VÍDEO: Incêndio atinge canavial na região do bairro Bonsucesso

Um incêndio em um canavial nas proximidades do Bonsucesso gerou uma alta coluna de fumaça que chamou a atenção da população de Rio Claro na tarde desta segunda (23).

Após tomarem conhecimento da ocorrência, equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros se deslocaram para o local para atuarem no combate às chamas.

De acordo com informações, o incêndio não atingiu nenhuma área urbana.

Rio Claro registra óbito por coronavírus

Rio Claro teve um óbito por coronavírus confirmado em boletim divulgado na segunda-feira (23) pela Secretaria Municipal de Saúde. A vítima é um homem que estava hospitalizado e faleceu em decorrência da Covid-19.

O boletim também aponta 20 novos casos positivos de coronavírus, com total de 5.289 casos desde o início da pandemia.  Dos novos casos, uma pessoa tem de 10 a 20 anos, 11 de 21 a 40 anos, seis de 41 a 60 anos, uma de 61 a 80 anos e uma pessoa tem mais de 81 anos.

O número de internados é 13, sendo sete na rede pública e seis na rede privada. Deste total, quatro estão em unidades de terapia intensiva. Até o momento, em Rio Claro, 5.064 pessoas se recuperaram da doença. 

R$ 4 milhões: Vereadores votam nesta segunda-feira relatório final da CPI que apurou qualidade dos EPIs

A Câmara Municipal deve votar nesta segunda-feira (23) o projeto que aprova ou reprova o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) – não confundir com a CP – que apurou a qualidade dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) comprados por R$ 4 milhões pela Prefeitura de Rio Claro.

O documento foi aprovado na última audiência da CPI, em outubro, no entanto, para ter efeitos práticos, foi transformado em Projeto de Resolução. Com isso, tal projeto foi incluído na Ordem do Dia para votação geral em sessão. Se aprovado desta forma, deverá ser encaminhada a remessa às autoridades para providências cabíveis.

A CPI coletou depoimentos do presidente do Sindicato dos Servidores Municipais Tu Reginato, do presidente da Fundação de Saúde Maurício Monteiro, do chefe de gabinete do prefeito Silvio Martins, do chefe de seção do almoxarifado André Filipe, do médico Dr. Ezequiel dos Santos e do ex-diretor da Central de Compras Neto Naidhig.

Diante da fundamentação da investigação, o relatório recomenda a devolução imediata dos EPIs, com seu ressarcimento financeiro, ou sua troca por produtos compatíveis com as normas técnicas e legislação. Também, a CPI requer abertura de processo administrativo interno na Prefeitura, fato que já está em andamento há alguns meses. Ao Ministério Público, a Comissão sugere apuração sobre eventuais atos de improbidade.

Estudo da Coronavac no Brasil chega à fase final com número mínimo de infectados

IGOR GIELOW – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O estudo da fase 3 da Coronavac, o imunizante chinês trazido ao país pelo governo de São Paulo, atingiu o número mínimo de voluntários infectados para poder ter a análise de sua eficácia realizada.

A expectativa do Instituto Butantan, patrocinador da pesquisa no país, é de que o Comitê Internacional Independente que acompanha o ensaios divulgue o quão efetiva é a vacina na primeira semana de dezembro.

Se tudo correr bem e ela funcionar, os dados serão enviado imediatamente para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Se aprovado no prazo expresso esperado pela emergência sanitária, em janeiro haverá 46 milhões de doses compradas da China prontas para serem aplicadas a partir de janeiro.

Se todas forem aplicadas, metade da população do estado pode estar vacinada logo no começo do ano.

Contraíram o novo coronavírus 74 dos 10.800 voluntários até aqui, acima do mínimo de 61 necessários para a chamada abertura do estudo. Agora será feito o cotejamento da evolução da infecção com o fato de eles terem tomado a vacina contra a Covid-19 ou um placebo, algo que nem os pacientes, nem os pesquisadores sabem de antemão.

A partir daí será estipulada a eficácia da vacina em regime preliminar, que permitirá o pedido de registro para uso emergencial na pandemia à Anvisa, que exige no mínimo 50% de cobertura do imunizante.

Nos estudos das fases 1 e 2, feitos com 50 mil pessoas no país de origem da Coronavac, a China, a eficácia superou os 90% – índice semelhante foi divulgado nesta segunda (23) pela sueco-britânica farmacêutica AstraZeneca em seus resultados preliminares da fase 3 no Reino Unido e no Brasil.

