Cão da GCM encontra drogas dentro de escola no Novo Wenzel

Em patrulhamento na tarde desta quarta-feira (29), pelo Jardim Novo Wenzel, uma equipe da Patrulha Ambiental flagrou dois homens que, ao avistarem a viatura, tentaram fugir.

Os rapazes pularam o muro da escola municipal Professor Luís Martins Rodrigues Filho. Os agentes solicitaram apoio da equipe do Canil para realizar uma varredura no interior da unidade com o cão de faro Argos.

Os homens não foram localizados. No entanto, enterrado junto ao muro, no lado de dentro da escola, foram localizadas 44 pedras de crack pesando um total de 12 gramas.

Diante dos fatos a equipe Canil deslocou-se ao plantão policial onde foi feita apreensão das drogas encontradas e confeccionado o Boletim de Ocorrência.

Governo de SP conclui estudo sobre variantes do novo coronavírus; RC tem cinco casos confirmados

O  Instituto Adolfo Lutz da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo concluiu na terça-feira (27) um estudo que identifica o panorama das variantes do novo coronavírus em todas as regiões do estado. Foram avaliadas 1.439 sequências genéticas realizadas pelo Lutz e por outras instituições de referência, que identificaram 21 linhagens diferentes em São Paulo com prevalência da P.1 de Manaus em 90% das amostras. O estudo também mostra uma evolução desta variante no decorrer dos três primeiros meses deste ano. Em janeiro ela representava 20% dos sequenciamentos, sendo que em fevereiro correspondia a 40% e em março 80%.

A P.1 está presente nos 17 Departamentos Regionais de Saúde (DRS), sendo predominante em 15 regiões, com exceção de São José do Rio Preto e de Presidente Prudente onde a P.2 é mais evidente. A P.1 é considerada pelas autoridades sanitárias uma “variante de atenção” devido à possibilidade de maior transmissibilidade ou gravidade da infecção.

“O aumento dos casos, internações e óbitos que identificamos especialmente no primeiro trimestre deste ano pode estar relacionado à maior circulação desta variante de atenção. Nossas equipes seguem analisando em múltiplas frentes este vírus, contribuindo com a Ciência e com as ações de combate à COVID-19”, explica a coordenadora de Controle de Doenças, Regiane de Paula.

Até outubro do ano passado, a variante B.1.1.28 predominava e chegou a ultrapassar 90% das sequências. Havia também a B.1.1.33 que chegou a alcançar 30% das amostras. Ambas sofreram mutações e deram origem a duas novas variantes, respectivamente: a P.2 e a N.9, que surgiram no último bimestre de 2020. Em novembro, a variante inglesa B.1.1.7 passou a circular no Estado e, a partir de dezembro, a P.1 (derivada da B.1.1.28).

A B.1.1.7 está em 12 regiões do estado, com maior predominância em Campinas e Taubaté – de 12,33% e 21,05%, respectivamente. Não há registros em São João da Boa Vista, Bauru, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Marília.

“O sequenciamento genético não deve ser confundido com diagnóstico de COVID-19, até porque não se trata de uma análise individualizada do paciente. Ele também não muda as orientações e hábitos de prevenção, nem mesmo a assistência médica, que considera sempre o quadro clínico do paciente. Identificar as novas linhagens de um vírus é um instrumento epidemiológico que contribui para ações de saúde pública ao permitir que identifiquemos como o vírus se comporta no espaço e tempo”, diz Adriano Abbud, diretor do Centro de Respostas Rápidas do Instituto Adolfo Lutz.

Sobre as variantes

Há centenas de variantes do novo coronavírus ao redor do mundo e, atualmente, somente três são consideradas variantes de atenção pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais: P.1, B.1.1.7 e B.1.351. O panorama do Lutz indica que as duas primeiras circulam mais efetivamente em SP.

Existem também as chamadas “variantes de interesse” que também são monitoradas, mas não sugerem alterações significativas no comportamento da pandemia. A saber: B.1.1.28, que sofreu mutação e deu origem à P.2; B.1.1.33 e sua “derivada” N.9. Elas representam menos de 10% dos sequenciamentos feitos no Estado.

Entenda como é identificada uma variante

A confirmação ocorre por meio do sequenciamento genético com alta qualidade, ou seja: o vírus é “decifrado” para que sejam identificadas eventuais mutações no código genético.

O material analisado é sempre uma amostra positiva para COVID-19 após indicação dos Grupos de Vigilância Epidemiológica (GVE) e Laboratórios Regionais do Lutz. A seleção leva em conta fatores como o perfil do paciente (por exemplo: pessoas que tinham idade inferior a 50 anos e nenhuma comorbidade), bem como o local de origem dessa amostra (como uma cidade onde se constatou aceleração de transmissão ou da mortalidade, após varredura no território e municípios vizinhos).

O banco de amostras de COVID-19 do Lutz recebe esse material, verifica, acondiciona e separa o material, para que o Laboratório Estratégico da instituição realize o sequenciamento do genoma completo do vírus. Este processo consiste numa análise complexa a partir da reextração do RNA viral, clonagem de DNA e sua amplificação, uma sucessão de reações de purificação e dosagem para processamento em equipamentos de última geração. Isso permite a “leitura” dos códigos (sequência de “letras”) e é a partir da comparação com outras sequências previamente realizadas que pode ser identificada uma nova variante, que consiste basicamente de conjunto de mudanças nesse código.

Com estes resultados, o Centro de Vigilância Epidemiológica realiza a investigação para confirmação final. O resultado é comunicado ao município para monitoramento e definição de estratégias de atuação, de acordo com a necessidade.

Balanços

Até 27 de abril foram confirmados após análise e confirmações do Lutz e do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) 164 casos autóctones das três variantes de atenção, sendo elas:

152 confirmações de P.1: Capital (15); Araraquara (12); Andradina (1); Araçatuba (4); Avanhandava (2); Bauru (3); Birigui (4); Biritiba Mirim (1); Bocaina (1); Cajamar (1); Cravinhos (1); Diadema (3); Divinolândia (1); Dois Córregos (1); Dracena (1); Espírito Santo do Pinhal (1); Fernandópolis (1); General Salgado (1); Guaíra (1); Guapiara (2); Guariba (1); Icem (1); Ipeuna (1); Ipigua (1); Ituverava (1); Jacupiranga (1); Jaú (10); Leme (2); Lençóis Paulista (4); Limeira (2); Lins (3); Martinópolis (1); Matão(3); Mauá (4); Mococa (8); Morro Agudo (1); Orlandia (1); Osasco (1); Pariquera-açu (1);Paulínea (1); Perdeneira (1); Pitangueiras (1); Poá (1); Pontal (1); Porto Feliz (1); Pradópolis (1); Presidente Prudente (3); Presidente Venceslau (1); Registro (6); Ribeirão Preto (2); Rio Claro (5); Rio Grande da Serra (1); Salto (1); Santa Gertrudes (1); Santa Lúcia (1); Santo André (1); São Bernardo do Campo (5); São João da Boa Vista (1); São José do Rio Preto (1); São José dos Campos (2); Sorocaba (1); Sumaré (1); Taquaritinga (3); Tarabaí (1); Terra Roxa (1); Tietê (1).

9 confirmações de B.1.1.7: Capital (5); Peruíbe (1); Jacareí (1); Guarulhos (1); Bauru (1).

3 confirmações de B.1.351: Sorocaba (2) e Santos (1).

Operação TUTTE: PC faz operação em Santa, Rio Claro e Cordeirópolis e prende quatro

A Polícia Civil desencadeou na manhã desta quinta-feira (29), por volta das 6 horas, uma operação para cumprir 18 mandatos de busca e dois de prisão, onde quatro pessoas foram apreendidas. A operação aconteceu na cidade de Santa Gertrudes, no bairro Parque Jequitibás, na cidade de Cordeirópolis e também em Rio Claro.

De acordo com informações preliminares da Polícia Civil de Santa Gertrudes, o trabalho de investigação teve início há cerca de quatro meses, após um quilo de maconha ser apreendido no Jequitibás e através de interceptações, sob o comando do delegado seccional de Rio Claro e o delegado de Santa Gertrudes, os mandados foram cumpridos na manhã de hoje.

A operação teria desmantelado uma parte de uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios do país e apreendeu uma arma artesanal, drogas e ainda realizou o fechamento de um cassino em Santa Gertrudes. Das quatro pessoas presas, uma mulher e três homens, um dos homens, que estaria com a arma, pagou fiança e foi liberado. A operação recebeu o nome de Tute, por conta do chefe da quadrilha, que segundo a Civil, segue foragido.

