‘Sugestão de nomes?’, Júnior Lima e Monica Benini revelam gênero do 2º filho

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor Júnior Lima, 37, e sua esposa, a designer Monica Benini, 35, anunciaram nesta terça-feira (27) o sexo do segundo filho do casal. Os dois já são pais de Otto, de 3 anos, e agora estão esperando por uma menina.


“Passando aqui para atualizar vocês da nossa novidade! Descobrimos que estamos esperando uma menina! Ai meu coração! Sugestão de nomes?”, escreveu o artista em uma publicação que mostra a esposa, em seu Instagram.
A foto pode ser vista no Instagram pelo seguinte link: https://www.instagram.com/p/COK9wDKj4Tn/?utm_source=ig_web_copy_link


“17 semanas da mais pura potência feminina pulsando em mim… Vem, minha filha, que a nossa família está de coração aberto para te receber”, disse Benini em seu perfil. O casal anunciou a gravidez no início de abril, também em uma publicação na rede social.


“Em meio a essa loucura toda que estamos vivendo, mais uma bolinha de luz está chegando pra iluminar nossa família! Uma alegria gigantesca, misturada com as preocupações de se ter um filho nos dias de hoje”, começou Júnior.
“Mas com a certeza de que vamos fazer de tudo para que ele (ou ela – ainda não sabemos, mas o Otto afirma com toda segurança que é um menino de novo!) tenha uma vida iluminada e cheia de amor e saúde! Precisava dividir essa notícia maravilhosa com vocês”, concluiu.


Júnior e Benini são casados desde 2014. Os dois tinham amigos em comum e a história começou em 2012, com uma curtida inocente nas redes sociais em uma foto dela. Na época, Monica morava na Alemanha, mas a iniciativa rendeu um papo que durou meses.

Rio Claro tem mais de 35 mil pessoas vacinadas contra a Covid

O número de pessoas vacinadas contra a Covid em Rio Claro superou nesta terça-feira (27) 35 mil. Levantamento da Secretaria Municipal de Saúde aponta que, desde que a campanha teve início, 35.693 pessoas receberam ao menos uma dose da vacina, o que representa 17,15% da população do município. Deste total, 22.215 pessoas receberam também a segunda dose, ou seja, 10,67% da população rio-clarense.

Quem se encaixa na faixa etária atendida deve procurar um posto de vacinação, já que a vacina é fundamental no enfrentamento à doença. Na quarta-feira (28), o município dá continuidade à vacinação das pessoas com 63 anos ou mais. Também devem procurar um dos cinco pontos de vacinação quem recebeu a primeira dose da Coronavac/Butantan até dia 7 de abril e as pessoas que foram vacinadas com a Oxford/Astrazeneca até dia 12 de fevereiro.

A vacinação será realizada no Centro Cultural e na Faculdade Anhanguera, das 8 às 15 horas, e também, no período da manhã, em três locais por sistema de drive-thru. Das 8 horas ao meio dia, a equipe do Santa Filomena atende em drive-thru na entrada principal do Shopping Rio Claro, na Avenida Conde Francisco Matarazzo Junior. No mesmo horário, a equipe da Unimed atende na Rua 12 entre as avenidas 14 e 12 (prédio da antiga empresa Alexandre Junior).

O atendimento no São Rafael vai das 8h30 até o meio-dia e é pela entrada do pronto atendimento na Rua 1 entre as avenidas 15 e 19. As senhas para a vacinação são entregues até que seja atingida a quantidade de doses disponível. E o atendimento é realizado a pessoas conveniadas ou não. Para dar mais agilidade ao atendimento, a Vigilância Epidemiológica orienta as pessoas que serão vacinadas para que façam o pré-cadastro no site www.vacinaja.sp.gov.br.

Governo ainda avalia inclusão de remédios contra Covid aprovados pela Anvisa em rol do SUS

RAQUEL LOPES
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ministério da Saúde ainda avalia a inclusão do remdesivir e do regn-cov2 no rol de medicamentos disponibilizados pelo SUS. Eles foram aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para o tratamento da Covid-19.