Outras duas vacinas, das americanas Pfizer e Moderna, também se mostram altamente eficazes contra a doença, que no Brasil matou quase 170 mil pessoas este ano.

A fase 3 dos estudos da Coronavac na China está prevista para acabar até o fim deste mês, segundo o laboratório Sinovac, que criou o imunizante.

A questão do registro da Coronavac é contenciosa. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem criticado o imunizante chinês, que ele vê como um trampolim de popularidade para seu rival João Doria (PSDB), o governador paulista que manda no Butantan.

Na semana retrasada, a suspensão dos estudos da fase 3 da Coronavac gerou polêmica, porque não foi avisada pela Anvisa ao Butantan e dizia respeito a uma morte não relacionada com a vacina em si. Os testes foram retomados em seguida, mas o mal-estar permanece.

No domingo, o Ministério da Saúde relacionou cinco imunizantes que poderá vir a comprar para distribuir no pais – o governo já tem um acordo para a aquisição de 100 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, para produção local na Fiocruz. A Coronavac não estava na lista.

Isso gerou contrariedade entre membros do governo paulista, que veem perseguição política contra o imunizante de origem chinesa, que será feito a partir do ano que vem, se for eficaz, no Butantan.

Doria conta agora com o sucesso dos ensaios no Brasil e o registro na China, se a vacina se mostrar mesmo eficiente, para criar um fato consumado e driblar o que considera pressão política de Bolsonaro contra a Coronavac.

Brasil é único país onde fake news sobre cloroquina ainda circulam com frequência

PATRÍCIA CAMPOS MELLO – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O Brasil é o único país do mundo onde continuam a circular com frequência notícias falsas sobre cloroquina, ivermectina e azitromicina como curas para a Covid-19, que já foram desmentidas por diversos estudos científicos. E, ao contrário da maioria dos países, apenas no Brasil, na Índia e nos EUA as disputas políticas internas são o principal motor para a desinformação sobre a pandemia.

Isso é o que mostra o levantamento “Political (self) isolation” (Auto-isolamento político), realizado pelo LAUT, INCT.DD e o laboratório de pesquisa forense digital do Atlantic Council. “Como nenhum desses medicamentos se provou eficaz (contra a Covid-19), a discussão esfriou na maioria dos países. No Brasil, no entanto, esses tópicos persistiram, a ponto de tornar o ambiente de discussão diferente do resto do mundo”, diz o levantamento.

Fake news ou boatos sobre hidroxicloroquina e cloroquina apareceram 176 vezes na base de dados (são 176 versões de informações falsas, que podem ter sido compartilhadas milhões de vezes). O campeão é o Brasil, com 75 casos, seguido da Índia (29), França (26) e EUA (24).

As motivações para a desinformação variam. Na França, há circulação de informações enganosas sobre cloroquina porque Didier Raoult, microbiologista que é um dos maiores defensores do uso da substância contra Covid-19, é francês. Ele realizou um estudo indicando que a combinação de hidroxicloroquina e azitromicina teria curado alguns pacientes de Covid-19. O estudo foi apontado como falho do ponto de vista científico e pouco transparente, uma vez que os dados brutos não foram compartilhados, e não teve os resultados corroborados por outros levantamentos.

Na Índia, há também o motivo comercial, pois o país é um grande produtor e exportador de cloroquina. Já no Brasil e nos EUA, o motivo é político. Os presidentes dos dois países, Jair Bolsonaro e Donald Trump, além de vários partidários e integrantes dos governos, encamparam as drogas e ajudaram a espalhar a desinformação.

O estudo se baseou nas bases de dados CoronaVirusFacts Alliance, na Rede Internacional de Checagem de Fatos, e do Latam Chequea em português e espanhol, que reuniu checagens feitas por 100 agências sobre desinformação relacionada à Covid em 134 países, de janeiro a agosto de 2020. As checagens de cerca de 8,6 mil notícias ou postagens falsas ou rumores foram traduzidas para o inglês e foi realizada uma análise quantitativa e hipergeométrica.

A partir de maio, estudos científicos passaram a contestar a eficácia da cloroquina contra a Covid-19. Em 15 de junho, a Agência de Medicamentos e Alimentos dos EUA, a FDA, revogou a autorização para uso de emergência da cloroquina de seu estoque estratégico, ao determinar, com base em evidências científicas, que cloroquina e hidroxicloroquina não eram efetivos no tratamento da doença viral. Em 17 de junho, foi a vez de a OMS (Organização Mundial de Saúde) anunciar que iria parar com os testes clínicos usando a substância, pelo mesmo motivo.

