue em Rio Claro

A vacina contra a dengue está disponível em Rio Claro desde o final de junho e muitas pessoas de 10 a 14 anos ainda não tomaram a vacina, que protege contra os quatro sorotipos da doença. A vacinação é realizada exclusivamente em pessoas da faixa etária de 10 a 14 anos, conforme definido pelo Ministério da Saúde. A Fundação Municipal de Saúde ressalta que a vacina é uma medida adicional importante para evitar novos casos de dengue e quem pertence ao público-alvo precisa ser imunizado.

A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de 3 meses. No caso de pessoas que tiveram dengue, é recomendado aguardar seis meses para o início do esquema vacinal. A vacinação é de segunda a sexta-feira, a partir das 7h30, nas unidades básicas de saúde e unidades de saúde da família. Nas unidades dos bairros Mãe Preta, Bonsucesso e Terra Nova a vacinação vai até as 18h30, e nas demais unidades de saúde do município a vacinação se encerra às 16h30.

Para tomar a vacina é necessário apresentar cartão SUS e carteira de vacina da criança ou adolescente, que também precisa estar acompanhado de responsável.

Alemães celebram o bicentenário da vinda ao Brasil

JC Magazine enaltece passado, presente e futuro com raízes muito fortes em Rio Claro

Vlada de Santis – Reportagem e Fotos

Duzentos anos são bem mais que uma vida. Difícil precisar quantas histórias cabem nesse tempo. No Museu ‘Theodor Kölle’ a viagem é garantida e o aprendizado constante – de um passado que se faz presente – precisa ser lembrado. Criado em 1996, ele guarda preciosidades de um povo que há dois séculos pisava pela primeira vez em solo brasileiro. O bicentenário da imigração alemã é motivo de comemoração e tem raízes também em Rio Claro.

“Eu costumo dizer que esse museu é uma pérola. Ele conta realmente a história desses imigrantes que vieram e tiveram uma vida de muito trabalho e principalmente de muita fé. Foram tempos difíceis e eles sempre buscando a palavra de Deus e vivendo dentro da religião. O fato de terem trazido um professor da Alemanha para Rio Claro para ensinar os filhos falantes de língua alemã foi algo irretocável. Existe no município um pedaço da imigração alemã e isso é de um valor inestimável para o passado, o presente e o futuro”, afirma Arlene Cristina Fontanetti Christofoletti, que é professora e coordenadora do museu.

Theodoro Alberto Koelle, Marta Koelle e Arlene Cristina Fontanetti Christofoletti revivem momentos importantes da história cada vez que entram no museu

Esse professor ao qual Arlene se refere é exatamente Theodor Kölle, que dá nome ao museu. Desbravador, ele tinha apenas 17 anos quando atendeu ao chamamento de uma publicação feita pelo professor Dolker que procurava “Professor evangélico, de sólidas convicções cristãs, para o Brasil. O mesmo recebe livre viagem de ida (após cinco anos de atividades também a de volta), tem hospedagem inteiramente gratuita na casa pastoral e um salário mensal de 50 marcos”.

Theodor chegou a Rio Claro no dia 2 de dezembro de 1883 e no dia seguinte já estava lecionando em uma classe. O principal foco na época era ensinar as crianças a fazerem contas e lerem a Bíblia. Tudo isso acontecia na Rua 5, local que é o marco zero do Colégio Koelle.

Pintura do professor e pastor Theodor Kölle na entrada do museu

“Olhar para o futuro é necessário, mas se voltar para o passado é fundamental. Toda vez que eu venho a este museu eu aprendo alguma coisa nova. Tudo o que vemos aqui representa um resgate de valores”, pontua Marta Koelle, que é mantenedora do Colégio Koelle.