Segundo a pasta, os remédios serão avaliados pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS). O colegiado é responsável por análises técnicas e financeiras.


Os laboratórios fabricantes afirmam que estão em negociação com o Ministério da Saúde. Especialistas apontam que os medicamentos são considerados de alto custo, o que pode dificultar sua inclusão no SUS.
A farmacêutica Gilead Sciences, que produz o remdesivir, disse que um dossiê foi encaminhado pelo laboratório à Conitec.


O remédio é indicado para pessoas hospitalizadas com quadro de pneumonia e que precisam de suporte de oxigênio, desde que não estejam em ventilação mecânica. Seu uso é restrito a hospitais.
O remdesivir apresentou benefícios na redução da mortalidade e diminuição da necessidade de ventilação mecânica, além de redução do tempo de internação.


A Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) já estabeleceu o preço máximo a ser praticado pelo fabricante.


O remédio é vendido na quantidade de 100 mg e poderá custar no máximo entre R$ 2.130,91 e R$ 3.077,29. O valor final vai depender do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de cada estado.
O medicamento foi aprovado pela Anvisa com a duração de tratamento de pelo menos cinco dias. No primeiro dia, a dose é de 200 mg e, no restante, de 100 mg.


Já o regn-cov2, uma combinação dos remédios biológicos casirivimabe e imdevimabe produzida pelas farmacêuticas Roche e Regeneron, ainda não é precificado no país.


Em um contrato do governo americano com o laboratório Regeneron 1,25 milhão de doses foram adquiridas no valor de US$ 2,63 bilhões. Lá, a dose sairá a US$ 2.100, cerca R$ 11.500.


A dose autorizada nos EUA é de 2.400 mg, mas está em estudo a redução da aplicação pela metade. Pelo acordo, o governo vai adquirir a dosagem menor. No Brasil, já foi aprovada a dosagem única de 1.200 mg.


O tratamento é recomendado para casos leves e moderados da Covid-19 em pessoas que apresentem alto risco de progressão da doença. A terapia com anticorpos monoclonais pode ajudar a evitar a hospitalização e mortes.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na semana passada que a Conitec avalia a qualidade científica e a disponibilidade econômica de novos medicamentos para saber se há sustentabilidade no SUS. O prazo máximo para o parecer é de 180 dias.


“Esse medicamento pode ser só uma novidade, o que a Conitec irá fazer é separar o que é novidade e o que é inovação. Inovação é o que pode mudar a história natural das doenças, é um medicamento novo e precisamos saber mais.”


O ministério afirmou em nota que trabalha na criação de um protocolo para reunir as evidências científicas dos medicamentos usados no tratamento contra a Covid-19. Essas tecnologias serão submetidas à Conitec para avaliação.
Mario Borges Rosa, presidente do ISMP-Brasil (Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos), avalia que a implementação é difícil no SUS devido ao alto custo e ao tempo que leva para que um remédio possa ser incorporado.
“O medicamento é caro, podendo chegar a US$ 3.000. Ele vai chegar ao país com um preço elevadíssimo por causa da situação fiscal que temos hoje.”


Jan Carlo Delorenzi, professor de saúde pública e imunologia e diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Universidade Presbiteriana Mackenzie, concorda com Rosa em relação ao preço.


Para ele, uma possibilidade é que os medicamentos sejam implementados de forma emergencial enquanto ainda não houver outras opções no mercado. No entanto, quando alternativas mais baratas surgirem, deverão ser substituídos.
“Acho difícil [a incorporação] por causa da crise que estamos vivendo. Mas eu acredito que deveriam ser incorporados para serem usados em casos mais excepcionais.”


Dayani Galato, professora do curso de farmácia da Universidade de Brasília, explica que há chance de incorporação dos medicamentos, já que outros de alto custo são usados na rede pública. A Conitec irá avaliar o custo-benefício.
“Os medicamentos aprovados pela Anvisa podem melhorar, mas acredito que não vão mudar de forma sistemática a conduta com os pacientes em hospitais. A gente ainda precisa é prevenir a doença [com medidas sanitárias] e aumentar o ritmo de vacinação.”


