Golpe do falso processo causa prejuízo de R$ 150 mil e integra série de fraudes em Rio Claro

Golpes em Rio Claro

Uma moradora procurou a polícia após perder cerca de 150 mil reais em um golpe aplicado por telefone. O contato teve início no dia 7 de março, quando um homem ligou se passando pelo advogado da vítima e afirmou que ela havia vencido uma ação judicial. Durante a conversa, o golpista informou que a mulher teria direito a receber mais de 54 mil reais e acrescentou que um promotor entraria em contato para concluir a liberação do valor. Pouco tempo depois, outro homem passou a fazer novas ligações, inclusive por videochamada, apresentando-se como promotor de Justiça. Ele orientou a vítima a realizar pagamentos por meio de links enviados durante as conversas. A idosa contou com a ajuda da neta para efetuar as transações, acreditando que se tratava de etapas necessárias para receber o dinheiro da suposta causa. A suspeita de fraude surgiu apenas dias depois, quando a neta pesquisou as informações e percebeu que se tratava de um golpe. O prejuízo chegou a cerca de 150 mil reais. O caso foi registrado e será investigado pela polícia.

Um morador do Jardim das Flores procurou o plantão policial após ter as contas do WhatsApp e do Facebook invadidas por criminosos. Utilizando o perfil da vítima, os golpistas passaram a pedir dinheiro a amigos e conhecidos, fingindo ser o próprio morador. Segundo o relato, o golpe começou quando ele recebeu uma mensagem e acabou digitando um código de acesso solicitado pelos criminosos. A partir desse momento, perdeu o controle das contas. Com o perfil sob domínio, os golpistas solicitaram transferências via Pix a diversas pessoas da lista de contatos. Até o momento, três amigos confirmaram que enviaram dinheiro acreditando que estavam ajudando. As transferências foram feitas para uma conta em nome de outra pessoa, totalizando mil e trezentos reais. A vítima acredita que outras pessoas também possam ter realizado pagamentos e registrou a ocorrência. A polícia orienta que, em situações semelhantes, é fundamental avisar rapidamente os contatos e ativar mecanismos de segurança para recuperar as contas.

Uma moradora do Jardim Santa Eliza procurou a polícia após cair em um golpe ao tentar contratar um serviço de concretagem em Rio Claro. Ela acreditava estar negociando com uma empresa conhecida do setor, mas acabou pagando por um serviço que nunca foi prestado. De acordo com o relato, a mulher acertou a compra de quatro metros cúbicos de concreto, com serviço de bombeamento incluído. O valor combinado foi de dois mil trezentos e cinquenta reais, pago por meio de boleto enviado por supostos representantes da empresa. A entrega estava marcada para uma data específica, porém o concreto nunca foi entregue. Desconfiada, a moradora entrou em contato diretamente com a empresa verdadeira e recebeu a confirmação de que não havia qualquer pedido registrado em seu nome nem boleto emitido. Diante da situação, percebeu que havia sido enganada por criminosos que se passaram pela empresa e procurou a polícia para registrar a ocorrência. O caso agora será investigado.

Um morador do Jardim Rio Claro, em Rio Claro, procurou a polícia após perceber que havia sido vítima de golpe ao tentar pagar o IPTU pelo site da Prefeitura. Ele havia emitido o boleto pela plataforma oficial, mas posteriormente descobriu que o documento havia sido adulterado. Segundo o relato, a suspeita surgiu quando ele notou diferenças nas informações do boleto, principalmente no destino do pagamento. Ao buscar esclarecimentos junto ao atendimento da Prefeitura, foi informado de que o sistema de emissão de guias pode ter sido alvo de invasão. Servidores municipais identificaram a inserção de QR Codes não autorizados em boletos gerados pelo sistema, o que fazia com que o dinheiro fosse direcionado a contas de empresas privadas sem ligação com o município. Mesmo tendo utilizado apenas os canais oficiais, o contribuinte teve prejuízo e o imposto continua em aberto. O caso foi registrado e será investigado, enquanto a orientação é que moradores confiram atentamente os dados antes de efetuar o pagamento de qualquer boleto emitido pela internet.

Outro morador, do Jardim Floridiana, também procurou a polícia após descobrir que foi vítima de um golpe ao tentar pagar o IPTU pelo site da Prefeitura. Ele emitiu o boleto normalmente pela plataforma oficial, realizou o pagamento, mas posteriormente percebeu que o débito continuava em aberto. Ao verificar novamente o sistema, passou a suspeitar que o boleto tivesse sido adulterado. A principal hipótese é de que o código de barras ou o QR Code da guia tenha sido alterado, fazendo com que o dinheiro fosse direcionado para uma conta que não pertence ao município. Segundo informações da própria Prefeitura, já existe boletim de ocorrência sobre o caso. Servidores identificaram a inserção irregular de QR Codes em documentos de arrecadação, possivelmente após um ataque cibernético ao sistema de emissão de guias. A orientação é que moradores que tenham pago boletos recentes do IPTU confiram a situação diretamente no site oficial ou junto à Prefeitura. O caso segue sob investigação.

Redação JC: