Uma iniciativa que aproxima adultos voluntários de crianças e adolescentes que vivem em acolhimento institucional e tem baixa possibilidade de reintegração familiar ou adoção, é realidade em Rio Claro. É o projeto ‘Apadrinhamento Afetivo’, iniciativa do Poder Judiciário.
“A importância do apadrinhamento consiste na vinculação do acolhido com pessoa de referência e confiança para partilhar seus sentimentos, receber orientação, carinho e atenção, ajudando-o no processo de formulação de um projeto de vida, trocando experiências e criando vínculo afetivo consistente, confiável e seguro, o que é fundamental para o crescimento emocional sadio do ser humano, garantindo proteção integral da criança e do adolescente. Certamente também será uma experiência gratificante para o padrinho ou madrinha, cujo gesto mudará a vida de uma criança ou de um adolescente, contribuindo para uma sociedade mais justa, solidária e feliz”, declara a promotora de Justiça, Mariana Fittipaldi, do Ministério Público.
Como ser padrinho ou madrinha? – Para isso alguns requisitos precisam ser atendidos, entre eles: ter mais de 26 anos, residir em Rio Claro e não estar em processo de adoção. Outro fato muito importante é ter disponibilidade emocional e tempo.
Neste processo algumas etapas precisam ser cumpridas. Tudo começa com a inscrição e triagem seguidas de entrevistas individuais e avaliação psicossocial. Na sequência vem a parte da capacitação que incluem entendimento do Estatuto da Criança e do Adolescente, acolhimento, limites legais e rede socioassistencial. Depois disso tem início a convivência gradual sempre com acompanhamento técnico contínuo de equipe especializada garantindo suporte e segurança aos envolvidos.
O contato deve ser feito na Avenida 9, número 308, bairro Saúde. Os telefones são 3597-1716 ou (19)98424-0164 (WhatsApp). O e-mail é o republica.rioclaro@adra.org.br.