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	<title>PIB - Jornal Cidade RC</title>
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	<description>Jornal Cidade RC - Notíticas de Rio Claro/SP e região</description>
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	<title>PIB - Jornal Cidade RC</title>
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		<title>PIB cresce 1,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 17:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Riqueza produzida no país soma R$ 2,9 trilhões Por Agência Brasil &#8211; São Paulo O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na manhã desta terça-feira (3) que o Produto Interno Bruto (PIB), soma de toda a riqueza produzida no país, teve crescimento de 1,4% no segundo trimestre deste ano em comparação ao primeiro [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/pib-cresce-14-no-segundo-trimestre-e-fica-acima-do-esperado/267387/">PIB cresce 1,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Riqueza produzida no país soma R$ 2,9 trilhões</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Agência Brasil &#8211; São Paulo</mark></strong></p>



<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na manhã desta terça-feira (3) que o Produto Interno Bruto (PIB), soma de toda a riqueza produzida no país, teve crescimento de 1,4% no segundo trimestre deste ano em comparação ao primeiro trimestre.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1610425&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1610425&amp;o=node"></p>



<p>Na comparação com o segundo trimestre de 2023, o crescimento foi de 3,3%. O destaque da economia entre abril, maio e junho deste ano ficou com o desempenho da indústria, com alta de 1,8% no segundo trimestre em relação ao primeiro, seguida pelo setor de serviços, cujo crescimento foi de 1%.</p>



<p>A agropecuária recuou 2,3% na comparação entre o segundo e o primeiro trimestre de 2024 e 2,9% em relação ao mesmo período de 2023. Com o resultado de hoje, o PIB totaliza R$ 2,9 trilhões neste ano, sendo R$ 2,5 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 387,6 bilhões aos impostos sobre produtos. A taxa de investimento no segundo trimestre, indicador que sinaliza o bom desempenho da economia, foi equivalente a 16,8% do PIB, acima dos 16,4% verificados no segundo trimestre de 2023.</p>



<p>O desempenho da indústria foi atribuído aos setores de eletricidade e gás, água, esgoto, atividade de gestão de resíduos, com alta de 4,2%, seguida pela construção, 3,5%, e das indústrias de transformação, com alta de 1,8%. As indústrias extrativas recuaram 4,4% no segundo trimestre em relação ao primeiro.</p>



<p>No setor de serviços, as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados cresceram 2%; informática e comunicação 1,7%; comércio 1,4%, transporte, armazenagem e correio, 1,3%; administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social, 1%; atividades imobiliárias, 0,9% e, por fim, demais atividades do comércio, 0,8%.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Serviços</h3>



<p>No setor externo, o IBGE apurou que as exportações de bens e serviços subiram 1,4% no segundo trimestre deste ano em relação ao primeiro, ao passo que as importações de bens e serviços cresceram 7,6% em relação ao primeiro trimestre deste ano.</p>



<p>A comparação com o segundo trimestre de 2024 com o segundo trimestre de 2023 apontou que as iniciativas da Nova Indústria Brasil estão dando o resultado esperado pelo governo. A alta foi de 3,9%, com destaque para os setores eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos, que cresceu nesse período 8,5%. Esse resultado foi decorrente do aumento do consumo de energia em todas as classes, principalmente a residencial.</p>



<p>A indústria da construção cresceu 4,4% por causa do aumento do consumo de insumos típicos &#8211; areia, cimento e ferro. As indústrias de transformação, por sua vez, estão recuperando a força e tiveram a segunda alta consecutiva, de 3,6%, após terem recuado em todos os trimestres de 2023. Esse resultado positivo foi atribuído às altas verificadas na indústria alimentícia; equipamentos de transporte, em máquinas e aparelhos elétricos e na indústria moveleira. As indústrias extrativas, na comparação do segundo trimestre deste ano com o mesmo período de 2023, cresceram 1%, com destaque para o aumento da extração de petróleo e gás.</p>



<p>No setor de serviços, entre o segundo trimestre deste ano com o segundo de 2023, o avanço foi de 3,5%, com resultados positivos em todos os setores: informação e comunicação, com alta de 6,1%; outras atividades de serviços, 4,5%; atividades financeiras, seguros e serviços de relacionamento, 4%; comércio, 4%; atividades imobiliárias, 3,7%; administração, defesa, saúde, educação públicas e seguridade social, 1,9 e transporte, armazenagem e correio, 0,7%.</p>



<p>A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que é um antecedente para resultados futuros do PIB, cresceu 5,7% no segundo trimestre deste ano, e a alta é justificada pelo crescimento da produção doméstica e importação de bens de capital (máquinas e equipamentos para as linhas de produção), incluindo, também, os bons desempenhos verificados seja na construção, seja no desenvolvimento de sistemas de informática.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recuperação</h3>