Atuaram na ocorrência policiais civis, guardas civis e a profissionais da secretaria de segurança de Santa Gertrudes, policiais da seccional de Rio Claro, da Dise e do Goe de Piracicaba e policiais civis de Cordeirópolis.   

Academia da Força Aérea isola 247 cadetes em surto de Covid-19 em Pirassununga (SP)

MARCELO TOLEDO
RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) – O surto de Covid-19 que atinge a AFA (Academia da Força Aérea) em Pirassununga (a 211 km de São Paulo) fez com que ao menos 247 cadetes fossem isolados por terem tido contato com outros cadetes com suspeita de terem contraído o novo coronavírus. Quatro deles, com diagnóstico confirmado, foram internados no Hospital da Força Aérea de São Paulo.


No total, 39 cadetes contraíram a Covid-19 e foram isolados dos demais alunos e funcionários da AFA, dos quais 27 estão com a doença atualmente.

Os quatro cadetes que foram transferidos para o Hospital da Força Aérea estão, segundo a Aeronáutica, internados em enfermaria. Os demais 23 apresentam sintomas leves, sem a necessidade de remoção para uma unidade hospitalar.
Não é a primeira vez que a AFA enfrenta um surto interno entre seus cadetes. No ano passado, num intervalo de um mês, cerca de cem deles tiveram sarampo, o que representava 14% dos 692 cadetes da academia.

Pirassununga, cidade de 78 mil habitantes no interior paulista, viu disparar neste ano as mortes provocadas pela Covid-19. Até o início de março, eram 67 óbitos causados pela doença, total que nesta quarta-feira chegou a 180.
A origem da contaminação no maior complexo de ensino da aviação militar do país é incerta. Dos 247 isolados na quarta, o Primeiro Esquadrão, com 89, liderava os casos de isolamento, seguido pelas turmas Anúbis (64), Orthrus (52) e Mihos (42).

No primeiro esquadrão, todos foram isolados entre os dias 16 e 27, com previsão de saída que varia, até o limite de 10 de maio. Dois dos cadetes foram para o Hospital da Força Aérea –os outros dois são da Orthus e da Anúbis.


O alto número de cadetes isolados ocorre porque, conforme a AFA, quando um apresenta sintomas suspeitos de Covid-19, mesmo sem a confirmação, os que tiveram contato com ele são afastados preventivamente.
Segundo a AFA, a equipe médica está fazendo busca ativa com aferição de temperatura e nível de saturação de oxigênio no sangue, com o objetivo de detectar pacientes com sintomas iniciais para fazer isolamento precoce, além de testes PCR nos casos suspeitos.

“Devido a esse constante acompanhamento da conjuntura da doença, foi possível identificar uma elevação do número de cadetes da AFA que apresentaram sintomas gripais. Isso permitiu que a Academia afastasse os cadetes de atividades que pudessem gerar maior risco de propagação, seja pela proximidade física ou pela natureza”, diz trecho de comunicado enviado à reportagem pelo comando da Aeronáutica.

O surto ocorre ao menos desde meados de março, já que há cadetes que tiveram alta no dia 19 do mês passado, conforme planilha à qual a reportagem teve acesso.


A Aeronáutica informou que os cadetes têm acompanhamento em tempo integral das equipes de saúde e que, como o efetivo está inserido na comunidade e as atividades essenciais para a formação estão em andamento, “não é possível identificar como ocorre a contaminação”.


A reportagem ouviu um dos alunos da AFA diagnosticado com o novo coronavírus. Ele relatou ter tido febre alta e sintomas como fadiga e dores no corpo e na cabeça, e que esse cenário é recorrente entre os cadetes.

Um docente morreu no último dia 8 devido a complicações da Covid-19. A FAB, que lamentou o óbito, informou que os professores estavam em home office, ministrando aulas online, sem contato com o efetivo desde o início da pandemia.


No total, 138 militares, sendo 77 aviadores, 43 intendentes e 18 de infantaria, se formaram no último mês de dezembro em Pirassununga –122 homens e 16 mulheres. Um dos formandos é de Senegal.


No local, eles recebem diplomas de graduação em nível superior em áreas como ciências aeronáuticas (aviadores), militares (infantaria) e logística (intendentes). A AFA tem área construída de 215 mil m², dos quais 73 mil m² são de área residencial.