Após essas declarações de entidades científicas e estudos, a disseminação de declarações falsas sobre cloroquina caiu na Índia, França e nos EUA, mas não no Brasil. Das 60 checagens sobre cloroquina feitas a partir do dia 19 de maio, 43 vieram do Brasil.

Boatos e fake news sobre a ivermectina ser uma cura para Covid-19 também são muito concentrados no Brasil, onde ocorreram dois terços das checagens sobre o assunto (23 de 36 vezes). Depois, veio a Colômbia, com 7, e o México, com 3 checagens – mas só no Brasil o tema continuou circulando até agosto, mesmo após inúmeros estudos apontando a ineficácia da substância. Para autores do estudo, isso mostra que a ciência e a checagem de fatos não estão conseguindo combater com a presença dessas mentiras no debate público.

“O que está influenciando o discurso das pessoas sobre a doença são posições políticas; isso dificulta incorporar informações científicas e o Brasil fica isolado”, diz uma das autoras do estudo, Nina Santos, pesquisadora do INCT-DD. Esse espaço ocupado por desinformação sobre cloroquina, ivermectina e outros poderia estar sendo usado para circular novas descobertas científicas, conscientizar o público sobre medidas de prevenção e discutir políticas públicas.

O tipo de fake news que circula no Brasil e na Índia é muito diferente do resto do mundo. Em vários países, repetem-se temas como chás caseiros, métodos artesanais para evitar a Covid-19, a não necessidade de isolamento ou uso de máscara, origem do vírus e teorias da conspiração envolvendo a China. Mas Índia, Brasil e EUA são os países onde a desinformação está diretamente ligada à política interna desses países.

Na Índia, além de falarem de chás, mostarda e cloroquina, os boatos eram muito ligados a acusações falsas de muçulmanos e migrantes serem disseminadores da doença. Nos EUA, circulam acusações contra rivais do governo Trump como o ex-presidente Barack Obama, o presidente-eleito Joe Biden, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, Anthony Fauci, autoridade de doenças infecciosas, e governadores democratas, além de denúncias sobre o vírus supostamente ser arma biológica feita na China.

Outra “jabuticaba” brasileira, que também demonstra a motivação política da desinformação no país, é a frequência das notícias falsas referentes a “governador”, normalmente o governador de São Paulo, João Dória, mas também os governadores da Bahia, Rui Costa, e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. “A palavra ‘governador’ não aparece nessa frequência em nenhum país; no Brasil, além de tudo, aparece duas vezes mais do que ‘presidente’.

O Brasil destoa até dos países vizinhos, onde predomina desinformação que propagandeia curas caseiras para o vírus – gargarejo com vinagre, gengibre, chás. “Em outros países, essa desinformação tem como lastro ‘autoridades’ tradicionais, cultura local; no Brasil, vem de políticos”, diz João Guilherme Santos, pesquisador do INCT-DD e do Laboratório de Dados e co-autor do estudo.

Luiza Bandeira, pesquisadora do DFRLab, explica que existe informação falsa disseminada sem intenção, o que se chama em inglês de “misinformation”. Segundo ela, que é co-autora do estudo, os boatos sobre curas caseiras se encaixam nessa categoria. “Também é difícil de combater esse tipo de desinformação, mas é diferente do que predomina no Brasil”, diz.

Aqui, há a chamada “disinformation”, a informação falsa distribuída com intenção. “Vemos atores ligados ao bolsonarismo encampando essas notícias sobre medicamentos, porque há interesse político de dizer que existe cura para a Covid-19 e não é preciso tomar outras medidas de saúde pública, e disseminar a narrativa se que há um complô contra o presidente e querem arruinar a economia.”

Para Caio Vieira Machado, co-autor do estudo e pesquisador do LAUT, “o mais preocupante é que os dados evidenciam como a disputa política, por meio da desinformação, está capturando as políticas públicas e blindando a entrada de informação científica.”

BC anuncia plataforma de educação financeira de bancos para outubro de 2021

LARISSA GARCIA – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou que os bancos vão oferecer uma plataforma de educação financeira a partir de outubro de 2021. Com a ferramenta, as instituições participantes poderão criar programas de recompensas semelhante ao de milhagens, com acúmulo de pontos.

“Essas recompensas serão desenhadas por cada instituição financeira”, explicou o presidente do BC na abertura da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira nesta segunda-feira (23).

