Ponte do Esqueleto: ações de segurança em Limeira falham e cerca é rompida

Ponte do Esqueleto. Foto: Drone Le Petit | @dronelepetit

Após morte de jovem, tentativa de bloquear acessos à estrutura abandonada é comprometida por vandalismo

Os últimos acontecimentos demonstram que a solução para os riscos na chamada Ponte do Esqueleto, na divisa entre Cordeirópolis e Limeira, pode estar bem distante.

Após a trágica morte da jovem Maria Eduarda Freitas, que foi arremessada sem a corda de segurança durante a prática de “rope jump”, a Prefeitura de Limeira anunciou obras para impedir o acesso à estrutura.

Na última quarta-feira, foram abertas grandes valas no acesso à ponte para evitar a passagem de pedestres e ciclistas, além de outras medidas de segurança.


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No entanto, nesta segunda-feira, a administração municipal de Limeira divulgou um comunicado informando que a cerca instalada no local foi rompida.

Como os acessos estão em propriedades privadas, a prefeitura também informou que não pode afirmar quem são os autores da ação e ressalta que a responsabilidade pela segurança na estrutura é do governo federal.

Desafios na segurança da estrutura

No passado, quando outras mortes aconteceram na ponte, incluindo a de uma ciclista de Rio Claro, obstáculos chegaram a ser instalados, mas acabaram retirados com o passar do tempo.

Nas redes sociais, existem grupos de internautas defendendo que a estrutura seja mantida, contrariando a solicitação dos governos de Cordeirópolis e de Limeira para que a União providencie a demolição da ponte que está abandonada há anos, sem conclusão das obras.

Como se encontra num local isolado, será difícil manter vigilância para evitar que outras pessoas se coloquem em risco ao acessar a Ponte do Esqueleto.

Por enquanto, será preciso contar com a conscientização das pessoas a respeito dos riscos existentes naquele local. Infelizmente, outras tragédias já registradas comprovam o perigo e alertam para a necessidade de providências efetivas.

Redação JC: