Influencer e namorado são encontrados mortos em Minas Gerais

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A cantora e influencer Lívvia Bicalho, 37, e o namorado Rafael Ribeiro, 39, foram encontrados mortos no apartamento onde ela morava, no bairro JK, em João Molenvade (114 km de Belo Horizonte), por volta das 13h desta quarta (21).

Segundo a Polícia Militar, Ribeiro teria matado a namorada a tiros e se suicidado em seguida. Testemunhas que ouviram uma briga de casal e barulho de tiros ligaram para o 190. Quando os policiais chegaram ao local encontraram o casal morto.


Nas redes sociais, seguidores da influencer lamentaram a morte e criticaram que mais um feminicídio foi cometido contra uma mulher. A estatística do feminicídio de 2019 mostrou que o crime cresceu 7,2% no país, com expansão expressiva em alguns estados. São Paulo (182), Minas Gerais (136), Bahia (101) e Rio Grande do Sul (100) registraram o maior número de casos.


Um internauta elogiou um show de Bicalho, em Itabira (MG), e destacou o carisma, postura e presença de palco da cantora. Ele pediu um basta ao feminicídio e disse que nenhuma mulher merece morrer na mão de um homem.
“Chega de feminicídio, chega de homens se acharem donos de suas companheiras, esposas namoradas, é preciso dar um basta nisso. Nenhuma mulher merece morrer na mão de homem nenhum. Que encontre a paz, e que Deus conforte o coração de todos os familiares”, escreveu.


Bicalho tinha um canal no YouTube com 2,6 mil inscritos e postava vídeos cantando. No Instagram, ela tinha 93 mil seguidores e produzia conteúdo sobre marketing digital, moda e lifestyle.

Quiosque no Shopping Rio Claro produz fotos profissionais de crianças

A fotografia passou a ser rotina na vida das pessoas nos dias atuais, e para aqueles que curtem fotos com boa qualidade para guardar de lembrança ou mesmo imprimir e colocar em um porta-retratos, o quiosque FocoArts do Shopping Rio Claro é a melhor opção da cidade.

Localizado próximo a Ri Happy, o quiosque é um estúdio fotográfico que oferece um registro profissional dos filhos dos clientes, e está com uma promoção imperdível: crianças de 0 a 10 de idade são fotografadas no sistema “sem compromisso”, e a promoção também presenteia cada criança com um brinde.

O quiosque conta com figurinos e fundo de época para deixar as fotos mais especiais, além de animadores para que as crianças fiquem à vontade na hora de serem fotografadas.

“O objetivo da administração do Shopping Rio Claro com o quiosque FocoArts é oferecer mais um atrativo diferenciado para os nossos clientes durante o momento das suas compras, e o registro fotográfico com qualidade profissional é uma lembrança dos filhos que será guardada para toda a vida”, destaca Gisele Alvares, Supervisora de Marketing do Shopping Rio Claro.

Shopping Rio Claro

Com 65 mil m² de área construída, o Shopping Rio Claro é o empreendimento comercial que disponibiliza o maior mix de marcas na macrorregião de Rio Claro, reunindo em um só local uma grande diversidade de lojas e serviços.

O Shopping Rio Claro possui mais de cem operações, sendo cinco lojas-âncora (Marisa, C&A, Lojas Americanas, Renner e Academia SelfIt), três megalojas (Ri Happy, Polo Wear e Lojas 01 a 99), três semiâncoras (Kalunga, Centauro e Di Gaspi), Praça de Alimentação com operações de fast food e restaurantes, além de casa lotérica, casa de câmbio e Poupatempo.

Localizado em uma área privilegiada, o mall é um importante local de compras, lazer e entretenimento para adultos e crianças da cidade e região, oferecendo excelentes opções de compras, segurança e estacionamento.

Cai para 14 total de capitais com mais de 90% de lotação nos leitos de UTI

JOÃO VALADARES, KATNA BARAN E JÚLIA BARBON
RECIFE, PE, CURITIBA, PR, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Ainda enfrentando o período mais crítico da pandemia, o país começa a apresentar uma redução da pressão por vagas de UTI para tratamento da Covid-19 nos grandes centros urbanos.


Catorze capitais e o Distrito Federal estão com mais de 90% de seus leitos de UTI públicos com pacientes graves da doença, segundo levantamento do jornal Folha de S.Paulo com dados de segunda (19). Eram 17 capitais com mais de 90% na semana passada, e situação recorde de 21 na anterior, ambas incluindo a capital federal.


Ao todo, 18 capitais registraram queda no percentual de leitos de UTI ocupados na última semana, sendo que cinco delas estão abaixo do patamar crítico de 80%: Salvador, Macapá, Manaus, João Pessoa e Boa Vista.


O avanço na vacinação das pessoas mais velhas e a adoção de medidas de restrição mais rígidas nas últimas semanas em alguns estados são apontados como os principais fatores para a queda.

Em Salvador, por exemplo, a taxa de ocupação de leitos saiu de 81% na última semana para 76% nesta segunda, queda que acompanha a tendência registrada no estado.


Segundo o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, a imunização dos idosos resultou na redução do número de solicitações por leitos de UTI entre pessoas com mais de 70 anos. “É uma queda significativa e sustentada”, diz.
Nas últimas quatro semanas, o número de pessoas com mais de 80 anos em leitos de UTI caiu 42% estado da Bahia. Entre os que têm de 70 a 79 anos, a redução foi de 20%.


Em São Paulo, onde também há desaceleração na demanda por leitos, a taxa de ocupação chegou a 83% no estado, 81% na Grande São Paulo e 84% na capital paulista, diz a Secretaria Estadual da Saúde.


Presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, Carlos Magno Fortaleza destaca que as duas semanas que São Paulo ficou na fase vermelha, mais o período em que ficou no vermelho ampliado, fez com que diminuíssem os casos de Covid-19, as internações, a fila de espera e as ocupações em UTI. “Realmente desacelerou a pandemia. Nós descobrimos que medidas restritivas funcionam, mas o que obtivemos até agora ainda é muito pouco”, afirma.
No outro extremo, capitais como Campo Grande e Rio Branco não têm leito disponível para pacientes críticos.
Em Rio Branco, os leitos de terapia intensiva lotaram na segunda-feira. A ocupação passou para 100% nas duas unidades de referência da cidade, e a fila para transferência, que estava zerada, agora tem 14 pessoas.


Na capital de Mato Grosso do Sul, a ocupação das UTIs atingiu taxa de 106%, com 37 pessoas aguardando por leitos.
O cenário também é crítico nos demais estados do Centro-Oeste. Em Mato Grosso, a ocupação segue próxima do limite, com 96% das 608 vagas de UTI ocupadas, ante 98% de sete dias antes. A fila também foi reduzida, de 85 pacientes para 33.


No Distrito Federal, havia 231 pessoas à espera de leito de UTI na terça. A taxa de ocupação de leitos Covid era de 97%. Para ajudar a suprir esse problema, estão sendo construídos três hospitais de campanha. Cada um vai dispor de cem leitos de UTI. “

Em Goiás, a pressão em leitos de UTI teve ligeira redução na última semana, mas, ainda assim, 90% dos leitos estão ocupados e há fila. Na última semana, havia 74 pessoas à espera de uma vaga. Agora, há 37.


Em outros estados, o cenário é de estabilidade com altas taxas de ocupação. É o caso de Pernambuco. Mesmo diante da abertura contínua de novos leitos, a taxa de ocupação permanece em 97%.


No estado, há 1.562 pessoas internadas recebendo cuidados intensivos. É o maior número desde o início da pandemia. Nesta terça, havia 75 pacientes graves esperando para acessar um leito.

Há duas semanas, médicos denunciam desabastecimento de medicamentos como sedativos e bloqueadores neuromusculares em unidades de saúde pública no Recife. O governo estadual nega.


No estado do Rio de Janeiro, a fila por UTIs públicas despencou de 419 para 196 na última semana, mas a ocupação de leitos continua alta, em 86%. Na capital fluminense a situação é estável, com 93% das vagas de terapia intensiva ocupadas e 43 pessoas na espera nesta terça-feira (20).


O prefeito Eduardo Paes (DEM) flexibilizou as restrições na última quinta (15), permitindo que restaurantes e bares funcionem presencialmente até as 21h e que esportes coletivos sejam praticados em praias e parques. Permanecer ou vender produtos na areia, porém, continua proibido.


O Paraná também segue com o quadro de estabilidade, com o índice de ocupação de UTIs girando em torno de 94% e 148 pessoas aguardando por leitos nesta terça-feira.


O quadro é melhor no Rio Grande do Sul, onde a ocupação de UTIs caiu de 87% para 83% em uma semana. Porém, no mesmo período, foram criadas 24 novas vagas, e a fila de espera não diminuiu, permanecendo com 40 pessoas.
Na capital Porto Alegre, a queda na lotação de hospitais foi ainda maior: de 96% para 87% a partir da abertura de 12 novas UTIs. A espera por leitos, no entanto, cresceu de três para seis pacientes.


