SI Group amplia fábrica em Rio Claro

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Divulgação

A SI Group Crios Resinas SA, está ampliando seu parque industrial no Distrito Industrial de Rio Claro, onde concentrará suas atividades no Brasil. A fábrica em Jundiaí está sendo transferida para Rio Claro.

A apresentação oficial das instalações, que estão em fase final de construção, foi realizada na manhã do dia 16 (quinta-feira) em um evento local com representantes da prefeitura, Câmara Municipal, Acirc, sindicatos, imprensa e colaboradores. “É um momento importante para todos nós, da SI Group, pois estamos consolidando um projeto que representará uma fábrica mais ecológica, competitiva e pronta para o futuro crescimento do mercado”, afirmou o Vice-Presidente América do Sul, João Paulo Canto Porto.

CEO da SI Group, Frank Bozich destacou que a ampliação feita em Rio Claro é o maior investimento do grupo no Brasil e confirma a confiança no País. O prefeito João Teixeira Júnior, o Juninho da Padaria, lembrou que aproximadamente 360 famílias dependem diretamente do funcionamento da empresa em Rio Claro e colocou a administração municipal à disposição. “Este investimento é um presente que o município recebe neste início de governo”, afirmou. Os vereadores Júlio Lopes e Carol Gomes, o vice-prefeito Marco Antonio Bellagamba, o secretário municipal de Meio Ambiente, Antonio Penteado, e o chefe de gabinete Ricardo Naitzke, também participaram do evento.

A SI Group é o maior desenvolvedor e fabricante mundial de intermediários químicos, resinas especiais e soluções que são essenciais para a qualidade e o desempenho de diversos bens industriais e de consumo.

Líder mundial com presença nos Estados Unidos, Brasil, China, Índia, Inglaterra e em outros cinco países, mais de 2.700 funcionários e clientes em mais de 90 países, a SI Group concentra sua produção em nove segmentos-chave: resinas de borracha, antioxidantes, óleos e lubrificantes, aditivos plásticos, resinas industriais, resinas adesivas, surfactantes, plásticos de engenharia, e farmácia e especialidades.

8 COMENTÁRIOS

  1. Bom pra cidade, Rio Claro logisticamente falando está numa localização privilegiada. Pena que como a maiorias das indústrias da cidade é uma máfia pra conseguir entrar pra trabalhar lá: QI como sempre, e tem que ser um QI muito forte senão de nada serve! Quando deixamos currículo na empresa parece que o pessoal é treinado pra pegar, chamar pra entrevista e descartar. Não adianta investir em novas instalações sendo que o pensamento do recrutamento e seleção permanece o mesmo, parou no tempo como a cidade! Eu fiz entrevista e nunca tive retorno, mas soube por amigos de lá de dentro que o motivo foi porque minha antiga empresa estava “queimada” na cidade (podem falar o que quiserem mas a DNP era uma mãe! E se acham que todos os ex-funcionários de lá não são dignos de trabalharem com vocês, poupem-nos tempo e nem chamem pra entrevistas, fica menos feio do que deixar a pessoa esperando uma resposta forever). Que modernizem e reciclem a forma de pensar e o processo seletivo, senão de nada adiantará investir em construção e não investir no treinamento das pessoas responsáveis pela gestão.

    • Não é a primeira vez que leio isso. Eu mesmo já tive má experiência com processo seletivo nessas empresas, mas achava que era pontual e não uma doença (a burrice).

    • (Aliás, não sei qual é o nexo entre a empresa estar queimada, seja lá o que isso signifique, e o funcionário, que apenas cumpre sua função. Parece que essa gente de RH é o homo brasiliensis de que falava Ivan Lessa, passam pela vida com os pés e as mãos no chão.)

    • Puxa que chato, de bobos eles não tem nada: a pessoa vem transferida pra cá com o salário de lá (vai viver muito melhor, custo de vida mais baixo, menos trânsito e stress, num cargo de alto escalão) e quem é daqui fica a ver navios…Ao invés de dar oportunidade pra quem sempre deu o sangue ali e que é dá cidade…Ou tantos outros qualificados aqui em RC que estão desempregados por falta de oportunidades…Não gostei 🙁

  2. Acho que o “queimada” que o Sr. Micael quis dizer é porque a DNP por ser uma metalúrgica era conhecida por greves e paralisações constantes. Mas isso era tudo por conta do Sindicato dos Metalúrgicos que incentivavam e paralisavam tudo. Como entrar pra trabalhar se ao chegar encontrava cadeados e correntes pra todo lado? A culpa não era da empresa nem dos funcionários, ao meu ver. A empresa encerrou as atividades porque o sindicato colocou todos os funcionários num processo de insalubridade, e a grande maioria nem estava sabendo disso, que dono ou patrão vai querer continuar empregando quem está o processando? O sindicato ajudou a atrapalhar, e estão fazendo isso com a Whirlpool e tantas outras, se fechar mais algumas indústrias o emprego deles continua garantido. O LULA não era sindicalista à toa…

    • Sindicalismo no Brasil é parasitismo e coitadismo no último grau. O socialismo que eles professam é um leitura imbecilizada de Marx, cuja crítica é datada e não serve para os tempos modernos.

      Mas nada disso importa quando o único intento deles é manter o trabalhador onde está, porque só assim a sua “luta” tem sentido e, claro, sem o trabalho assalariado, não haveria contribuição sindical obrigatória. Um sindicato que estivesse mesmo do lado do trabalhador dar-lhe-ia oportunidades de melhorar de vida, seja melhorando o seu preparo (com estudo e treinamento), seja combatendo crimes reais, que existem, mas que os sindicatos ignoram ou até acatam, mediante alguma compensação.

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