São documentos, quadros, objetos que vão desde os utilizados em salas de aula da época até utensílios de cozinha. Instrumentos musicais, uniformes. Um acervo riquíssimo: “Eu sinto uma responsabilidade muito grande em perpetuar tudo isso, até mesmo porque eu nasci no ano em que se comemoraram os 100 anos da chegada do meu bisavô – o Theodor. Junto aos meus irmãos, somos a quarta geração. Honraremos esse legado educacional para o futuro através do Colégio”, diz Teodoro Alberto Koelle, que é diretor e mantenedor do Colégio Koelle.

A imigração e a fé

O primeiro templo Luterano do estado de São Paulo foi construído em Rio Claro. Mas para entender esse processo é preciso voltar no tempo. Quem faz essa viagem junto com o leitor é o pastor Eldo Krüger.

“No século XVI existia uma grande insatisfação represada contra a Igreja Católica, o seu domínio, sua doutrina e práticas. Uma das questões que mais incomodavam na época era das indulgências, pelas quais as pessoas pagavam e as compravam para ter o perdão dos pecados cometidos. Tornou-se consolidado na tradição luterana que o destemido Martin Lutero teria pregado [afixado] 95 teses que ele elaborou na porta da Catedral de Wittenberg, gerando grande repercussão e iniciado a Reforma Protestante em 31 de outubro de 1517. Esse documento reunia 95 argumentos com críticas às práticas da Igreja Católica. Por essa ação ele foi excomungado, mas arrebatou com ele muitas outras pessoas que compartilhavam da mesma opinião e foi assim que surgiu a Igreja Luterana – que na base, na essência, tem os mesmos princípios que a Igreja Católica. Algumas coisas permaneceram, como o Batismo e a Eucaristia, mas outras mudaram, como na Igreja Luterana não haver imagens de santos, esse é um exemplo”, afirma o pastor Eldo.

Pastor Eldo Krüger

Na entrevista, o pastor relembra que foi no ano de 1824 que os primeiros imigrantes alemães vieram para o Brasil: “Com o fim da escravidão existia uma grande preocupação em torno de quem iria trabalhar no lugar deles. Daí vinha a pergunta dos grandes fazendeiros: a economia vai parar? Nessa época a exportação de café era muito forte, por isso pensou-se em trazer imigrantes de outras nações, e assim vieram os italianos, suíços, austríacos e alemães também. Desse pessoal que veio para cá, muitos eram católicos e outros podemos dizer que eram protestantes, porque o movimento da Reforma não se configurou em uma única igreja. Havia o interesse da Coroa aqui no Brasil e da Europa que passava por um momento crítico social até mesmo com a fome. O primeiro local em que os alemães se estabeleceram foi Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. A segunda leva de imigrantes foi para o Sul e foi em São Leopoldo que o movimento da Igreja Luterana no Brasil ganhou força e fez raízes, já que esse grupo de alemães era em maior número”, conta.

Torre ao lado do templo construída em 1900 é preservada até hoje

Já no caso do estado de São Paulo é de fundamental importância citar neste processo o senador Vergueiro da Fazenda Ibicaba, em Cordeirópolis: “Na época o Governo fatiou o Estado de São Paulo doando grandes levas de terras em sua maioria para políticos, como o caso do senador Vergueiro. Em São Paulo, os imigrantes chegaram para substituir a mão de obra escrava. Muito espertos deram um jeito de fazer um contrato, cheio de promessas. O senador Vergueiro pagou as passagens desses imigrantes que, ao chegar à fazenda, tinham um lugar para morar. Acontece que esse contrato era de parcerias, ‘meieiros’, pelo qual os imigrantes recebiam por exemplo 20 hectares de terra e ali podiam plantar, cuidar, só que todos os custos e lucros seriam divididos com o senador. A moradia só podia ser ali, comida, roupas, tudo tinha que ser comprado na fazenda. O custo da passagem ia ser descontado aos poucos. O que acontecia é que esses imigrantes sempre estavam devendo, a conta nunca abaixava, apesar de trabalharem muito, e chegou um momento em que a ficha caiu e eles perceberam que tinham sido enganados. Então, ao receber informações do que estava acontecendo na Fazenda Ibicaba, o Governo Alemão mandou um professor para o local, que constatou a exploração. Moral da história: esse povo se revoltou, largou a enxada e saiu de lá vindo para Rio Claro e outras regiões como Limeira, Piracicaba e São Carlos”, explica o pastor Eldo.