Em Santa Catarina, o cenário está estável, com 96% das UTIs ocupadas mesmo com a criação de 18 leitos. Mais de cem pacientes ainda aguardavam vagas no sistema público nesta segunda-feira (19).


Em Minas Gerais, a ocupação de leitos de UTIs públicas reservadas para Covid-19 registrou um recuo pequeno, passando de 91% para 89%.

Na quinta-feira (15), o governo do estado anunciou que metade das macrorregiões de saúde passariam à onda vermelha do plano de flexibilização de atividades, uma fase menos restritiva que a onda roxa e onde a adesão fica a critério dos municípios.


“Estamos longe de ter conforto. Ainda temos um sistema hospitalar sobrecarregado, os profissionais de saúde estão cansados e as vagas são poucas”, afirmou o governador Romeu Zema (Novo).


A tendência de queda nos indicadores em Belo Horizonte –até ocupação de UTI– levou o prefeito Alexandre Kalil (PSD) a anunciar a abertura gradual do comércio a partir desta quinta (22), após um mês e meio de fechamento, e a retomada de aulas presenciais.

SP inicia a produção de mais 5 milhões de doses da vacina do Butantan

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

Após atraso na entrega de insumos, o Instituto Butantan iniciou, na noite desta terça-feira (20), a produção de mais 5 milhões de doses da vacina Coronavac, que devem ser entregues ao Ministério da Saúde no dia 3 de maio.
Na última segunda-feira (19), vieram da China para São Paulo 3.000 litros do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo), ingrediente necessário para a formulação e envase da vacina no país, enviados pela farmacêutica Sinovac. A falta de matéria-prima havia barrado a produção em 7 de abril.
Desde janeiro, o total de unidades da Coronavac repassadas pelo governo de São Paulo ao ministério desde janeiro chega a 41,4 milhões de doses –é a principal vacina aplicada nos brasileiros. As doses são encaminhadas ao PNI (Programa Nacional de Imunizações) para serem distribuídas proporcionalmente aos estados.
Com a nova produção iniciada nesta terça, o instituto pretende aumentar o total de doses entregues para 46,4 milhões.
Um segundo carregamento de matéria-prima, com mais 3.000 litros –correspondentes a outras 5 milhões de doses–, aguarda autorização para embarque e deve chegar nas próximas semanas ao estado, mas ainda sem data definida.
Segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas, o atraso e o parcelamento da entrega dos insumos em dois lotes não deve alterar o cronograma final.
Este é o segundo atraso na entrega do IFA. Em janeiro, houve episódio semelhante após imbróglio da gestão do presidente Jair Bolsonaro com o governo chinês.
A partir do recebimento da matéria-prima, o primeiro passo é armazená-la em câmara fria e contêiner de aço inox, explica o Butantan. Depois, o contêiner é encaminhado para a sala de tanques para transferência do composto para a bolsa de agitação e, daí, para o tanque pulmão, onde ocorre o processo de envase.
Durante o processo de envase os frascos-ampola são lavados e esterilizados por meio de ar seco quente, passam automaticamente para a entrada da máquina envasadora e, por meio de esteiras automáticas, são posicionados nas agulhas que despejam o produto dentro dos frascos via bomba dosadora.
Os frascos-ampola já com o produto são entregues pela esteira automática à recravadora, para recebimento do selo de alumínio.
Uma terceira fase é a inspeção visual manual, rotulagem e checagem dos rótulos e, por fim, embalagem dos frascos-ampola.
Por último, após o conteúdo envasado, são feitos testes de qualidade por amostragem, incluindo aspecto, pH, volume extraível, volume médio, teor de alumínio, teste de vedação, osmolalidade, identidade, conteúdo antigênico, toxicidade, esterilidade e endotoxina.

Cai para 14 total de capitais com mais de 90% de lotação nos leitos de UTI

JOÃO VALADARES, KATNA BARAN E JÚLIA BARBON
RECIFE, PE, CURITIBA, PR, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) –

Ainda enfrentando o período mais crítico da pandemia, o país começa a apresentar uma redução da pressão por vagas de UTI para tratamento da Covid-19 nos grandes centros urbanos.
Catorze capitais e o Distrito Federal estão com mais de 90% de seus leitos de UTI públicos com pacientes graves da doença, segundo levantamento do jornal Folha de S.Paulo com dados de segunda (19). Eram 17 capitais com mais de 90% na semana passada, e situação recorde de 21 na anterior, ambas incluindo a capital federal.
Ao todo, 18 capitais registraram queda no percentual de leitos de UTI ocupados na última semana, sendo que cinco delas estão abaixo do patamar crítico de 80%: Salvador, Macapá, Manaus, João Pessoa e Boa Vista.
O avanço na vacinação das pessoas mais velhas e a adoção de medidas de restrição mais rígidas nas últimas semanas em alguns estados são apontados como os principais fatores para a queda.
Em Salvador, por exemplo, a taxa de ocupação de leitos saiu de 81% na última semana para 76% nesta segunda, queda que acompanha a tendência registrada no estado.
Segundo o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, a imunização dos idosos resultou na redução do número de solicitações por leitos de UTI entre pessoas com mais de 70 anos. “É uma queda significativa e sustentada”, diz.
Nas últimas quatro semanas, o número de pessoas com mais de 80 anos em leitos de UTI caiu 42% estado da Bahia. Entre os que têm de 70 a 79 anos, a redução foi de 20%.
Em São Paulo, onde também há desaceleração na demanda por leitos, a taxa de ocupação chegou a 83% no estado, 81% na Grande São Paulo e 84% na capital paulista, diz a Secretaria Estadual da Saúde.
Presidente da Sociedade Paulista de Infectologia, Carlos Magno Fortaleza destaca que as duas semanas que São Paulo ficou na fase vermelha, mais o período em que ficou no vermelho ampliado, fez com que diminuíssem os casos de Covid-19, as internações, a fila de espera e as ocupações em UTI. “Realmente desacelerou a pandemia. Nós descobrimos que medidas restritivas funcionam, mas o que obtivemos até agora ainda é muito pouco”, afirma.
No outro extremo, capitais como Campo Grande e Rio Branco não têm leito disponível para pacientes críticos.
Em Rio Branco, os leitos de terapia intensiva lotaram na segunda-feira. A ocupação passou para 100% nas duas unidades de referência da cidade, e a fila para transferência, que estava zerada, agora tem 14 pessoas.
Na capital de Mato Grosso do Sul, a ocupação das UTIs atingiu taxa de 106%, com 37 pessoas aguardando por leitos.
O cenário também é crítico nos demais estados do Centro-Oeste. Em Mato Grosso, a ocupação segue próxima do limite, com 96% das 608 vagas de UTI ocupadas, ante 98% de sete dias antes. A fila também foi reduzida, de 85 pacientes para 33.
No Distrito Federal, havia 231 pessoas à espera de leito de UTI na terça. A taxa de ocupação de leitos Covid era de 97%. Para ajudar a suprir esse problema, estão sendo construídos três hospitais de campanha. Cada um vai dispor de cem leitos de UTI. “
Em Goiás, a pressão em leitos de UTI teve ligeira redução na última semana, mas, ainda assim, 90% dos leitos estão ocupados e há fila. Na última semana, havia 74 pessoas à espera de uma vaga. Agora, há 37.
Em outros estados, o cenário é de estabilidade com altas taxas de ocupação. É o caso de Pernambuco. Mesmo diante da abertura contínua de novos leitos, a taxa de ocupação permanece em 97%.
No estado, há 1.562 pessoas internadas recebendo cuidados intensivos. É o maior número desde o início da pandemia. Nesta terça, havia 75 pacientes graves esperando para acessar um leito.
Há duas semanas, médicos denunciam desabastecimento de medicamentos como sedativos e bloqueadores neuromusculares em unidades de saúde pública no Recife. O governo estadual nega.
No estado do Rio de Janeiro, a fila por UTIs públicas despencou de 419 para 196 na última semana, mas a ocupação de leitos continua alta, em 86%. Na capital fluminense a situação é estável, com 93% das vagas de terapia intensiva ocupadas e 43 pessoas na espera nesta terça-feira (20).
O prefeito Eduardo Paes (DEM) flexibilizou as restrições na última quinta (15), permitindo que restaurantes e bares funcionem presencialmente até as 21h e que esportes coletivos sejam praticados em praias e parques. Permanecer ou vender produtos na areia, porém, continua proibido.
O Paraná também segue com o quadro de estabilidade, com o índice de ocupação de UTIs girando em torno de 94% e 148 pessoas aguardando por leitos nesta terça-feira.
O quadro é melhor no Rio Grande do Sul, onde a ocupação de UTIs caiu de 87% para 83% em uma semana. Porém, no mesmo período, foram criadas 24 novas vagas, e a fila de espera não diminuiu, permanecendo com 40 pessoas.
Na capital Porto Alegre, a queda na lotação de hospitais foi ainda maior: de 96% para 87% a partir da abertura de 12 novas UTIs. A espera por leitos, no entanto, cresceu de três para seis pacientes.
Em Santa Catarina, o cenário está estável, com 96% das UTIs ocupadas mesmo com a criação de 18 leitos. Mais de cem pacientes ainda aguardavam vagas no sistema público nesta segunda-feira (19).
Em Minas Gerais, a ocupação de leitos de UTIs públicas reservadas para Covid-19 registrou um recuo pequeno, passando de 91% para 89%.
Na quinta-feira (15), o governo do estado anunciou que metade das macrorregiões de saúde passariam à onda vermelha do plano de flexibilização de atividades, uma fase menos restritiva que a onda roxa e onde a adesão fica a critério dos municípios.
“Estamos longe de ter conforto. Ainda temos um sistema hospitalar sobrecarregado, os profissionais de saúde estão cansados e as vagas são poucas”, afirmou o governador Romeu Zema (Novo).
A tendência de queda nos indicadores em Belo Horizonte –até ocupação de UTI– levou o prefeito Alexandre Kalil (PSD) a anunciar a abertura gradual do comércio a partir desta quinta (22), após um mês e meio de fechamento, e a retomada de aulas presenciais.

Acidente mata motociclista na SP-310 entre Santa e Cordeirópolis

Um acidente envolvendo três carros e uma motocicleta, no km 163 da Rodovia Washington Luiz, entre Santa Gertrudes e Cordeirópolis, provocou a morte de uma pessoa na noite desta quarta-feira (21).

De acordo com a Polícia Rodoviária de Rio Claro, o trânsito está parcialmente interditado neste momento para o trabalho da perícia. Informações preliminares dão conta de que o motociclista morreu no local e as outras vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro de Santa Gertrudes. 

Até a publicação desta reportagem, às 21h50 de hoje, a vítima não havia sido identificada.

Submarino da Indonésia desaparece com 53 a bordo perto de Bali

IGOR GIELOW
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um submarino da Marinha da Indonésia despareceu nesta quarta (21) no estreito entre as ilhas de Java e de Bali com 53 militares a bordo.


O KRI Nanggala-402, construído na Alemanha e em operação desde 1981, perdeu contato com as autoridades após pedir permissão para mergulhar, à 3h no horário local (16h de terça em Brasília).


Aviões foram enviados para a região e identificaram manchas de óleo na água, indicativo de um naufrágio. Os governos de Singapura e da Austrália, vizinhos do arquipélago indonésio, ofereceram ajuda para as buscas.
Acidentes com submarinos, um dos mais complexos tipo de embarcação à disposição das Marinhas, não são raros. Em 2017, a Argentina perdeu o ARA San Juan, afundado após uma explosão interna não explicada até hoje.


Caso mais clássico ainda é o do Kursk, submarino nuclear russo que afundou após uma explosão no seu compartimento de torpedos em 2000, no alvorecer da era Vladimir Putin no poder.


O Nanggala é um submarino da classe Cakra, encomendado junto à Alemanha em 1977. É uma das inúmeras variantes da bem-sucedida linha de embarcações para exportação IKL-209.

Há outro desses em operação na Marinha indonésia e mais dois de um modelo mais moderno do 209 feito sob licença na Coreia do Sul, a classe Jang Bogo -chamada de Nagapasa por Jacarta.


O Brasil opera 5 embarcações da linha 209, 4 da classe Tupi e 1, da Tikuna. Desde 2009, trocou de parceiro e está construindo 4 submarinos franceses Scorpène. Sua versão brasileira, maior e modificada, é a classe Riachuelo, e há dois deles no mar hoje -um em fase avançada de testes, outro recém-lançado.

O Nanggala havia sido modernizado na Coreia do Sul, parceira militar da Indonésia, em 2012. Mas sua provável perda é mais um sinal das dificuldades pela quais passam as Forças Armadas do país.


Situado no centro das rotas marítimas contestadas por China e pelos EUA e seus aliados, a Indonésia é estrategicamente vital em qualquer configuração política no Indo-Pacífico.


Em 2019, o presidente Joko Widodo buscou avançar o programa de modernização bélica colocando um ex-adversário, o general Prawobo Subianto, como ministro da Defesa.


Na avaliação do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, entidade britânica que é referência na área, até aqui o esforço tem sido lento.

Morrissey acusa ‘Os Simpsons’ de racismo por personagem inspirado nele

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Conhecida por satirizar pessoas e situações, a animação “Os Simpsons” foi alvo de críticas do cantor Morrissey, 61, ex-vocalista da banda The Smiths. Ele afirmou ter se sentido ofendido com o episódio “Panic On The Streets of Springfield”, exibido no último domingo (18).


Na trama, o personagem Quilloughby é o vocalista da banda The Snuffs, que se torna a favorita de Lisa Simpson. Ela rouba o cartão de crédito dos pais para vê-lo em um festival, mas ao conhecê-lo se decepciona ao descobrir que ele atualmente é cínico e abandonou o veganismo.


Segundo os roteiristas da animação, o personagem não foi baseado apenas em Morrissey, mas também em outros vocalistas, como Robert Smith da banda The Cure, e Ian Curtis, do Joy Division. Na animação, ele foi dublado pelo ator britânico Benedict Cumberbatch.


Contudo, Morrissey criticou nas redes sociais, em mensagem assinada por seu empresário, Peter Katsis, a forma como foi retratado e disse que a animação exibiu “contornos racistas”. Vale lembrar que o próprio cantor esteve mais em evidência nos últimos tempos por declarações no mínimo polêmicas, muitas das quais consideradas racistas, algo que foi lembrado no episódio.


“Zombar dos assuntos é uma coisa”, afirmou. “Mas quando um show se rebaixa tanto para usar táticas odiosas, como mostrar o personagem Morrissey com a barriga para fora da camisa (quando ele nunca teve essa aparência em qualquer momento de sua carreira) faz você se perguntar quem é o verdadeiro grupo racista e nocivo aqui.”
“Pior ainda: chamar o personagem de Morrissey de racista, sem apontar nenhum caso específico, não oferece nada”, prosseguiu. “Isso só serve para insultar o artista.”


O texto diz ainda que a animação teve uma “virada para pior” nos últimos anos e acusou os escritores de “tentar capitalizar em controvérsias baratas e expor rumores cruéis”. “Eles deveriam pegar aquele espelho e segurá-lo diante de si”, afirmou, lembrando que o personagem indiano Apu foi criticado por ajudar a manter o “racismo estrutural”.


Ele ainda enumera diferenças entre Morrissey e o personagem. Diz que ele “não processou ninguém por seus ataques, nunca parou de fazer grandes shows e ainda é um vegano sério e um forte defensor dos direitos dos animais”.

Bruno Covas continuará internado sem previsão de alta, mas segue despachando

ISABELA PALHARES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), prosseguirá internado sem previsão de alta para o tratamento de um câncer que se expandiu para o fígado e para os ossos, informou nesta quarta (21) sua equipe médica em entrevista coletiva no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A situação clínica é considerada estável.


O prefeito iniciou uma nova fase com tratamento quimioterápico na semana passada que necessitou também de complementação nutricional, feita por sonda no período de sono. Com o procedimento passou a acumular líquido no pulmão, o que necessitará ser drenado.


Segundo David Uip, que integra a equipe, Covas pretende manter a atividade profissional e continuar despachando do hospital.


Na sexta-feira (16), a equipe médica de Covas, 41, já havia comunicado que exames mostraram o surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos. Ele foi internado para tratamento com quimioterapia e imunoterapia.


O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento ainda em 2019 e evita, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas. No ano passado, ele foi reeleito para mais quatro anos de mandato.


Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.

Em fevereiro, um novo nódulo no fígado foi descoberto. Na ocasião, a equipe médica disse que o câncer no sistema digestivo que ele trata desde 2019 conseguiu “ganhar terreno”, mas que ainda era menor do que o primeiro encontrado há dois anos atrás.

Rio Claro não registra óbitos nas últimas 24h; índice de ocupação de leitos é de 66%

Rio Claro não registrou óbitos pela Covid-19 nas últimas 24h. Isso foi o que apontou boletim da Vigilância Epidemiológica desta quarta-feira (21). O índice de ocupação de leitos está em 66% depois de muito tempo.

O município tem um total de 12.231 casos positivos da doença com os 14 casos registrados nas últimas 24 horas. 103 pessoas estão hospitalizadas, sendo 52 em UTI (Unidade de Terapia Intensiva).  A cidade tem 360 mortes em decorrência da Covid.

Veja a tabela

Jornal Cidade RC
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