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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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		<title>Nova lei contra perturbação de sossego volta ao debate em Rio Claro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Calore]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Câmara Municipal debate nova lei contra perturbação de sossego em Rio Claro. Mudanças em lei de 1998 são previstas A Câmara Municipal resolveu colocar para esta segunda-feira (7) a votação do projeto de lei que visa atualizar a legislação vigente sobre perturbação de sossego em Rio Claro. O pedido para vista da proposta, que poderia [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/nova-lei-para-perturbacao-de-sossego-volta-ao-debate-em-rio-claro/247904/">Nova lei contra perturbação de sossego volta ao debate em Rio Claro</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Câmara Municipal debate nova lei contra perturbação de sossego em Rio Claro. Mudanças em lei de 1998 são previstas</h3>



<p>A Câmara Municipal resolveu colocar para esta segunda-feira (7) a votação do projeto de lei que visa atualizar a legislação vigente sobre perturbação de sossego em Rio Claro. O pedido para vista da proposta, que poderia adiar a discussão para o fim do ano, foi retirado e com isso o texto do vereador Alessandro Almeida (Podemos) chega para debate em primeiro turno na sessão ordinária desta semana.</p>



<p>O caso chama a atenção. Isso porque, segundo Almeida, não se sabe quem pautou o projeto para a votação nesta semana, uma vez que o adiamento havia sido aprovado para 180 dias. O vereador soube pela reportagem do Jornal Cidade que o projeto está na ordem do dia da segunda-feira e afirmou que vai solicitar a suspensão da votação. Anteriormente, conforme o JC repercutiu em junho, o parlamentar, assim como a vereadora Carol Gomes (Cidadania), foram procurados pela Ariobar (Associação Rio-Clarense de Bares e Restaurantes), que pressionou por maior discussão à mudança.</p>



<p>O texto é de autoria do vereador Alessandro Almeida (Podemos) e Serginho Carnevale (União Brasil), em parceria com os vereadores Hernani Leonhardt (MDB) e Geraldo Voluntário (MDB). Na prática, coloca em desuso uma outra lei municipal existente desde 1988 na cidade e que regra essas questões. Na nova proposta, ao constatar que no local denunciado há ruídos, vibrações, sons excessivos, incompatíveis com a tranquilidade da vizinhança ou arredores, caberá ao agente público advertir verbalmente sobre as consequências dessa lei.</p>



<p>Também, elaborar auto de infração, promover interdição da atividade, fechamento do estabelecimento, embargo da obra, ou apreensão da fonte que der causa ao barulho e, também, determinar a cassação do alvará de autorização ou de licença. A multa caso não seja paga terá o valor da dívida vinculada ao imóvel. O não pagamento da multa gerará juros de 1% ao mês, limitados a 20% e correção monetária.</p>



<p>Uma emenda proposta também por Alessandro destaca que serão permitidos os sons e ruídos, de forma que não atrapalhem o sossego público, em chácaras de uso recreativo entre 7h e 22h, desde que não haja cobrança de ingressos ou venda de convites.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/nova-lei-para-perturbacao-de-sossego-volta-ao-debate-em-rio-claro/247904/">Nova lei contra perturbação de sossego volta ao debate em Rio Claro</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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