Vendas do Dia dos Pais devem crescer em até 5%

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Sidney Navas

As vendas este ano para o Dia dos Pais devem crescer em até 5%, se comparadas ao mesmo período de 2013
As vendas este ano para o Dia dos Pais devem crescer em até 5%, se comparadas ao mesmo período de 2013

Uma consulta informal feita pela Associação Comercial e Industrial de Rio Claro (Acirc) junto aos seus associados revela que as vendas este ano para o Dia dos Pais devem crescer em até 5%, se comparadas ao mesmo período de 2013.

A informação foi repassada pelo gerente executivo da entidade, Clóvis Delboni. Segundo ele, a data não é tão expressiva ao comércio como, por exemplo, são o Natal e Dia das Mães. Para atender a todos os consumidores, o comércio funciona em horário especial.

Na sexta-feira (8) as lojas irão funcionar das 9h às 22h e, no sábado (9), das 9h às 18h. O horário especial é estipulado pelo Sindicato do Comércio. “Os consumidores estão mais cautelosos, mas mesmo assim produtos de perfumarias, além de calçados e vestuário são os que mais devem vender”, enfatiza Delboni. Ainda segundo ele, no Dia dos Pais, a grande maioria dos lojistas não tem o hábito de fazer grandes estoques e a média de consultas ao SCPC se mantém estável, se comparadas ao ano passado. Os números divulgados conferem com a realidade dos comerciantes.

Aqueles consultados pela reportagem do JC não estão muito otimistas em relação às vendas. A vendedora de uma loja de celulares no Centro, Erika Felipe, fala que o movimento deve crescer na sexta-feira e sábado. Ela estima que o movimento deve oscilar entre 5% e 10% este ano. Nas ruas o atual cenário da economia parece estar afugentando a clientela. A psicóloga Isabela Novo diz que já escolheu o presente. “Este ano ele irá ganhar um perfume”, comenta a mulher. Já a dona de casa Célia Rampim pretende presentear o pai com uma calça jeans. “Roupas sempre são bem-vindas nessas ocasiões”, ressalta.

A maioria das pessoas, segundo os lojistas, deve pagar os presentes de forma parcelada. Eletroeletrônicos e telefones celulares também surgem como a segunda opção, dando mais espaço para o setor de vestuário e calçados.

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