Apesar de os dois medicamentos ainda não estarem disponíveis na rede pública, a farmacêutica Gilead Sciences disse que o remdesivir já é usado na rede privada.


A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) afirmou que o remdesivir é de cobertura obrigatória pelas operadoras de planos de saúde quando indicado pelo médico para o tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19 durante a internação hospitalar.


“Em relação aos medicamentos casirivimabe e imdevimabe [regn-cov2], a ANS informa que a cobertura pelos planos de saúde não é automática, tendo em vista as especificações de uso, mas sua incorporação em ambiente ambulatorial poderá ser avaliada”, disse em nota.


Para Antônio Britto, diretor-executivo da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), é importante que os hospitais particulares tenham medicamentos mais modernos.
“Nos hospitais privados a inclusão do medicamento é feita via plano de saúde. Quando estiver incluído, [o uso] vai depender da prescrição do médico.”

Prefeitura altera mão de direção em trechos de três bairros de Rio Claro

A partir de quinta-feira, 29, trechos de vias públicas em três bairros de Rio Claro terão nova mão de direção. A prefeitura orienta os motoristas para que redobrem a atenção ao trafegarem por esses locais, que estarão com nova sinalização.

No bairro BNH, a Rua 11 entre a Rua Aldo Calligaris e a Avenida 52, passará a ter sentido em direção à Avenida 52. Já o trecho da Rua 11-BNH entre a Avenida 52 e a Rua Aldo Calligaris terá sentido para a Rua Aldo Calligaris.

Ainda no BNH, na Rua 12 entre a Rua Aldo Calligaris e a Rua E (também conhecida como Avenida BNH), o sentido será em direção à Rua E. A Rua 13, da Rua E até a Rua Aldo Calligaris, terá sentido para a Rua Aldo Calligaris. A Rua 13-BNH terá sentido em direção à Rua E no trecho entre a Rua Aldo Calligaris e a Rua E. A Rua E, por sua vez, terá mão dupla de direção entre a Rua 13-BNH e Rua 13.

No bairro Cidade Nova a Rua 5-B, entre a Avenida 2-A e a Avenida 5-A, terá mão única de direção no sentido para a Avenida 5-A. Mudança também no bairro Cidade Jardim: a Rua 7 passará a ter mão dupla de direção entre a Avenida 43 e a Avenida 1-JRC, enquanto a 45 também terá mão dupla no trecho entre a Rua 7 e Rua 6.

Projeto para tornar pública lista de vacinados em Rio Claro avança na Câmara

A Câmara Municipal aprovou na noite de ontem (26) o projeto de lei de autoria do vereador Irander Augusto (Republicanos) para tornar pública a lista das pessoas que receberam vacina contra a Covid-19 em Rio Claro. A proposta foi aprovada em primeira discussão e precisa, ainda, de uma segunda votação em plenário para posteriormente seguir para sanção do prefeito Gustavo Perissinotto (PSD).

Conforme o projeto, se de fato colocado em prática enquanto lei, a Prefeitura – através da Fundação Municipal de Saúde – deverá atualizar semanalmente em sua página oficial a lista dos vacinados contra o coronavírus. Os dados a serem publicados serão: nome completo, data de nascimento, CPF ocultando os seis primeiros dígitos com asterisco, data da vacinação e quantidade de vacinas e em estoque.

Durante a votação na sessão dessa segunda-feira, o vereador Irander recebeu apoio dos demais colegas pela iniciativa. Outras cidades, como na vizinha Santa Gertrudes, já há leis semelhantes aprovadas e em vigor. Os parlamentares de Rio Claro destacaram a necessidade de se dar transparência à vacinação. O fato também reverbera na própria Câmara Municipal, em que, conforme noticiado pelo JC, é investigado se algum dos vereadores ‘furou’ a fila do plano de imunização e recebeu ou não a vacina ilegalmente.