O forte avanço da pandemia em Pirassununga em 2021 fez com que o prefeito Dimas Urban (PSD), que é médico, encerrasse com irritação um vídeo no mês passado em que falava à população dos impactos provocados no município.
“Para de ser ignorante, pelo amor de Deus. A Covid está aí, e quem não acredita nela é porque é ignorante, ‘zóio’ tapado. Pelo amor de Deus, inferno”, disse o prefeito ao final do vídeo de cerca de 15 minutos.
Ele demonstrou indignação com negacionistas da pandemia e criticou aglomerações formadas na cidade, numa fala que inspirou a operação “Entendeu? Inferno!”, desencadeada nos dias seguintes e que resultou na interdição de 11 estabelecimentos.


Além das 180 mortes provocadas pela Covid-19, Pirassununga já registrou 6.692 casos confirmados da doença. A cidade tem 23 pacientes internados e há 132 pessoas em isolamento domiciliar. Seis das mortes foram confirmadas nesta quarta, de pessoas com idades entre 59 e 81 anos.

JC Business desta quinta (29) fala sobre estratégias para a retomada dos negócios

Toda vez que há mudanças na sociedade, os homens são obrigados a passar de alguma forma por essas mudanças e as reinvenções acontecem.

E em meio a uma pandemia, não seria nada diferente. Mas o que mudou? E qual a melhor forma de todos se adaptarem ao novo modelo de mercado? Como manter ou construir uma marca de sucesso e, principalmente, como aumentar o faturamento em meio a tantas transformações?

Para falar sobre as “Estratégias para a retomada dos negócios”, o programa JC Business de hoje, quinta-feira (29), recebe, a partir das 19 horas, ao vivo, Clóvis Delboni, gerente executivo da Associação Comercial e Industrial de Rio Claro; Luziane Sartori, consultora de Vendas, Marketing e Processos, da Wize Play, e João Arenna, professor e consultor de Vendas e Marketing, da Arenna Cursos Online.

O debate, como sempre, será mediado pela gerente-geral do Grupo JC de Comunicação, Maria Angela Tavares de Lima.

Carrefour terá cláusula antirracista em contratos com fornecedores

DOUGLAS GAVRAS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Carrefour vai incluir uma cláusula antirracista a partir desta quinta-feira (29) em todos os contratos com fornecedores e prestadores de serviços, além de divulgar a revisão de sua política de valorização da diversidade.


Em um evento com fornecedores, parceiros e outros varejistas nesta quarta, a rede assumiu compromissos, como transformação do modelo de segurança das lojas e aceleração do avanço na carreira de colaboradores negros.
As regras incluem a política revisada de diversidade do grupo, que reforça a “tolerância zero ao racismo”. Entre as obrigações, estão não praticar atos de discriminação, além de promover a inclusão social e oferecer condições iguais de promoção.


Também é exigido o respeito às diretrizes da cartilha de diversidade da companhia e obrigação de replicá-las junto aos colaboradores, fornecedores e terceirizados. Descumprir as obrigações pode causar a exclusão de fornecedores e o pagamento de uma multa contratual de 30%, que será destinada a uma causa social de combate ao racismo.
O que motivou a mudança foi a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, morto após ter sido espancado por seguranças em uma unidade da rede em Porto Alegre (RS), em novembro do ano passado. Dois seguranças foram presos no dia do crime e seis funcionários viraram réus por homicídio triplamente qualificado.


Noël Prioux, presidente do Carrefour Brasil, afirmou que a rede reconhece que o que havia sido feito até agora não era suficiente para evitar episódios como o de João Alberto. “Ao estabelecermos a cláusula antirracismo em todos os contratos, devemos gerar um impacto positivo na sociedade e transformar discursos em novas práticas.”
A marca disse que tem feito um esforço em treinamentos ligados à diversidade, inclusão e respeito. A empresa ressaltou a criação de um fundo de R$ 40 milhões em investimentos em programas de combate ao racismo, além de um plano de aceleração de carreira de 500 colaboradores negros.

“Para quem é negro ou pobre, ir ao supermercado não pode ser motivo de tensão”, diz o narrador em um vídeo institucional divulgado pela empresa durante o evento. Em Porto Alegre, a rede começou um projeto-piloto em quatro lojas para rever protocolos e treinar profissionais de segurança.


“O impacto da morte do João Aberto pesa em todos nós, percebemos que tudo aquilo que estávamos fazendo não tinha sido suficiente para impedir aquela fatalidade e começamos a buscar respostas”, disse João Senise, vice-presidente de recursos humanos.


