Rio Claro confirma 33º óbito por coronavírus

Mulher com menos de 60 anos que estava hospitalizada é a 33ª vítima fatal da Covid-19 em Rio Claro. Boletim divulgado na terça-feira (30) confirma 57 casos registrados no município em 24 horas e total de 881 casos da doença.

O número de pessoas internadas se mantém alto, com 80 pessoas hospitalizadas em decorrência de coronavírus, o que inclui casos suspeitos. Vinte e sete pacientes recebem cuidados em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) e 53 na rede particular. O município tem 25 pessoas recebendo atendimento em unidade de terapia intensiva (UTI), sendo 13 em leitos públicos e 12 em hospitais particulares.

Dos 57 novos casos confirmados, dez pessoas estão hospitalizadas e 47 em isolamento domiciliar. O boletim também aponta um óbito em investigação. O número de pessoas recuperadas da doença subiu e chega a 353.

Prefeitura deve fiscalizar uso de máscaras, diz Doria

O Governador do Estado de SP falou sobre como serão feitas as fiscalizações, o valor da multa e a progressão da mesma, caso o local esteja com diversas pessoas sem máscara. Doria falou ainda sobre a importância do uso do assessório e citou a Organização Mundial de Saúde, reforçando que máscaras salvam vidas.

Decotelli deixa MEC após revelações de falsidades em currículo

PAULO SALDAÑA E GUSTAVO URIBE
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Educação, Carlos Decotelli, anunciou o pedido de demissão nesta terça-feira (30), cinco dias após ser nomeado para o cargo pelo presidente Jair Bolsonaro. O agora ex-ministro confirmou a saída à reportagem. A demissão foi a maneira encontrada pelo governo para encerrar a crise criada com as falsidades no currículo divulgado por Decotelli, o terceiro ministro da Educação da gestão Bolsonaro.

Para dirigir o MEC, o mais cotado, por ora, é Anderson Correia, atual reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). São cogitados também o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, o ex-assessor do Ministério da Educação Sérgio Sant’Ana e o conselheiro do CNE (Conselho Nacional de Educação) Antonio Freitas, que é pró-reitor na FGV e cujo nome aparecia como orientador do doutorado não realizado por Decotelli.

Constava no currículo de Decotelli um doutorado pela Universidade Nacional de Rosario, da Argentina. O reitor da instituição, Franco Bartolacci, negou que ele tenha obtido o título, informação antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo. Há ainda sinais de plágio na sua dissertação de mestrado.

Em declaração na noite de segunda-feira (29), após encontro com Bolsonaro, ele negou o plágio e disse que continuava ministro.
Em seu currículo, Decotelli escreveu ter feito uma pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha, que informou que o novo ministro não possui título da instituição. Em nota divulgada na noite de segunda-feira (29), a FGV (Fundação Getúlio Vargas) negou que o economista tenha sido professor ou pesquisador da instituição.

A informação também constava em seu currículo, inclusive no texto divulgado pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) quando assumiu a presidência do fundo em fevereiro do ano passado.
Nesta terça, Decotelli demonstrou a pessoas próximas insatisfação com o gesto da FGV. Ele alega que lecionou em cursos de educação continuada da faculdade. Para o agora ex-ministro, diante de mais esse episódio, não haveria outra alternativa que não fosse pedir demissão. A nova controvérsia irritou Bolsonaro, segundo assessores, que consideraram a permanência de Decotelli insustentável.

​No Palácio do Planalto, porém, havia um receio sobre a repercussão de uma exoneração. A preocupação era de que uma decisão do presidente pudesse fomentar uma crítica pelo fato de Decotelli ser o primeiro ministro negro da atual gestão. Por isso, a saída considerada ideal seria um pedido de demissão, conforme acabou ocorrendo.

Carlos Decotteli havia sido escolhido para suceder Abraham Weintraub, que deixou o cargo após uma série de polêmicas com o STF (Supremo Tribunal Federal). A escolha de seu nome ocorreu como forma de dar uma imagem técnica ao MEC. Mas os problemas com o currículo provocaram efeito inverso, ridicularizando o governo, exatamente em um momento de necessidade de um sinal de seriedade com a educação.​

Na manhã de segunda-feira (29) a situação de Decotelli ficou fragilizada. A cerimônia de posse, esperada para o dia, foi desmarcada. Com a série de polêmicas, Decotelli perdeu apoio inclusive entre quem o respaldava antes, sobretudo entre os militares.