O projeto piloto, segundo Campos Neto, será entregue em janeiro do próximo ano. A plataforma, feita em parceria com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), permitirá que o cliente faça um diagnóstico de sua saúde financeira. Além disso, terá informações e cursos personalizados sobre o tema.

A iniciativa foi anunciada pela autarquia em janeiro deste ano e a expectativa era que a plataforma fosse lançada até junho.

“Um dos primeiros passos para a construção de uma plataforma inovadora é a criação de um indicador de saúde financeira do brasileiro, para o qual está sendo realizada uma pesquisa de campo com 10 mil brasileiros”, afirmou o presidente do BC.

Além disso, a autoridade monetária anunciou um projeto que tem o objetivo de levar educação financeira ao ensino fundamental das escolas públicas, chamado de Aprender Valor. “O projeto está em sua etapa piloto, com a participação em seis unidades da Federação [Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará e Paraná]”, disse Campos Neto.

“Com a expansão para os demais estados, a partir do segundo semestre de 2021, o Aprender Valor tem o potencial de chegar aos cerca de 21 milhões de estudantes do ensino fundamental de escolas públicas de todo o país”, completou.

Para as famílias que perderam renda com a pandemia da Covid-19, o BC disponibilizou em seu site uma página sobre “educação financeira em tempos de coronavírus”, com informações para auxiliar na reorganização financeira.

Covid-19: RC tem redução de 22,5% em novos casos na semana pós eleições

Rio Claro registrou 69 novos casos de Covid-19 na última semana, entre 16 e 22 de Novembro.

O número de registros da doença na semana seguinte das eleições municipais representa um valor 22,5% menor do que o registrado na semana que antecedeu o pleito, entre 9 e 15 de Novembro, quando o município teve 78 novos casos de contaminação pelo coronavírus.

Com relação à semana entre 2 e 8 de Novembro, quando 50 casos foram registrados, a última semana representou um aumento de 38%. Até agora, um total de 201 novos casos foram contabilizados neste mês.

Confira abaixo a tabela com a evolução de novos casos em Rio Claro semana a semana:

Semana EpidêmicaDias ContabilizadosCasos Registrados
Semana 125/3 a 29/31
Semana 230/3 a 5/40
Semana 36/4 a 12/45
Semana 413/4 a 19/47
Semana 520/4 a 26/43
Semana 627/4 a 3/53
Semana 74/5 a 10/54
Semana 811/5 a 17/53
Semana 918/5 a 24/513
Semana 1025/5 a 31/568
Semana 111/6 a 7/674
Semana 128/6 a 14/6177
Semana 1315/6 a 21/6206
Semana 1422/6 a 28/6229
Semana 1529/6 a 5/7342
Semana 166/7 a 12/7492
Semana 1713/7 a 19/7451
Semana 1820/7 a 26/7452
Semana 1927/7 a 2/8372
Semana 203/8 a 9/8281
Semana 2110/8 a 16/8241
Semana 2217/8 a 23/8207
Semana 2324/8 a 30/8416
Semana 2431/8 a 6/9247
Semana 257/9 a 13/9196
Semana 2614/9 a 20/997
Semana 2721/9 a 27/9131
Semana 2828/9 a 4/10 99
Semana 295/10 a 11/1054
Semana 3012/10 a 18/1066
Semana 3119/10 a 25/1064
Semana 3226/10 a 1/1179
Semana 332/11 a 8/1150
Semana 349/11 a 15/1178
Semana 3516/11 a 22/1169

Vacina de Oxford contra Covid-19 alcança até 90% de eficácia

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A vacina contra o coronavírus Sars-Cov-2 produzida em parceria entre a Universidade de Oxford (Reino Unido) e a farmacêutica AstraZeneca apresenta eficácia de até 90%, anunciou o laboratório nesta segunda-feira (23) com base em resultados preliminares de testes de fase 3 (última antes da autorização).

Foram realizados dois estudos usando dosagens diferentes. Alcançou-se eficácia de 90% ao se aplicar meia dose da vacina seguida de uma dose inteira. Quando foram aplicadas duas doses inteiras, a eficácia foi de apenas 62%. No agregado dos dados dos dois estudos, a eficácia média da vacina foi de 70,4%.

“A eficácia e a segurança desta vacina confirmam que ela será altamente eficaz contra a Covid-19 e terá um impacto imediato na emergência de saúde pública”, disse em comunicado Pascal Soriot, presidente da AstraZeneca.

A amostra dos estudos totaliza mais de 24 mil voluntários, que participaram dos testes da vacina no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul. Nenhum dos participantes precisou ser hospitalizado em decorrência da vacina.