À Folha, ele afirmou que a empresa já tinha políticas antirracistas em seu código de conduta, que é internacional, mas que o caso de Porto Alegre foi definitivo para dar um passo seguinte, e colocar essas práticas contra o racismo como cláusula nos contratos.


No início do mês, a viúva de João Alberto, Milena Alves, recusou uma proposta de indenização do Carrefour no valor de R$ 1 milhão. Os advogados tentaram uma indenização extrajudicial de R$ 2,5 milhões, que foi recusada pela empresa. Caso a disputa chegue na Justiça, eles devem buscar um valor entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões, por danos morais e materiais.


Um dos advogados de Milena, Carlos Barata, ressalta que a cláusula antirracismo do Carrefour não resolve a questão, se a conduta e a política interna da empresa não mudarem. Nesta quarta-feira, o Carrefour afirmou que depositou o valor de R$ 1 milhão para a viúva em uma conta criada para consignação extrajudicial, mesmo após a recusa.
A empresa disse, ainda, ter depositado R$ 100 mil extras diretamente na conta bancária de Milena para gastos mais urgentes da viúva.


Segundo uma pesquisa do Instituto Locomotiva, apresentada durante o evento do Carrefour, 69% dos consumidores negros já disseram ter sofrido preconceito em lojas e já foram seguidos por seguranças em estabelecimentos comerciais.


Além do caso de João Alberto, a morte por parada cardíaca do representante de vendas Moisés Santos em uma loja no Recife também gerou indignação. Ele era funcionário de uma empresa fornecedora de alimentos e morreu durante o trabalho. Em vez de fechar a loja, a equipe usou guarda-sóis e tapumes para encobrir o corpo e seguiu funcionando. O hipermercado disse, à época, que prestou primeiros socorros e acionou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).


Em 2018, a morte da cadela Manchinha em uma loja da Grande São Paulo fez o Carrefour se tornar alvo de protestos. Ela vivia no estacionamento de uma loja em Osasco e era alimentada por funcionários. Em 28 de novembro, ela foi golpeada por um segurança terceirizado, que afirmou ter sido orientado a retirar a cadela do local. O Carrefour afastou o funcionário e afirmou repudiar maus-tratos, além de ter anunciado uma parceria com uma ONG de defesa dos animais.


Este mês, o operador de empilhadeira Matheus Aparecido Santos da Silva, 20, morreu após perder o controle do veículo de trabalho, que acabou caindo sobre o rapaz em uma unidade na região do Limão (zona norte de São Paulo). O Carrefour afirmou em nota que, logo após o acidente, acionou os bombeiros e o Samu.


Sobre os outros casos envolvendo lojas do Carrefour, Senise afirmou que a varejista tem um conjunto de valores e procedimentos que cobrem todos esses aspectos. “Se ocorre um evento inesperado, a gente vê essas ocorrências como um alerta e uma oportunidade para rever os procedimentos. [É sinal de que] alguma coisa estava nos escapando e percebemos no momento em que ocorre uma tragédia.”

Após 2 meses fechados, parques aquáticos de Olímpia, em SP, reabrem em busca de turistas

MARCELO TOLEDO
RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) – Um decreto publicado nesta quarta-feira (28) permitirá a reabertura, a partir de sábado (1º), dos parques aquáticos de Olímpia (a 438 km de São Paulo), destino turístico impulsionado por suas águas termais que antes da pandemia chegou a atrair ao ano 3 milhões de turistas.


Com 23 mil leitos em sua rede hoteleira, para uma cidade que tem 55 mil habitantes, Olímpia aposta que a retomada, feita com restrições devido à pandemia da Covid-19, possa significar também o retorno do turista e dos investimentos no setor, que chegou a ficar fechado por seis meses no ano passado.


De todos os turistas que a cidade recebe, 56% são paulistanos ou da Grande São Paulo, conforme dados da prefeitura.
Com isso, os parques aquáticos Thermas dos Laranjais, que chegou a ter 2 milhões de visitantes por ano antes das restrições causadas pelo novo coronavírus, e Hot Beach, que fechou 2019 com cerca de 600 mil visitas, poderão funcionar após um novo hiato, desta vez de dois meses, provocado pela fase emergencial determinada pelo governo do estado.