O professor havia feito parte da transição do governo no grupo, de forte presença militar, que discutia educação. Com a indicação de Ricardo Vélez Rodríguez para o comando da pasta, ele assumiu o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), onde teve uma atuação apagada.

Deixou o cargo em agosto de 2019 depois que o governo negociou a entrega do cargo a nome indicado de partidos como DEM e PP. Rodrigo Sergio Dias seria demitido no fim de 2019 e, após gestão de funcionária de carreira,o órgão voltou para o centrão neste ano.

Entre os nomes mais cotados para o cargo, Sérgio Sant’Ana é quem tem ligação mais estreita com seguidores do escritor de Olavo de Carvalho, influente no governo Bolsonaro. Além disso, também é próximo do setor privado de ensino superior. Antes de ingressar no MEC, foi advogado de grupos educacionais.​

Além deles, o professor Gilberto Garcia também surge como opção. Garcia foi presidente do CNE, reitor da Universidade Católica de Brasília e da Universidade São Francisco (SP), onde leciona atualmente. Colabora com a campanha a favor de Garcia o fato de ele ser pardo e frei, além de contar com boa articulação com o setor educacional e com políticos.

O núcleo militar passou a defender também o nome do professor Marcus Vinicius Rodrigues, ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), que ajudou na transição do governo.

Com a possibilidade de uma mudança, deputados e senadores passaram a apoiar que a pasta seja comandada por um parlamentar. O nome favorito no Poder Legislativo é o do senador Rodrigo Pacheco (DEM-RO). Continua no páreo o presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior), Benedito Aguiar, que é evangélico e tem apoio de parlamentares religiosos.

Após reunião com especialistas, governo Doria decide estender vacinação para todas as faixas etárias

O Governo do Estado de São Paulo decidiu liberar a vacinação contra a gripe para pessoas de todas as faixas etárias a partir de amanhã (1º). A medida foi definida após reunião do Governador João Doria com especialistas e visa à proteção da população contra o vírus Influenza, reduzindo o número de pacientes com sintomas respiratórios na rede de saúde de SP.

A campanha também foi prorrogada oficialmente até 24 de julho e a população poderá ser vacinada enquanto houver doses disponíveis nos postos. A vacina é segura, eficaz e protege contra as complicações da gripe, como pneumonias.

Embora a imunização não esteja mais restrita aos grupos prioritários, a Secretaria de Estado da Saúde faz um apelo especial para a importância de ampliar a cobertura vacinal entre crianças com idade de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, pois os índices nestes públicos ainda são inferiores a 60%. “É muito importante que pessoas que se enquadram nestes grupos vulneráveis busquem a unidade de saúde mais próxima de sua residência A protege contra as complicações da gripe e não causa a doença”, aponta a diretora de Imunização da Secretaria, Nubia Araújo.

Até a última semana, mais de 14,2 milhões de doses da vacina contra o vírus Influenza foram aplicadas em SP, com 86,1% de cobertura entre os grupos prioritários.

A meta de alcançar 90% da população-alvo foi atingida entre alguns públicos, alcançando 5,8 milhões de idosos (100%); 1,5 milhão de profissionais da saúde (100%) e 6,7 mil indígenas (100%).
O total de imunizados contabiliza 1,65 milhões de doses aplicadas em crianças de 6 meses a <6 anos (54,1%), 227,7 mil em gestantes (50,5%) e 43,8 mil em puérperas (59,2%). De modo similar, o grupo das pessoas com idade entre 55 e 59 anos registra menor procura, com apenas 863,3 mil vacinados (42,8%).

Também estão protegidas 219,7 mil pessoas do sistema prisional, 171 mil profissionais das forças de segurança e salvamento; 134,9 mil caminhoneiros; 83,1 mil motoristas de transporte coletivo; e 8,4 mil trabalhadores portuários. Mais de 2,5 milhões pessoas com doenças crônicas, 287,2 mil professores do ensino básico e superior; e 19,6 mil pessoas com deficiência. Funcionários do Metrô, CPTM, Correios, agentes de limpeza urbana e pessoas em situação de rua também foram inseridos na campanha desde 15 de junho.

Em 2020, o Instituto Butantan entregou ao Brasil 75 milhões de doses da vacina, 10 milhões a mais em comparação a 2019. Neste ano, as doses são constituídas por três cepas de Influenza: A/Brisbane/02/2018 (H1N1)pdm09; A/South Austrália/34/2019 (H3N2); e B/Washington/02/2019 (linhagem B/Victoria).

Coronavírus
A vacina contra a gripe não imuniza contra o novo coronavírus, mas a campanha é fundamental para reduzir o número de pessoas com sintomas respiratórios nos próximos meses. “Além de proteger a população contra a Influenza, precisamos minimizar o impacto sobre os serviços de saúde em meio a pandemia de COVID-19, já que os sintomas destas doenças são semelhantes”, diz o Secretario de Estado da Saúde, José Henrique Germann.

A orientação aos profissionais que trabalham na campanha é para que haja organização da fila e do ambiente. Além disso, é importante realizar uma triagem com identificação de sintomático respiratório – presença de febre, tosse, coriza e falta de ar. Se a pessoa apresentar febre ou mau estado geral, deve ser colocada máscara no paciente e adiada a vacina, com recomendação para seguir o isolamento domiciliar.

As equipes devem anotar as doses aplicadas, com mesas e distanciamento de pelo menos 1 metro entre o anotador e paciente. Cada profissional tem a recomendação de usar caneta própria e álcool deverá ficar disponível para uso. O vacinador deve seguir as normas de higienização.

Governo anuncia prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600

Desde que foi decretada a pandemia mundial, e o isolamento social foi recomendado para evitar o contágio pelo novo coronavírus, o governo brasileiro ofereceu um auxílio emergencial no valor de R$ 600, para 60 milhões de trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados. 

Inicialmente, o benefício foi criado para ter três parcelas, mas agora o governo decidiu prorrogar o auxílio. Em cerimônia na tarde desta terça-feira (30) o presidente Jair Bolsonaro anuncia a prorrogação do benefício. Clique aqui e assista.

Rio Claro redireciona atendimentos odontológicos

Gilvan Marques

Os atendimentos odontológicos de urgência e emergência da Unidade de Pronto Atendimento do Cervezão, em Rio Claro, a partir de quarta-feira (1º) serão redirecionados para o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), que atende na Rua 7, 1.687, entre avenidas 12 e 14, Centro.

Quem precisar do atendimento deve procurar a unidade de segunda a sexta-feira, das 16h30 às 20h30. Aos sábados e domingos, o atendimento é das 7 horas ao meio dia. Os atendimentos odontológicos pediátricos de urgência serão redirecionados para o Centro de Especialidade Infantil (Rua 15, esquina da Avenida 25, no Bairro do Estádio), com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7 às 11 horas e das 12 às 16 horas. 