Anvisa aponta pontos críticos e rejeita pedidos de aval à importação da vacina Sputnik V

NATÁLIA CANCIAN
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Em meio à pressão de governadores para liberação e discussão sobre prazos que chegou à Justiça, a diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) negou nesta segunda-feira (26) pedidos de aval à importação excepcional da vacina Sputnik V. O imunizante é desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.


A decisão se refere a pedidos feitos por dez estados (Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe, Pernambuco, Rondônia). O total de doses não foi divulgado.


Além deles, outros quatro estados também pleiteam aval semelhante na agência, mas entraram com pedidos mais tarde. A decisão atual, porém, indica que eles também devem ter entraves.


Segundo diretores e equipe técnica, a falta de dados mínimos e a identificação de pontos críticos entre aqueles apresentados –como falhas no desenvolvimento que trazem incertezas sobre a segurança da vacina– levaram à não aprovação.


Os pedidos dos estados à agência foram feitos no fim de março com base na lei 14.124, que abre espaço para pedidos de autorização excepcional e temporária para importação e distribuição de remédios e vacinas contra a Covid sem registro ou aval no Brasil.


A legislação condiciona o pedido a requisitos, como o fato do produto ter sido aprovado por órgãos regulatórios de outros países, incluindo a Rússia.


A mesma lei prevê prazo de análise que varia de até sete dias úteis a 30 dias –daí o pedido ser analisado nesta segunda (26). Esse último prazo vale para os casos em que o relatório que baseou a aprovação da vacina pela autoridade estrangeira não for apresentado.


Antes da reunião, a Anvisa chegou a solicitar, por meio de recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal), a possibilidade de suspender o prazo de análise. O pedido foi negado pelo ministro Ricardo Lewandowski, que analisava ação do governo do Maranhão pela liberação da vacina.

Segundo o diretor Alex Machado Campos, relator da proposta, a falta de apresentação do relatório da agência russa foi um dos fatores que dificultou a aprovação. “A Anvisa notificou todos os estados e abriu caminho para que outros documentos pudessem ser apresentados”, disse ele, frisando que não houve resposta.


A análise nos dados obtidos pela agência sobre a vacina, no entanto, também mostrou problemas.
“Foram observadas falhas de desenvolvimento do produto, que resultam em incertezas quanto à qualidade, segurança e eficácia da vacina, assim como foi verificado que os controles de qualidade são insuficientes”, disse Campos.
A posição foi seguida pelos outros diretores, em reunião que durou mais de cinco horas. O presidente da agência, Antonio Barra Torres, disse que há riscos inaceitáveis e graves à segurança a partir da análise.


Antes da votação, três áreas técnicas da agência já haviam recomendado a não aprovação da importação da vacina, alegando pontos críticos para a liberação.

“Um dos pontos críticos foi a presença de adenovírus replicante na vacina [que é feita com adenovírus que, por meio de modificação, não deveria se replicar]. É uma não-conformidade grave”, disse o gerente-geral de medicamentos da agência, Gustavo Mendes, segundo quem isso pode ter impactos na segurança da vacina.


“O que esperamos de uma vacina de adenovírus vetor é que não tenha vírus replicante [ou seja, capaz de se reproduzir e migrar para órgãos específicos do corpo]. E essa especificação [da empresa produtora] de permitir essa presença não foi justificada”, explica.


Segundo ele, o problema foi encontrado em todos os lotes apresentados da vacina para uma das análises. Ao mesmo tempo, não foram apresentados estudos que garantissem a segurança nesse cenário.


É o caso de estudos clínicos de biodistribuição da vacina, os quais avaliam como a vacina e seus componentes se comportam no organismo humano e em animais.


Também não foram apresentados estudos de toxicidade reprodutiva, que avaliam a possibilidade de os componentes da vacina provocarem reações sobre a fertilidade. Esse tipo de estudo é feito em animais.
Recentemente, esses mesmos impasses já haviam sido apontados em documentos internos da agência elaborados pela equipe técnica e enviados ao STF.


Nos laudos, a agência dizia que não conseguia fazer uma análise de benefício-risco positiva sobre a Sputnik V com base nas informações apresentadas até aquele momento pelos estados e pela empresa União Química, que tem uma parceria com a Rússia e entrou com pedido de uso emergencial da vacina no Brasil, hoje com prazo suspenso.
A posição foi reforçada nesta segunda pela equipe técnica da Anvisa. Mendes disse que a agência detectou falhas e dados faltantes nos estudos de segurança, imunogenicidade e eficácia da vacina.


Ele frisa que a avaliação sanitária pela agência é diferente da avaliação feita por revistas científicas –em referência a dados publicados na revista Lancet, que apontaram eficácia de 91,6% para a vacina a partir de dados preliminares de estudo com 20 mil voluntários.


Segundo o gerente, a análise dos estudos de avaliação de segurança, por exemplo, apontou sérias limitações, em especial no modelo de registro e monitoramento de eventos adversos. “A falta dessas informações impede que sejam identificadas possíveis reações adversas importantes que precisam constar em bula”, afirma.
A verificação do estudo de fase 3 –momento em que foi verificada a eficácia da vacina– também apontou “conclusões limitadas devido a falhas no desenho do estudo”, aponta.


Mendes diz que foram observadas ainda incertezas sobre a qualidade da vacina e o desenvolvimento das doses. Ficaram dúvidas, por exemplo, sobre se o produto feito em escala comercial é comparável ao usado em estudos clínicos e quais os impactos de mudanças no locais de fabricação.


“Percebemos também uma falha no controle de qualidade”, diz. Um exemplo é a falta de informações sobre o controle de possíveis impurezas na vacina.


“A empresa não demonstrou que controla de forma eficiente o processo para evitar outros vírus contaminantes”, diz. “Tudo isso tem um potencial impacto na segurança das pessoas que forem vacinadas.”


Diante da dificuldade de obter dados, a agência fez recentemente uma visita de inspeção à fábricas da vacina na Rússia. A equipe da gerência de fiscalização que foi ao país, porém, não teve a entrada autorizada em todas as plantas de produção, como o Instituto Gamaleya, nem teve acesso a dados suficientes para recomendar a aprovação.
A gerência de monitoramento de produtos sujeitos à vigilância também não recomendou o aval. Segundo a responsável pela área, Suzie Gomes, a ausência de controle de impurezas e a presença de vetor viral replicante traz risco de aumento de eventos adversos.


“O próprio desenvolvedor apresentou informações que não asseguram o controle da replicação do vírus ou comprovam o controle de contaminantes no produto acabado”, diz.


Ao votar sobre o pedido, diretores frisaram ainda que a maioria dos países que já aprovaram o imunizante não tem tradição regulatória e não deram dados sobre a vacina (com exceção da Argentina). Parte também disse que a vacina ainda não estava em uso.


A diretora Meiruze Freitas disse reconhecer a pressa dos estados em obter vacinas, mas frisou a falta de informações, o “cenário de pouca transparência” e notícias internacionais que apontam preocupação de outros países sobre a segurança como justificativas para a negativa.


“Questiono se a Anvisa pode se omitir frente às incertezas de segurança e eficácia. Devemos agir só como despachante aduaneiro?”, questionou. “O que a agência vem exigindo é o mínimo para garantir a segurança. Não são informações burocráticas.”


Esse é segundo pedido excepcional de importação de vacinas contra a Covid negado pela agência. Antes da Sputnik, a agência negou pedido do Ministério da Saúde para a vacina Covaxin, da Índia, também alegando falta de dados mínimos.


Por outro lado, a agência já aprovou cinco pedidos de uso emergencial ou registro de imunizantes contra a Covid. Estão na lista a Coronavac (Butantan e Sinovac), Covishield (produzida pela AstraZeneca por meio do Serum Institute, da Índia), Covishield (pela Fiocruz) e vacinas da Pfizer e Janssen.

Aos 63 anos, ex-prefeito Du Altimari é vacinado contra a Covid-19

O ex-prefeito de Rio Claro, Du Altimari (MDB), recebeu nessa terça-feira (27) a primeira dose da vacina contra a Covid-19. O político utilizou o drive-thru da vacinação. O ex-chefe do Poder Executivo rio-clarense, já com 63 anos de idade, recebeu o imunizante desenvolvido pela Oxford/Astrazeneca. Ao Jornal Cidade, Du celebrou a oportunidade de ser vacinado neste momento da pandemia. “É muito importante. Acredito que neste momento temos apenas três caminhos: a vacinação, o uso de máscaras e o distanciamento social. Só a ciência vai resolver esse problema”, declarou.

Conforme noticiado pelo JC, esta terça-feira a Fundação Municipal de Saúde começou a aplicar o imunizante para os munícipes da faixa etária acima dos 63 anos. Até a segunda-feira (26), de acordo com levantamento do setor de Vigilância Epidemiológica do município, em Rio Claro 34.483 pessoas tomaram a primeira dose de vacina contra a Covid, sendo que 21.654 receberam também a segunda dose, correspondendo a 16,57% da população com primeira dose e 10,41% com segunda dose.

Mulher morre após ser agredida a marretadas por passageiro no Metrô de SP

Folhapress/ Thiago Amâncio

Uma mulher morreu após ser atingida a marretadas dentro de um vagão do Metrô de São Paulo na madrugada de segunda-feira (26). O agressor foi contido e também agredido por outros passageiros que estavam no vagão, e está internado.

O caso aconteceu na linha 1-azul do Metrô, próximo à estação da Sé, às 5h10. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, os seguranças da estação contaram que estavam na plataforma superior quando ouviram a gritaria vindo da plataforma inferior, no sentido Jabaquara (zona sul).

Os seguranças foram ao local e encontraram um homem sendo agredido por outros passageiros, que informaram que o aposentado havia agredido a mulher, de 46 anos, que estava desacordada no chão.

O agressor, um aposentado de 55 anos, foi preso em flagrante por tentativa de homicídio contra a mulher. A marreta e uma faca de cozinha foram apreendidos. O agressor disse aos agentes do Metrô que “ouviu vozes” dizendo-lhe para cometer o crime.

O caso foi registrado no Delpom (Delegacia de Polícia do Metropolitano) como homicídio qualificado.
Tanto a mulher quanto o agressor foram levados à Santa Casa, onde a vítima morreu. O aposentado continua internado, sob escolta policial, e deve ser preso após receber alta, segundo a Polícia Civil.

Vendas no varejo em lojas físicas caem 4,4% no primeiro trimestre, diz Mastercard

ISABELA BOLZANI
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As vendas no varejo em lojas físicas caíram 4,4% no primeiro trimestre deste ano contra igual período do ano passado, apontou um novo levantamento feito pelo SpendingPulse, da Mastercard.
Em março, a queda foi de 7% em relação a igual mês de 2020. O Mastercard SpendingPulse é um indicador macroeconômico de vendas no varejo em todos os tipos de pagamento em certos mercados globais.


Os relatórios baseiam-se na atividade agregada de vendas na rede de pagamentos da Mastercard, combinada com estimativas baseadas em pesquisas para determinadas outras formas de pagamento, como dinheiro e cheque.
Segundo o gerente geral da Mastercard Brasil, Estanislau Bassols, o movimento foi impulsionado pela mudança de hábitos do consumidor diante da pandemia do coronavírus.


“Uma série de estabelecimentos já está nascendo online porque o hábito de compras mais voltadas para o ecommerce é permanente. E isso se torna ainda mais evidente quando olhamos a queda no varejo físico”, afirmou Bassols à Folha.
A tendência, segundo o executivo, é que cada vez mais negócios nasçam ou migrem completamente para o online ao longo dos próximos meses.


Ainda segundo o SpendingPulse, em termos de vendas totais do varejo no primeiro trimestre, todas as regiões apresentaram desempenho inferior às vendas observadas em igual período de 2020.


O Centro-Oeste caiu 7,1% na comparação, seguido por Sul (5,6%), Sudeste (4,1%), Nordeste (3,9%) e Norte (0,3%).
“O comércio online conquistou espaços tanto em relação às pequenas quanto às grandes empresas. Uma coisa que já conseguimos prever sobre esse movimento é que pelo menos 20% das migrações que vimos para o ecommerce é permanente”, disse Bassols.


Em relação às vendas no ecommerce, o levantamento da Mastercard registrou um avanço de 91,6% no primeiro trimestre deste ano contra iguais três meses de 2020. Em março, na mesma base de comparação, o avanço foi de 84,7%.


Em comparação com o mesmo período do ano passado, os setores de eletrônicos e de farmácia foram destaque, com aumento de 134,1% e 102,4%, respectivamente.

Morre em Araras o historiador Alcyr Matthiesen

O professor e historiador ararense, Alcyr Matthiesen, morreu nesta terça-feira (27), aos 83 anos. Ele era considerado referência na história de Araras. A causa da morte não foi divulgada.

Matthiesen começou a se dedicar a assuntos relacionados à cidade ainda adolescente, quando foi convidado, aos 15 anos, para ilustrar uma história em quadrinhos sobre a vida do Dr. Oscar Ulson para um  antigo Jornal do município. Desde então, foi se firmando como um dos principais pesquisadores sobre a cidade e suas particularidades, além de ter sido fonte de consulta para estudantes e interessados em conhecer mais sobre Araras.

Biólogo por formação, com mestrado em farmacologia, e apaixonado por cinema, ele também era desenhista e pintor, foi ator em grupos de teatro amador da cidade e dirigiu um filme que nunca chegou a ser exibido ao público por causa da censura da época.

Professor de ciências, Mathiesen lecionou na EE Dr. Cesário Coimbra e tem mais de 200 artigos publicados na imprensa ararense. Além de 10 livros escritos, ele também foi autor de álbuns, cartilhas, entre outros documentos sobre o desenvolvimento ararense ao longo dos anos. 

Nas redes sociais, o jornalista Rafael Faria lamentou a morte do historiador e disse que “hoje um livro ganha seu ponto final”. “Um homem cuja história foi dedicada a transcrever histórias e a eternizá-las em páginas. Era rico de prosa, embora seleto no seu círculo de amigos. Mas sempre preciso quando questionado sobre algum fato. Foi amante de Araras que, talvez, não o amou com tanta reciprocidade. Mas, pra ele, o importante foi amar, e amava a seu modo, empunhando sua caneta ou apresentando suas mãos na boa e velha máquina de datilografar que muito lhe acompanhou ao longo dos anos. Alcyr se vai, mas fica seu legado. Ficam livros, palavras e lições. A mais importante delas? O passado é rico e muito tem a nos ensinar. Um povo sem história é um povo sem fatos, lutas e conquistas. E, por ele, nosso eterno professor Alcyr, temos muito a ler e a nos orgulhar de nossas conquistas”, escreveu Faria.

Cervezão utiliza a técnica da “mãozinha do amor”

Duas luvas, um pouco de água e muito amor. Com esta receita simples, equipes de saúde proporcionam aos pacientes internados por Covid mais conforto e acolhimento para superar o momento difícil. Em Rio Claro, a técnica conhecida como “mãozinhas do amor” passou a ser utilizada no hospital de campanha do Cervezão com pacientes intubados.

Para imitar o toque humano, a mão do paciente é envolvida com duas luvas cirúrgicas, amarradas uma à outra e preenchidas com água morna. “Assim, o paciente que está isolado, sem contato com familiares e amigos, recebe a demonstração de que não está sozinho”, observa Daiane Campanela, chefe de enfermagem da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro. O objetivo é aquecer as mãos do paciente e também levar carinho, para que ele se sinta amparado.

Essa técnica para aquecer as mãos foi criada no Rio de Janeiro pela enfermeira Lidiane Melo, diante da dificuldade para medir a saturação de paciente que estava com as mãos frias. Depois disso, as “mãozinhas do amor” ganharam ainda mais repercussão ao serem utilizadas em São Carlos, pela técnica de enfermagem Semei Araújo Cunha e pela enfermeira Vanessa Formenton.

“A utilização desta técnica tem mostrado resultados positivos na perfusão sanguínea do paciente”, pontua Daiane.

Jornal Cidade RC
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