Em Rio Claro esse grupo se estabeleceu onde se tornou o bairro Vila Alemã: “Ali fizeram suas casinhas, criavam seus animais… É claro que outros cantos foram povoados também com o passar dos anos, como o Distrito de Ferraz, que também tem raízes muito fortes. Mas continuando, o primeiro ato deles em Rio Claro foi fundar o Cemitério Evangélico no ano de 1865, após reivindicação na Câmara Municipal por um pedaço de terra onde pudessem sepultar seus familiares, pois quem não era católico não podia ser sepultado no cemitério católico, no caso o São João Batista, que na época era católico e hoje é municipal. Depois do cemitério esse pessoal passou a se reunir em casas e um comerciante teve autorização para ser uma espécie de ministro religioso. Em setembro de 1883, em uma assembleia decidiram construir um templo e em 9 de março de 1884 era inaugurado o primeiro Templo Luterano do estado de São Paulo exatamente aqui na cidade de Rio Claro com entrada pela Rua 5, área central. Em 1900 foi construída a torre ao lado do templo. Esta é preservada até hoje. Já o templo foi demolido cerca de 40 anos depois e construído este em que estamos até os dias atuais, que já tem 100 anos, e que fica na Avenida 14 esquina com a Rua 5”, recorda.

Orgulho das raízes

No bairro Cidade Jardim, em Rio Claro, a reportagem da JC Magazine se encontrou com Hannelore Graetz Nogueira de Almeida, 81 anos, ou apenas Hanne, como gosta de ser chamada. Ela nasceu em Rio Claro, filha de Gerhard e Erna Graetz. Depois de passar bons anos morando em São Paulo, voltou para o interior: “Minha ligação com a comunidade alemã é extremamente forte, pois, além de nascer e crescer no meio alemão e luterano onde meu pai foi pastor por 48 anos, também fui professora de alemão em São Paulo. Neste ano do bicentenário impossível não me lembrar das inúmeras histórias que cresci ouvindo de meus pais e avós. Destaco principalmente canções e brincadeiras.  É claro que há histórias tristes da guerra também. Guardo tudo como aprendizado”, afirma, reforçando que é imprescindível relembrar o passado para melhorar o presente e fazer um futuro melhor.

Hanne também conta que foi inúmeras vezes à Alemanha: “A vez que mais me marcou foi quando atravessei a fronteira para a Alemanha Oriental e tive que passar por revista pessoal. Procuro manter tradições e costumes alemães principalmente na culinária, na qual meu marido é expert assimilando todo o costume germânico. Nesses 200 anos de imigração eu penso que temos que manter vivos os laços destas duas nações! Tentei fazê-lo na educação de minhas filhas e dos cinco netos, passando para eles toda essa herança cultural”.

Semana do Imigrante Alemão

Foi aprovado em 2ª discussão, no dia 29 de abril de 2024, o projeto de lei de autoria do vereador Vagner Baungartner que cria no município de Rio Claro a ‘Semana do Imigrante Alemão’. Entre os objetivos estão homenagear os imigrantes alemães e/ou seus descendentes, pela contribuição que estas pessoas e famílias deram e dão à cidade de Rio Claro e região; mostrar à população em geral a importância que estes cidadãos tiveram e têm para o desenvolvimento da cidade; difundir os aspectos culturais, históricos, sociais e outros, que estas pessoas trouxeram de seus locais de origem à nossa cultura e sociedade, além de preservar a história e patrimônio cultural de Rio Claro.