Gilmar Mendes será relator de recurso do MP contra foro a Flávio Bolsonaro

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes será o relator do recurso do Ministério Público contra a decisão do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) que concedeu foro privilegiado ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
Gilmar Mendes foi escolhido como relator por já ter julgado no passado outra ação ligada às investigações contra o senador. Isso acontece com base na regra da prevenção: quando um ministro atua em um processo, torna-se o responsável por novos casos que tenham conexão com aquele.
Em setembro de 2019, o ministro suspendeu as investigações contra Flávio até que o STF decidisse sobre as regras de colaboração do antigo Coaf em investigações criminais.
Na última quinta-feira (25), a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio aceitou o pedido da defesa de Flávio para que a investigação sobre o suposto esquema de “rachadinha” na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) deixasse a primeira instância e passasse a tramitar no Órgão Especial do TJ
No recurso ao TJ-RJ, a defesa de Flávio Bolsonaro alegou que o senador ainda era deputado estadual quando a investigação foi iniciada contra seu ex-assessor Fabrício Queiroz, pivô das investigações.
Na segunda (29), o Ministério Público apresentou uma ação ao STF para tentar reverter a decisão do TJ-RJ. A Promotoria alega que a decisão do TJ-RJ desrespeitou o julgamento do STF que restringiu as regras do foro privilegiado, e pede que as investigações voltem à supervisão do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, que determinou a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.
A regra do foro, prevista na Constituição Federal e em constituições de estados, estabelece que ocupantes de determinados cargos sejam julgados numa instância específica da Justiça.
Em 2018, o STF decidiu que essa previsão só se aplica se o crime tiver sido cometido durante o exercício do cargo público e se tiver, de alguma forma, ligação com o cargo.
Portanto, para o STF, quando o político deixa o cargo, perde também o direito ao foro especial, e, mesmo se for eleito a um novo cargo público, o processo é mantido na primeira instância da Justiça.
O TJ do Rio entendeu que, como Flávio não deixou de exercer mandato parlamentar, sendo eleito senador enquanto era deputado estadual, deveria manter o direito ao foro privilegiado.
Reservadamente, ministros do STF criticaram essa decisão, afirmando que ela contraria o entendimento do Supremo. Em repetidas decisões, o STF negou foro privilegiado a parlamentares que deixaram o mandato sob investigação e passaram a ocupar um outro cargo.

SP registra queda de internações e de óbitos na capital e na Baixada Santista

Carolina Moraes/ Folhapress

A Baixada Santista e o município de São Paulo tiveram queda nos números de internações e de óbitos por coronavírus nos últimos sete dias em relação à semana anterior.
Segundo os dados apresentados pelo governo do estado nesta terça-feira (3), as internações na capital reduziram em 10% e os óbitos, em 17%.
Já na baixada, a redução foi de 13% em relação às internações e 22% em relação ao número de mortes.
“É muito importante a manutenção desse cenário [da capital] e, ele se sustentando, podemos dar os próximos passos na retomada das atividades”, disse Patricia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico de SP.
De acordo com Ellen, o estado registrou uma queda geral de 2% em novas internações e de 5% nos óbitos.
Nesta terça, o estado chegou a 281.380 casos de coronavírus e 14.763 óbitos, totalizando 365 mortes nas últimas 24 horas.
Segundo João Gabbardo, médico do comitê de combate ao coronavírus do estado de São Paulo, os números de casos e mortes estão dentro do previsto e, provavelmente, o estado ficará um pouco abaixo do esperado para o cenário de óbitos.
A taxa de ocupação de leitos de UTI no estado está em 64,6% e na grande São Paulo, em 66%.
A gestão de João Doria (PSDB) também afirmou que a partir desta quarta-feira (1º) começam a circular blitz para fiscalização do uso obrigatório de máscaras.
Nesta segunda (29), o governador de São Paulo anunciou que o estado multará pessoas e estabelecimentos comerciais que descumprirem a obrigatoriedade do uso de máscaras de rosto. O valor vai de R$ 500 a R$ 5.000.

Motocicleta roubada é recuperada pela PM

Um adolescente foi flagrado na tarde de ontem (29) por policiais da Cia de Força Tática na condução de uma motocicleta pelo bairro Guanabara. Ao receber ordem de parada ele não obedeceu e fugiu.

A equipe realizou um acompanhamento e realizou a abordagem pelo Terra Nova. Após consulta do emplacamento da moto foi constatado que ela havia sido roubada no dia 16/06/2020

O infrator foi levado até a delegacia e após ouvido pela autoridade de plantão foi liberado para um responsável. O veículo foi devolvido ao proprietário.

Dupla de traficantes é flagrada em escola no bairro São João

Uma denúncia de que dois indivíduos haviam pulado o muro de uma escola municipal no bairro São João levou uma equipe da Polícia Militar de Rio Claro até o local.

Após buscas, os suspeitos foram localizados no interior da instituição de ensino e ao perceber que seriam abordados tentaram se desfazer de uma pochete que levavam.

Com eles foram encontradas nas buscas R$ 54,40 e nove porções de cocaína. Já pochete haviam 74 porções de cocaína e R$ 243,00. Diante do flagrante ambos foram levados até a delegacia mas apenas um ficou preso.

Jornal Cidade RC
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