<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Yanomamis - Jornal Cidade RC</title>
	<atom:link href="https://www.jornalcidade.net/rc/tag/yanomamis/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jornalcidade.net/rc/tag/yanomamis/</link>
	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Feb 2023 11:46:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.jornalcidade.net/wp-content/uploads/2020/02/cropped-jc-logo-32x32.png</url>
	<title>Yanomamis - Jornal Cidade RC</title>
	<link>https://www.jornalcidade.net/rc/tag/yanomamis/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Indígenas yanomami mostram impactos sociais graves do garimpo ilegal</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/238419/</link>
					<comments>https://www.jornalcidade.net/rc/indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/238419/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 19:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Terras Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomamis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornalcidade.net/?p=238419</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Pedro Rafael Vilela (Enviado especial, Boa Vista, Roraima) &#8211; A presença do garimpo ilegal no Território Yanomami causa múltiplos impactos na vida social dos indígenas. A crise humanitária é mais visível no estado de saúde delicado, especialmente de crianças e idosos, como visto nas últimas semanas, mas alcança ainda dimensões culturais desse povo. Na [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/238419/">Indígenas yanomami mostram impactos sociais graves do garimpo ilegal</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Pedro Rafael Vilela (Enviado especial, Boa Vista, Roraima)</strong> &#8211; A presença do garimpo ilegal no Território Yanomami causa múltiplos impactos na vida social dos indígenas. A crise humanitária é mais visível no estado de saúde delicado, especialmente de crianças e idosos, como visto nas últimas semanas, mas alcança ainda dimensões culturais desse povo. Na última semana, a reportagem da&nbsp;Agência Brasil&nbsp;visitou algumas vezes a Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista, e também esteve no próprio Território Yanomami, no Polo Base de Surucucu, entre&nbsp;quinta&nbsp;(9) e&nbsp;sexta-feira (10). Durante as visitas,&nbsp;conversou com os indígenas e especialistas para entender melhor como eles percebem esses impactos.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1509984&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1509984&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Água suja para comer, estraga o peixe. Crianças muito fracas. Água bebe-se suja e barriga dói muito&#8221;, diz&nbsp;Enenexi Yanomami, que tenta descrever a situação vivida por seus parentes na terra indígena. A&nbsp;Agência Brasil&nbsp;encontrou o jovem indígena, de 21 anos, na entrada da Casai. Segundo ele, já passavam de 60 dias sua estadia na capital para acompanhar familiares doentes. O retorno ao território, que depende de transporte aéreo, não tinha previsão. &#8220;Faltam mais horas de voo para Surucucu&#8221;.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, a presença do garimpo é o que tem causado os danos que afetam seu povo. &#8220;Agora, tem que tirar garimpo. Quando tirar, tranquilo. Tem muito garimpo lá, [tem que ser] proibido&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mãe de duas crianças internadas na Casai, Louvânia Yanomami já perdeu a conta de quanto tempo está longe de&nbsp;sua terra. Sem previsão de alta, ela recebeu alerta dos médicos de que, se voltar, pode colocar a vida do filho menor em risco. A criança, que tem entre 1&nbsp;e 2 anos, apresenta quadro de desnutrição severa e inchaço do abdômen.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/j2dazA8jZPVQndyOBsLTfEvkR-I=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_9008.jpg?itok=grUjAvv0" alt="Surucucu (RR), 09/02/2023 - Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption">Surucucu (RR), 09/02/2023 &#8211; Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no Aeroporto de Surucucu &#8211;&nbsp;Fernando Frazão/Agência Brasil.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu estou muito cansada, tem muita gente aqui [Casai], dá pra perceber. É uma situação difícil. Não vou deixar porque é meu [filho] e não posso levar porque ele vai morrer&#8221;, relata, angustiada, com ajuda de um intérprete. Em janeiro, a Casai chegou a abrigar mais de 700 pessoas, mas o local tem capacidade para pouco mais de 200. Houve uma redução dessa superlotação, mas o espaço ainda registra a presença de mais de 500 pessoas, segundo balanço da semana passada do Centro de Operações de Emergências (COE) do governo federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem também reclama dos danos ambientais trazido pela exploração ilegal de minérios é Arokona Yanomama, com quem a reportagem conversou na Casai. Ele cita como o maquinário pesado de dragas e tratores afugenta animais de caça e polui a terra. &#8220;Cheiro ruim. Morre caça, morre tudo. A terra não é boa, é muito feio. Máquina de fumaça entrou, por isso cheiro muito ruim. Contaminaram terra, contaminaram água, poluíram peixe&#8221;, relata. Agora, para caçar um porco do mato, ele tem que andar por pelo menos 50 quilômetros para se afastar da área mais deteriorada.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Referência perdida</h4>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O garimpo vai justamente atacar a cadeia alimentar básica dos yanomami. Eles são um povo de mobilidade territorial, vivem da caça, da pesca, da coleta e da agricultura. Nada mais triste, então, do que um caçador yanomami não&nbsp;ter&nbsp;caça para suprir a família&#8221;, explica a antropóloga Maria Auxiliadora Lima de Carvalho. Ela trabalha há mais de 20 anos com o povo yanomami, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O povo yanomami nunca precisou de doação de alimentos para sobreviver. Todo esse cenário de vulnerabilidade foi provocado. O maior mal ainda é a presença do garimpeiro, do garimpo&#8221;, afirma o secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, que visitou o território na última&nbsp;quinta-feira (9).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mesmo alguns dos rituais mais sagrados dos yanomami estão sendo drasticamente abalados pela atividade garimpeira e a desassistência generalizada em saúde dentro do território. É o caso das cerimônias fúnebres. Os yanomami não enterram seus mortos. Eles cremam os corpos de seus familiares falecidos e, depois, trituram os ossos até virar&nbsp;pó. O processo pode levar semanas e, muitas vezes, inclui&nbsp;uma fase final em que a comunidade realiza um ato de tomar mingau de banana com as cinzar do ente falecido.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/ilZLL4TDS7PS0GLLtd35J5fp24M=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_9417.jpg?itok=gXzQCxSp" alt="Surucucu (RR), 09/02/2023 - Mulheres e crianças yanomami em Surucucu, na Terra Indígena Yanomami.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption">Surucucu (RR), 09/02/2023 &#8211; Mulheres e crianças yanomami em Surucucu, na Terra Indígena Yanomami &#8211;&nbsp;Fernando Frazão/Agência Brasil.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os yanomami fazem questão dos rituais fúnebres, mas os mortos são tantos que não está havendo nem tempo para chorá-los&#8221;, afirma&nbsp;a antropóloga. Essas cerimônias podem incluir também a presença de visitantes de aldeias diferentes e, nesses casos, os anfitriões costumam oferecer um animal de caça, o que tem ficado escasso nas regiões afetada pelo garimpo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada&nbsp;do álcool na cultura yanomami, que não é recente, mas tem se agravado, é outro fator desestabilizador. O kaxiri, bebida&nbsp; feita de macaxeira cozida, não alcoólica, e muito tradicional, passou a ser fermentada pelos indígenas para ficar com alto teor de álcool, por influência dos garimpeiros, ainda durante a primeira invasão ao território, no fim da década de 80. &#8220;Isso fez aumentar casos de violência contra as mulheres&nbsp;e de violência de uma forma geral&#8221;, explica Maria Auxiliadora. Também interferiu na produção agrícola, fazendo com que indígenas aumentassem a plantação de macaxeira para produzir a bebida, ampliando o ciclo do consumo de álcool nas aldeias.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Juventude assediada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A antropóloga também observa outro tipo de desestruturação comunitária causada pelo garimpo. No primeiro grande surto de garimpagem ilegal na Terra Indígena Yanomami, a partir da&nbsp;segunda&nbsp;metade da década de 80, a maior parte da população de indígenas era formada por adultos. Atualmente, no entanto, a base da pirâmide etária ficou bem mais numerosa, com forte presença de adolescentes e jovens. No entanto, a grande maioria das escolas dentro do território foi&nbsp;desativadas pelo governo do estado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As políticas públicas não chegam para esses jovens. E eles são jovens, querem aventuras. Com isso, o garimpo assediou enormemente essa juventude, com acesso a armas, que eles apreciam muito, e outros objetos&#8221;, acrescenta a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela cita o caso de assédio sexual de garimpeiros contra as mulheres indígenas, que observou durante trabalho de campo na comunidade, onde permaneceu por vários anos, entre 2002 e 2009. Segundo a antropóloga, as denúncias que vêm sendo reveladas agora, com a explosão de garimpo no território, são bem prováveis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com o garimpo o tempo todo e cada vez mais, é bem possível que eles tenham feito sedução. Elas gostam muito de sabonetes, óleo para cabelo, comida. Então, essa troca por relação sexual, seja consentida&nbsp;ou não, é desigual, porque há posições de poder bem claras&#8221;, argumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal investiga o caso de 30&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2023-02/governo-busca-identificar-meninas-yanomami-gravidas-para-prestar-apoio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">meninas yanomami</a>&nbsp;que estariam grávidas de garimpeiros que atuam ilegalmente no território.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Esperança</h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/85h9VJj2ra8Uaxm6u3WlvrnVuE4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_mg_8946.jpg?itok=MaeD2gcK" alt="Surucucu (RR), 09/02/2023 - Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption">Surucucu (RR), 09/02/2023 &#8211; Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu &#8211;&nbsp;Fernando Frazão/Agência Brasil.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Em meio ao caos vivido pelos yanomami, a esperança no futuro passa pela reativação das escolas na região, fechadas há mais de uma década.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aqui tinha escola, eu ainda lembro&#8221;, afirma Ivo Yanomami, tuxaua (cacique) na comunidade de Xirimifik, com mais de 200 pessoas, grande parte crianças e adolescentes. A aldeia fica a cerca de 15 minutos de caminhada da pista de Surucucu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demanda pela retomada das escolas indígenas dentro do território será levada ao governo federal, assegurou o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, durante visita que fez à região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Colaboraram Flávia Peixoto e Ana Graziela Aguiar, repórteres da&nbsp;<strong>TV Brasil</strong>.</em></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/238419/">Indígenas yanomami mostram impactos sociais graves do garimpo ilegal</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.jornalcidade.net/rc/indigenas-yanomami-mostram-impactos-sociais-graves-do-garimpo-ilegal/238419/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Yanomamis: crise sanitária já resultou na morte de 570 crianças</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/yanomamis-crise-sanitaria-ja-resultou-na-morte-de-570-criancas/237299/</link>
					<comments>https://www.jornalcidade.net/rc/yanomamis-crise-sanitaria-ja-resultou-na-morte-de-570-criancas/237299/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Montezzo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2023 13:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Terras Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomamis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornalcidade.net/?p=237299</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Pedro Rafael Vilela (Repórter da Agência Brasil, Brasília) &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (20) que viajará a Roraima para ver de perto a situação dos Yanomami, povo que vive uma crise sanitária que já resultou na morte de 570 crianças por desnutrição e causas evitáveis, nos últimos anos. A [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/yanomamis-crise-sanitaria-ja-resultou-na-morte-de-570-criancas/237299/">Yanomamis: crise sanitária já resultou na morte de 570 crianças</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Pedro Rafael Vilela (Repórter da Agência Brasil, Brasília)</strong> &#8211; O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (20) que viajará a Roraima para ver de perto a situação dos Yanomami, povo que vive uma crise sanitária que já resultou na morte de 570 crianças por desnutrição e causas evitáveis, nos últimos anos. A terra indígena Yanomami é a maior do país, em extensão territorial, e sofre com a invasão de garimpeiros. Os detalhes da viagem estão sendo fechados, mas o presidente deve chegar ao estado na manhã deste sábado (21).  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1505355&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1505355&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Recebemos informações sobre a absurda situação de desnutrição de crianças Yanomami em Roraima. Amanhã [sábado] viajarei ao Estado para oferecer o suporte do governo federal e, junto com nossos ministros, atuaremos pela garantia da vida de crianças Yanomami&#8221;, afirmou Lula em uma postagem nas redes sociais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Recebemos informações sobre a absurda situação de desnutrição de crianças Yanomami em Roraima. Amanhã viajarei ao Estado para oferecer o suporte do governo federal e, junto com nossos ministros, atuaremos pela garantia da vida de crianças Yanomami.</p>&mdash; Lula (@LulaOficial) <a href="https://twitter.com/LulaOficial/status/1616504927802560514?ref_src=twsrc%5Etfw">January 20, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, que acompanha o presidente Lula na viagem, destacou a situação dos Yanomami e prometeu medidas emergenciais para conter a crise de saúde. &#8220;É muito triste saber que indígenas, sobretudo 570 crianças Yanomami, morreram de fome durante o último governo. O Ministério dos Povos Indígenas tomará medidas urgentes em torno desta crise humanitária imposta contra nossos povos&#8221;, disse a ministra em uma publicação no Twitter.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">A pedido do presidente <a href="https://twitter.com/LulaOficial?ref_src=twsrc%5Etfw">@LulaOficial</a> visitaremos amanhã a Terra Indígena Yanomami para uma ação interministerial de emergência. <br><br>Nossos parentes Yanomami enfrentam uma crise humanitária e sanitária. É inadmissível ver nossos parente morrerem de desnutrição e fome.<a href="https://twitter.com/hashtag/SOSYanomami?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#SOSYanomami</a></p>&mdash; Sonia Guajajara (@GuajajaraSonia) <a href="https://twitter.com/GuajajaraSonia/status/1616508779708747784?ref_src=twsrc%5Etfw">January 20, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente não deve ir diretamente às aldeias Yanomami, que ficam no interior do estado, e fará uma visita às estruturas de atendimento à saúde indígena na capital, Boa Vista. Lula estará acompanhado dos ministros da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino;&nbsp;da Defesa, José Múcio;&nbsp;do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias;&nbsp;da Saúde, Nísia Trindade;&nbsp;dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida;&nbsp;da Secretaria-Geral, Márcio Macedo;&nbsp;dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Gonçalves Dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também integram a comitiva o comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Marcelo Kanitz Damasceno, a presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, e o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Ricardo Weibe Tapeba.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/yanomamis-crise-sanitaria-ja-resultou-na-morte-de-570-criancas/237299/">Yanomamis: crise sanitária já resultou na morte de 570 crianças</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.jornalcidade.net/rc/yanomamis-crise-sanitaria-ja-resultou-na-morte-de-570-criancas/237299/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