Vereador Vagner Baungartner foi autor de projeto de lei que instituiu a “Semana do Imigrante Alemão” em Rio Claro

A realização vai acontecer todo ano na semana de 25 de julho, data da chegada dos primeiros imigrantes alemães ao Brasil em 1824: “Essa minha ideia foi para reconhecer a contribuição dessas pessoas que impulsionaram o desenvolvimento da cidade. Trouxeram das origens habilidades, técnicas e experiências que a gente não tinha. Alguns dos exemplos são a fabricação de cervejas, inovações na parte mecânica e até mesmo na culinária. Nesse sentido o incremento no progresso de Rio Claro foi imenso. Influenciaram aspectos históricos, sociais e culturais da época. Reconhecer isso nessa comemoração de 200 anos em julho é algo mais do que justo”, declarou Vagner Baungartner – autor do projeto de lei e que também é descendente de alemães por parte de pai.

Jahr der Feier (Ano de Celebração)

A reportagem da JC Magazine também esteve com Johannes Wahner, cônsul de Cultura e Ciência do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em São Paulo. Em uma visita à cidade de Rio Claro, ele aproveitou para enaltecer o bicentenário da imigração alemã.

“Os alemães chegaram ao Brasil em várias ondas, como as ondas do mar. Eram muitas as razões para virem, sendo que a principal era a pobreza. Então essa viagem era no sentido de começar uma nova vida, no sentido de esperança. É claro que as superações também foram muitas quando chegaram, mas nos dias atuais, vendo tantas comunidades perpetuadas, a hospitalidade do Brasil prevaleceu”, afirmou.

Johannes Wahner, cônsul de Cultura e Ciência do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em São Paulo

Mais especificamente sobre o trabalho desenvolvido no Brasil, ele explicou: “Eu sou o adido cultural no Consulado em São Paulo e o trabalho que desenvolvo tem várias vertentes. Uma delas é voltada para a educação, com as escolas alemãs, com tradição alemã, toda a parte da ciência e pesquisa nas universidades, eventos culturais. Então eu procuro falar e coordenar junto aos parceiros o que está sendo realizado”. Quando o assunto é o futuro, Johannes esclarece: “A Alemanha e o Brasil já têm uma relação muito estreita e nós trabalhamos juntos em muitos assuntos. Porém, há todos os desafios globais que temos que enfrentar, como por exemplo toda a parte de sustentabilidade, energias renováveis, inteligência artificial, pandemias e tudo isso necessita de pesquisa e inovação. Tenho certeza de que tudo isso vai acontecer”, disse o adido cultural.

Boa Vista: comunidade escolar será consultada sobre implantação de escola cívico-militar

Os envolvidos terão até o dia 15 de agosto para se manifestarem

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) publicou nesta quinta-feira (18) um edital de convocação para consulta pública para que as comunidades escolares opinem sobre a implantação do modelo de escolas cívico-militares a partir de 2025 na rede pública estadual.

Essa é a segunda etapa do processo de escuta que a Seduc está promovendo sobre o tema. Entre os dias 21 e 28 de junho, os diretores de todas as unidades da rede pública paulista opinaram sobre a adesão ao novo modelo. Nesse período, 302 diretores, 60 deles da região de Campinas, manifestaram interesse em atuar no modelo das escolas cívico-militares.

A partir do edital, as unidades de ensino deverão organizar reuniões com pais ou responsáveis até o dia 31 de julho para discutir o novo modelo. A opinião das comunidades escolares deve ser registrada entre os dias 1º e 15 de agosto, por meio da Secretaria Escolar Digital (SED).

Outras duas rodadas de consulta estão previstas para unidades que não atingirem a quantidade de votos válidos: em 19 de agosto, as escolas devem informar sobre quórum insuficiente e a segunda consulta acontece pela SED entre de 20 a 22 de agosto e, em 26 de agosto, as escolas avisam sobre a necessidade de uma terceira rodada, que deve ocorrer entre 27 e 29 de agosto, também pela SED.

“Nosso objetivo é ouvir a sociedade e a comunidade escolar. A adoção do novo modelo passa necessariamente pela consulta pública. Esta iniciativa foi estruturada para ser implementada de forma gradual, com muito diálogo e escuta da nossa rede”, afirma o secretário-executivo da Seduc-SP, Vinícius Neiva.

A expectativa da secretaria é iniciar o projeto em 2025 com 45 unidades educacionais da rede, permitindo um acompanhamento detalhado da implantação do modelo e a avaliação da possibilidade de ampliação nos próximos anos.

Quem pode participar da consulta pública:

  • Mãe, pai ou responsável pelos alunos menores de 16 anos de idade;
  • Estudantes a partir de 16 anos de idade, ou seus familiares, em caso de abstenção de alunos dessa faixa etária;
  • Professores e outros profissionais da equipe escolar.

Durante a consulta pública, se mais do que 45 comunidades escolares manifestarem interesse no programa, serão adotados critérios de desempate para a seleção das unidades. Aqui em Rio Claro a consulta será realizada na Escola Professor Roberto Garcia Losz.

Falecimentos: confira a necrologia de 19/07/2024

José Lúcio Rodrigues – 85 anos. Faleceu dia 17, nesta cidade. Era viúvo. Deixou os filhos Lucinilson, Aparecida, Lucilene e Lucineia. Foi sepultado no cemitério Municipal de Itirapina.

Antonio Gravi de Oliveira – 70 anos. Faleceu dia 17, nesta cidade. Deixou a esposa Vera Lúcia Penteado, os filhos Adriana, Ronaldo, Vanessa, Josiane, Daniela e João Vitor. Foi sepultado no Cemitério São João Batista.

Agostinho Ferreira Gomes – 78 anos. Faleceu dia 17, nesta cidade. Era casado. Deixou o filho Rogério. Foi sepultado no Cemitério São João Batista.

Neiva Franca Nascimento – 88 anos. Faleceu dia 18, às 04h19, nesta cidade. Era viúva de Angelo Raimundo do Nascimento. Deixou os filhos Marcos (in memoriam), Rosangela, os netos Gabriel e Thiago. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).

Maria Minussi – 86 anos. Faleceu dia 18, às 06h00, nesta cidade. Deixa familiares e amigos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Irenita Fernandes Gomes, Nena – 71 anos. Faleceu dia 18, às 02h39, nesta cidade. Era viúva de Laudelino Ferreira Gomes. Deixou os filhos Sergio c/c Celeste, Ronaldo c/c Juliana, Reginaldo, Roberto (in memoriam), sete netos, dois bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Interdições e alterações no trânsito em Rio Claro nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, 19 de julho, diversas interdições e alterações na mobilidade urbana estão previstas, conforme boletim da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Sistema Viário. Confira as informações:

Sinalizações Horizontais:

  • Bairro Vila Paulista:
    • Avenida P-17 até Avenida P-27
    • Rua P-3 até Rua P-8

Fechamentos Programados:

  • Rua João Polastri, Nº 555, Cond. Gavea Casa 17: Das 08h às 18h para descarga de concreto.
  • Rua 16, entre as Avenidas 54 e 56, Parque Universitário: Das 19h às 22h30 para Festa Julina.
  • Avenida 70A, entre as Ruas 09A e 10A, Bairro São Miguel: Das 13h30 às 17h30 para Escola Bíblica de Férias promovida pela Igreja Evangélica Avivamento Bíblico.

Suavizações:

  • Rua M10 com Avenida M25: Sentido da Rua M10 entre Avenida M25 e Avenida M27 – Cervezão.
  • Rua M11 com Avenida M25: Sentido da Rua M11 entre Avenida M25 e Avenida M27 – Cervezão.
  • Rua 8 com Avenida 26: Sentido da Rua 8 entre Avenida 26 e Avenida 28 – Alto do Santana.

