‘Lixão’ a céu aberto às margens da SP-191 chama a atenção em Rio Claro

Questionada, Prefeitura de Rio Claro ainda não se manifestou

Questionada, Prefeitura de Rio Claro ainda não se manifestou

Uma situação tem chamado a atenção de quem passa pela SP-191, em Rio Claro. O descarte irregular de lixo às margens da rodovia, na altura do Km 72, próximo ao cruzamento com a Estrada da Jacutinga e a RCL-350, tem se tornado frequente, com o acúmulo de resíduos domésticos, entulhos e até móveis descartados de forma inadequada.

Além do impacto ambiental e do aspecto de abandono da área, outro agravante preocupa motoristas. Em algumas ocasiões, foi constatado que fogo foi ateado ao material descartado, fazendo com que a fumaça invadisse a pista.

Questionada sobre a situação, a concessionária Arteris Intervias informou que “o problema é consequência do descarte irregular realizado por moradores da região e não por usuários da rodovia, sendo, uma responsabilidade do município de Rio Claro”, diz a empresa.

A concessionária afirmou ainda que o material encontrado é composto, em sua maioria, por resíduos domésticos, além de entulhos e móveis inservíveis, que deveriam ser destinados aos serviços de coleta disponibilizados pelo município.

Ainda de acordo com a Arteris Intervias, sua área de Meio Ambiente acompanha a situação, encaminha notificações à administração municipal e mantém diálogo constante com o Executivo em busca de soluções. Entre as medidas adotadas, o município chegou a instalar uma caçamba no local para tentar minimizar o problema.

A concessionária ressaltou que, embora a destinação de resíduos urbanos e domésticos descartados por moradores lindeiros não seja de sua responsabilidade, já realizou diversas ações de limpeza na área visando preservar a segurança viária e reduzir os impactos provocados pelo acúmulo de lixo. A limpeza mais recente ocorreu no dia 18 de junho, quando aproximadamente seis toneladas de resíduos foram recolhidas e encaminhadas ao aterro sanitário.

Por fim, a Arteris Intervias informou que as tratativas com o município continuam e reforçou que o descarte irregular de resíduos configura crime ambiental.

Vlada Santis: