Lançamento oficial anima crianças e adultos que buscam figurinhas raras na Banca da Matriz para completar a nova edição
A cada quatro anos, ela volta com força total: a febre do álbum da Copa do Mundo. Colecionadores de todas as idades entram na corrida pelas figurinhas, principalmente as mais raras, na missão de completar o álbum. O movimento anima não só os fãs, mas também os comerciantes locais que já registram alta procura.
É o caso de Reinaldo Zambone, proprietário da Banca da Matriz, que comemora a chegada de mais uma edição: “Olha, o lançamento da Copa aqui na banca da Matriz é um sucesso, graças a Deus as crianças já estão comprando bastante álbuns, comprando as figurinhas. Já estamos promovendo as manhãs de trocas, aqui na banca nos finais de semana, das 08h00 até as 17h00 e durante a semana nós estamos trabalhando a todo vapor”, declara Reinaldo.
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Emoção entre gerações de colecionadores
E quem também não vê a hora de começar a coleção são as crianças. Teodoro e Lize já entraram no clima e mostram que a paixão começa cedo: “É muito legal. É muito bom sempre comprar o álbum, colecionar, abrir os pacotinhos. É uma emoção muito legal”, diz Teodoro Sartori de 11 anos. Já a Lize se mostrou ansiosa na busca de uma figurinha: “Eu quero tirar o Cristiano Ronaldo, dos famosos só falta ele para eu completar”, falou Lize de Campos de 8 anos.
E quando o assunto é Copa do Mundo, não faltam ídolos. Nomes como Cristiano Ronaldo e Messi podem fazer história mais uma vez, com a possibilidade de disputar o sexto Mundial em 2026, um novo recorde. Mas quem também está na sua sexta Copa é o Matheus: “Esse é o sexto álbum já, coleciono desde 2006. Em 2006 Ganhei do meu pai e desde então 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e agora 2026, estamos aí colecionando”, afirma o bancário Matheus Cruz.
Mais do que números e recordes, o álbum carrega histórias. A paixão pelo futebol e pela coleção atravessa gerações, como acontece com Patrícia e toda a família: “Eu sempre gostei. E aí eles curtem e a gente curte junto com eles. É um só pra família toda”, afirma a professora universitária Patrícia Maltenpi.