Departamento de Engenharia:

  • Bairro Nova Rio Claro
  • Avenida 2 – Distrito de Ajapi
  • Avenida Tancredo Neves, sentido bairro-centro – Jardim Inocoop

Interdição Temporária:

  • Trecho da Avenida Rio Claro entre a Rua 09 e a Avenida 10 estará interditado no sentido Lago Azul. O tráfego será desviado para o lado oposto, e placas próximas ao fechamento indicarão rotas alternativas.

Recapeamento:

  • Avenida P-17: Da Rua P-3 até a Rua P-8
  • Avenida P-21: Da Rua P-3 até a Rua P-8
  • Avenida P-23: Da Rua P-3 até a Rua P-8

Rio Claro: sol e condições estáveis para o fim de semana

O tempo permanece estável em São Paulo, incluindo Rio Claro e região, com predominância de sol, poucas nuvens e ausência de chuva. A presença de uma massa de ar quente e seco está impedindo a chegada de frentes frias, o que resulta em baixos índices de umidade relativa do ar durante a tarde.

As temperaturas continuam amenas durante a noite e ao amanhecer, com uma elevação das máximas no período da tarde. Hoje (19), a temperatura mínima registrada no campus da Unesp foi de 9,7°C, enquanto a máxima prevista é de 29°C.

Para o final de semana, espera-se que as temperaturas mínimas variem entre 10°C e 12°C, com máximas entre 27°C e 28°C. As informações são da estação Ceapla-Unesp e prefeitura de Rio Claro.

Rio Claro alcança 5.515 casos de dengue em 2024, com 264 novos registros em uma semana

Município mantém 24 óbitos confirmados e reforça importância de medidas preventivas e atendimento médico imediato

Boletim da Vigilância Epidemiológica de Rio Claro aponta 5.515 casos de dengue neste ano no município. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (18), indicando 264 novos casos desde a última atualização, na quarta-feira (10). O município permanece com 24 óbitos por dengue e o município não registra óbitos pela doença desde o boletim do dia 28 de junho. Há noves óbitos em investigação.

A Fundação Municipal de Saúde reforça a importância da procura por atendimento médico antes do agravamento da doença.

No combate à doença, as ações preventivas continuam intensificadas com nebulização e visitas casa a casa para eliminar criadouros do mosquito transmissor. A comunidade também deve fazer a sua parte e é preciso redobrar os cuidados. O Aedes aegypti se reproduz em água parada. Por isso é essencial eliminar os recipientes e manter os quintais sempre em ordem, além de descartar corretamente os materiais.

Também é fundamental para reduzir casos da doença utilizar meios de evitar a picada do mosquito transmissor (telas, mosquiteiros, repelentes, inseticidas liberados para uso doméstico, vestimentas que não exponham a pele). As pessoas que estão diagnosticadas com dengue devem usar repelentes para que não passem o vírus para outras pessoas.

Greve no INSS: usuários de Rio Claro tentam reagendar perícias

Iniciada na terça-feira (16), a greve dos servidores da Previdência Social fechou agências e provocou reclamações de usuários nesta quarta-feira (17) em Rio Claro. “Estava esperando há mais de um mês para ser atendida, quando cheguei para o horário agendado nesta quarta, estava tudo fechado e o aviso sobre a greve na porta” relata usuária que não quis se identificar. “Estou sem pagamento há mais de um mês, preciso passar por perícia para ter os valores liberados” completou.

Pessoas que tentaram contato através do 135, o serviço telefônico do Instituto Nacional de Seguridade Social- INSS reclamam que os atendentes informaram desconhecer o fechamento das agências, e que foi preciso muita insistência até conseguir o reagendamento dos atendimentos, agora para agosto no caso da unidade de Rio Claro. Na região, como em Leme e Pirassununga, há disponibilidade para agendamento já para próxima semana, mas o temor dos usuários é de que a paralisação prossiga e percam o deslocamento até outra cidade. O temor agora é que de que a greve se prolongue e o acesso aos serviços demore ainda mais que a espera que já é comum no instituto.

A equipe de reportagem do JC entrou em contato com a assessoria de comunicação do INSS solicitando orientações para os usuários sobre como proceder durante o período da greve, mas não houve retorno até a publicação desta matéria.

Paralisação

Após frustradas negociações que não atenderam as pautas de reivindicações da categoria, os servidores(as) da base da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social aprovaram deflagração de greve geral por tempo indeterminado a partir da última terça-feira (16). A pauta da categoria envolve diversas reivindicações, entre elas: recomposição das perdas salariais, reestruturação das carreiras e nível superior para ingresso de técnico do seguro social.

Opções

O atendimento do INSS também está disponível no telefone 135, no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e também no site Meu INSS.

Santa Gertrudes celebra 76 anos e baile tradicional abre festividades no município

Evento acontece no dia 3 de agosto e será animado pela banda Chapéu da Máfia

O Buffet Ideal Zonta realiza no dia 03 de agosto, sábado, o tradicional Baile da Cidade. O evento irá abrir a programação de aniversário do município que comemora 76 anos no dia 12 de agosto e tem por objetivo resgatar a tradição em um espaço onde os cidadãos de Santa Gertrudes e região, possam comemorar as festividades e se divertir.

BANDA

A Banda Chapéu da Máfia será a responsável por animar a festa, produzindo um show exclusivo para a cidade, e o evento contará com decoração temática e vendas de comidas e bebidas, além do tradicional bolo em comemoração ao aniversário.

TRAJE

O traje obrigatório é social, sendo proibida a entrada de chinelo, boné, bermudas ou regatas e a venda é permitida somente para maiores de 18 anos (menores poderão participar do evento somente acompanhados de responsável).

O Baile da Cidade acontecerá das 21h30 às 3h no salão social da Aspacer, localizado na Rua 4, número 470, Centro.

Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos até dia 31 de julho. Mais informações pelo telefone (19) 99880-1521.

João Carlos Martins: ingressos devem ser retirados apenas on-line nesta sexta (19)

A cidade de Rio Claro recebe, no dia 25 de julho, o pianista e maestro brasileiro João Carlos Martins e a Camerata Bachiana, no concerto Na Roda com o Maestro – Uma homenagem a Heitor Villa-Lobos. O espetáculo é gratuito e acontece no Centro Cultural Roberto Palmari, a partir das 19h30.

INGRESSOS

O concerto tem entrada gratuita e classificação livre, porém, é preciso retirar o ingresso digital neste link a partir das 7h da manhã do dia 19 de julho.

O CONCERTO

Além de uma experiência musical inesquecível, o público também terá a oportunidade de conhecer mais sobre a fascinante trajetória de João Carlos Martins. O renomado maestro compartilhará episódios marcantes de sua vida e revelará curiosidades sobre o repertório da apresentação, que presta homenagem ao maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos. O programa inclui a execução das obras magistralmente compostas: Bachianas Brasileiras nº 4 (Prelúdio) e Melodia Sentimental.

Heitor Villa-Lobos, um dos mais importantes compositores das Américas, deixou um legado de mais de mil obras reconhecidas por sua relevância cultural, com destaque para a valorização dos elementos folclóricos nacionais.

Outras peças também serão apresentadas ao longo do concerto. São elas: Jesus Alegria dos Homens e Prelúdios 26 e 14, de J. S. Bach; O Mio Babbino Caro, de G. Puccini; Con te Partiro, de F. Satori; Em Algum Lugar do Passado, de J. Beany; A Missão e Cine Paradiso, de E. Morricone; Libertango, de A. Piazzola; e Mourão, de C. Guerra-Peixe.

Jornal Cidade RC
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