<p>Felipe Queiroz, economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), comemorou o resultado e disse que os números superaram as expectativas do mercado. &#8220;A economia brasileira teve um crescimento puxado especialmente pela ótica da oferta, pela indústria, que tem apresentado recuperação bastante significativa e robusta, especialmente com o câmbio que gera uma certa proteção à nossa indústria local frente a alguns competidores internacionais e também o setor de serviços&#8221; disse.</p>



<p>Segundo ele, esse bom desempenho engloba o comércio, que também cresceu no segundo trimestre. &#8220;Além disso, a nossa taxa de Formação Bruta de Capital Fixo em alta é resultado dos investimentos, que estão crescendo e sendo retomados ainda que gradualmente&#8221;, destacou. O economista ponderou, no entanto, que a atenção continua sobre o nível da taxa de juros, em que as expectativas sugerem uma alta da Taxa Selic, o que implica a redução da atividade econômica especialmente para o último trimestre do ano.</p>



<p>Para Carlos Lopes, economista do banco BV, o resultado do PIB no segundo trimestre, de 1,4%,&nbsp;foi surpreendente porque esperava-se um percentual de crescimento de 0,9%. Esse desempenho teve forte contribuição da demanda doméstica.</p>



<p>&#8220;Do lado dado da indústria e serviços, o resultado foi muito positivo, compensando o recuo na atividade da agropecuária, que foi sazonal. Quando olhamos para o lado da demanda, o desempenho foi favorável pelo consumo das famílias, do investimento e das compras governamentais e esses indicadores são relevantes para os próximos meses, a despeito de uma expectativa de alta dos juros. O crescimento da mão de obra com carteira assinada sustenta o aumento do consumo por conta da poupança gerada pelo trabalho&#8221;, afirmou.&nbsp;</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/pib-cresce-14-no-segundo-trimestre-e-fica-acima-do-esperado/267387/">PIB cresce 1,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Mercado financeiro prevê inflação e PIB estáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 13:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2023 ficaram estáveis, de acordo com a edição do&#160;Boletim Focus&#160;desta segunda-feira (6). A pesquisa &#8211; realizada com economistas &#8211; é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC). Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia permaneceu em 2,89%. Já para 2024, o Produto [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-financeiro-preve-inflacao-e-pib-estaveis/252546/">Mercado financeiro prevê inflação e PIB estáveis</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2023 ficaram estáveis, de acordo com a edição do&nbsp;<a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/focus" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Focus</a>&nbsp;desta segunda-feira (6). A pesquisa &#8211; realizada com economistas &#8211; é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1564662&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1564662&amp;o=node"></p>



<p>Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia permaneceu em 2,89%. Já para 2024, o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país &#8211; deve ficar em 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.</p>



<p>Superando as projeções, no segundo trimestre do ano a&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-09/economia-brasileira-cresce-09-no-segundo-trimestre-de-2023" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economia brasileira</a>&nbsp;cresceu 0,9%, na comparação com os primeiros três meses de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao segundo trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 3,4%.</p>



<p>O PIB acumula alta de 3,2% no período de 12 meses. No primeiro semestre, a alta acumulada foi de 3,7%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p>A previsão para este ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país – permaneceu em 4,63% nesta edição do Focus. Para 2024, a estimativa de inflação subiu de 3,9% para 3,91%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para 2023 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.</p>



<p>Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-09/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-2-para-29" target="_blank" rel="noreferrer noopener">índice oficial</a>&nbsp;superar o teto da meta em 2023 é de 67%. A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda situa-se dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em setembro, o aumento de preços da gasolina pressionou o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-10/inflacao-de-setembro-fica-em-026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resultado da inflação</a>. O IPCA ficou em 0,26%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi acima da taxa de agosto, que teve alta de 0,23%.</p>



<p>A inflação acumulada este ano atingiu 3,50%. Nos últimos 12 meses, o índice está em 5,19%, ficando acima dos 4,61% dos 12 meses imediatamente anteriores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-11/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1225-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;taxa básica de juros</a>&nbsp;&#8211; a Selic &#8211; definida em 12,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela terceira vez no semestre, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.</p>



<p>Ainda assim, em comunicado divulgado na semana passada, o Copom indicou que poderá mudar o tempo do período de cortes, caso as condições tornem mais difícil reduzir juros.</p>



<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9,25% ao ano. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,75% ao ano e 8,5% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>Por fim, a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 5 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,05.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Agência Brasil</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-financeiro-preve-inflacao-e-pib-estaveis/252546/">Mercado financeiro prevê inflação e PIB estáveis</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<item>
		<title>PIB do estado de São Paulo registra crescimento de 1,8% de janeiro a agosto</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/pib-do-estado-de-sao-paulo-registra-crescimento-de-18-de-janeiro-a-agosto/252320/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação JC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 13:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Claro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo apresentou um crescimento de 1,8% no período de janeiro a agosto de 2023 em relação ao mesmo período de 2022, de acordo com os dados da Fundação Seade. Esse avanço foi liderado principalmente pelos setores de serviços, que cresceram 3%, e agropecuária, com um aumento [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/pib-do-estado-de-sao-paulo-registra-crescimento-de-18-de-janeiro-a-agosto/252320/">PIB do estado de São Paulo registra crescimento de 1,8% de janeiro a agosto</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo apresentou um crescimento de 1,8% no período de janeiro a agosto de 2023 em relação ao mesmo período de 2022, de acordo com os dados da Fundação Seade. Esse avanço foi liderado principalmente pelos setores de serviços, que cresceram 3%, e agropecuária, com um aumento de 1,9%.</p>



<p>O governador Tarcísio de Freitas celebrou esses resultados econômicos positivos, destacando que esse período de crescimento na economia paulista está em sintonia com uma série de medidas implementadas pelo governo para incentivar investimentos privados e simplificar atividades empreendedoras. Isso inclui a desoneração de setores produtivos, simplificação tributária e expansão da infraestrutura logística.</p>



<p>No acumulado dos últimos 12 meses, comparados ao mesmo período anterior, o PIB paulista cresceu 2,4%. Em termos mensais, houve um avanço de 0,7% em agosto em relação a julho. Se comparado ao mesmo período de 2022, o resultado é ainda mais expressivo, com um aumento de 1,4%. Informações do Portal do Governo.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/pib-do-estado-de-sao-paulo-registra-crescimento-de-18-de-janeiro-a-agosto/252320/">PIB do estado de São Paulo registra crescimento de 1,8% de janeiro a agosto</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Mercado reduz previsão da taxa Selic para menos de 12% ao ano</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-taxa-selic-para-menos-de-12-ao-ano/247980/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 17:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeção de expansão da economia ficou em 2,26%, diz Banco Central Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília Após a redução de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, os juros básicos da economia, na semana passada, as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por uma diminuição ainda maior até o [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-taxa-selic-para-menos-de-12-ao-ano/247980/">Mercado reduz previsão da taxa Selic para menos de 12% ao ano</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Projeção de expansão da economia ficou em 2,26%, diz Banco Central</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>Após a redução de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, os juros básicos da economia, na semana passada, as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por uma diminuição ainda maior até o final deste ano. A forte queda da inflação fez o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortar os juros pela primeira vez em três anos e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-08/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levar a Selic de 13,75%&nbsp;</a>ao ano para 13,25% ao ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547671&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547671&amp;o=node"></p>



<p>Para o mercado, a taxa básica deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano, na semana passada a previsão era de 12% ao ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (7), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>



<p>Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é Selic em 8,5% ao ano, para os dois anos.</p>



<p>A última vez em que o BC tinha reduzido a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano, em meio à contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em março de 2021, em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p>A taxa Selic é o principal instrumento de BC para alcançar a meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p>No Boletim Focus de hoje, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – se manteve em 4,84% neste ano. Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,88%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo CMN, a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.</p>



<p>Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-12-para-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">superar o teto da meta em 2023 é de 61%</a>.</p>



<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em junho, houve deflação no país, ou seja, um recuo nos preços na comparação com maio. O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/inflacao-oficial-de-junho-fica-negativa-em-008" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA&nbsp;</a>ficou negativo em 0,08%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o quarto mês seguido em que a inflação perdeu força. Em maio, o IPCA foi de 0,23%.</p>



<p>No ano, o índice soma 2,87% e, nos últimos 12 meses, 3,16%, abaixo dos 3,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores e seguindo a tendência de queda apresentada desde junho de 2022, quando o índice estava em 11,89%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,24% para 2,26%.</p>