Os cientistas envolvidos nos testes já haviam publicado na quinta (19) na revista Lancet os resultados de uma etapa anterior do processo de desenvolvimento da vacina, indicando que ela pode gerar resposta imunológica em adultos de todas as idades.

Os dados mais recentes da AstraZeneca e da Oxford indicam uma eficácia menor que a de outras vacinas concorrentes.

Na quarta (18), a Pfizer, que tem sede nos Estados Unidos, anunciou que a vacina contra a Covid-19 que desenvolve em parceria com a empresa alemã BioNTech tem eficácia de 95%, de acordo com resultados de um teste de fase 3.

Nas últimas semanas, a empresa norte-americana de biotecnologia Moderna e os pesquisadores responsáveis pela Sputnik V, a vacina desenvolvida na Rússia, divulgaram que suas imunizações em teste apresentaram eficácia superior a 90%.

No entanto, nenhuma dessas vacinas teve seus dados de fase 3 publicados por revistas científicas até o momento. Via de regra, a comunidade científica internacional aceita os resultados após uma publicação do tipo, pois permite que os dados sejam revisados e contestados por outros pesquisadores especialistas no assunto.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) mais de 200 vacinas estão em testes no mundo todo -48 delas já estavam em uma das fases de testes clínicos até o dia 12 de novembro, última atualização da agência disponível.

Daae faz reparo emergencial em adutora próximo ao reservatório da Avenida 40

O Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgoto) de Rio Claro está fazendo na manhã dessa segunda-feira (23), reparo emergencial em rede de abastecimento de 200 milímetros que se rompeu na Avenida Perimetral, na Avenida 40, com a Rua 12, no bairro BNH, próximo ao reservatório de água.

Para realizar o serviço, foi necessário interditar o trânsito na via, no sentido centro-bairro. A orientação é para que o munícipe redobre a atenção e os cuidados e evite transitar nas proximidades, procurando rotas alternativas.

O Daae também chama a atenção dos condutores para observarem a via, principalmente em dias como hoje, sem chuva. Se o trecho estiver molhado ou com poças, é um indicativo de que pode ter havido rompimento de rede no local. Nesses casos, o munícipe não deve passar pelo trecho para evitar riscos de acidentes.

É importante notificar o Daae, através da Central de Atendimento, no telefone 0800-505-5200, que funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive feriados, e atende ligações de telefones fixos e celulares. Dessa forma, o Daae fica sabendo do ocorrido o quanto antes e envia imediatamente uma equipe para realizar o reparo.

Também foi necessário interromper temporariamente o abastecimento de água, o que pode ocasionar baixa pressão ou interrupção temporária no fornecimento de água nos bairros: Parque Universitário, Wenzel, BNH, Alto do Santana, Santana, Vila Elizabeth, Vila Olinda e outros bairros próximos.

A previsão para conclusão dos trabalhos é para até o final da manhã dessa segunda-feira (23) e o abastecimento nos bairros vai ser retomado gradativamente logo após o término do reparo na rede de abastecimento, durante o período da tarde.

Nesse período, o Daae orienta que os consumidores façam uso racional da água. A autarquia reforça a importância de os moradores terem caixa d’água em seus imóveis, já que durante os serviços de manutenção os imóveis que possuem caixa d’água não sofrem com eventual falta d’água, o que reduz transtornos em casos de interrupção no fornecimento.

Conforme o abastecimento vai sendo retomado gradativamente nos bairros, serão realizadas descargas na rede, mas mesmo assim, pode haver casos pontuais de cor escura na água, que devem ser relatados à Central de Atendimento do Daae pelo telefone 0800-505-5200, que funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive feriados, e atende ligações de telefones fixos e celulares.

Os casos pontuais de cor escura na água se devem ao fato de, com a paralisação temporária do fornecimento de água, acaba ocasionando a despressurização da rede e isso faz com que as incrustações que estão na parede da tubulação se soltem. Ao retomar o abastecimento, a pressão da água acaba deslocando estas incrustações na rede.

O Daae informa ainda que ao restabelecer o abastecimento há um aumento temporário na pressão em alguns pontos da rede, o que pode deixar a água com um aspecto “esbranquiçado”. Neste caso, a água está com microbolhas, por conta dessa pressão. Tanto que ao colocar essa água em um recipiente, em segundos ela fica com seu aspecto normal e pode ser consumida normalmente.

Jornal Cidade RC
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