Com capacidade para atender 20 mil visitantes por dia, o Thermas poderá abrir para 5.000, conforme o decreto do prefeito Fernando Cunha (PSD), 64, que estabelece o limite de pessoas em 25% da capacidade.
Já o Hot Beach, que comporta 8.000 visitantes por dia, poderá receber 2.000.

Setores como quadras esportivas e saunas devem seguir fechados. Atividades de recreação, que reuniam grupos de dezenas de crianças, também estão sendo restringidas.


“Apesar de ser um retorno gradual, ainda tímido, temos uma perspectiva otimista porque as pessoas anseiam por atividades de lazer. Além disso, temos condições favoráveis, tendo em vista que os atrativos locais são ao ar livre e estudos apontam que o tratamento da água das piscinas com cloro é capaz de inativar o vírus, minimizando o risco de transmissão”, disse o prefeito.


O decreto permite a abertura já no sábado, que é o que acontecerá no Thermas dos Laranjais, mas há quem tenha optado por postergar o reinício das atividades, como os empreendimentos ligados ao grupo Ferrasa.


O parque Hot Beach será reaberto na próxima quinta-feira (6). Já os resorts Hot Beach e Celebration reabrirão dias 7 e 8, respectivamente. No Thermas Park Resort & Spa, a abertura acontecerá nesta sexta-feira (30).


“A expectativa é que as pessoas, semelhante ao que ocorreu em outubro de 2020, depois de mais esta quarentena, estejam ávidas por viajar e retomem seus projetos. Estamos com todos os protocolos de segurança sanitária revisados tanto no parque aquático quanto nos nossos três resorts, e esperamos aumento gradual dos visitantes e hóspedes”, disse o gerente-geral comercial do grupo, Marcos Bittencourt.

Segundo ele, para evitar aglomeração o parque segue sem bilheteria aberta, somente com vendas online no site e nas agências de viagem. A perspectiva da rede é receber muitos hóspedes por reabrir próximo ao Dia das Mães, data que habitualmente é forte para o turismo local, e por contar com clientes que já compraram pacotes ou ingressos nos meses de maio e junho.


Hot Beach, um dos parques aquáticos de Olímpia, no interior de São Paulo Ricardo Benichio/Folhapress Imagem mostra piscina do resort Hot Beach, em Olímpia, no interior de São Paulo, com hotel ao fundo ** Com o fechamento entre março e abril e o consequente sumiço dos turistas, a rede colocou a maioria dos empregados em férias coletivas e, posteriormente, suspendeu contratos de trabalho por 30 dias, mantendo o pagamento de 50% dos salários.


“Outra medida que adotamos é evitar cancelamentos de produtos já vendidos. Com este objetivo, o Hot Beach lançou campanha para remarcação de data para clientes que já haviam comprado ingressos e pacotes de hospedagem e conseguimos índices acima dos 90% de remarcação para data futura”, afirmou Bittencourt.


No Thermas, as vendas também serão feitas somente pelo site ou por parceiros autorizados. No mesmo sábado, o parque seco Vale dos Dinossauros, que foi inaugurado em 2019, reabrirá as portas para a visitação das 38 réplicas de animais pré-históricos ao ar livre.

O prefeito disse ainda que tem reforçado a importância do cumprimento dos protocolos, que no caso dos parques aquáticos inclui o desafio de manter distanciamento nas piscinas. Além do limite no total de visitantes que os locais poderão receber, serão adotadas medidas como entrada única para as piscinas e redução de ocupantes nos toboáguas.

Velo Clube vence o Red Bull Brasil

No estádio Benito Agnello Castellano o Velo Clube recebeu o Red Bull Brasil e venceu por 1 a 0 pela nona rodada do Paulistão A-2.

Os gol da da vitória foi marcado por Romarinho de pênalti aos 50 minutos do segundo tempo.

O Velo volta a campo na próxima sexta(30) contra a Portuguesa Santista em Santos às 22h.

Rio Claro FC empata com o Água Santa pelo Paulistão A-2

Em partida realizada na noite de hoje(28) no estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira, o Rio Claro FC enfrentou o Água Santa pela nona rodada do Paulistão A-2 e e empatou em 0 a 0.

O Galo Azul teve boas oportunidades de marcar o gol da vitória com Denilson e Gindre, mas ambos desperdiçaram a chance.

O Rio Claro volta a campo na próxima sexta(30) contra a Portuguesa de Desportos às 20h em Santa Bárbara D’ Oeste.

Jornal Cidade RC
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