<p>Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é crescimento de 1,3%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para a cotação do dólar está em R$ 4,90 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,00.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Edição: Valéria Aguiar</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-reduz-previsao-da-taxa-selic-para-menos-de-12-ao-ano/247980/">Mercado reduz previsão da taxa Selic para menos de 12% ao ano</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva para 1,68% projeção do crescimento da economia em 2023</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-eleva-para-168-projecao-do-crescimento-da-economia-em-2023/244576/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 16:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dia a Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inflação deve ficar em 5,69% este ano, segundo Boletim Focus Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 1,26% para 1,68%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (5), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-eleva-para-168-projecao-do-crescimento-da-economia-em-2023/244576/">Mercado eleva para 1,68% projeção do crescimento da economia em 2023</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Inflação deve ficar em 5,69% este ano, segundo Boletim Focus</h2>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil &#8211; Brasília</mark></strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 1,26% para 1,68%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (5), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1536847&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1536847&amp;o=node"></p>



<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,28%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,9%, respectivamente.</p>



<p>Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país &#8211; caiu de 5,71% para 5,69% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,12%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4%, para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, no último relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.</p>



<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em abril, influenciado pelo aumento dos preços de remédios, o&nbsp;IPCA&nbsp;ficou em 0,61%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de março, de 0,71%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,18%.</p>



<p>O IPCA do mês passado será divulgado na quarta-feira (7). Mas, em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é a&nbsp;prévia da inflação, ficou em 0,51%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano, para os dois anos.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>Por fim, a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 5,10 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,16.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">Edição: Maria Claudia</mark></strong></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-eleva-para-168-projecao-do-crescimento-da-economia-em-2023/244576/">Mercado eleva para 1,68% projeção do crescimento da economia em 2023</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Mercado aumenta projeção para crescimento da economia em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO, SP (AGÊNCIA BRASIL) A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 0,9% para 0,96%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para o próximo ano, a expectativa para o [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-aumenta-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/242088/">Mercado aumenta projeção para crescimento da economia em 2023</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><mark style="background-color:#cf2e2e" class="has-inline-color has-white-color">SÃO PAULO, SP (AGÊNCIA BRASIL)</mark></strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 0,9% para 0,96%. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>



<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) é crescimento de 1,41%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,8%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, também subiu, de 6,01% para 6,04% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,18%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4%, para os dois anos.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.</p>



<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em março, a inflação desacelerou para todas as faixas de renda. Ainda assim, puxado pelo aumento dos preços dos combustíveis, o IPCA ficou em 0,71%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de fevereiro, de 0,84%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,65%, abaixo de 5% pela primeira vez em dois anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.</p>



<p>O patamar da Selic é motivo de divergência entre o governo federal e o Banco Central. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,20 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,25.<a href="javascript:void(0);"></a></p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/mercado-aumenta-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/242088/">Mercado aumenta projeção para crescimento da economia em 2023</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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		<title>Copom prevê queda forte do PIB no primeiro semestre e retomada com idas e vindas</title>
		<link>https://www.jornalcidade.net/rc/copom-preve-queda-forte-do-pib-no-primeiro-semestre-e-retomada-com-idas-e-vindas/151336/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2020 16:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>LARISSA GARCIA / BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) Para o Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, a menos que haja avanços médicos no combate à pandemia do novo coronavírus, a retomada da economia depois da crise, além de mais gradual do que a considerada, deverá ter &#8220;idas e vindas&#8221;.Segundo o comitê, o cenário básico considerado [&#8230;]</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/copom-preve-queda-forte-do-pib-no-primeiro-semestre-e-retomada-com-idas-e-vindas/151336/">Copom prevê queda forte do PIB no primeiro semestre e retomada com idas e vindas</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>LARISSA GARCIA / BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS)</p>



<p>Para o Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, a menos que haja avanços médicos no combate à pandemia do novo coronavírus, a retomada da economia depois da crise, além de mais gradual do que a considerada, deverá ter &#8220;idas e vindas&#8221;.<br>Segundo o comitê, o cenário básico considerado passou a ser o de uma queda forte do PIB (Produto Interno Bruto) na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre deste ano.<br>A avaliação foi publicada na ata da reunião, publicada nesta terça-feira (12), que decidiu pelo corte de 0,75 ponto percentual da Selic, para 3,00%.<br>A reunião ocorreu na última quarta-feira (6). A decisão surpreendeu analistas, que esperavam corte mais ameno, de 0,5 ponto.<br>Na ocasião, o BC indicou novo corte, de no máximo 0,75 ponto percentual, na próxima reunião (junho) &#8220;para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19&#8221;.<br>O Copom avaliou, ainda, que o impacto da pandemia sobre a economia brasileira será deflacionário -com inflação negativa -, em razão da diminuição de demanda.<br>Com as pessoas em casa e aumento do desemprego devido ao fechamento do comércio, a tendência é que as pessoas tenham menos dinheiro para consumir, então a demanda por produtos diminui.<br>&#8220;A elevação abrupta da incerteza sobre a economia deve resultar em aumento da poupança precaucional e consequente redução significativa da demanda agregada&#8221;, destacou o comitê.<br>A inflação oficial brasileira já recuou 0,31% em abril, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É a segunda maior deflação mensal registrada pelo IPCA desde o início do Plano Real -a queda anterior era de 0,51%, em agosto de 1998.<br>Os membros do Copom discutiram se existe um limite mínimo para a taxa básica de juros. Por conta das incertezas fiscais, entenderam que a Selic deve ficar em patamar mais elevado que a taxa de juros básica de outras economias emergentes.<br>&#8220;A maioria dos membros ponderou que o limite seria significativamente maior em economias emergentes do que em países desenvolvidos, devido à presença de um prêmio de risco. Foi ressaltado que esse prêmio tende a ser maior no Brasil, dadas a sua relativa fragilidade fiscal e as incertezas quanto à sua trajetória fiscal prospectiva&#8221;, trouxe o documento.<br>A piora da trajetória fiscal se deve ao aumento dos gastos públicos e do rombo nas contas do governo em razão das medidas de enfrentamento à Covid-19, além de possíveis frustrações em relação à continuidade das reformas.<br>A queda na taxa de juros brasileira, que levou a Selic à mínima histórica, foi associada a uma agenda de reformas que permitiriam o reequilíbrio das contas públicas. Após as novas regras de aposentadoria, porém, não foram aprovadas novas medidas. E, com a pandemia, a discussão de reformas no Congresso deve ser completamente interrompida.<br>Nesse contexto, os membros do Copom analisaram que já estaríamos próximos do nível em que reduções adicionais na taxa de juros poderiam gerar instabilidade nos mercados financeiros e nos preços de ativos. O Comitê destacou a importância do gradualismo na condução da política monetária para responder à essa volatilidade.<br>Na reunião, dois integrantes ponderaram que, mesmo com a possibilidade de elevação da taxa de juros estrutural, poderia ser oportuno prover todo o estímulo necessário de imediato (com corte maior), com a indicação de manutenção da taxa para a próxima decisão, com o objetivo de reduzir os riscos de descumprimento da meta para a inflação de 2021.<br>O juro estrutural é aquele considerado neutro, que não estimula e nem reduz a atividade econômica. Os membros optaram, no entanto, por fazer os cortes de forma gradual.<br>O colegiado reconheceu que, neste momento, a diminuição de demanda, ainda que associada a uma maior fragilidade fiscal, iniciou um processo de revisão das expectativas de inflação para níveis abaixo da meta fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), de 4% em 2020, 3,75% para 2021 e 3,5% para 2022, com intervalo de tolerância mantido em 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.<br>O diretor João Manoel Pinho de Mello não participou da reunião, seguindo orientação da área de gestão de pessoas do BC. Na semana passada, todos os membros do Copom foram testados para Covid-19. O primeiro resultado do diretor foi positivo. O segundo, negativo, mas foi recomendado um terceiro para a contraprova.<br>Especialistas alertaram que uma queda brusca na Selic poderia elevar ainda mais o valor do dólar. Quando há crise, investidores buscam ativos mais seguros, com baixa volatilidade, e aplicam em títulos norte-americanos.<br>Assim, as outras moedas, principalmente as de países emergentes, tendem a se desvalorizar. Com a queda na taxa básica, os títulos brasileiros rendem menos ao investidor, que tem mais um motivo para retirar seus recursos do país.<br>No dia seguinte à reunião do Copom, o dólar fechou em alta de 2,3%, a R$ 5,8360, novo recorde nominal (sem contar a inflação).<br>Segundo a ata do Copom, &#8220;como em outras crises internacionais, o aumento da aversão ao risco e a consequente realocação de ativos tornam o ambiente desafiador para os países emergentes. Em contraste com outras crises mais recentes, em que o epicentro estava localizado no Hemisfério Norte, nessa ele se desloca para todos os países, juntamente com a pandemia.&#8221;<br>Além disso, de acordo com o comitê, projeções apontam para uma recessão global. Esses dois fatores explicam uma saída de capitais de países emergentes significativamente superior à ocorrida em episódios anteriores.<br>O colegiado ressaltou que, entre os emergentes, aqueles com maior vulnerabilidade fiscal tendem a ser os mais prejudicados.</p>
<p>Leia a notícia <a href="https://www.jornalcidade.net/rc/copom-preve-queda-forte-do-pib-no-primeiro-semestre-e-retomada-com-idas-e-vindas/151336/">Copom prevê queda forte do PIB no primeiro semestre e retomada com idas e vindas</a> em <a href="https://www.jornalcidade.net">Jornal Cidade RC</a>.</p>
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